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23 junho, 2019

A Indústria da Beleza





PARA O HOMEM
Isto pode ser usado como xampu, condicionador, creme facial, loção, creme dental e protetor solar.

PARA A MULHER
Ei, isto é para usar exclusivamente em sua sobrancelha direita.

18 novembro, 2012

O Programa de Navios da Transpetro

Navio petroleiro João Cândido
Maior armadora da América Latina, a Transpetro está renovando a sua frota. Os 49 novos petroleiros, que serão construídos por meio do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), representam uma guinada na indústria naval, estagnada no Brasil desde a década de 80. O Promef faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal.
O Promef tem como premissas a construção dos navios no Brasil, com índice de nacionalização de 65% na primeira fase e de 70% na segunda e a garantia de estaleiros modernos e competitivos em nível internacional.
Até agora, foram lançados cinco navios, sendo um construído no estado de Pernambuco e quatro no Rio de Janeiro. Batizados com nomes relevantes da história brasileira, as embarcações homenagearam João Cândido, Celso Furtado, Sérgio Buarque de Holanda, Rômulo Almeida e José Alencar. Os navios Celso Furtado e João Cândido (*) foram entregues e estão em operação.
O Programa de Navios também é responsável pela geração de empregos. Já foram criadas mais de 15 mil vagas diretas e este número deve chegar a 40 mil empregos diretos e 160 mil indiretos. Há, ainda, anúncio de novas construções, além da implantação e da expansão de estaleiros. Outras áreas foram impulsionadas, entre elas a de navipeças, a siderúrgica e a metalúrgica, que fornecerão insumos para a construção dos navios encomendados.
Com a frota renovada, a Transpetro poderá responder melhor aos desafios impostos pelo aumento da produção nacional de combustíveis e da autossuficiência em petróleo, e pela expansão da Petrobras no Brasil e no exterior.

(*) Entrou em operação no dia 25 de maio de 2012. Construído pelo Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, foi o primeiro navio do Promef a deixar o dique seco em direção ao mar. A embarcação, que homenageia o marinheiro João Cândido, líder da Revolta da Chibata, representa um marco para o País, ao consolidar o setor naval no estado de Pernambuco. Medindo 274 metros de comprimento, 48 metros de largura e 52 metros de altura, esta embarcação tem capacidade para transportar 1 milhão de barris de óleo cru e será utilizada, principalmente, em viagens internacionais, de longo curso.  www.promef-transpetro.com.br

27/05/2012 - Recordando...
Uma resposta aos descrentes

27 maio, 2012

Uma resposta aos descrentes

A entrada em operação do navio petroleiro João Cândido, nexta sexta-feira, 25, em Pernambuco, é, antes de mais nada, uma vitória do trabalhador brasileiro. É uma resposta aos descrentes que jamais acreditaram no talento e na capacidade de superação do nosso povo.
A riqueza do petróleo não será uma maldição, como aconteceu em tantos países. Ao contrário, está sendo utilizada para melhorar a vida de milhares de brasileiros. O Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef) carrega esse espírito: da necessidade de renovar a frota brasileira de petroleiros, criamos oportunidades de desenvolvimento com justiça social.
Primeiro petroleiro construído no Nordeste, o João Cândido é o símbolo do longo e trabalhoso processo de reconstrução da indústria naval brasileira. O setor viveu uma crise de décadas, que os pessimistas de plantão achavam incontornável.
Quem acredita no futuro do País já pode ver resultados expressivos no presente. O cenário da indústria naval já é outro. O volume de encomendas aos nossos estaleiros é o melhor atestado da efetividade do programa. Já temos a quarta maior carteira mundial de encomendas de navios. Os menos de dois mil empregos do início do século evoluíram para 60 mil, no setor naval.
Três novos estaleiros estão sendo implantados para atender ao Promef. Além dos navios Celso Furtado, já em operação, e João Cândido, um terceiro navio, o Sérgio Buarque em Holanda, será entregue em junho. Mais duas embarcações estão em fase final de acabamento.
Tirar essa indústria da inércia tem sido um grande desafio, mas é preciso ressaltar que os gigantes asiáticos do setor naval levaram 20 anos para chegar ao estado da arte. O Brasil, tenho certeza, vai levar menos tempo para atingir este estágio. Para isso, estamos apostando firmemente em um choque de produtividade. Os estaleiros que não priorizarem a atualização tecnológica, a capacitação profissional e os processos modernos de gestão ficarão para trás.
Treinar operários numa região sem tradição na construção naval foi apenas uma das dificuldades de um projeto audacioso. Os milhares de trabalhadores que fizeram o João Cândido foram desacreditados, mas deram um exemplo de perseverança, coragem e superação.
Esses trabalhadores não precisarão mais abandonar a terra onde nasceram e migrar em direção ao Sul/Sudeste para mostrar o seu valor. A diversificação regional da indústria naval, com o aproveitamento da mão de obra local e a formação de novas cadeias produtivas, é um dos instrumentos para desenvolver o Nordeste, retendo na região a riqueza nela produzida.
Houve quem dissesse que o navio João Cândido não poderia ser concluído no Brasil, que teria de ser levado para outros países. Sua entrega é uma prova da capacidade do nordestino para enfrentar e superar desafios.
Sergio Machado, Presidente da Transpetro
Artigo transcrito de O POVO online, edição de 23/05/12

08 maio, 2010

O metalúrgico e o marinheiro

Batizado com o nome de João Cândido, o herói da Revolta da Chibata (1910), foi ontem lançado ao mar, no Porto de Suape - Pernambuco, o primeiro grande navio montado no Brasil nos últimos treze anos.

A propósito
Ler artigo de Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador, sobre o ressurgimento da indústria naval no Brasil e no Nordeste.
E ouvir/ver vídeo de "O mestre-sala dos mares", a canção de João Bosco e Aldir Blanc (com a letra que a censura vetou na década de 1970 sendo mostrada nas legendas).