Em termos práticos, provavelmente nenhuma marinha iria arriscar avançar o NRP D. Joao II sozinho – particularmente porque este, que se saiba, não costuma ter um sistema de defesa instalado. Contudo, não deixa de ser revolucionário ao permitir operações múltiplas, a partir de um único navio, sendo a maior valia a sua utilização em conflitos de baixa e média intensidade.
Porta-drones atuais
- China: O Zhu Hai Yun, desde 2022. Realiza pesquisas oceanográficas e de economia marinha.
- Turquia: A Marinha Turca opera, desde 2023, o TCG Anadolu, um navio de assalto anfíbio. Este é considerado o primeiro da categoria (Plataforma Naval Multifuncional) para fins militares.
- Portugal: a Marinha Portuguesa prevê, para o segundo semestre de 2026, a entrega do NRP D. João II pelo estaleiro Damen (Romênia). Será capaz de operar drones aéreos, aquáticos e subaquáticos, e ainda helicópteros médios e pesados.
- Irã: tenta a construção do seu porta-dones Shahid Bagheri.
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