– Sou o único que responde as perguntas aqui. (ChatGPT)Nessa recriação, uma adorável senhora representando o Facebook aparece como guardiã de relíquias de família que sua mãe agora só usa para enviar felicitações de aniversário e republicar frases motivacionais (algo tão real quanto a própria vida). O Instagram é obcecado por filtros, poses e locais "instagramáveis" , enquanto copia descaradamente o TikTok, o novo "organizador das festas", que só pensa em conteúdo viral e crianças viciadas como se fossem drogados.
Naturalmente, o X, o Twitter "repaginado" com seu complexo de identidade, se apresenta como uma zona de guerra permanente e psicopática, onde o importante é cancelar alguém ou alguma coisa antes do almoço. Enquanto isso, o YouTube tenta vender sua redenção moral após anos de conteúdo duvidoso, usando a desculpa de que "fazemos tudo pelas crianças"... Ahã, sei. E, acima de tudo, pelas marcas.
Nessa realidade encenada, ninguém engana ninguém: todos admitem, com diferentes graus de vergonha, que o verdadeiro negócio é otimizar a extração de dados e monetizar os usuários, enquanto os próprios usuários acreditam ser os que lucram (uma forma curiosa de se referir às migalhas). Até mesmo novatos como o Twitch e outras plataformas obscuras estão entrando no caos, demonstrando que a linha que separa entretenimento, publicidade e venda de privacidade desapareceu há muito tempo.
A piada final é quase cativante, graças às risadas gravadas. Menção especial para o ChatGPT, que nem sequer é uma rede social, mas está simplesmente perambulando por aí tentando "contribuir com alguma coisa" ao som de música de terror. Porque nenhuma das redes sociais na festa sabe o que está por suceder".
Vídeo em espanhol:
Nenhum comentário:
Postar um comentário