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19 abril, 2026

A festa das redes sociais personificadas

Como seria uma festa onde os participantes fossem as redes sociais transformadas em personagens bastante desagradáveis? O pessoal do Enchufe.tv teve a ideia de capturá-las num de seus esquetes hilários.
– Sou o único que responde as perguntas aqui. (ChatGPT)
Nessa recriação, uma adorável senhora representando o Facebook aparece como guardiã de relíquias de família que sua mãe agora só usa para enviar felicitações de aniversário e republicar frases motivacionais (algo tão real quanto a própria vida). O Instagram é obcecado por filtros, poses e locais "instagramáveis" , enquanto copia descaradamente o TikTok, o novo "organizador das festas", que só pensa em conteúdo viral e crianças viciadas como se fossem drogados.
Naturalmente, o X, o Twitter "repaginado" com seu complexo de identidade, se apresenta como uma zona de guerra permanente e psicopática, onde o importante é cancelar alguém ou alguma coisa antes do almoço. Enquanto isso, o YouTube tenta vender sua redenção moral após anos de conteúdo duvidoso, usando a desculpa de que "fazemos tudo pelas crianças"... Ahã, sei. E, acima de tudo, pelas marcas.
Nessa realidade encenada, ninguém engana ninguém: todos admitem, com diferentes graus de vergonha, que o verdadeiro negócio é otimizar a extração de dados e monetizar os usuários, enquanto os próprios usuários acreditam ser os que lucram (uma forma curiosa de se referir às migalhas). Até mesmo novatos como o Twitch e outras plataformas obscuras estão entrando no caos, demonstrando que a linha que separa entretenimento, publicidade e venda de privacidade desapareceu há muito tempo.
A piada final é quase cativante, graças às risadas gravadas. Menção especial para o ChatGPT, que nem sequer é uma rede social, mas está simplesmente perambulando por aí tentando "contribuir com alguma coisa" ao som de música de terror. Porque nenhuma das redes sociais na festa sabe o que está por suceder".
Vídeo em espanhol:

30 abril, 2024

BYOB

BYOB é um acrônimo em inglês que geralmente significa "bring your own bottle" (traga sua própria garrafa), embora em alguns casos o segundo "B" possa se referir a "beer" (cerveja), "booze" (bebida) ou até mesmo "box" (caixa).

O último caso, numa festa como a que a que está acontecendo abaixo, em que cada gato trouxe sua própria caixa.



03 maio, 2023

Festa no Céu

Conhecem esta história?
Expulso da festa e ameaçado de ser jogado de volta à terra, o sapo implorava:
"Me joguem no fogo, que eu aguento o calor. Mas, por favor, não me atirem naquele lago, que ali eu morro afogado."

02 fevereiro, 2022

Chegou! Chegou! Chegou!

"Toda a obra musical de Caymmi nutre-se de um conhecimento total da vida popular, conhecimento vivido, pois o poeta não é senão o povo no momento supremo da criação."
~ Jorge Amado

Dia 2
Aquarela do artista Carybé

De fevereiro
Dia de festa no mar
Eu quero ser o primeiro
Pra salvar Iemanjá

Escrevi um bilhete a ela
Pedindo pra ela me ajudar
Ela então me respondeu
Que eu tivesse paciência de esperar

O presente que eu mandei pra ela
De cravos e rosas, vingou
Chegou! Chegou! Chegou!
Afinal que o dia dela chegou

A festa popular para Iemanjá realizada em 2 de fevereiro, no Rio Vermelho, foi a fonte inspiradora desta canção de Dorival Caymmi.

Ver também: Dorival Caymmi (1914 - 2008)

17 setembro, 2019

Hey, James (6)

- Queríamos parecer tendo mais idade e também participando de uma festa ou algo parecido. Você pode fazer isso?
- Com certeza.


James Fridman ajuda a realizar seus sonhos por meio do Photoshop.
[1] [2] [3] [4] [5]

24 fevereiro, 2018

O memorial das coincidências

Esta é a foto do extraordinário memorial para o Sr. e a Sra. Huntrodds, em Whitby.


Como se pode traduzir, eles nasceram em 19 de setembro de 1600, casaram-se ​​em 19 de setembro, tiveram 12 filhos e morreram a 5 horas um do outro, em 19 de setembro de 1680, no 80º aniversário natalício deles. É uma impressionante coincidência, se é que pode ser considerada como tal. Afinal, eles presumivelmente escolheram se casar e quando se casar, e a coisa só fica realmente estranha é quando eles morreram. Houve uma praga em Whitby em 1680? Eles sofreram um acidente de trânsito numa carruagem? O bolo de aniversário lhes fez muito mal?
Bem, talvez a preponderância de mortes em aniversários seja simplesmente devido a registros de bebês que morrem logo após o nascimento, o que não era o caso deles.
(https://understandinguncertainty.org/september-19th-huntrodds-day)
Os estatísticos às vezes realizam festas de "probabilidade" em memória deles. É o HuntrODDs' Day.
Organize uma festa do tipo
1. Convide 23 pessoas (incluindo você). Este é o número necessário para uma chance de mais de 50 por cento que dois vão compartilhar um aniversário (assumindo a seleção aleatória de convidados, o que não será, mas não importa, é uma festa, não uma prova de matemática  embora você possa tentar convidar pessoas que nunca se conheceram).
2. Fale com todos. Procure tantas coisas em comum quanto forem possíveis, sejam aniversários, ex-namorados / ex-namoradas, cachorros com o mesmo nome, bebidas finlandesas favoritas (excluindo a vodka  muito fácil), experiências estranhas envolvendo carrinhos de supermercados, seja lá o que for. O ponto principal é que as coincidências podem ser sobre qualquer coisa.

27 agosto, 2016

Como sair de uma festa

Vamos atualizar as estratégias?
Saída digna - Tome uma (só para constar) e caia fora.
Saída à francesa - Deixe a festa sem avisar. Pensarão que você sofreu combustão espontânea e todos continuarão a se divertir ainda mais.
Falsa saída - Diga adeus, vá embora, volte (oi, eu de novo, turma, alguém viu meu celular?). Repita...
Saída épica  - Leve a festa inteira para outra festa.

14 janeiro, 2016

Festum Asinorum

Hoje, 14 de janeiro, é um dia de festa católica, a Festum Asinorum, que comemora a fuga do menino Jesus para o Egito para escapar da chacina de bebês que fora ordenada por Herodes, rei da Judeia.
Segundo a tradição, Jesus e Maria fugiram montados em um burro. A CRUZ NAS COSTAS
Embora a festa tenha caído em desuso, houve um tempo na Europa Medieval que a comemoração era para valer.
Durante a missa, toda a congregação e o sacerdote que presidia a liturgia zurravam feito burros.
No final da missa, o sacerdote, em vez de dizer "Ite, missa est", zurrava três vezes. E as pessoas, em vez de responder "Deo Gratias", diziam: 'Hinham, hinham, hinham.'
"Hinham" é a expressão latina para o som que o burro faz.

http://www.newadvent.org/cathen/01798b.htm
http://vaviper.blogspot.com.br/2013/01/happy-feast-of-ass.html

20 junho, 2015

Bananas golfinhos

Uma criação de Luz, com a receita compartilhada em sua página no Face.
Primeiro, você seleciona algumas bananas com bom aspecto e sem lesões nas cascas. Lave-as e seque-as, delicadamente. Com uma faca, corte a haste da banana e um pouco mais, de modo a fazer o sorriso do golfinho. Passe um pouco de suco de limão no corte para evitar que a abertura feita escureça. Em seguida, corte a banana ao meio e descarte a metade inferior. Fixe a metade superior da banana a um recipiente e acrescente uvas. Reserve uma das uvas para pôr na abertura da boca. Por fim, utilizando-se de cravos, pedacinhos de chocolate ou outra coisa comestível, faça os olhos do golfinho.


Bônus
Extraído do Regulamento de nº 2257/94 que fixa as normas de qualidade para as bananas na Europa:
"As bananas são apresentadas em pencas de pelo menos quatro unidades. Podem também ser apresentadas como frutos individuais."
Significado: as bananas podem ser vendidas em qualquer número, desde que este não seja 2 ou 3.

17 janeiro, 2014

Uma festa que não aconteceu

Em 28 de junho de 2009, Stephen Hawking organizou uma festa para viajantes do tempo. Mas ele enviou os convites só depois.
Ninguém apareceu.
Ele ofereceu isto como uma evidência experimental de que a viagem no tempo não é possível.



Poderá também gostar de:
OS TÍQUETES DO TEMPO - A FESTA DOS SÓSIAS

17 novembro, 2012

Uma festa dos bichos na África

A maruleira está carregada. Um macaquinho dá o sinal de partida ao subir na árvore para saborear seus frutos. Não querendo ser excluído da comilança, um elefante dá trombadas na maruleira para que os frutos caiam onde possa comê-los. E, ao vê-los amontoados no chão sob a árvore, a girafa, a avestruz, o gnu, o cervo e os javalis vão chegando...
É uma festa dos bichos na África!
Bem, excessos acontecem...







Amarula
É um licor de origem africana preparado com creme de leite e suco do fruto da maruleira (Sclerocarya birrea). Tem 17% de álcool em sua composição e o sabor é suave, semelhante ao do caramelo.
Este licor é comercializado pela Southern Liqueur Company of South Africa.

24 junho, 2012

E viva São João?!

por Fernando Gurgel Filho
Dia 24 de junho, comemoramos o dia de São João.
Os povos antigos comemoravam o início do Verão quando ocorria o dia mais longo do ano que, no Hemisfério Norte, se dava por volta de 21 de junho.
Para os cristãos aquilo era uma festa pagã, mas na realidade, era uma festa religiosa onde as pessoas comemoravam os preparativos para as colheitas e a volta do calor do sol por um período mais longo durante os dias.
Nessas comemorações, acendiam-se fogueiras com ervas aromáticas para afastar os maus espíritos e trazer prosperidade. Em volta das fogueiras, as pessoas faziam oferendas, compartilhavam comidas e bebidas e deixavam-se perfumar com a fumaça, pulando a fogueira e dançando em volta dela.
Quando os cristãos passaram a comemorar o dia de São João Batista em 24 de junho, trouxeram todas as tradições dos festejos comemorativos do início do Verão, o que perdura até hoje.
Apenas com uma ressalva, aqui no Hemisfério Sul ocorre justamente o contrário. Por volta de 21 de junho comemoramos o início do nosso Inverno, quando é registrado o dia mais curto do ano. Então, uma fogueirinha e um quentão combinaram muito bem.
Interessante é que por volta do dia 21 de dezembro ocorre o início do Inverno no Hemisfério Norte e voltam as noites longas.
Nesta época, no Hemisfério Norte, ocorre a noite mais longa do ano e, como faz muito frio, as famílias faziam celebrações dentro dos seus lares. Assim, ao invés de acender fogueiras, comemoravam ao redor de uma árvore colocada dentro de casa. Ali faziam oferendas e outros rituais, para agradecer as colheitas e pedir proteção no longo período frio que se iniciava.
Da mesma forma que aconteceu com São João Batista, os cristãos passaram a comemorar o nascimento de Jesus Cristo no dia 24 de dezembro e todas as tradições existentes foram incorporadas a essas comemorações.

25 maio, 2012

A festa dos sósias

Há algum tempo Jorge George vinha identificando pessoas que lembrassem fisicamente celebridades da política, do esporte e do "showbiz". Se, por exemplo, ele conhecia alguém parecido com o lutador Madzilla, tornava-se amigo do conhecido, de longa data, oferecendo-se inclusive para ser sparring - em troca de saber o endereço e o número do telefone.
Estes detalhes tinham a ver com uma festa de arromba que ele estava planejando. Uma festa à base de sósias, que colocaria Fortaleza no mapa dos grandes acontecimentos.
Nessa festa, cada sósia teria de atuar, falar, vestir-se etecétera e tal como se fosse o original. Para isso, ia receber cachê - além de participar de uma grande boca livre. O que, aliás, ficaria mais em conta para o anfitrião do que trazer o popstar propriamente dito, que, além de cobrar um cachê mais alto, resultaria em gastos adicionais com passagens aéreas, hotel e carro com motorista.
Daqui em diante, vou me referir aos sósias como se eles fossem as pessoas representadas. Fica mais objetiva a descrição dessa festa que, por sinal, não terminou bem.

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24 junho, 2011

Volpi e as bandeirolas

Alfredo Volpi nasceu na Itália e veio para o Brasil com um ano de idade, em 1897, com os pais que emigraram para São Paulo. Desde pequeno gostava de misturar tintas e criar novas cores. Esse talento o levou a trabalhar como pintor de frisos, florões e painéis nas paredes das mansões paulistanas.
Estudou na Escola Profissional Masculina do Brás e trabalhou como marceneiro, entalhador e encadernador. Aos 16 anos de idade, ele pintou sua primeira aquarela. Aos 18 anos, ele pintou sua primeira obra de arte, sobre a tampa de uma caixa de charutos, usando tinta a óleo.
Ao longo de quase um século de existência, Volpi passou por várias fases, recebeu influências de pintores impressionistas e clássicos como Cézanne, Giotto, Ucello, encontrando seu próprio caminho. Volpi criou sua própria linguagem na pintura e evoluiu naturalmente das representações de cenas da natureza para produções mais intelectuais, concebidas em seu estúdio.
Daí em diante suas obras seriam dominadas pelas cores e pelo estilo abstrato geométrico. Exemplo marcante disso são suas bandeirolas multicoloridas, que se tornaram sua marca registrada. As formas geométricas e as trocas cromáticas começaram nos anos 1970: Volpi preparava várias pinturas parecidas, alterando cores, no que os críticos definem como uma combinação inventiva.
É a fase das bandeirinhas, sua maior contribuição para a arte brasileira moderna, expressa em seu trabalho Bandeiras e Mastros. Só pintava com a luz do sol e se envolvia totalmente com a criação de sua obra, o que incluía esticar o linho para as telas. Depois de dominar a técnica da têmpera com clara de ovo, o artista nunca mais usou tintas industriais. "Elas criam mofo e perdem vida com o passar do tempo", dizia.
Num processo típico de um pintor do Renascimento, fazia suas próprias tintas, diluídas em uma emulsão de verniz e clara de ovo, em que ele adicionava pigmentos naturais purificados (terra, ferro, óxidos, argila colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol.
Grande Fachada Festiva, Alfredo Volpi
Bandeirinhas
No Brasil, as festas de São João mais conhecidas são as da Região Nordeste. De origem europeia, e sendo uma longínqua herança da festa pagã do solstício de verão, são celebradas no dia 24 de junho. Neste mês, outros santos católicos também são homenageados com festas: Santo Antonio (dia 13) e São Pedro (dia 29).
A típica festa de São João brasileira é realizada em uma área ao ar livre chamada de arraial ou "arraiá" (em uma alusão ao modo caipira de falar). O local é decorado com bandeirinhas de papel de várias cores, palha de coqueiro e balões feitos com papel de seda. Além disso, faz-se uma grande fogueira na área central do "arraiá" e erguem-se barraquinhas com atendentes que servem comida variada. As comidas mais típicas dessas festas são as que têm o milho como base do seu preparo, tais como a canjica e a pamonha, devido ao fato de ser uma época ideal para a colheita desse vegetal.
Sem dúvida, o ponto alto da festa é o da realização da Quadrilha, onde os participantes, disfarçados com roupas ao estilo caipira, dançam aos pares, liderados por um rapaz e uma moça que fazem o papel de "noivos". E o enredo geralmente, se resume ao seguinte: o pai da "noiva", furioso pelo avançado estado de gravidez da filha, força o "noivo" a casar-se com ela. Ao contrário do que se poderia pensar, o tom da Quadrilha não é trágico, mas sim cômico, sobretudo pela resistência do "noivo" em aceitar o casamento.

08 junho, 2011

Festas de Divórcio

Há dois anos, a empresária Meg Sousa, 29, deu uma grande festa para amigos e familiares. Chegou de limusine, fez uma entrada triunfal, recebeu elogios pela decoração do bolo, distribuiu lembrancinhas para os convidados. Mas o maior comentário foi mesmo o motivo da festa que causou furor: sua separação conjugal.
A Festa de Divórcio, como a que Meg fez, está chegando, aos poucos, ao Brasil.
"bem-separados"
“Fiz uma festa no mesmo formato da do meu casamento, com direito a bolo, "bem-separados" (imagem) – uma versão dos bem-casados - e buffet, conta Meg. Para ela, promover o evento foi a maneira que encontrou de mostrar a todos que ela estava bem.
Diante de convidados boquiabertos, Meg entrou no salão acompanhada por dançarinos profissionais. Além disso, banda, fotógrafo e DJ foram contratados. “Eu pensei em quebrar o tabu que existe sobre o final de casamento ser sempre triste e cheio da amarguras”, afirma.
O sucesso enorme da Festa de Divórcio de Meg foi a deixa para mais comemoração. No ano seguinte ao primeiro evento, a festa foi repetida. Quando um casal completa um ano de casamento, significa que fez "Bodas de Papel". Aproveitando a denominação da data, Meg resolveu fazer as “Bodas de Papel Rasgado”.
"Agora, em junho deste ano, vamos para a terceira edição”, revela a empresária. Ela diz que o tema “divórcio” acabou ficando em segundo plano. “As festas foram tão divertidas que devem virar anuais.”

Fonte: Danielle Nordi, Delas, iG

29 maio, 2011

A dança sem cadeiras

Ao me fazer a sugestão para assistir a este vídeo, o 4° do concerto da cerimônia de encerramento da Shangai World Expo, o colega Nelson Cunha, de João Monlevade - MG, me fez também um desafio:

EXPLICAR COMO AS INSTRUMENTISTAS ESTÃO SENTADAS.


Inicialmente, pensei que elas estivessem sentadas numa espécie de escadaria cenográfica. Um ledo ivo engano causado por meu antigo problema com a visão de profundidade, concluí a seguir. Ao ver, por novos ângulos mostrados no vídeo, que essa escadaria se encontrava em um plano bem posterior. Daí em diante, esqueci a música, o jogo de cores e as acrobacias, e concentrei-me apenas em observar os derrières das instrumentistas, o que, aliás, não foi um mau negócio.
Não encontrei nenhuma explicação, Nelson.
Aqui na terrinha, um colunista social diz que colocar cadeiras no ambiente é motivo suficiente para acabar qualquer festa. Pode ser que os organizadores da festa de encerramento temessem um desfecho desse tipo.

09 outubro, 2010

Olha o nível! (2)

Eis uma cena fotografada numa festa que o artista Hans Hemmert deu em Berlim.
Preocupado com o bem-estar de seus convidados, o anfitrião providenciou uma grande quantidade de extensores de sapatos. Feitos de uma esponja azul e disponíveis em tamanhos variados, os extensores possibilitaram que os convidados se nivelassem na altura (dois metros) durante o acontecimento.
(A festa dos sonhos para os baixinhos.)