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19 novembro, 2025

Ilhas de guano (2)

(Jens Otte/Getty Images)

Excrementos de pássaros, como os que adornam estas rochas ao longo da costa do Peru, têm sido historicamente uma mercadoria muito procurada. A demanda europeia e americana pelo guano peruano, rico em nitrogênio — um fertilizante natural — disparou em meados do século XIX. À medida que a oferta peruana diminuía, os Estados Unidos reivindicaram a propriedade de cerca de 100 ilhas de "guano" (10 das quais permanecem sob a propriedade do país até hoje).
A posse dessas ilhas pelos EUA tornou-se oficial em julho de 1856, com a aprovação pelo Congresso da Lei das Ilhas de Guano. Essa lei concedeu ao país "permissão" para reivindicar soberania sobre qualquer território supostamente desabitado ou não reivindicado, a fim de garantir acesso ao guano, um fertilizante valioso para as plantações de tabaco, algodão e trigo americanas.

http://www.sciencenews.org/article/us-empire-built-bird-dung, por Sujata Gupta😄

11 abril, 2021

O canto dos pássaros (partitura)

Vendo os pássaros nos fios, um usuário escreveu no Reddit:
"Alguém precisa transformar isso em uma partitura de verdade para ver como soa."
Miller atendeu.

"Baseado vagamente na imagem da capa, apenas para que as pessoas pudessem ouvir como pode soar. Por favor, não julgue isso como uma indicação de minhas habilidades musicais (embora isso também possa ser verdade!)"

16 junho, 2020

Salvando pássaros

Teias inspiraram um fabricante a criar vidros que impedem que os pássaros se choquem contra as janelas.


12 dezembro, 2019

Ópera dos Pássaros

Lindo, muito lindo - e com os créditos colocados no final!


InDICAção do vídeo: Nelson Cunha

22 setembro, 2019

O Curador de Pássaros

Henry John de Suffren Disney nasceu em Watford, Inglaterra, em 22 de setembro de 1919. Quando criança, ele gostava de coletar espécimes e explorar o jardim de casa. Seus pais, que eram ambos naturalistas, encorajavam esse entusiasmo de Disney. Também era muito interessada em acampar e com o seu condicionamento físico, interesses que permaneceram com ele por toda a vida. [...]
O trabalho no Museu Australiano
Em 1961, com a independência da Tanzânia, o trabalho da Disney na África chegou ao fim. Em 1962, ele apresentou-se ao Museu Australiano para ser o novo Curador dos Pássaros, um cargo vago com a partida de Allen Keast. Disney foi a última pessoa a receber o título de “Curador de Pássaros” no Museu.
Quando Disney começou a trabalhar no Museu, descobriu que a coleção de pássaros e os registros mantidos sobre eles eram muito limitados. A reorganização e a expansão dessa coleção foram prioridades durante os primeiros cinco anos do seu tempo no Museu. Alguns de seus métodos para coletar informações sobre espécimes foram desenvolvidos em sua época na África, onde ele tinha começado a manter fichas de dados sobre os espécimes que ele coletava. Sempre meticuloso, Disney costumava fazer a sexagem das aves enquanto eram tratadas pelos preparadores do museu para garantir que fossem feitas corretamente.
Uma parte significativa da pesquisa de Disney foi feita no campo. Ele fez expedições em muitos locais na Austrália, incluindo o Deserto Simpson, as florestas de Queensland e a Ilha Norfolk. Muitas dessas expedições eram exigentes fisicamente e Disney praticava judô em seu tempo livre para se manter em forma. Em um exemplo, em Lord Howe Island, ele caiu de um pequeno penhasco, mas evitou ferimentos graves ao dar uma cambalhota.
De vez em quando, Disney capturava espécimes para outros departamentos ou viajava com pesquisadores de outras disciplinas. Em uma expedição com o Curador de Mamíferos Basil Marlow houve uma discussão entre os dois que atingiu o clímax. Disney sustentou que Marlow inadvertidamente se moveu ao alcance do tiro, enquanto ele disparava em um pássaro em voo, e pegou a bala. Felizmente, como Disney trabalhava com pássaros pequenos, as balas eram proporcionalmente pequenas e Basil se feriu pouco. Em outra ocasião, Disney atirou em uma borboleta que ele sabia que o entomologista Courtenay Smithers queria um exemplar. O corpo da borboleta foi destruído, mas as asas ficaram intactas e, como Disney observou, essa era a única parte da borboleta que Smithers precisava examinar.


Sem juizo de mérito
Caçadores no século 19 defendiam a caça como a única maneira de identificar espécies que de outra forma permaneceriam desconhecidas.
Dizia-se: "What’s hit is history, what’s missed is mystery".

07 setembro, 2019

Tornando visível o invisível

Se os pássaros deixassem trilhas no céu como elas pareceriam?
Durante anos, o fotógrafo Xavi Bou, residente na Barcelona, ​​ficou fascinado com essa questão. Assim como uma impressão sinuosa aparece quando uma cobra desliza pela areia, ele imaginou, então, o padrão que se formaria no deslocamento aéreo de um pássaro. Mas é claro que os pássaros em voo não deixam vestígios - pelo menos, visíveis a olho nu. Bou, agora com 38 anos, passou os últimos cinco anos tentando capturar os contornos indescritíveis desenhados por pássaros em movimento ou, como ele diz, "tornando visível o invisível".


"No inverno, os estorninhos se reúnem em grandes grupos", diz Bou, que tirou essa foto na aldeia agrária de Arbeca, na Espanha.

Ver reportagem: www.nationalgeographic.com

30 setembro, 2018

Pássaros bêbados

"Um homem bêbado vai encontrar o caminho de casa, 
mas um pássaro bêbado pode se perder para sempre."

À medida que a primavera se aproxima no hemisfério norte, podemos esperar ver alguns pássaros colidindo nas árvores e, talvez, despencando no chão. Na maioria dos casos, essas aves exageraram no consumo de bagas fermentadas de frutas, que congelaram durante o inverno e que agora estão descongelando e... fermentando. Gosta do SciShow?



Melhores comentários no YT:
Não dê palestra sobre pássaro bêbado. Ofereça-lhe um café quente e amargo e deixe-o lidar com a ressaca.
Eu pensei que a palestra fosse sobre como comer bagas com responsabilidade.
Eu tive um alimentador de beija-flor. Quando o açúcar fermentava os beija-flores enlouqueciam.
C₆H₁₂O₆ + H₂O + levedura  2C₂H₅OH + 2CO₂ + H₂O
Então, essa é a maneira de obter álcool sem uma ID?
Vá para casa, seu pássaro bêbado. Oh, você não pode...
Se for voar, não coma.
Você sabe que um pássaro está bêbado quando ele quer brigar com um gato.
Eu conclamo todos os observadores de pássaros que se juntem a mim para um minuto de silêncio por aqueles que já morreram.
Talvez um pássaro inteligente como o corvo pudesse tirar vantagem disso, usando as bagas fermentadas para realizar um acasalamento.
Borboletas também ficam bêbadas com frutas fermentadas.
Estas já são naturalmente bêbadas. (PGCS)

Ver também: Uma festa dos bichos na África

23 março, 2017

Pássaros no olho de um furacão

Em outubro de 2016,com o furacão Matthew a deslocar-se no Caribe e costa leste da Flórida, os meteorologistas compartilharam o máximo possível de informações do radar. A maior preocupação deles, naturalmente, era com as pessoas que viviam nas áreas afetadas, mas o radar mostrava também que havia outro grupo afetado pelo mau tempo: pássaros.
Os pássaros, muitas vezes, voam no olho dos furacões; Foi o que aconteceu, por exemplo, durante o Hermine, um outro furacão. "As aves não têm nenhuma maneira de prever o clima severo com a espiral de ventos de um furacão", assegurou o ornitólogo Kenn Kaufman, ao escrever sobre esse fenômeno há alguns anos.
"Eles não devem fazer isso de uma forma organizada. É mais provável que eles, ao descobrirem a calma existente no olho de um furacão, façam algum esforço para ficar por lá, viajando com o furacão, ao invés de lutar contra tão fortíssimos ventos", escreveu Kaufman. "Quando a tempestade chega a terra, alguns deles podem começar a lutar contra os ventos. Mas outros podem continuar navegando no olho até que o furacão se dissipe".

12 julho, 2015

O sol negro

Todos por um
Ao pôr do sol, um bando de estorninhos em Gretna Green, na Escócia, realiza um voo preparatório para empoleirar depois do forrageamento de um dia. A forma do grupamento tem a qualidade de um fluido hipnotizante, estendendo-se, ondulando e fundindo-se sobre si mesmo. Da mesma forma, outros bandos de estorninhos voam sobre Roma e ao longo dos pântanos da Dinamarca ocidental, formando no céu destes lugares imagens conhecidas como "o sol negro".



Que regras ditam este comportamento deles? Na década de 1970 os cientistas pensavam que as aves poderiam estar seguindo um campo eletrostático produzido pelo líder. Earler, na década de 1930, em um artigo, sugeriu que elas usavam transferência de pensamento.
Mas, em 1986, o especialista em computação gráfica Craig Reynolds descobriu que poderia criar um bando virtual realista, utilizando um conjunto de regras surpreendentemente simples para direcionar cada ave com relação às demais.
Estudos com pássaros reais parecem confirmam isto. Sob regras como estas um bando pode reagir prontamente a uma mudança de direção de qualquer de seus membros, permitindo que todo o grupo responda de forma eficiente como se fosse um organismo único.
"A aproximação de um predador pode ser comunicada rapidamente ao bando por qualquer um dos pássaros do lado de fora da formação que notá-la primeiro", escreve Gavin Pretor-Pinney, em The Wavewatcher’s Companion. "Quando sob o ataque de um falcão peregrino, por exemplo, um bando de estorninhos se contrai como uma bola e, em seguida, se dilata como uma fita para distrair e confundir o predador". All for One, Futility Closet
Curiosidade
Uma característica interessante e menos conhecida dos estorninhos é a sua capacidade de ingestão de álcool. Graças a uma enzima específica que produz, consegue processar o álcool 14 vezes mais rapidamente que um ser humano, o que lhe permite ingerir, em grandes quantidades, uma série de frutos e bagas que tendem a fermentar a partir de certo nível de maturação. WIKIPÉDIA
N. do E.
O que você viu em Uma festa dos bichos na África não verá jamais acontecer com os esturnídeos.

13 junho, 2015

Pássaros na cabeça

"Os Pássaros" (no original em inglês: "The Birds") é um filme estadunidense de 1963, do gênero de suspense, dirigido por Alfred Hitchcock.
Sinopse
Melanie Daniels, uma jovem da cidade de São Francisco, vai até uma pequena cidade isolada da Califórnia chamada Bodega Bay, atrás de um potencial namorado: Mitch Brenner. Mas na cidade começa de repente a acontecer fatos estranhos: pássaros de todas as espécies passam a atacar a população, em número cada vez maior e com mais violência, deixando todos aterrorizados.
Curiosidade
O filme não exibe o clássico "THE END" no final. A ultima cena termina com um esmaecer de tela e, em seguida,  um suspense do que terá acontecido aos personagens. Logo após, vêm os créditos.

27 julho, 2014

Os Pássaros

Numa praia fatos assustadores começam a acontecer quando pássaros famintos cercam banhistas desprevenidos.
E a famosa cena da aparição de Hitchcock em nenhum momento se dá. Também pudera, não é o filme dele!
É um vídeo de Roman Atwood.


14 junho, 2012

Mortalidade de pássaros por causas antropogênicas

Um estudo conduzido por Wallace P.Erickson e colaboradores, em 2002, estimou que entre 500 milhões e 1 bilhão de pássaros são mortos anualmente nos Estados Unidos da América por causas antropogênicas. Estas causas incluem edifícios (58,2%), fios de eletricidade (13,7%), veículos terrestres (8,5%), torres de comunicação (0,5%), aviões (0,01%) e turbinas eólicas (0,01%) contra os quais as aves se chocam. Também constam da relação: a predação por gatos (10,6%), o uso de pesticidas (7,1%) e outros causas menos frequentes.
Esse estudo é uma referência para o assunto. Observar que a morte de pássaros causada pelas hélices dos aerogeradores embora represente menos de 0,01 por cento dos casos, em número absoluto representa mais de 26 mil aves mortas nos EUA, anualmente. Para o Brasil, que já ocupa o 21º lugar no ranking da energia eólica, não há uma estatística disponível.
Contudo, há medidas que podem reduzir esta última causa de mortalidade aviária. Uma delas é não instalar aerogeradores nas rotas migratórias dos pássaros.

A Summary and Comparison of Bird Mortality from Anthropogenic Causes with an Emphasis on Collisions by Wallace P. Erickson, Gregory D. Johnson, and David P. Young Jr.

06/08/2012 - Atualizando...
Aldeias galesas x Empresas de energia eólica. Clique aqui.

25/05/2015 - Atualizando...
A turbina eólica sem hélices. A Vortex Bladeless é tão mais barata e ambientalmente benéfica que representa 40% a menos nos custos para sua produção de energia. As despesas operacionais do sistema também são 50% menores. Para o futuro, a companhia pretende acoplar placas solares às turbinas, para maximizar a produção e criar modelos para a produção eólica offshore. Além de todas essas vantagens, seu design evita acidentes com aves já que não possui hélices como os modelos normais.

25 novembro, 2011

O pássaro que perdeu o amigo

Um pássaro descrevia com entusiasmo um milharal que existia nas redondezas. Convidando outro para que ambos fossem lá para um amplo, geral e irrestrito banquete.
Mas o outro se mostrou temeroso:
- Costuma haver caçadores naquele milharal.
- Ora, dividiremos o risco.
- Qual! Você é pequenino e eu sou grande...
Ficava entendido que o pássaro de porte avantajado, no caso de ambos serem vistos por um caçador, seria o alvo preferencial. E o pequenino, assim, é que teria maior chance de escapar.
E isso não era tudo. O pássaro graúdo lembrou um detalhe que tornava a aventura arriscadíssima:
- Você pia sem parar. Vai certamente chamar a atenção para nós.
- Fico em silêncio. No milharal eu só vou abrir o bico para comer grão.
- Bem, sendo assim...
E voaram os dois para a desejada lambança. Só que o pequenino, mal se viu entre as espigas, esqueceu-se do trato. E pôs-se a piar incessantemente, o que atraiu para o local uns caçadores.
Bastou um tiro para acertar... logo quem? O passarão, como era previsível.


Quanto ao pequenino, este voou para longe sem maiores dificuldades. E sem uma ponta de arrependimento, acrescente-se também. Tanto que ele, ao escapar, ainda comentou:
- Perco o amigo mas não perco o piado.
PGCS

14 abril, 2009

19 junho, 2008

Pássaros e peixes

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São reproduções de uma xilografia e de uma litografia identificadas como Sky and Water I e II, respectivamente. Foram produzidas em 1938 pelo artista plástico holandês MC Escher.
A temática nas duas obras são os pássaros e os peixes, seres aqui representados partilhando os próprios contornos numa zona intermediária de transição.
Imagens de outras obras de Escher já foram aqui usadas para ilustrar as postagens de 16 e 17 de dezembro de 2006.

26 dezembro, 2007

Três pássaros

Um pássaro na mão vale mais do que dois voando?
E do que três voando? Como estes que, numa revoada ao fim do dia, esboçam a figura de um rosto humano?

A nota máxima para o fotógrafo que fixou o momento.