Mostrando postagens com marcador planeta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador planeta. Mostrar todas as postagens

08 junho, 2026

Vulcano

Um pequeno planeta hipotético cuja existência foi proposta em uma órbita entre Mercúrio e o Sol. 
Tentando explicar as peculiaridades da órbita de Mercúrio, o matemático francês do século XIX, Urbain Le Verrier, levantou a hipótese de que elas seriam o resultado da existência de outro planeta, ao qual deu o nome de "Vulcano".
Diversos pesquisadores se envolveram na busca por Vulcano, mas tal planeta nunca foi encontrado, e as peculiaridades da órbita de Mercúrio foram explicadas pela teoria da relatividade geral de Albert Einstein.
Vulcano em um mapa litográfico de 1846. (Wiki)

09 agosto, 2023

Autoengano insustentável

por Fernando Gurgel Filho
Nem sei o porquê, mas quando ouço ou leio algo indicando que uma obra humana é "autossustentável" fico logo achando uma tremenda bobagem. Enganação mesmo.
Vejamos um exemplo: um prédio de apartamentos. Em primeiro lugar, ele não produz água nem oxigênio. Se usar energia solar, como não produz seu próprio calor, precisa do sol. Todo o meio ambiente embaixo e ao redor do prédio foi destruído para todo o sempre. Ao ser habitado, vai produzir tanto lixo que vai degradar ainda mais o meio ambiente. Onde está, então, a tal autossustentabilidade?
Ora, se analisarmos com cuidado, nem o planeta onde moramos e destruímos é "autossustentável". Está inserido dentro de um sistema de onde capta energia, capta calor, etc. Além de ter sua velocidade totalmente influenciada por este sistema onde está circulando.
Então, vamos parar de autoenganação e entender de que o planeta precisa - e o ser humano, se quiser sobreviver um pouco mais por aqui - é de ações efetivas e, mesmo assim, parece que a efetividade de ações humanas positivas para o meio ambiente está cada vez menor.
Ou seja, depois de um longo período de aumento de temperaturas no planeta, já estão falando em um próximo período de aumento da torrefação. E não haverá floresta ou oceano que reverta o quadro.

Slideshow HENRIQUETA E A AUTOSSUFICIÊNCIA
Henriqueta tem um motivo justo para não se enquadrar no esquema. (PGCS)

30 novembro, 2020

Mas o planeta 9 realmente existe?

O planeta 9 é um planeta gigante teórico, ainda não descoberto, nos misteriosos confins do nosso Sistema Solar.
A presença deste planeta tem a hipótese de explicar tudo, desde a inclinação do eixo de rotação do Sol até o aparente aglomerado nas órbitas de pequenos asteroides gelados além de Netuno.

20/04/16 Planeta 9: um exoplaneta no sistema solar?
11/12/18 A busca de um esquivo planeta


Agora, muitos astrônomos pensam que o planeta 9 talvez não exista. Como Samantha Lawler , professora assistente de astronomia da Universidade de Regina .
"Muitos objetos bonitos e surpreendentes ainda precisam ser descobertos no misterioso Sistema Solar externo , mas não acredito que o Planeta Nove seja um deles."
Aqui está o porquê.

26 dezembro, 2018

O planeta que não era

Vulcano, nome dado ao planeta hipotético, é o deus romano do fogo.
Crédito: Wellcome Images
Apesar de até ter recebido um nome - Vulcano -, o "planeta escondido" permaneceu sendo um dos mais desconcertantes fenômenos do Sistema Solar. Procurado por 56 anos, tornou-se um planeta hipotético, até que o físico alemão Albert Einstein o "expulsou do céu" com sua Teoria da Relatividade.
"É um planeta, ou se preferir, um grupo de planetas menores que circulam na proximidade da órbita de Mercúrio", propôs em 1859 Urbain Joseph Le Verrier, o mais famoso astrônomo do mundo à época e diretor do Observatório de Paris. Ele dizia que só um planeta "seria capaz de produzir a perturbação anômala sentida por Mercúrio".
Foi a sólida reputação de Le Verrier que deu peso à hipótese sobre a existência de Vulcano. Treze anos antes de indicar a existência de Vulcano, La Verrier já havia apresentado à academia francesa a proposta de que um planeta perturbava a órbita de Urano. Ele apontou para sua existência através de cálculos matemáticos.
Assim como Mercúrio, Urano também mostrava uma pequena discrepância em sua órbita que não podia ser explicada pela força da gravidade dos outros planetas e do Sol. No entanto, a partir da lei da gravitação universal - formulada por Isaac Newton em 1687 - e supondo a presença e o movimento de um corpo celestial mais distante do que Urano, Le Verrier conseguiu não só descobrir um novo planeta como também se consagrou na posição de "astro" da ciência.
Mercúrio nunca estava onde indicavam as projeções, baseadas nos conhecimentos da época. A solução para o enigma deveria ser, como aconteceu no caso de Urano, a presença de um outro planeta, no caso, Vulcano. Só faltava encontrá-lo para provar sua existência.
Vulcano parecia ser um dos últimos enigmas do Sistema Solar e tornou-se um dos corpos celestes mais procurados da astronomia. Ao longo dos anos, astrônomos - profissionais e amadores - anunciaram ter avistado Vulcano. Mas a existência do planeta foi confirmada e negada várias vezes. A mídia divulgou a notícia de sua presença mais de uma vez e a especulação persistiu até o século 20.
Mais precisamente até novembro de 1915.
Pouco antes de apresentar a teoria, Einstein usou-a para explicar a discrepância na órbita de Mercúrio. Einstein não só disse: "Meus cálculos são melhores". Ele disse: "Precisam mudar completamente a ideia que têm das características da realidade".
O cerne da Teoria da Relatividade de Einstein é que o espaço e o tempo não são estáticos. Para justificar quão peculiar é a órbita de Mercúrio, Einstein argumentou que um objeto maciço, no caso o Sol, foi capaz de dobrar o espaço e o tempo e ainda alterar o caminho da luz, de modo que um raio, ao passar próximo ao Sol, viajaria por um caminho curvo. Com seus cálculos, Einstein demonstrou que a relatividade geral predizia a diferença observada no periélio mercuriano.
Negar a existência de Vulcano foi central para Einstein, porque mostrou que essa ideia estranha e radicalmente nova, a de que espaço e tempo fluem é realmente o caminho certo para ver o Universo. Mercúrio, de acordo com a teoria de Einstein, não estava tendo a órbita alterada por nenhum outro objeto. Simplesmente, ele se moveu por um espaço-tempo distorcido.
Assim, "Vulcano foi expulso do céu astronômico para sempre", escreveu o autor Isaac Asimov em seu ensaio científico "O Planeta Que Não Era", de 1975.

Extraído de:  https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-41304844, BBC Brasil

11 dezembro, 2018

A busca de um esquivo planeta

Em janeiro de 2016, os astrônomos Konstantin Batygin e Mike Brown publicaram um artigo em que apresentavam a teoria de que deveria haver um nono planeta no sistema solar. Seria um planeta com um tamanho semelhante ao de Netuno, umas 10 vezes a massa da Terra e que percorre uma órbita enormemente ovalada de 10.000 a 20.000 anos.
Estaria a uma distância média 20 vezes maior do Sol que a de Netuno, atingindo um mínimo de 300 unidades astronômicas (UA) do Sol e um máximo de 1.000. Cada UA equivale a 150 milhões de quilômetros.
Mas, apesar desse estudo estar apoiado em dados e raciocínio consistentes, ninguém viu esse planeta até agora. Isto também não é surpreendente, porque além do fato de que o céu é muito grande, seu brilho pode ser até 25.000 vezes menor que o de Plutão, quando o planetaoculto está em sua órbita na parte mais distante do Sol.
No entanto, Batygin e Brown foram capazes de determinar que, atualmente, o planeta 9 deve estar em uma área do céu entre as constelações de Órion e Touro, e é lá que eles estão tentando localizá-lo. O problema é que, mesmo reduzindo o campo de busca à área do céu entre as duas constelações, a quantidade de céu sob investigação é ainda enorme. E telescópios, como o Hubble ou o Keck, não deram conta do tal desafio.
Sai o 9, entra o 9
Desde 2007, Batygin e Brown usam o telescópio Subaru, no Havaí, para tentar encontrar o planeta 9. Seria irônico que os autores do estudo sobre a existência do nono planeta fossem exatamente os seus descobridores. Mike Brown, um dos autores, foi também o descobridor de Eris, o planeta anão que fez Plutão perdeu o status de nono planeta do sistema solar.
[https://www.microsiervos.com/archivo/ciencia/complicada-busqueda-planeta-9.html]

=======================================================================

10/12/2018 - Em tempo
A NASA anunciou hoje (10) que a Voyager 2 ultrapassou a heliopausa, a última fronteira na qual os ventos solares do nosso Sol ainda têm algum efeito importante no espaço. Essa é a segunda vez na história da humanidade em que um objeto feito pela espécie humana cruzou essa fronteira. A primeira foi em 2012, quando a Voyager 1 concluiu o mesmo feito.
Dentro da heliosfera, os ventos solares da nossa estrela são praticamente onipresentes e impedem grande parte das partículas externas entrarem no nosso sistema. Mais distante do Sol, a influência desses ventos diminui e partículas subatômicas conhecidas como raios cósmicos começam a dominar o espaço.
A barreira entre a influência dos ventos solares e os raios cósmicos, a heliopausa, foi ultrapassada pela Voyager 2 no dia 5 de novembro. Contudo, por conta da distância da Terra, só foi possível confirmar essa marca mais recentemente considerado a demora nas comunicações.
As Sondas Voyager tiveram um importante papel em observar vários planetas mais distantes da Terra e, agora, partem para a fronteira do Sistema Solar. Apesar de terem atravessado a barreira da heliopausa, a última fronteira só deve ser alcançada em cerca de 300 anos.
Essa barreira é onde orbitam objetos como cometas e outros elementos cósmicos, chamada de “Nuvem Oort”. Para ultrapassar totalmente essa nuvem, as Voyager 1 e 2 levaria mais 30 mil anos. Estima-se, contudo, que os aparelhos estarão funcionais por apenas mais 10 anos.
As sondas também carregam discos dourados, criados pela NASA como mensagens da humanidade para outras possíveis cavilações extraterrestre decifrarem.
[https://www.tecmundo.com.br/ciencia/137020-voyager-2-segundo-objeto-humano-entrar-espaco-interestelar.htm]

24 janeiro, 2018

Uma definição geofísica de planeta

E se alguém dissesse que a Lua é um planeta? Soa um pouco absurdo? Pois é justamente o que defende um manifesto recém-publicado a favor da alteração da definição oficial do termo, em vigor desde 2006 na União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês). Você já ouviu falar nessa mudança de 11 anos atrás: foi aquela que rebaixou Plutão à categoria de planeta anão. E agora, uma equipe de cientistas da NASA quer alçá-lo novamente à primeira divisão planetária, junto com a Lua e mais de 100 outros corpos do Sistema Solar.
Em 2006, a resolução 5A da IAU estabeleceu os seguintes critérios:
(1) Um "planeta" é um corpo celeste que (a) está em órbita ao redor do sol, (b) tem massa suficiente para sua auto-gravidade superar as forças rígidas do corpo, de modo a assumir uma forma de equilíbrio hidrostático (quase redonda), e (c) e haver limpado sua órbita.
(2) Um "planeta anão" é um corpo celeste que (a) está em órbita ao redor do sol, (b) tem massa suficiente para sua auto-gravidade superar as forças rígidas do corpo, de modo a assumir uma forma de equilíbrio hidrostático (quase redonda), (c) não haver limpado sua órbita, e (d) não é um satélite.
(3) Todos os outros objetos, exceto os satélites, orbitando o sol, serão referidos coletivamente como "pequenos corpos do sistema solar".
Em entrevista ao Business Insider, Alan Stern (o famoso "defensor de Plutão") explica porque considera isso tudo uma grande bobagem. Ele argumenta que, por estudarem uma miríade de fenômenos e objetos cósmicos, os astrônomos não têm condições de definir o que é um planeta. Diz que essa tarefa deve ficar a cargo dos cientistas planetários, os verdadeiros especialistas em questões intrínsecas aos planetas, às luas e aos sistemas que eles compõem.
Quem está por trás da nova definição, que foi enviada à IAU para análise, é Alan Stern, cientista planetário investigador principal da missão New Horizons. Em um primeiro momento, a manobra parece tendenciosa: o sobrevoo de 2015 da sonda sobre Plutão mexeu com Stern. E com o mundo todo, é claro. Mas um olhar mais cuidadoso mostra que a argumentação do grupo faz sentido: basicamente, o que eles pedem é que a definição de planeta seja mais "personalizada", levando em conta as propriedades geofísicas de cada astro ao invés de se basear apenas nas órbitas e interações com corpos externos.
O que ele e seus colegas propõem é uma mudança de paradigma. A nova definição diz o seguinte:
"Um planeta é um corpo de massa sub-estelar que nunca passou por fusão nuclear e que tenha auto-gravitação suficiente para assumir uma forma esferoidal adequadamente descrita por um elipsoide triaxial, independente de seus parâmetros orbitais". Ou seja: planeta é todo e qualquer objeto celeste redondo que não seja uma estrela, e pouco importa as características de sua órbita. O debate continua até que a IAU emita um parecer oficial sobre a questão.
Se o novo verbete emplacar, elevará à categoria de planeta não apenas Plutão e a nossa Lua, mas também outras luas notáveis do Sistema Solar como Titã, Encélado, Europa e Ganímedes — todas tão complexas que podem até abrigar vida. O único problema é que os livros didáticos terão que virar enciclopédias se forem detalhar cada um dos novos planetas criados a partir da nova definição.


Extraída de: revistagalileu.globo.com. Acrescida de um tópico e imagem de: phys.org/news.

Plutão versus Plutocracia
Por que Plutão deixou de ser um planeta?
Plutão é bom de lua
Plutão é bom de lua - Conclusão
Novos horizontes para Plutão
O coração de Plutão
Tyson, Obama e Plutão
De passagem por Plutão
Júpiter, Terra e Plutão
A dança de Plutão e Caronte

16 setembro, 2017

Cassini e Saturno

A sonda Cassini terminou ontem sua missão espacial com um êxito além de qualquer expectativa. Ao fundir-se com o planeta que foi estudar, fazendo ciência até o último momento. Que fim melhor a gente poderia pedir para ela?

Cassini e Saturno, por @erikanesvold
Cassini-Huygens 
Foi uma missão espacial não-tripulada enviada ao planeta Saturno e seu sistema de luas. Um projeto conjunto da NASA, ESA (Agência Espacial Europeia) e ASI (Agência Espacial Italiana), ela consistia de dois elementos principais, o orbitador Cassini e a sonda Huygens. Lançada ao espaço em 15 de outubro de 1997, Cassini entrou na órbita de Saturno em 1º de julho de 2004 e continuou em operação até 15 de setembro de 2017, estudando o planeta, seus satélites naturais, a heliosfera e testando a Teoria da Relatividade.
Com o esgotamento previsto do seu combustível, a missão teve de ser encerrada, e a espaçonave foi colocada em uma trajetória de impacto com o planeta. Em 15 de setembro de 2017, depois de orbitar a apenas 3000 km da superfície de Saturno, a Cassini mergulhou na atmosfera do planeta, tendo sido completamente vaporizada pelo intenso calor gerado pelo atrito. A decisão de destruir o artefato de maneira a não deixar vestígios deve-se à preocupação de evitar uma possível contaminação com material terrestre de alguma das luas de Saturno, se porventura acabasse se chocando com uma delas. A vasta quantidade de dados enviados ao longo da missão alimentará a continuidade dos estudos sobre o planeta e seu sistema de luas por décadas.
Após 20 anos, quase 300 órbitas e descobertas pioneiras, a espaçonave fez o seu grand finale na atmosfera de Saturno, um pouco antes das 5 horas (horário de verão do Pacífico nos EUA) de ontem.

26 julho, 2017

O planeta e a estrela


A 370 anos-luz de distância um planeta e uma estrela estão tendo um romance tumultuado.
O telescópio espacial Spitzer da NASA detectou pulsações incomuns na camada exterior de uma estrela chamada HAT-P-2. O melhor palpite dos cientistas é que um planeta orbitando de perto, chamado HAT-P-2b, seja a causa destas boas vibrações na estrela.
Descobrimos o primeiro exemplo de um planeta que parece estar causando "um comportamento de batimento cardíaco em sua estrela-mãe", disse Julien de Wit, do Instituto de Tecnologia de Cambridge, Massachusetts. E um estudo que descreve suas descobertas foi publicado na revista Astrophysical Journal Letters.
As pulsações da estrela são as variações mais sutis de luz a partir de qualquer fonte que Spitzer tenha já medido. Um efeito semelhante já foi observado em sistemas binários de estrelas, mas nunca antes entre uma estrela e um planeta.
Pesando cerca de oito vezes a massa de Júpiter, HAT-P-2b é um planeta relativamente maciço. É um "Júpiter quente", ou seja, um exoplaneta que é extremamente quente e orbita sua estrela firmemente. Mas Júpiter quente é pequeno em relação à sua estrela, que é cerca de 100 vezes mais massiva. Essa diferença de tamanho faz com que o efeito de pulsação seja ainda mais incomum. (Para efeito de comparação, o nosso sol é cerca de 1.000 vezes a massa de Júpiter.)

http://www.spitzer.caltech.edu/news/1921-ssc2017-01-Spitzer-Hears-Stellar-Heartbeat-from-Planetary-Companion

20 outubro, 2016

Marte e Ceres

Marte tem água na superfície, mas não bastante. Ceres, um planeta anão, é constituído de 25 por cento de água.
Se o segundo colidisse com o primeiro, Marte ficaria coberto, em 33 por cento de sua superfície, por oceanos com até 5.900 metros de profundidade.


Ceres é o maior objeto no cinturão de asteroides, que se situa entre as órbitas de Marte e Júpiter. Não é porém um planeta propriamente dito, porque não fez até hoje o seu dever de casa.
O dever de casa para um asteroide chegar a ser planeta consiste em "limpar a órbita" dos demais asteroides.

20 abril, 2016

Planeta 9: um exoplaneta no sistema solar?

A poucos meses atrás, os cientistas Konstantin Batygin e Mike Brown apresentaram a hipótese da existência de um nono planeta no sistema solar (já descontado o fato de que Plutão não é mais um deles). Esta hipótese é baseada em determinadas características que são observadas nas órbitas de outros corpos do sistema solar. Fonte: The Astronomical Journal (edição de 20/01/2016)

E, por falar nesse planeta, caso venha a ser confirmada sua existência, a teoria mais plausível é a de que ele já foi um planeta mais próximo do Sol, havendo depois migrado para os confins do sistema solar. Mas não se pode descartar uma segunda teoria: a de que o Sol o tenha capturado, em algum momento no passado, o que faria dele um exoplaneta [1] [2] no sistema solar.

Pôster: Microsiervos

28 fevereiro, 2016

O nono planeta

Cientistas planetários dos EUA anunciaram que podem ter encontrado o nono planeta.
O que eles já sabem: o planeta possui um diâmetro de 25.700 km; está em média 20 vezes mais distante do Sol do que Netuno; o planeta percorre uma órbita com a duração estimada entre 10.000 e 20.000 anos.
O que ainda não sabem: onde está.

Universe Today
É como diagnosticar uma gravidez sem saber cadê a mãe.