Uma "mancha de petróleo", de 24 metros de comprimento e 14 metros de largura, apareceu na manhã desta quinta-feira, 28, na porta da Total, no Rio de Janeiro.
Nós, ativistas do Greenpeace, levamos esta mancha até a frente da empresa que quer extrair petróleo próximo aos Corais da Amazônia. E, assim, colocar o bioma marinho local em risco, em caso de um derramamento.
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30 setembro, 2017
20 maio, 2014
Comentando o Pré
Enquanto a Petrobras avança no Pré-sal o Governo do Estado de São Paulo avança no Pré-lama. – Jota A. Botelho
28 outubro, 2013
Calibrando a Libra
Deu no Tijolaço
O Genro de FHC e o Pires pediram só R$ 250 mil por Libra? E ainda abrem a boca para dar palpite?
Um amigo liga e me diz que não pode ser verdade a informação que dei no post anterior de que parte da área onde está o campo de Libra já tinha sido leiloada – e depois devolvida – como diz hoje a Agência Reuters, por apenas R$ 250 mil no Governo Fernando Henrique.
É verdade.
Não posso garantir a informação da Reuters, é claro, mas se é correto que o Bloco Marítimo 4 da Bacia de Santos – e pelos mapas de localização é – tinha parte sobreposta à atual área de Libra, foi, sim.
E aqui está a prova, no edital da ANP, que reproduzo na imagem acima.
A ANP, na ocasião, era chefiada por David Zylbersztajn, genro de Fernando Henrique Cardoso e tinha em sua cúpula o senhor Adriano Pires, hoje o bam-bam-bam das Organizações Globo e do Instituto Milenium para assuntos de petróleo.
Já que a nossa mídia está ouvindo os dois deitarem falação – negativa – sobre o leilão de Libra, porque é que não lhes pergunta sobre a venda, a preço de banana, de parte de sua área?
Em tempo, era tão barato que, mesmo com esse preço, a Agip arrematou a área por R$ 134 milhões, ágio de 53.564%!
Viva a imprensa brasileira!
Apenas o bônus de assinatura do contrato do recém-leiloado campo de Libra renderá ao país R$ 15 bilhões. Ainda virá, nos anos vindouros, a receita (cuja estimativa está na casa de R$ 1 trilhão) da partilha, dos royalties, dos impostos etc.
Recordar é sofrer
Para isso, há que se rever alguns artigos que estão postados no blog Geopolítica do Petróleo, sobre a "luta" empreendida pela coligação PSDB/PFL(DEM), a fim de não vir à tona esse... Brasil do pré-sal. Felizmente perderam.
O Genro de FHC e o Pires pediram só R$ 250 mil por Libra? E ainda abrem a boca para dar palpite?
Um amigo liga e me diz que não pode ser verdade a informação que dei no post anterior de que parte da área onde está o campo de Libra já tinha sido leiloada – e depois devolvida – como diz hoje a Agência Reuters, por apenas R$ 250 mil no Governo Fernando Henrique.
É verdade.
Não posso garantir a informação da Reuters, é claro, mas se é correto que o Bloco Marítimo 4 da Bacia de Santos – e pelos mapas de localização é – tinha parte sobreposta à atual área de Libra, foi, sim.
E aqui está a prova, no edital da ANP, que reproduzo na imagem acima.
A ANP, na ocasião, era chefiada por David Zylbersztajn, genro de Fernando Henrique Cardoso e tinha em sua cúpula o senhor Adriano Pires, hoje o bam-bam-bam das Organizações Globo e do Instituto Milenium para assuntos de petróleo.
Já que a nossa mídia está ouvindo os dois deitarem falação – negativa – sobre o leilão de Libra, porque é que não lhes pergunta sobre a venda, a preço de banana, de parte de sua área?
Em tempo, era tão barato que, mesmo com esse preço, a Agip arrematou a área por R$ 134 milhões, ágio de 53.564%!
Viva a imprensa brasileira!
Fernando Brito, em 21/10/13
N. do E.Apenas o bônus de assinatura do contrato do recém-leiloado campo de Libra renderá ao país R$ 15 bilhões. Ainda virá, nos anos vindouros, a receita (cuja estimativa está na casa de R$ 1 trilhão) da partilha, dos royalties, dos impostos etc.
Recordar é sofrer
Para isso, há que se rever alguns artigos que estão postados no blog Geopolítica do Petróleo, sobre a "luta" empreendida pela coligação PSDB/PFL(DEM), a fim de não vir à tona esse... Brasil do pré-sal. Felizmente perderam.
- FHC discute o futuro da Petrobrás, Folha de SP, 16/04/97
- Gustavo Franco defende a venda da Petrobras e do BB, O Globo, 11/06/97
- Genro de FHC vira o novo homem do petróleo no país, Veja
- Petrobrás pode ser vendida em 3 anos, diz Zylbersztajn, O Estado de SP, 20/05/99
- ANP defende a venda de refinarias da Petrobrás, O Estado de SP, 07/01/99
- Zylbersztajn propõe encolher Petrobrás, Folha de SP, 07/01/99
- FHC anuncia medidas para afastar resistências à privatização, O Estado de SP, 10/06/00
- Petrobrás vira PetroBrax por US$ 50 milhões, O Estado de SP, 27/12/00
- A globalização da "PetroBrax", JB, 27/12/00
- Tribunal vai investigar gasto com PetroBrax, Folha de SP, 25/01/01
- Franco quer privatizar Petrobrás e BB, O Estado de SP, 21/06/01
18 novembro, 2012
O Programa de Navios da Transpetro
Fonte: www.transpetro.com.br
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| Navio petroleiro João Cândido |
O Promef tem como premissas a construção dos navios no Brasil, com índice de nacionalização de 65% na primeira fase e de 70% na segunda e a garantia de estaleiros modernos e competitivos em nível internacional.
Até agora, foram lançados cinco navios, sendo um construído no estado de Pernambuco e quatro no Rio de Janeiro. Batizados com nomes relevantes da história brasileira, as embarcações homenagearam João Cândido, Celso Furtado, Sérgio Buarque de Holanda, Rômulo Almeida e José Alencar. Os navios Celso Furtado e João Cândido (*) foram entregues e estão em operação.
O Programa de Navios também é responsável pela geração de empregos. Já foram criadas mais de 15 mil vagas diretas e este número deve chegar a 40 mil empregos diretos e 160 mil indiretos. Há, ainda, anúncio de novas construções, além da implantação e da expansão de estaleiros. Outras áreas foram impulsionadas, entre elas a de navipeças, a siderúrgica e a metalúrgica, que fornecerão insumos para a construção dos navios encomendados.
Com a frota renovada, a Transpetro poderá responder melhor aos desafios impostos pelo aumento da produção nacional de combustíveis e da autossuficiência em petróleo, e pela expansão da Petrobras no Brasil e no exterior.
(*) Entrou em operação no dia 25 de maio de 2012. Construído pelo Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, foi o primeiro navio do Promef a deixar o dique seco em direção ao mar. A embarcação, que homenageia o marinheiro João Cândido, líder da Revolta da Chibata, representa um marco para o País, ao consolidar o setor naval no estado de Pernambuco. Medindo 274 metros de comprimento, 48 metros de largura e 52 metros de altura, esta embarcação tem capacidade para transportar 1 milhão de barris de óleo cru e será utilizada, principalmente, em viagens internacionais, de longo curso. www.promef-transpetro.com.br
27/05/2012 - Recordando...
Uma resposta aos descrentes
18 junho, 2010
Como se obtém o petróleo?

É um processo complexo:
- As companhias extraem o petróleo do leito dos oceanos.
- Elas depositam esse petróleo nas águas do mar.
- Milhões de barris de petróleo são conduzidos pelas correntes marítimas até o país produtor.
- Nas praias os trabalhadores recolhem o petróleo com baldes.
01 junho, 2010
Vazou na internet

... que a British Petroleum vai modificar o conhecido logotipo.
Comentário
Espera-se que essa empresa mostre serviço e controle o vazamento de petróleo no Golfo do México (antes que o poço seque).
Leitura complementar - Microsiervos
¿Detonar una bomba nuclear para detener el vertido del Golfo de México? ¿Y qué opinan los ecologistas de esa idea?
06 setembro, 2009
O correto

"Não quero confundir ainda mais a questão, mas se a perfuração virá de cima para baixo não seria mais correto chamar o pré-sal de pós-sal? Se entendi bem, a sonda primeiro atravessa água, depois o fundo do mar, depois pimenta, cominho, orégano, coentro, rosmarinho, um pouco de sálvia e finalmente sal e só então chega ao óleo. Já que vai ser tão difícil vamos ao menos acertar a semântica, gente."
LFV em sua última crônica: Pequenos detalhes.
21 abril, 2007
Pneumonias por produtos do petróleo (PPP)
Produtos do petróleo como gasolina, querosene, aguarrás e outros hidrocarbonetos líquidos, após serem ingeridos e/ou aspirados e entrarem em contato com os pulmões, podem ocasionar pneumonias de natureza química (também chamadas de pneumonites) nos seres humanos.
Em nosso meio, pela estocagem de querosene sem os devidos cuidados em muitas residências, tem sido freqüente que crianças ingiram esta substância, acidentalmente. E que, ao fazê-lo, também aspirem o referido produto, que apresenta propriedades irritantes para o aparelho respiratório. Resultando disso um processo inflamatório no pulmão, isto é, uma pneumonia química, a qual poderá ser secundariamente infecciosa.
Dentre as situações de risco para esta doença, também se encontra uma prática observada em algumas oficinas mecânicas. O uso do “torçal” (um tubo flexível), nesses locais de trabalho, com a finalidade de retirar combustível dos tanques dos veículos. Ao iniciar a operação, o trabalhador faz uma forte sucção no “torçal”, cuja outra extremidade está imersa no combustível, e com isto se arrisca a aspirar o produto. No slide abaixo, apresento o resumo de um desses casos. Referente a um paciente que esteve sob meus cuidados profissionais no Hospital de Messejana e que evoluiu bem.
O exibicionismo circense dos engolidores de fogo pode ser outra causa desta forma de pneumonia aspirativa. Chamada de fire eater’s pneumonia pelos autores médicos da língua inglesa. A propósito desta situação, indico a leitura de um caso que foi relatado no Jornal de Pneumologia, de setembro/outubro de 2002. Clique.
Em nosso meio, pela estocagem de querosene sem os devidos cuidados em muitas residências, tem sido freqüente que crianças ingiram esta substância, acidentalmente. E que, ao fazê-lo, também aspirem o referido produto, que apresenta propriedades irritantes para o aparelho respiratório. Resultando disso um processo inflamatório no pulmão, isto é, uma pneumonia química, a qual poderá ser secundariamente infecciosa.
Dentre as situações de risco para esta doença, também se encontra uma prática observada em algumas oficinas mecânicas. O uso do “torçal” (um tubo flexível), nesses locais de trabalho, com a finalidade de retirar combustível dos tanques dos veículos. Ao iniciar a operação, o trabalhador faz uma forte sucção no “torçal”, cuja outra extremidade está imersa no combustível, e com isto se arrisca a aspirar o produto. No slide abaixo, apresento o resumo de um desses casos. Referente a um paciente que esteve sob meus cuidados profissionais no Hospital de Messejana e que evoluiu bem.
O exibicionismo circense dos engolidores de fogo pode ser outra causa desta forma de pneumonia aspirativa. Chamada de fire eater’s pneumonia pelos autores médicos da língua inglesa. A propósito desta situação, indico a leitura de um caso que foi relatado no Jornal de Pneumologia, de setembro/outubro de 2002. Clique.
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