Ele chega a ser considerado um ser criptídeo a ser estudado pela criptozoologia, porém é um fenômeno real.
Na biologia, um "rei dos ratos" é uma condição em que vários roedores ficam presos pelo rabo. As caudas entrelaçam-se devido a nós, sujeira, sangue ou fezes, quando muitos ratos estão amontoados em um espaço apertado. Incapazes de se moverem ou de se alimentarem, os animais acabam morrendo.A primeira menção documentada data de 1576, registrada pelo historiador húngaro Johannes Sambucus. Há inclusive uma xilografia medieval retratando esse fenômeno e exemplos mumificados são mantidos em museus da Europa.
O maior caso registrado ocorreu na Alemanha em 1828, envolvendo 32 ratos unidos.
O fenômeno pode ter escasseado quando o rato-marrom (R. norvegicus) substituiu o rato-preto (R. rattus) no século XVIII. Os avistamentos tem sido esporádicos na era moderna; sendo o caso mais recente o que foi descoberto numa fazenda na Estônia, em 2005.
Esquilos
No ano de 2018, noticiou-se o aparecimento de um "rei dos ratos" formado por cinco esquilos-cinzentos (S. carolinensis). Encontrados por um morador em Wisconsin, nos EUA, e levados para um centro de reabilitação da vida selvagem, foram submetidos a uma operação de quase meia hora de separação de suas caudas.
No ano de 2018, noticiou-se o aparecimento de um "rei dos ratos" formado por cinco esquilos-cinzentos (S. carolinensis). Encontrados por um morador em Wisconsin, nos EUA, e levados para um centro de reabilitação da vida selvagem, foram submetidos a uma operação de quase meia hora de separação de suas caudas.
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