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21 dezembro, 2018

"Toque de novo, Sam"

"Toque de novo, Sam" - foi uma fala nunca falada por Ingrid Bergman ou Humphrey Bogart em "Casablanca" (1942) para Sam (Dooley Wilson), o pianista da boate e relutante intérprete da música sentimental "As time goes by" escrita por Herman Hupfeld.
Variações desta passagem, no entanto, foram faladas por ambos no filme de 1942.
Ingrid Bergman (como Ilsa Lund) pediu a Sam:
"Toque uma vez, Sam, pelo amor dos velhos tempos ... Toque, Sam. Toque "As time goes by".
O mais próximo que Humphrey Bogart (como Rick Blaine) chegou à frase foi neste desabafo irado para Sam:
"Você tocou para ela, você pode tocar para mim ... Se ela pôde suportar, eu posso. Toque!"
Quando se tornou o título de uma comédia de Woody Allen, "Play It Again, Sam" (1972) que, em parte, falsificou o clássico filme de 1942, a citação equivocada foi reforçada. E prosseguiu sendo dita em vários outros filmes, incluindo "Moonraker" (1979) , "Cut Off" (2006) e "I Want Candy" (2007, UK).
No entanto, contrariamente à crença popular, a paródia dos irmãos Marx, "A Night in Casablanca",(1946) NÃO contém esta passagem.
Extraído de: http://www.filmsite.org/moments02.html

Ver também: "Elementar, meu caro Watson".

31 outubro, 2017

Não confunda (2)

Tratado de Tordesilhas com... tarado atrás das ilhas.
Papelada em cima da mesa com... pai pelado em cima da Teresa.
Centavos novos com... sentar nos ovos.
Alça da barra funda com... calça rasgada na bunda.
Bife à milanesa com... bife ali na mesa.
Idiossincrasia com... índio sem casinha. (achei que era sem calcinha, mas tudo bem).
Rifle de caçar rolinha com... bife de caçarolinha.
Abóboda celeste com... a boba da Celeste.
A banda dos fuzileiros com... a bunda do funileiro.
Melancolia profunda com... melancia na bunda.
Cocô de grilo com... crocodilo.
Comando da madrugada com... comendo a mãe do guarda.
Gentileza com... gente lesa.
Colinas de Golan com... gorilas de colante..
A moribunda na cama com... amor e bunda na cama.
Paulo Gurgel com... Paulo Coelho.

http://blogdopg.blogspot.com.br/2014/05/nao-confunda.html

24 fevereiro, 2017

O porquinho-da-índia

Não é porquinho nem veio da Índia. Eles são roedores da família Caviidae e o nome "índia' deve-se ao fato de originalmente provirem das chamadas "Índias Ocidentais" (atual continente americano), onde alguns povos andinos, no período da colonização, os criavam para deles se alimentarem. Atualmente, em alguns países — como o Peru —, ainda existe essa tradição, sendo um prato típico e apreciado na culinária local.
Os europeus tomaram contato com este animal desde o século XVI, ao atingirem os domínios do Império Inca. Ao chegarem à Espanha, os porquinhos-da-índia tornaram-se moda, vindo a espalhar-se por toda a Europa como animais de estimação.
Lembrando-se do tempo em que foi criança, Manuel Bandeira dedicou a seu porquinho-da-índia de estimação este poema:
Quando eu tinha seis anos
Ganhei um porquinho-da-índia.
Que dor de coração me dava
Porque o bichinho só queria estar debaixo do fogão!
Levava ele prá sala
Pra os lugares mais bonitos mais limpinhos
Ele não gostava:
Queria era estar debaixo do fogão.
Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas...
- O meu porquinho-da-índia foi minha primeira namorada.
Outros equívocos relacionados com a nomeação dos seres reais e abstratos
Azulejo - Geralmente não é azul.
Clorofila - Não apresenta o átomo do cloro na molécula.
Micose fungóide - Não é doença causada por fungo, apesar do que os nomes (os dois) possam sugerir.
Abreviatura - O tamanho do nome leva a pensar em algo grande.
Fósforo - Não está nos palitos e sim na lixa da caixa.
...

14 janeiro, 2017

Cuidado com o que você escreve

Em tempos de mensagens rápidas, a chance de um mal entendido é enorme. Por isso, temos que ficar atentos AO QUE escrevemos, COMO escrevemos e, principalmente, PARA QUEM escrevemos.
Um amigo disse que uma colega de trabalho colocou uma mensagem no grupo:
"Vendo um sofá e uma cama".
Ai, ele comentou:
- Se eu comprar o sofá, à vista, você faz um bom negócio comigo na cama?
Ela bloqueou-o e ficou sem falar com ele.
Meu amigo finalizou:
- Se não sabe negociar, então não anuncia. Também não compro mais nada dela, mulher bruta!
(enviado por Fernando Gurgel)

Corto cabelo e pinto

07 agosto, 2016

Uma equação matemática suspeita

Um economista italiano acabou fazendo com que a decolagem de um voo fosse temporariamente suspensa, depois que outra passageira na mesma aeronave o viu trabalhando em uma equação matemática e, preocupada, alertou a tripulação.
Guido Menzio foi retirado do avião. Interrogado por agentes policiais, o economista mostrou a eles a equação diferencial que estava escrevendo, e o voo acabou decolando – com mais de duas horas de atraso.


Ele é professor da Universidade da Pensilvânia e havia embarcado no voo para ir de Syracuse, no Estado da Filadélfia, a Ontario, no Canadá, onde daria uma palestra.
Menzio disse ao jornal The Washington Post que o piloto demonstrou ter ficado envergonhado com toda a situação.

Um professor terrorista

19 maio, 2016

Fatos curiosos, ou não, sobre Mendeleiev

Sonhando com a tabela periódica
Reza a lenda que, durante um cochilo, Mendeleiev sonhou com a tabela periódica e logo ao acordar passou tudo para o papel. O próprio Mendeleiev lidava com esse boato com ironia. "Fiquei pensando na tabela por cerca de 20 anos e vocês dizem: 'sentou-se e, de repente, está pronto'", disse certa vez. V. Rodapost inserido em 09/03/2019

Criando o padrão da vodca
Há relatos de que Dmítri Mendeleiev teria estabelecido como padrão o teor alcoólico de 40 graus para a vodca. Pelos boatos, ele teria escrito uma tese sobre a relação entre o álcool e a água, alegando que esse percentual era o menos prejudicial ao organismo. Mas fato é que ele não disse nada parecido com isso, e o foco de suas teses era outro. Além do mais, o padrão russo de graduação alcoólica foi introduzido quando o cientista tinha oito anos, ainda na época tsarista, quando o governo tentava combater as vodcas clandestinas.

Interessando-se pela navegação ártica
Mendeleiev tinha grande interesse e envolvimento em questões ligadas à construção naval e à adaptação em mares gelados, assuntos sobre os quais escreveu cerca de 40 obras. Participou diretamente do projeto de construção do primeiro navio quebra-gelo ártico, o Iermak, lançado em outubro de 1898. Devido à grande contribuição para as pesquisas na região, uma cordilheira submarina no Oceano Ártico foi nomeada em sua homenagem, em 1949.

Produzindo maletas
Poucos sabem, mas o químico gostava de produzir malas nas horas vagas. O gosto por tal ofício surgiu em Simferopol, quando, durante a Guerra da Crimeia, a escola onde lecionava acabou sendo fechada.

Descobrindo a pólvora
Mendeleiev também já foi uma espécie de espião industrial. Em 1890, o então ministro Nikolai Tchikhatchiov pediu ao cientista que ajudasse na fabricação de pólvora sem fumo. Depois de aceitar o pedido do governo tsarista, Mendeleiev, que teve acesso a dados e relatórios secretos, fabricou dois tipos de pólvora sem fumo.

Fonte (garimpada por Jaime Nogueira): GAZETA RUSSA

Slideshows TABELAS PERIÓDICAS 1 e 2

Rodapost
Em 1869, Dmitry Mendeleiev publicou sua primeira versão da tabela periódica dos elementos. Ele foi o químico russo que desenvolveu a classificação periódica dos elementos. Em sua versão final da tabela periódica (1871), ele deixou lacunas, prevendo que elas seriam preenchidas por elementos não conhecidos e prevendo também as propriedades de três desses elementos. Mendeleiev escreveu as propriedades dos elementos em cartões e a tradição diz que, depois de organizá-los enquanto estava com paciência, ele de repente percebeu que, organizando os cartões dos elementos em ordem crescente de peso atômico, certos tipos de elementos ocorriam regularmente.

10 julho, 2015

O episódio da "La Cumparsita"

O caso, eu vou contar como o caso foi:
Um dia, em casa de Francisco Brennand – seu colega de turma e o artista extraordinário a quem todos admiramos – chega o padre vigário da Várzea, o bairro recifense, hoje tão renomado, por conta desse pintor ceramista, e o anfitrião, feliz, exclama:
– Padre, veja quem está aí!
O padre olha para Suassuna, desconfiado, sem saber quem era. Brennand, no afã de salvar as aparências:
– É porque eu não disse o nome dele. Quando eu disser o senhor identifica.
E o padre:
– Quem é?
E ele:
– É Ariano Suassuna.
O padre confessou, honestamente, nunca ter ouvido falar. Então, Brennand, no esforço derradeiro:
Mas, padre, é o autor do "Auto da Compadecida".
O rosto do padre se iluminou:
– Ah! Essa eu conheço – e emendou logo a pergunta: – O senhor tem composto muito?
Foi quando Suassuna, sem entender nada, observou-lhe:
– Não, padre; eu não sou compositor.
O padre, novamente perdido, rebate:
– Mas o Dr. Brennand não acaba de dizer que o senhor é o autor de "La Cumparsita"?

(relatado por Marcos Vilaça em seu Discurso de Recepção ao Acadêmico Ariano Suassuna na Academia Brasileira de Letras)

Ariano e os computadores |  Por causa de uma gravata |  Ariano Suassuna, o homem da esperança |  Para que serve o secretário de um poeta?

24 outubro, 2014

Com o capacete (mas sem chifres)

O que um viking faria sem o seu capacete com chifres numa batalha?
Pense em usar um desses capacetes numa batalha.
Os chifres seriam alvos fáceis para o oponente acertar em sua cabeça, para levá-lo ao chão e para imobilizá-lo enquanto corta a sua garganta.
Um elmo com chifres, portanto, seria uma péssima ideia para um guerreiro viking.
É, por isso, que arqueólogos e paleontólogos nunca os encontraram em campos de batalhas dos vikings.
Assim, não há evidências de que tais elmos fossem por eles utilizados. Foram poetas e ilustradoras --- pessoas conhecidas por não ligarem muito para fatos reais --- que começaram a ver chifres em cabeça de viking. (*) Isso, já no final do século 19, quando os vikings não podiam mais pedir a correção desse engano.

No Wikipédia
"Muitos dizem que os vikings usavam elmos com chifres pois receavam, pelas suas crenças, de que o céu lhes pudesse vir a cair nas cabeças. Apesar desta conhecida imagem a respeito deles - que na realidade era uma crença celta e não nórdica - eles jamais utilizaram tais elmos. Essas características não passam de uma invenção artística das óperas do século XIX, que reforçavam as nacionalidades, no Romantismo, e que visavam a resgatar a imagem dos vikings como bárbaros cruéis, pois sua aparência era incerta. Os capacetes que os vikings verdadeiramente utilizavam eram cônicos e sem chifres (como se pode ver na imagem do "timoneiro viking", ao lado). Não existe qualquer tipo de evidência científica (paleográfica, histórica, arqueológica, epigráfica) de que os escandinavos da Era Viking tenham utilizado capacetes córneos. As artes plásticas e a literatura auxiliaram a divulgação dos estereótipos sobre os vikings, principalmente depois de 1880."

(*) Lembrar-me de incluir o presunto enlatado da Hormel Foods (a partir de 1930).

10 outubro, 2014

In cauda venenum

Preparando-se para o retorno do cometa Halley, em 1910, o entusiasmo das pessoas logo se transformou em inquietação. Quando o astrônomo Camille Flammarion advertiu que "o gás cianogênio da cauda do cometa poderia envenenar a atmosfera terrestre". E o New York Times, relatando o crescente alarme entre os astrônomos, reforçou a citada advertência: "Professor Flammarion é da opinião de que o gás cianogênio irá impregnar o ambiente e, possivelmente, extinguir toda a vida no planeta".
O Washington Post, citando o astrônomo Henri Deslandres, previu que o cometa poderia causar chuvas torrenciais. E um colega  do astrônomo, DJ McAdam, advertiu que "a doença e a morte têm sido frequentemente atribuída à mistura de gases de cometas com o ar".
Quando a data fatídica se aproximava, um anúncio apareceu em um jornal da África do Sul: "Cavalheiro dispõe de vários cilindros de oxigênio em uma sala espaçosa e deseja contatar com pessoas que queiram compartilhar as despesas da quarta-feira. Número estritamente limitado". No Texas, os vendedores foram de porta em porta vendendo pílulas "e inaladores de couro" para o cometa. Na Alemanha, os moradores receosos começaram a usar chapéus e guarda-chuvas para cometas.
Em 18 de maio, na noite em que a Terra passou pela cauda do cometa, centenas de fieis caminharam à luz de velas, em San Juan, Cidade do México, e vigílias de orações foram realizadas nas igrejas de São Petersburgo. Em Lexington, Kentucky, cidadãos realizaram serviços por toda a noite, "orando e cantando em preparação para a vida eterna".
Não aconteceu nada. Bem, quase nada: Em Towaco, NJ, dois homens aceitaram pagar US $ 10 para ter uma visão privilegiada do evento. E, quando voltaram da vigília em Walkman Mountain, eles encontraram seus galinheiros vazios.
A Tall Tail, Futility Closet

A locução latina in cauda venenum, inspirada em caudas venenosas de escorpiões, me pareceu bastante apropriada a um texto que fala em um cometa que transporta cianogênio na cauda. (PGCS)

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01 julho, 2014

Eduardo: em boa companhia

NO CAMINHO, COM MAIAKOVSKI
[...]
Tu sabes,
conheces melhor do que eu
a velha história.
Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho e nossa casa,
rouba-nos a luz e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.
[...]
Este poema (cujo trecho mais conhecido publico acima) já foi envolvido em uma série de equívocos quanto à atribuição da autoria. Para alguns, o texto era do poeta russo Vladimir Maiakovski. Para outros, o verdadeiro autor era o dramaturgo alemão Bertold Brecht.
Na verdade, o poema é de Eduardo Alves da Costa, um poeta brasileiro nascido em Niterói–RJ.
De acordo com ele, este engano surgiu na década de 1970, quando o psicanalista Roberto Freire incluiu em um de seus livros o poema, dando o crédito ao escritor russo (e citando Eduardo Costa como tradutor).
Com a introdução da internet no país, o equívoco massificou-se.
"No caminho, com Maiakovski" é uma manifestação de revolta à intolerância e à violência impostas pela ditadura militar.

02 maio, 2014

Não confunda

Capitão de fragata com... cafetão de gravata.
Ave Maria cheia de graça com... alvenaria cheia de massa.
Carolina de Sá Leitão com... caçarolinha de assar leitão.
Quintino Reis da Costa com... quinhentos réis da bosta, como fez o presidente de uma seção eleitoral ao  tempo da República Velha (RS).
A grande obra de mestre Picasso com... a grande pica do mestre de obras.
Espírito de corpo com... espírito de porco.
Patrimônio com... matrimônio (o primeiro pode aumentar ou diminuir com o segundo).
Perestroika com... espera estoica.
Cheio de vida com... cheio da vida (uma letra é tudo) .
Bem comum com... bem com... um (um espaço é tudo).
Capaz com... capaz de tudo.
Baixa combustão com...  (mulher) baixa com... bustão.
Estar com Maria José no colo com... estar no colo de José Maria.
Rambo com... Rimbaud.
Selassié com... Sei lá se é (nome de um bloco de carnaval).
Quatro Ases e Um Coringa com... quatro com asma e um com íngua; Jane e Erondi com... Jânio e Erundina; Lennon e McCartney com... Lênin e McCarthy.
Tocando B. B. King sem parar (conforme uma canção) com... trocando de biquíni sem parar.
Gentileza gera gentileza com... gentileza gera gente lesa.
Paulo Gurgel com... Paulo Coelho.

20 janeiro, 2012

Tirando a roupa

Fernando Gurgel Filho
No Carnaval, todos os amigos decidiram ir para uma casa de praia. Eram quatro casais jovens mais os donos da casa, pais de um dos jovens amigos.
Paulinha era uma das mais belas e fascinantes da turma. Mesmo sem querer, chamava a atenção dos homens e, porque não dizer?, das mulheres também.
Dizem que as mulheres perdoam tudo nas outras mulheres, menos uma bela bunda ou a cintura da Paulinha, que era ainda mais marcante que a de sua xará Paula Fernandes.
Sem precisar descrever, Paulinha era imperdoável em cada centímetro de sua bela escultura.
Um dia, todos prontos para sair para ver o desfile de Carnaval, apenas a Paulinha não aparecia. Seu esposo, impaciente, gritou para ela se apressar. Do quintal a Paulinha respondeu, também gritando:
- Peraí um pouquinho, estou tirando a roupa!
- No quintal???, se entreolharam.
Foi uma correria infernal. Quase derrubaram o dono da casa, setentão, que foi o primeiro a correr para ver o espetáculo.
Quando chegaram ao quintal, a decepção com a língua portuguesa e, depois, a gargalhada geral.
A Paulinha estava tirando a roupa... do varal.
Até hoje não sabem porque o esposo da Paulinha ficou emburrado durante todo o desfile!
Não sabem também quem criou o blogue "Odeio a Paulinha".

24 setembro, 2011

Um telefonema do SUS

O telefone toca e a dona da casa atende:
- Alô!
- Sra. Silva, por favor.
- É ela.
- Aqui é Dr. Arruda do Laboratório. Ontem, quando o médico enviou a biópsia do seu marido para o laboratório, uma biópsia de um outro Sr. Silva chegou aqui também. E não sabemos agora qual é a do seu marido e, infelizmente, os resultados são ambos ruins...
- O que o senhor quer dizer?
- Um dos exames deu positivo para Alzheimer e o outro deu positivo para AIDS. Nós não sabemos qual é o do seu marido.
- Nossa! Vocês não podem repetir os exames?
- O SUS somente autoriza esses exames de alto custo uma vez por paciente.
- Bem, o senhor me aconselha a fazer o quê?
- Aconselho a senhora levar seu marido para algum lugar bem longe da sua casa e o deixar por lá. Se ele conseguir achar o caminho de volta, não faça mais sexo com ele.

Nilo Mendonça, por i-1/2. A anedota está sendo aqui publicada com ligeiras modificações. PG

07 agosto, 2011

O jacaré impenetrável

Três policiais confundiram um jacaré de concreto com um réptil de verdade e dispararam contra a suposta criatura em Independence, no estado do Missouri (EUA).
Rick Sheridan, que assistiu à insólita caçada, viu logo que aquele réptil não podia ser de verdade.
As balas batiam nele e... ricocheteavam.

Assunto relacionado: Um cisne preto em noite sem lua.

18 julho, 2011

Que é o amor?

O amor não libera a criança que existe dentro de você. O nome disso é cesariana. O amor é outra coisa.
O amor não faz você sentir-se especial. O nome disso é deficiência física. O amor é outra coisa.
O amor não faz você ouvir sinos enquanto beija. O nome disso é pegação atrás da igreja. O amor é outra coisa.
O amor não deixa você quente, nem leva você apra cama. O nome disso é dengue. O amor é outra coisa.
O amor não deixa você molinho e manhoso. O nome disso é cachaça. O amor é outra coisa.
O amor não te deixa temporariamente cego. O nome disso é spray de pimenta. O amor é outra coisa.
O amor não faz brotar uma nova pessoa dentro de você. O nome disso é gravidez. O amor é outra coisa.
O amor não faz você ouvir o próprio coração. O nome disso é estetoscópio. O amor é outra coisa.
O amor não faz você ficar simpático e amoroso de repente. O nome disso é Natal. O amor é outra coisa;
O amor não liberta. O nome disso é alvará de soltura. O amor é outra coisa.
O amor não faz você ver o mundo cor-de-rosa. O nome disso é veadagem. O amor é outra coisa.
O amor não faz você ver tudo com outros olhos. O nome disso é transplante. O amor é outra coisa.
O amor não faz você se sentir sempre acompanhado. O nome disso é encosto. O amor é outra coisa.
O amor não leva você por caminhos tortuosos, nem o assusta de vez em quando. O nome disso é trem fantasma. O amor é outra coisa.
O amor não faz você chorar sem motivos. O nome disso é cebola. O amor é outra coisa.
O amor não faz você perder a noção do tempo. O nome disso é horário de verão. O amor é outra coisa.
O amor não faz você se sentir em outro mundo. O nome disso é autismo. O amor é outra coisa.

Então, afinal, o que é o amor?

Boa pergunta!

Fonte: web (através de Fernando Gurgel)

27 fevereiro, 2011

S de Sapo...

Depois de ligar para o Call Center da Tim para fazer uma reclamação, um usuário recebeu esta Nota Fiscal. O endereço está igual ao que informou, após repetidas dificuldades da telefonista para entender a sigla SQN.


Convenhamos, ele tambem não foi lá muito esperto. Bastaria ter dito... Super Quadra Norte.
Nelson Cunha

22 novembro, 2010

La frase del año

"En el mundo actual, se está invirtiendo cinco veces más en medicamentos para la virilidad masculina y silicona para mujeres que en la cura del Alzheimer. De aquí a algunos años, tendremos viejas de tetas grandes y viejos con pene duro, pero ninguno de ellos se acordará para que sirven".


Esta frase la ha dicho el ganador del Nobel de medicina, el oncólogo brasileño Drauzio Varella.

Esta declaração, que vem tendo ampla divulgação nos blogs e e-mails da Espanha, foi-me encaminhada por Nelson Cunha (que tem laços de família no país ibérico). Mas o colega, eu e toda a torcida do Fluminense sabemos que o autor dela, o simpático Dr. Drauzio, jamais recebeu a honraria citada. Nem qualquer outro brasileiro.

04 setembro, 2010

Quarentena

:-)

Tradução
Permaneça em casa se você estiver doente até ficar livre dos sintomas por 24 horas ou 7 dias, o que for mais tempo. Isto evitará que você infecte os outros.

Ver + em AmyOops!: In Need of Medical Help?

Postagem 210 do Acta Pulmonale

03 agosto, 2010

Com uma asa só?

O "avião de uma asa só" da Oi, ao ser mostrado no site Photoshop Disasters, virou motivo de gozação internacional. O que levou o Sr. Eduardo Barbato, gerente de planejamento digital da NBS (a agência de publicidade da Oi), a dar as seguintes explicações:
"Essa foto, equivocadamente, foi para o site de erros de Photoshop. A foto em questão está correta. Já solicitamos formalmente a retirada dessa matéria do Photoshop Disasters, por não relatar a verdade. Para isso, enviamos a eles a foto original (abaixo) que mostra que a "falta de asa", na verdade, se deu pelo uso de uma câmera grande angular. Comprova-se nela a existência da asa e o nosso diretor de arte nem sequer deu algum tratamento à foto."

Barbato tem razão. Observem os leitores que asa oculta do avião projeta a sua sombra na pista. Na peça promocional, a figura de uma aeromoça no primeiro plano da fotografia esconde a referida sombra, daí o equívoco surgido.