São aves que se especializaram em usar o fogo para caçar. Notadamente, são três espécies de aves de rapina pertencentes a duas famílias diferentes: o milhafre-preto (Milvus migrans), o milhafre-assobiador (Haliastur sphenurus) e o falcão berigora (Falco berigora).
Conforme relatado por aborígenes e bombeiros australianos (Journal of Ethnobiology, 2018), essas aves se reúnem em grupos quando um incêndio se forma. Lá, eles pegam gravetos em chamas, transportam-nos e depois os jogam em áreas ainda não afetadas a fim de atear novos focos de incêndio.
O objetivo desse comportamento é óbvio: forçar suas presas a saírem de seus esconderijos para que possam se banquetear num bifê gigante.
Pourquoi des rapaces déclenchent-ils volontairement des incendies en Australie? GEO
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19 setembro, 2025
18 setembro, 2024
Heitor, a nuvem
Durante a Segunda Guerra Mundial, pilotos no norte da Austrália notaram que uma enorme tempestade se formava diariamente entre setembro e março nas Ilhas Tiwi, no Território do Norte. Atingindo regularmente alturas de 20 quilômetros, "Hector, the Convector" é uma das maiores tempestades do mundo. Este aglomerado de nuvens tempestuosas do tipo cumulonimbus é objeto de estudo por meteorologistas de várias partes do mundo, além de concentrar uma relativa estranheza – trata-se de uma nuvem que tem nome próprio.
31 maio, 2022
Austrália é ilha ou continente?
Não me preocupo nem um pouco com o dilema da Austrália e sim com o da Nova Zelândia.
Ora, se ser uma pessoa invisível aos olhos da sociedade já é algo extremamente ruim, imagine o que é ser um país que vive na mesma situação.
10 fevereiro, 2022
O incêndio do Monte Wingen
O Monte Wingen, na Austrália, está em chamas há 6.000 anos. Um raio provavelmente inflamou sua camada de carvão aí por volta de 4000 a.C, e o Monte encontra-se queimando - sem chama - desde então.
"Os incêndios latentes, uma forma de combustão lenta de baixa temperatura e sem chama, representam o tipo mais persistente de combustão", disse o cientista da Universidade de Edimburgo, Guillermo Rein, ao New York Times. "E os combustíveis mais importantes envolvidos em incêndios latentes são o carvão e a turfa. Uma vez acesos, esses incêndios são particularmente difíceis de extinguir, mesmo que ocorram chuvas intesas, mudanças climáticas ou tentativas de combatê-los, e podem persistir por longos períodos (meses, anos), espalhando-se profundamente e por extensas áreas da subsuperfície terrestre. De fato, os incêndios latentes são os mais longos e contínuos incêndios na Terra."O incêndio do Monte Wingen (Burning Mountain) detém o recorde do Guinness para o incêndio mais duradouro do mundo.
11 julho, 2021
Os detritos da Skylab realmente mataram uma vaca? (2)
Os detritos do Skylab realmente mataram uma vaca?
A resposta é não.
Tudo resultou de uma troca de mensagens entre o presidente dos EUA, Jimmy Carter, e o primeiro ministro da Austrális, Malcolm Fraser, em que o australiano fez uma brincadeira sobre "a devolução de restos da Skylab em troca de uma cota adicional de carne bovina".
Se essa piada tivesse algum fundo de verdade enfim teríamos a prova da potencial eficácia das armas no espaço.
28 junho, 2021
Pino quadrado em buraco redondo
Os cientistas vinham se intrigando há décadas sobre como o wombat (um marsupial australiano chamado de vombate no Brasil) faz cocô sob a forma de pequenos cubos, em vez de cilindros cônicos como quase todos os outros animais. De acordo com um novo artigo publicado na revista Soft Matter, o segredo está no intestino, que possui diversas regiões rígidas e moles que servem para moldar as fezes durante o processo digestivo. Descobertas preliminares anteriores do mesmo grupo fizeram com que ganhassem o Prêmio Ig Nobel de Física de 2019.
"Os wombats são conhecidos por produzirem cocôs em forma distinta de cubos. Essa capacidade de formar fezes relativamente uniformes e bem cortadas é única no reino animal", disse o ecologista de vida selvagem da Universidade da Tasmânia, Scott Carver, coautor do artigo . "Eles colocam essas fezes em pontos proeminentes em sua área de vida, como ao redor de uma pedra ou um tronco, para se comunicarem. Nossa pesquisa descobriu que esses cubos são formados nas últimas seções do intestino - o que finalmente prova que um pino quadrado pode realmente caber em um orifício redondo."
O zoólogo Eric Guiler observou pela primeira vez a forma incomum de fezes de wombats em 1960 e, até hoje, os wombats são os únicos animais conhecidos por produziram excrementos de seis lados. É um dos vários exemplos de formação de padrões que ocorrem naturalmente, como as colunas da Calçada dos Gigantes da Irlanda (formadas por lava em resfriamento), ou como membranas vibratórias podem fazer grãos de areia formarem as figuras de Chladni. Mas as formas de cubo que ocorrem naturalmente são extremamente raras. O wombat australiano (Vombatus ursinus) pode bombear até 100 excrementos em forma de cubo por dia.
Via Ars Tecnica
N. do E.
O zoólogo Eric Guiler observou pela primeira vez a forma incomum de fezes de wombats em 1960 e, até hoje, os wombats são os únicos animais conhecidos por produziram excrementos de seis lados. É um dos vários exemplos de formação de padrões que ocorrem naturalmente, como as colunas da Calçada dos Gigantes da Irlanda (formadas por lava em resfriamento), ou como membranas vibratórias podem fazer grãos de areia formarem as figuras de Chladni. Mas as formas de cubo que ocorrem naturalmente são extremamente raras. O wombat australiano (Vombatus ursinus) pode bombear até 100 excrementos em forma de cubo por dia.
Via Ars Tecnica
N. do E.
Um pino redondo em um buraco quadrado ou um pino quadrado em um buraco redondo? O que se encaixa melhor?
16 junho, 2021
Critiquices
Em 2014, o apresentador de TV australiano Karl Stefanovic usou o mesmo terno azul todas as manhãs durante um ano no programa Today do Channel Nine. Nem um único espectador perguntou sobre isso.
No mesmo período, os telespectadores enviaram críticas regulares ao guarda-roupa da coapresentadora Lisa Wilkinson. "Quem diabos é o estilista de Lisa?", um escreveu.
As mulheres são julgadas com muito mais severidade e determinação pelo que fazem, dizem e... vestem.
No mesmo período, os telespectadores enviaram críticas regulares ao guarda-roupa da coapresentadora Lisa Wilkinson. "Quem diabos é o estilista de Lisa?", um escreveu.
As mulheres são julgadas com muito mais severidade e determinação pelo que fazem, dizem e... vestem.
04 outubro, 2020
Magnetismo nasal
The Guardian relatou em 30 de março de 2020:
Um astrofísico australiano foi internado no hospital depois de colocar quatro ímãs no nariz, na tentativa de inventar um dispositivo que impedisse as pessoas de tocarem no rosto durante a pandemia de coronavírus.
Daniel Reardon, pesquisador de uma universidade de Melbourne, estava construindo um colar que faria soar um alarme ao contato facial quando ocorreu o acidente.
O astrofísico de 27 anos, que estuda pulsares e ondas gravitacionais, disse que estava tentando combater o tédio do autoisolamento com quatro poderosos ímãs de neodímio.
ASSISTA: massa de borracha come um ímã (blog EM mostra a força do campo magnético de um deles)
"Eu tenho alguns equipamentos eletrônicos, mas realmente não tenho experiência ou conhecimento na construção de circuitos ou coisas parecidas", disse ele. "Eu imaginei que: 1) se construísse um circuito que pudesse detectar o campo magnético; 2) se usasse os ímãs de neodímio nos pulsos e 3) o dispositivo poderia acionar um alarme ao aproximar as mãos do rosto. Um pouco de tédio pelo autoisolamento me fez pensar assim".
No entanto, o astrofísico montou a parte eletrônica ao contrário - - só completava o circuito quando o campo magnético não estava presente. "Inventei acidentalmente um colar que vibra continuamente, a menos que você aproxime a mão do rosto", disse ele.
“Depois de desistir dessa ideia, eu ainda estava um pouco entediado e fiquei brincando com os ímãs. Prendi-os nos lóbulos das orelhas e depois prendi-os em minhas narinas... e as coisas degringolaram".
Reardon disse que colocou dois ímãs dentro de suas narinas e dois do lado de fora. Quando ele removeu os ímãs do lado de fora, os dois que estavam dentro ficaram juntos. Infelizmente, o pesquisador tentou usar os ímãs restantes para removê-los.
"Nesse momento, meu parceiro que trabalha em um hospital estava rindo de mim", disse ele. “Eu estava tentando puxá-los para fora, mas há uma septo no fundo do nariz que você não consegue superar".
"Depois de 20 minutos de luta, decidi procurar a solução no Google e encontrei um artigo sobre um garoto de 11 anos que havia passado por igual problema. A solução era mais ímãs. Colocados do lado de fora para compensar a atração dos que estão dentro."
“Enquanto eu estava puxando para baixo para tentar remover os ímãs, eles se prenderam e eu perdi o controle. E esses dois ímãs terminaram em minha narina esquerda. Nesse ponto, fiquei sem ímãs."
Antes de ir ao hospital, Reardon tentou usar um alicate para retirá-los, mas eles ficaram magnetizados pelos ímãs dentro de seu nariz.
"Toda vez que eu colocava o alicate perto do nariz, meu nariz inteiro se deslocava em direção ao alicate e, em seguida, o alicate grudava no ímã", disse ele. "Foi um pouco doloroso neste momento".
"Meu parceiro me levou ao hospital em que trabalha porque queria que todos os seus colegas rissem de mim. Os médicos acharam engraçado, fazendo comentários como 'Esta é uma lesão devido ao autoisolamento e ao tédio'."
No hospital, uma equipe de dois médicos aplicou um spray anestésico e removeu manualmente os ímãs do nariz de Reardon.
"Quando eles tiraram os três da narina esquerda, o quarto caiu em minha garganta", disse ele. "Isso poderia ter sido um problema se eu o engolisse ou inspirasse, mas felizmente consegui me inclinar para a frente e tossir ... Desnecessário será dizer que não vou mais brincar com ímãs".
Um astrofísico australiano foi internado no hospital depois de colocar quatro ímãs no nariz, na tentativa de inventar um dispositivo que impedisse as pessoas de tocarem no rosto durante a pandemia de coronavírus.
Daniel Reardon, pesquisador de uma universidade de Melbourne, estava construindo um colar que faria soar um alarme ao contato facial quando ocorreu o acidente.
O astrofísico de 27 anos, que estuda pulsares e ondas gravitacionais, disse que estava tentando combater o tédio do autoisolamento com quatro poderosos ímãs de neodímio.
ASSISTA: massa de borracha come um ímã (blog EM mostra a força do campo magnético de um deles)
"Eu tenho alguns equipamentos eletrônicos, mas realmente não tenho experiência ou conhecimento na construção de circuitos ou coisas parecidas", disse ele. "Eu imaginei que: 1) se construísse um circuito que pudesse detectar o campo magnético; 2) se usasse os ímãs de neodímio nos pulsos e 3) o dispositivo poderia acionar um alarme ao aproximar as mãos do rosto. Um pouco de tédio pelo autoisolamento me fez pensar assim".
No entanto, o astrofísico montou a parte eletrônica ao contrário - - só completava o circuito quando o campo magnético não estava presente. "Inventei acidentalmente um colar que vibra continuamente, a menos que você aproxime a mão do rosto", disse ele.
“Depois de desistir dessa ideia, eu ainda estava um pouco entediado e fiquei brincando com os ímãs. Prendi-os nos lóbulos das orelhas e depois prendi-os em minhas narinas... e as coisas degringolaram".
Reardon disse que colocou dois ímãs dentro de suas narinas e dois do lado de fora. Quando ele removeu os ímãs do lado de fora, os dois que estavam dentro ficaram juntos. Infelizmente, o pesquisador tentou usar os ímãs restantes para removê-los.
"Nesse momento, meu parceiro que trabalha em um hospital estava rindo de mim", disse ele. “Eu estava tentando puxá-los para fora, mas há uma septo no fundo do nariz que você não consegue superar".
"Depois de 20 minutos de luta, decidi procurar a solução no Google e encontrei um artigo sobre um garoto de 11 anos que havia passado por igual problema. A solução era mais ímãs. Colocados do lado de fora para compensar a atração dos que estão dentro."
“Enquanto eu estava puxando para baixo para tentar remover os ímãs, eles se prenderam e eu perdi o controle. E esses dois ímãs terminaram em minha narina esquerda. Nesse ponto, fiquei sem ímãs."
Antes de ir ao hospital, Reardon tentou usar um alicate para retirá-los, mas eles ficaram magnetizados pelos ímãs dentro de seu nariz.
"Toda vez que eu colocava o alicate perto do nariz, meu nariz inteiro se deslocava em direção ao alicate e, em seguida, o alicate grudava no ímã", disse ele. "Foi um pouco doloroso neste momento".
"Meu parceiro me levou ao hospital em que trabalha porque queria que todos os seus colegas rissem de mim. Os médicos acharam engraçado, fazendo comentários como 'Esta é uma lesão devido ao autoisolamento e ao tédio'."
No hospital, uma equipe de dois médicos aplicou um spray anestésico e removeu manualmente os ímãs do nariz de Reardon.
"Quando eles tiraram os três da narina esquerda, o quarto caiu em minha garganta", disse ele. "Isso poderia ter sido um problema se eu o engolisse ou inspirasse, mas felizmente consegui me inclinar para a frente e tossir ... Desnecessário será dizer que não vou mais brincar com ímãs".
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| O relatório de alta de Daniel Reardon |
O astrofísico garantiu ao Guardian Australia que havia descartado novas experiências com os ímãs e com o rosto tocado, e que encontraria outras maneiras de passar o tempo em casa.
http://www.theguardian.com/australia-news/2020/mar/30/astrophysicist-gets-magnets-stuck-up-nose-while-inventing-coronavirus-device
http://www.theguardian.com/australia-news/2020/mar/30/astrophysicist-gets-magnets-stuck-up-nose-while-inventing-coronavirus-device
22 setembro, 2019
O Curador de Pássaros
Henry John de Suffren Disney nasceu em Watford, Inglaterra, em 22 de setembro de 1919. Quando criança, ele gostava de coletar espécimes e explorar o jardim de casa. Seus pais, que eram ambos naturalistas, encorajavam esse entusiasmo de Disney. Também era muito interessada em acampar e com o seu condicionamento físico, interesses que permaneceram com ele por toda a vida. [...]
O trabalho no Museu Australiano
Em 1961, com a independência da Tanzânia, o trabalho da Disney na África chegou ao fim. Em 1962, ele apresentou-se ao Museu Australiano para ser o novo Curador dos Pássaros, um cargo vago com a partida de Allen Keast. Disney foi a última pessoa a receber o título de “Curador de Pássaros” no Museu.
Quando Disney começou a trabalhar no Museu, descobriu que a coleção de pássaros e os registros mantidos sobre eles eram muito limitados. A reorganização e a expansão dessa coleção foram prioridades durante os primeiros cinco anos do seu tempo no Museu. Alguns de seus métodos para coletar informações sobre espécimes foram desenvolvidos em sua época na África, onde ele tinha começado a manter fichas de dados sobre os espécimes que ele coletava. Sempre meticuloso, Disney costumava fazer a sexagem das aves enquanto eram tratadas pelos preparadores do museu para garantir que fossem feitas corretamente.
Uma parte significativa da pesquisa de Disney foi feita no campo. Ele fez expedições em muitos locais na Austrália, incluindo o Deserto Simpson, as florestas de Queensland e a Ilha Norfolk. Muitas dessas expedições eram exigentes fisicamente e Disney praticava judô em seu tempo livre para se manter em forma. Em um exemplo, em Lord Howe Island, ele caiu de um pequeno penhasco, mas evitou ferimentos graves ao dar uma cambalhota.
De vez em quando, Disney capturava espécimes para outros departamentos ou viajava com pesquisadores de outras disciplinas. Em uma expedição com o Curador de Mamíferos Basil Marlow houve uma discussão entre os dois que atingiu o clímax. Disney sustentou que Marlow inadvertidamente se moveu ao alcance do tiro, enquanto ele disparava em um pássaro em voo, e pegou a bala. Felizmente, como Disney trabalhava com pássaros pequenos, as balas eram proporcionalmente pequenas e Basil se feriu pouco. Em outra ocasião, Disney atirou em uma borboleta que ele sabia que o entomologista Courtenay Smithers queria um exemplar. O corpo da borboleta foi destruído, mas as asas ficaram intactas e, como Disney observou, essa era a única parte da borboleta que Smithers precisava examinar.
Sem juizo de mérito
Caçadores no século 19 defendiam a caça como a única maneira de identificar espécies que de outra forma permaneceriam desconhecidas.
Dizia-se: "What’s hit is history, what’s missed is mystery".
O trabalho no Museu Australiano
Em 1961, com a independência da Tanzânia, o trabalho da Disney na África chegou ao fim. Em 1962, ele apresentou-se ao Museu Australiano para ser o novo Curador dos Pássaros, um cargo vago com a partida de Allen Keast. Disney foi a última pessoa a receber o título de “Curador de Pássaros” no Museu.
Quando Disney começou a trabalhar no Museu, descobriu que a coleção de pássaros e os registros mantidos sobre eles eram muito limitados. A reorganização e a expansão dessa coleção foram prioridades durante os primeiros cinco anos do seu tempo no Museu. Alguns de seus métodos para coletar informações sobre espécimes foram desenvolvidos em sua época na África, onde ele tinha começado a manter fichas de dados sobre os espécimes que ele coletava. Sempre meticuloso, Disney costumava fazer a sexagem das aves enquanto eram tratadas pelos preparadores do museu para garantir que fossem feitas corretamente.
Uma parte significativa da pesquisa de Disney foi feita no campo. Ele fez expedições em muitos locais na Austrália, incluindo o Deserto Simpson, as florestas de Queensland e a Ilha Norfolk. Muitas dessas expedições eram exigentes fisicamente e Disney praticava judô em seu tempo livre para se manter em forma. Em um exemplo, em Lord Howe Island, ele caiu de um pequeno penhasco, mas evitou ferimentos graves ao dar uma cambalhota.
De vez em quando, Disney capturava espécimes para outros departamentos ou viajava com pesquisadores de outras disciplinas. Em uma expedição com o Curador de Mamíferos Basil Marlow houve uma discussão entre os dois que atingiu o clímax. Disney sustentou que Marlow inadvertidamente se moveu ao alcance do tiro, enquanto ele disparava em um pássaro em voo, e pegou a bala. Felizmente, como Disney trabalhava com pássaros pequenos, as balas eram proporcionalmente pequenas e Basil se feriu pouco. Em outra ocasião, Disney atirou em uma borboleta que ele sabia que o entomologista Courtenay Smithers queria um exemplar. O corpo da borboleta foi destruído, mas as asas ficaram intactas e, como Disney observou, essa era a única parte da borboleta que Smithers precisava examinar.
Sem juizo de mérito
Caçadores no século 19 defendiam a caça como a única maneira de identificar espécies que de outra forma permaneceriam desconhecidas.
Dizia-se: "What’s hit is history, what’s missed is mystery".
18 setembro, 2019
Cadáveres humanos que se movem
A maneira como investigamos cenas de crime pode estar prestes a mudar. Durante o processo de decomposição, corpos humanos ainda se movimentam significativamente até um ano depois da morte.
Essa foi a descoberta de um grupo de cientistas de uma "body farms" (fazendas de cadáveres) em Sydney, apelido dado a um laboratório de tafonomia – área da ciência que estuda o que acontece a um organismo após a morte.
A investigação da Australian Facility for Taphonomic Experimental Research - AFTER (Instalação Australiana para Pesquisas Tafonômicas Experimentais) foi feita usando diversas câmeras que capturaram a decomposição dos cadáveres por 17 meses. Os estudos acontecem em um terreno no qual diversos corpos são isolados e observados.
Até então, investigadores acreditavam que se o corpo não fosse manipulado após a morte, ele permaneceria exatamente no mesmo local. Em declaração para o ABC News, Alyson Wilson, pesquisadora da "fazenda", deu o exemplo de um braço que começou abaixo do corpo e acabou em seu lado.
Para a cientista , essa descoberta pode ajudar investigações de crimes e desastres, dando oportunidade para a vítima "contar sua última história".
A vice-diretora da AFTER, Maiken Ueland, disse ainda que outra descoberta importante foi a de que, nas condições propícias, os corpos podem ser mumificados a qualquer época do ano, e continuar neste processo por até três anos. O achado pode também impedir que investigações sigam um caminho errado.
Essa foi a descoberta de um grupo de cientistas de uma "body farms" (fazendas de cadáveres) em Sydney, apelido dado a um laboratório de tafonomia – área da ciência que estuda o que acontece a um organismo após a morte.
A investigação da Australian Facility for Taphonomic Experimental Research - AFTER (Instalação Australiana para Pesquisas Tafonômicas Experimentais) foi feita usando diversas câmeras que capturaram a decomposição dos cadáveres por 17 meses. Os estudos acontecem em um terreno no qual diversos corpos são isolados e observados.
Até então, investigadores acreditavam que se o corpo não fosse manipulado após a morte, ele permaneceria exatamente no mesmo local. Em declaração para o ABC News, Alyson Wilson, pesquisadora da "fazenda", deu o exemplo de um braço que começou abaixo do corpo e acabou em seu lado.
Para a cientista , essa descoberta pode ajudar investigações de crimes e desastres, dando oportunidade para a vítima "contar sua última história".
A vice-diretora da AFTER, Maiken Ueland, disse ainda que outra descoberta importante foi a de que, nas condições propícias, os corpos podem ser mumificados a qualquer época do ano, e continuar neste processo por até três anos. O achado pode também impedir que investigações sigam um caminho errado.
11 julho, 2019
Os detritos da Skylab realmente mataram uma vaca?
Em 11 de julho de 1979, a estação espacial Skylab dos EUA fez sua reentrada na atmosfera da Terra.
Ela se desintegrou, espalhando fragmentos pelo sudeste do Oceano Índico e por uma parte pouco povoada do oeste da Austrália, onde uma vaca morreu depois de ser atingida por um de seus fragmentos.
Os detritos do Skylab realmente mataram uma vaca?
Eu não penso assim, pelo menos não diretamente.
Alguns dos restos do Skylab caíram em diagonal na Austrália.
O Presidente Jimmy Carter enviou uma mensagem ao Primeiro Ministro da Austrália, Sr. Malcolm Fraser:
"Caro Malcolm,
Eu estava preocupado em saber que fragmentos de Skylab podem ter desembarcado na Austrália. Fico aliviado ao ouvir a avaliação preliminar do seu governo de que não houve feridos. No entanto, instruí o Departamento de Estado a entrar em contato com seu governo imediatamente e a oferecer qualquer assistência que você possa precisar.
Sinceramente,
Jimmy Carter".
Resposta do Primeiro Ministro Fraser:
"Caro Jimmy,
Muito obrigado pela mensagem. Parece que todos podemos respirar aliviados. Enquanto receber Skylab é uma honra que nós teríamos alegremente esquecido, é o fim de uma conquista tecnológica magnífica pelos Estados Unidos, e os eventos dos últimos dias não devem obscurecer isso.
Se encontrarmos as peças, ficarei feliz em trocá-las por adições à cota de carne bovina.
Calorosos cumprimentos pessoais,
Malcolm Fraser".
A partir dessa piada australiana sobre a devolução aos EUA de restos da Skylab, em troca de cota adicional de carne bovina, alguém deve ter interpretado que vacas australianas foram mortas pela Skylab.
G'Day, companheiro!
David Goodman, in Quora
31 dezembro, 2018
Fogos de artifício ao reverso
Melbourne, Austrália (2013)
Outros já comentaram antes de você
Tudo na Austrália é ESTE LADO PARA CIMA
Música chata.Teria sido legal ouvir também ao reverso o som das explosões.
Explosões são mais suaves do que implosões.
É assim que os orgasmos femininos se parecem.
Big Bang no reverso: é assim que o mundo vai acabar.
Alguém viu aquele UFO no canto inferior esquerdo? Detalhes.
Vá para casa Entropia, você está bêbada.
As coisas estão ficando piores para os cães. [pgcs]
É a melhor formar de entrar no ano passado. [pgcs]
Brasil (2019)
Reza a lenda que...
Se você usar laranja🍊 na noite da virada, alguém acrescentará R$ 24 mil em sua conta bancária. Contanto que você não esqueça de invocar o santo.
— São Queiroz! São Queiroz! Faz um depósito para nós!
Onde reclamar (em caso de não ser atendido): PSL (Partido do Suco de Laranja).
Outros já comentaram antes de você
Tudo na Austrália é ESTE LADO PARA CIMA
Música chata.Teria sido legal ouvir também ao reverso o som das explosões.
Explosões são mais suaves do que implosões.
É assim que os orgasmos femininos se parecem.
Big Bang no reverso: é assim que o mundo vai acabar.
Alguém viu aquele UFO no canto inferior esquerdo? Detalhes.
Vá para casa Entropia, você está bêbada.
As coisas estão ficando piores para os cães. [pgcs]
É a melhor formar de entrar no ano passado. [pgcs]
Brasil (2019)
Reza a lenda que...
Se você usar laranja🍊 na noite da virada, alguém acrescentará R$ 24 mil em sua conta bancária. Contanto que você não esqueça de invocar o santo.
— São Queiroz! São Queiroz! Faz um depósito para nós!
Onde reclamar (em caso de não ser atendido): PSL (Partido do Suco de Laranja).
05 janeiro, 2018
Ernest Malley
Foi um poeta fictício e a figura central na farsa literária mais famosa da Austrália. Ele e todo o seu corpo de trabalho foram criados em 1943 por dois escritores conservadores, James McAuley e Harold Stewart, que estavam fartos da poesia modernista.
Os poemas, em número de dezesseis, foram escritos em um só dia, imitando o estilo da poesia modernista (que os dois fraudadores tanto desprezavam).
Uma mulher sob o disfarce de "Ethel, a irmã sobrevivente do autor", encarregou-se de apresentar os poemas a Max Harris que editava uma revista modernista, a "Melbourne". Extasiado com a poesia apresentada, Harris caiu no embuste e dedicou a próxima edição da revista aos dezesseis poemas de "Ern".
Foi a edição da revista "Angry Penguins", que teve como destaque na capa (imagem) uma pintura de Sidney Nolan, inspirada num poema de "Ern". Com o suposto autor dos versos inspiradores sendo saudado como "uma das figuras poéticas mais notáveis e importantes deste país".
Revelada a fraude logo após, resultou em uma causa célebre e a humilhação de Harris, que foi levado a julgamento, condenado e multado por publicar os poemas, alegando que eles continham conteúdo obsceno.
Nas décadas que se seguiram, a farsa provou ser um revés significativo para a poesia modernista na Austrália. Desde os anos 1970, no entanto, a obra poética de Ern Malley, embora conhecida por ser uma farsa, tornou-se célebre como um exemplo bem sucedido de poesia surrealista por direito próprio, sendo elogiada por poetas e críticos e tendo servido de inspiração a vários artistas australianos (como Sidney Nolan).
Quanto a Harris, recuperou-se de sua humilhação pelo hoax. E, de 1951 a 1955, publicou outra revista literária, que ele chamou de "Jornal de Ern Malley". Em 1961, como um gesto de desafio, ele republicou os poemas de Ern Malley, sustentando que o que quer que McAuley e Stewart tivessem a intenção de fazer, eles tinham, de fato, produzido alguns poemas memoráveis. E Max Harris ainda se tornou um bem sucedido livreiro e colunista de jornal.
https://en.wikipedia.org/wiki/Ern_Malley
Os poemas, em número de dezesseis, foram escritos em um só dia, imitando o estilo da poesia modernista (que os dois fraudadores tanto desprezavam).
Uma mulher sob o disfarce de "Ethel, a irmã sobrevivente do autor", encarregou-se de apresentar os poemas a Max Harris que editava uma revista modernista, a "Melbourne". Extasiado com a poesia apresentada, Harris caiu no embuste e dedicou a próxima edição da revista aos dezesseis poemas de "Ern".
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| Crédito: aCOMMENT |
Revelada a fraude logo após, resultou em uma causa célebre e a humilhação de Harris, que foi levado a julgamento, condenado e multado por publicar os poemas, alegando que eles continham conteúdo obsceno.
Nas décadas que se seguiram, a farsa provou ser um revés significativo para a poesia modernista na Austrália. Desde os anos 1970, no entanto, a obra poética de Ern Malley, embora conhecida por ser uma farsa, tornou-se célebre como um exemplo bem sucedido de poesia surrealista por direito próprio, sendo elogiada por poetas e críticos e tendo servido de inspiração a vários artistas australianos (como Sidney Nolan).
Quanto a Harris, recuperou-se de sua humilhação pelo hoax. E, de 1951 a 1955, publicou outra revista literária, que ele chamou de "Jornal de Ern Malley". Em 1961, como um gesto de desafio, ele republicou os poemas de Ern Malley, sustentando que o que quer que McAuley e Stewart tivessem a intenção de fazer, eles tinham, de fato, produzido alguns poemas memoráveis. E Max Harris ainda se tornou um bem sucedido livreiro e colunista de jornal.
https://en.wikipedia.org/wiki/Ern_Malley
28 setembro, 2017
31 agosto, 2017
O braço quebrado de Lawrence
Em 1915, o físico australiano William Lawrence Bragg (1890-1971) recebeu, juntamente com seu pai William Henry Bragg, o Nobel de Física, por trabalhos na análise da estrutura cristalina através da difração de raios-X. Ele tinha apenas 25 anos de idade e, até outubro de 2014, foi a pessoa mais jovem a ser contemplada por um prêmio Nobel.
É dele a seguinte citação:
É dele a seguinte citação:
"Deus executa o eletromagnetismo pela teoria das ondas na segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira, e o demônio, pela teoria quântica na terça-feira, quinta-feira e sábado."Aos 5 anos de idade, Lawrence Bragg caiu de seu velocípede e quebrou o braço. Seu pai, que tinha lido sobre os experimentos de Röntgen na Europa e estava realizando seus próprios experimentos, utilizou-se dos recém-descobertos raios-X do seu equipamento experimental para examinar o braço quebrado de Lawrence. Foi o primeiro exame radiológico realizado na Austrália.
25 agosto, 2017
Pronto para usar
A Austrália tinha nome antes de ser descoberta.
Geógrafos antigos supunham que a terra no Norte deveria ser equilibrada pela terra no Sul. Aristóteles escreveu que "deve haver uma região com a mesma relação com o polo Sul como o lugar em que vivem os ursos com o nosso polo". E lendas romanos contavam de uma Terra Australis Incognita, uma "terra desconhecida do Sul", mais de um milênio antes de os europeus descobrirem o continente australiano.
O nome Austrália foi popularizado por Matthew Flinders, que usou o nome que seria formalmente aprovado em 1804. Ao elaborar o seu manuscrito e as cartas para o seu A Voyage to Terra Australis de 1814, ele foi convencido por seu patrono, Sir Joseph Banks, a usar o termo Terra Australis pois este era o nome mais familiar ao público.
Flinders fez isso, mas permitiu-se a uma nota de rodapé:
Geógrafos antigos supunham que a terra no Norte deveria ser equilibrada pela terra no Sul. Aristóteles escreveu que "deve haver uma região com a mesma relação com o polo Sul como o lugar em que vivem os ursos com o nosso polo". E lendas romanos contavam de uma Terra Australis Incognita, uma "terra desconhecida do Sul", mais de um milênio antes de os europeus descobrirem o continente australiano.
O nome Austrália foi popularizado por Matthew Flinders, que usou o nome que seria formalmente aprovado em 1804. Ao elaborar o seu manuscrito e as cartas para o seu A Voyage to Terra Australis de 1814, ele foi convencido por seu patrono, Sir Joseph Banks, a usar o termo Terra Australis pois este era o nome mais familiar ao público.
Flinders fez isso, mas permitiu-se a uma nota de rodapé:
"Se eu me permiti a qualquer tipo de inovação no termo original, teria sido para convertê-lo para Austrália; como sendo mais agradável ao ouvido e uma assimilação dos nomes das outras grandes porções da terra."(((Ready-Made, Futilility Closet)))
15 maio, 2017
O coquetel do cometa
Aqui está uma receita inspirada nos componentes químicos de um Cometa Lovejoy, embora estes sejam mais facilmente disponíveis (e mais seguros) quando são usados seus substitutos terrenos:
• Álcool Etílico, C2H5OH (use Vodka, no lugar)
• Glicoaldeído CH2OHCHO (o 'açúcar' mais simples - use açúcar de cana, em vez e a gosto)
• Formato de Metila, HCOOCH3 (com seu odor de limão - use suco de limão, em vez e a gosto)
• Gelo, H2O em fase sólida (conforme o necessário, mas não exagere)
Nota:
Idealmente, o coquetel deve ser servido em um copo azul-esverdeado - em homenagem às espetaculares cores do cometa C 2014 Q2 / Lovejoy (foto) - bem como para obter efeitos ótimos.
Terry Lovejoy é um astrônomo amador da Austrália. Ele já descobriu cinco cometas.
• Álcool Etílico, C2H5OH (use Vodka, no lugar)
• Glicoaldeído CH2OHCHO (o 'açúcar' mais simples - use açúcar de cana, em vez e a gosto)
• Formato de Metila, HCOOCH3 (com seu odor de limão - use suco de limão, em vez e a gosto)
• Gelo, H2O em fase sólida (conforme o necessário, mas não exagere)
Nota:
Idealmente, o coquetel deve ser servido em um copo azul-esverdeado - em homenagem às espetaculares cores do cometa C 2014 Q2 / Lovejoy (foto) - bem como para obter efeitos ótimos.
Terry Lovejoy é um astrônomo amador da Austrália. Ele já descobriu cinco cometas.
16 fevereiro, 2017
Austrália, seu lugar no mundo
Você tem um mapa de Austrália?
Tem. Está errado. E todo o país vai mudar oficialmente para corrigir o erro.
O problema é causado pelas placas tectônicas. A Austrália está assentada sobre as placas tectônicas que apresentam o mais rápido deslocamento na Terra. Pelos padrões geológicos, a Austrália está praticamente voando: são cerca de 2,7 polegadas para o norte por ano, com uma ligeira rotação no sentido horário também.
As pessoas no solo podem não perceber, mas o Sistema de Posicionamento Global o acusa. Por isso, a Austrália precisa ajustar periodicamente as suas longitudes e latitudes para que elas se alinhem com as coordenadas GPS.
http://www.nytimes.com/2016/09/24/world/what-in-the-world/australia-continental-drift-location-gps.html?_r=1
Deriva continental: 1 e 2
Tem. Está errado. E todo o país vai mudar oficialmente para corrigir o erro.
O problema é causado pelas placas tectônicas. A Austrália está assentada sobre as placas tectônicas que apresentam o mais rápido deslocamento na Terra. Pelos padrões geológicos, a Austrália está praticamente voando: são cerca de 2,7 polegadas para o norte por ano, com uma ligeira rotação no sentido horário também.
As pessoas no solo podem não perceber, mas o Sistema de Posicionamento Global o acusa. Por isso, a Austrália precisa ajustar periodicamente as suas longitudes e latitudes para que elas se alinhem com as coordenadas GPS.
http://www.nytimes.com/2016/09/24/world/what-in-the-world/australia-continental-drift-location-gps.html?_r=1
Deriva continental: 1 e 2
06 dezembro, 2016
O lançamento de um foguete na Austrália
Você sabia?
Não se gasta tanto combustível assim para lançar um foguete da Austrália para o espaço exterior. Os cientistas apenas soltam as amarras que prendem o foguete à plataforma de lançamento...
E ele cai para o espaço.
Não se gasta tanto combustível assim para lançar um foguete da Austrália para o espaço exterior. Os cientistas apenas soltam as amarras que prendem o foguete à plataforma de lançamento...
E ele cai para o espaço.
01 dezembro, 2016
A cor para desencorajar o vício de fumar
As cores podem evocar uma série de associações e algumas delas, aparentemente, têm o poder de impactar negativamente com o nosso humor. É o caso da tonalidade Pantone 448 C, também chamada de "couché opaca", que lembra a cor de um esgoto de verdade.
No entanto, esta tonalidade recebeu uma importante missão. Em todo o espectro do arco-íris, foi aquela escolhida para desencorajar o tabagismo.
Um breve olhar para esta amostra irá convencê-lo das habilidades para a quebra de vícios. Não é para os fracos de coração, mas aqui está:
Nojenta, certo? Voltemos a 2012, quando o governo australiano contratou a agência de pesquisas GfK para criar um novo design de embalagem para os produtos do tabaco. Sendo que, em vez da meta habitual de uma empresa de marketing, eles tiveram que fazer exatamente o oposto. Cada caixa de cigarros tinha de parecer tão desagradável quanto possível.
Três meses após, com sete estudos envolvendo mais de 1000 fumantes regulares, eles finalmente determinaram a cor mais desagradável – para ser impressa, juntamente com as novas advertências ilustradas, nas caixas de cigarros. Também estiveram no pelotão de frente: o verde-limão, o branco, o bege, o cinza-escuro, e a mostarda-marrom, que ficou em segundo lugar parecendo inclusive muito apetitosa (chocolatey!).
Proclamado o vencedor (ou o perdedor, neste caso), o governo anunciou-o pelo nome de "olive green" (verde-oliva). Mas, depois de uma carta urgente da Australian Olive Association, mudou o apelido para "drab dark brown" (marrom-escuro apagado).
(Sem ressentimentos, azeitonas?)
Graças à conclusão desses estudos coloridos, outros países também estão adotando a tonalidade. Como a Irlanda, o Reino Unido e a França (que aprovou recentemente a sua lei da "embalagem simples", com representações que caracterizam a tonalidade).
Agora, o "apagado" talvez possa ter conseguido o melhor papel de sua vida.
A cor do ano da Pantone em 2013, 2014 e 2015.
No entanto, esta tonalidade recebeu uma importante missão. Em todo o espectro do arco-íris, foi aquela escolhida para desencorajar o tabagismo.
Um breve olhar para esta amostra irá convencê-lo das habilidades para a quebra de vícios. Não é para os fracos de coração, mas aqui está:
Nojenta, certo? Voltemos a 2012, quando o governo australiano contratou a agência de pesquisas GfK para criar um novo design de embalagem para os produtos do tabaco. Sendo que, em vez da meta habitual de uma empresa de marketing, eles tiveram que fazer exatamente o oposto. Cada caixa de cigarros tinha de parecer tão desagradável quanto possível.
Três meses após, com sete estudos envolvendo mais de 1000 fumantes regulares, eles finalmente determinaram a cor mais desagradável – para ser impressa, juntamente com as novas advertências ilustradas, nas caixas de cigarros. Também estiveram no pelotão de frente: o verde-limão, o branco, o bege, o cinza-escuro, e a mostarda-marrom, que ficou em segundo lugar parecendo inclusive muito apetitosa (chocolatey!).
Proclamado o vencedor (ou o perdedor, neste caso), o governo anunciou-o pelo nome de "olive green" (verde-oliva). Mas, depois de uma carta urgente da Australian Olive Association, mudou o apelido para "drab dark brown" (marrom-escuro apagado).
(Sem ressentimentos, azeitonas?)
Graças à conclusão desses estudos coloridos, outros países também estão adotando a tonalidade. Como a Irlanda, o Reino Unido e a França (que aprovou recentemente a sua lei da "embalagem simples", com representações que caracterizam a tonalidade).
Agora, o "apagado" talvez possa ter conseguido o melhor papel de sua vida.
A cor do ano da Pantone em 2013, 2014 e 2015.
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