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06 abril, 2026

Um exemplo pioneiro de interação homem-máquina de alto nível

Diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) aos 21 anos, em 1963, os médicos inicialmente deram a Stephen Hawking apenas dois anos de sobrevida. No entanto, contrariando todas as previsões, ele se tornou o sobrevivente mais longevo da doença, falecendo aos 76 anos, em 2018.
Com o avanço de sua condição, Hawking adaptou-se às crescentes limitações físicas. Sua capacidade de comunicação evoluiu com a tecnologia, utilizando um sistema avançado de computador acoplado à sua cadeira de rodas. O dispositivo tinha uma tela com teclado que ele controlava por meio de movimentos da bochecha, permitindo-lhe continuar compartilhando suas ideias com o mundo.
Ao longo de sua vida, Hawking manteve o foco em entender o universo por meio da observação científica e das evidências. Sua posição sobre religião e Deus refletia seu compromisso em buscar explicações baseadas em leis naturais, em vez de intervenções sobrenaturais. (Lucas Rabello)

Componentes e Funcionamento do Sistema de Comunicação (TecMundo)
  • Sensor Infravermelho: Instalado nos óculos e apontado para a bochecha de Hawking, o sensor detectava contrações musculares, permitindo selecionar letras e comandos.
  • Software ACAT (Assistive Context-Aware Toolkit): Desenvolvido pela Intel, funcionava como um corretor avançado, prevendo palavras para acelerar a comunicação.
  • Sintetizador de Fala: Um computador integrado transformava o texto selecionado em sua voz robótica icônica.
  • Controle de Ambiente: A cadeira permitia que ele controlasse remotamente luzes, portas, televisão e som em sua casa.
  • Conectividade: O sistema incluía um hub USB e componentes eletrônicos alimentados por baterias, permitindo uso contínuo.

14 março, 2021

Uma breve história de Stephen LEGO Hawking

Meu pequeno modelo LEGO do cientista Stephen Hawking acabou de completar 10 anos, o que me levou a refletir sobre a história dessa criação peculiar e o caminho que minha vida seguiu como resultado da criação. E, para marcar a ocasião, na semana passada eu levei esta versão LEGO do Professor (imagem) a uma viagem especial para seguir os passos de seu homônimo!
Dez anos atrás, eu estava começando a experimentar as minhas próprias criações (my own creations ou "MOCs", como nós, fãs de LEGO, gostamos de chamá-las). Eu tinha tijolos limitados, experiência limitada, habilidade limitada e nenhuma direção real. Então Stephen Hawking anunciou seus planos de experimentar gravidade zero a bordo do infame avião Vomet Comet, o que me inspirou a modelá-lo como uma figura LEGO em escala "miniland".
Fiquei satisfeito com o resultado, e tê-lo em destaque aqui no The Brothers Brick foi uma surpresa agradável. Mas uma surpresa ainda maior ocorreu quando a criação foi escolhida pelos sites da cultura pop e se tornou viral.
Foi nesse momento que tive minha epifania da LEGO. Em primeiro lugar, os personagens pareciam um gênero subexplorado de construção da LEGO, que parecia um desafio mais interessante para mim do que dizer veículos ou edifícios. Em segundo lugar, havia um público muito maior - além da comunidade de fãs principal - para criações de LEGO baseadas na cultura pop.
Assim começou minha jornada de uma década como fã adulto de LEGO, focado em recriar pessoas e momentos de todas as formas de cultura pop.

Bom para 14/03/2021.

14 março, 2020

Uma mensagem de Stephen Hawking está a caminho de um buraco negro

A vida de Stephen Hawking foi em grande parte dedicada ao estudo dos mistérios dos buracos negros. Suas cinzas foram seladas com a equação da radiação Hawking, e uma mensagem do astrofísico e comunicador científico viajará com elas, por 3.500 anos, em direção a 1A 0620-00, o buraco negro mais próximo do Sistema Solar.


Hawking, que morreu em 14 de março (2018), aos 76 anos de idade, sofria de esclerose lateral amiotrófica (também conhecida como ALS ou doença de Lou Gehrig), que o privou da capacidade de andar e falar. Embora não se esperasse que ele passasse dos vinte anos, ele sobreviveu aos 50 anos seguintes,  estudando o mistério dos buracos negros e comunicando ao público as idéias emergentes da física e da astronomia em seus livros mais vendidos, "Uma Breve História do Tempo", "O Universo numa Casca de Noz", "Aos Ombros de Gigantes","A Teoria de Tudo" e outros.

Leia mais:
http://www.smithsonianmag.com/smart-news/message-stephen-hawking-its-way-black-hole-180969382/#YR2jlqiH5tJ66Ill.99
http://twitter.com/Rainmaker1973/status/1175756861032865792
http://brainpickings.us2.list-manage.com/track/click?u=13eb080d8a315477042e0d5b1&id=0478824132&e=7e3c292deb

30 junho, 2018

A vida ameaçada pelos asteroides

De acordo com a Nasa, a melhor técnica para desviar um asteroide do seu curso de impacto com a Terra vai depender do cenário. Ou seja, a escolha do método de mitigação do impacto depende da órbita do objeto, sua composição e velocidade relativa, bem como da probabilidade do impacto e da localização do impacto previsto.
Alguns NEOs (Near Earth Objects) podem estar em órbitas que são especialmente difíceis de alcançar, a menos que sejam localizados muitos anos até décadas antes do impacto.
Alguns asteroides são essencialmente pilhas de entulho, tornando-os difíceis de "empurrar" sem quebrá-los, enquanto outros podem ser corpos monolíticos coesos. Alguns são muito pequenos ou frágeis para atingir a superfície da Terra, como o asteroide (meteorito?) que se desintegrou sobre Cheliabinsk, Rússia, em 2013, e não justificaria uma missão de mitigação, mas sim o planejamento de uma resposta de emergência, diz a Nasa.
No entanto, apesar da escassa chance de um asteroide atingir a Terra num futuro previsível - menos de 0,01 por cento nos próximos 100 anos - já aconteceu no passado e é inevitável que isso aconteça novamente.
"Uma das principais ameaças à vida inteligente em nosso universo é a alta probabilidade de um asteroide colidir com planetas habitados", declarou o físico Stephen Hawking, em novembro de 2016. "Embora a chance de um desastre para o planeta Terra em um determinado ano possa ser bastante baixa", ela crece ao longo do tempo e se torna uma certeza nos próximos 1.000 ou 10.000 anos. Nesse tempo, deveríamos ter nos espalhado para o espaço e, então, um desastre na Terra não significaria o fim da espécie humana."

30 de junho é o Dia Internacional dos Asteroides.

09 junho, 2018

Stephen Hawking e sua supercadeira

Stephen William Hawking (8 de janeiro de 1942, Oxford, UK - 14 de março de 2018, Cambrige, UK) foi um físico teórico, cosmólogo e um dos mais consagrados cientistas das últimas décadas. Doutor em cosmologia, foi professor lucasiano de matemática na Universidade de Cambridge, na qualidade de professor lucasiano emérito, um posto que foi ocupado por Isaac Newton, Paul Dirac e Charles Babbage. Também foi diretor de pesquisa do Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica e fundador do Centro de Cosmologia Teórica da Universidade de Cambridge.
Hawking era portador de esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença degenerativa incurável que paralisa os músculos do corpo sem, no entanto, atingir as funções cerebrais. A doença foi detectada quando ele tinha 21 anos. Em 1985, Hawking teve que se submeter a uma traqueostomia após ter contraído pneumonia e, a partir de então, utilizou um sintetizador de voz para se comunicar. Gradualmente, ele perdeu o movimento dos seus braços e pernas, assim como do resto da musculatura voluntária, incluindo a força para manter a cabeça erguida, de modo que sua mobilidade ficou praticamente nula. Em 2005, Hawking usava os músculos da bochecha para controlar o sintetizador e, em 2009, já não podia mais controlar a sua cadeira de rodas elétrica.
Outros cientistas criaram novas formas de tecnologia para evitar que o físico sofresse da "síndrome do encarceramento", ajudando a traduzir os pensamentos de Hawking em fala. A última versão desenvolvida pela Intel e cedida a Hawking em 2013, rastreava o movimento dos olhos do cientista para gerar palavras, embora ele afirmasse em seu site oficial (www.hawking.org.uk) que ainda prefiria usar o "cheek tracking" (rastreamento da bochecha) para utilizar a interface ACAT (um sistema também desenvolvido pela Intel).


Hawking se descrevia como ateu. Em algumas ocasiões, usou a palavra "Deus" em seus livros e discursos, mas, segundo ele próprio, no sentido metafórico e relativo. Hawking acredita que "o universo é governado pelas leis da ciência. As leis podem ter sido criadas por um Criador, mas um Criador não intervém para quebrar essas leis". Ele comparou a ciência e a religião durante uma entrevista, dizendo que "há uma diferença fundamental entre a religião, que se baseia na autoridade, e a ciência, que se baseia na observação e na razão. A ciência vai ganhar porque ela funciona".
Apesar de confinado a uma cadeira de rodas e incapaz de falar sem o auxílio de um sintetizador de voz (que o deixava "com um sotaque americano"), Stephen Hawking realizou notáveis contribuições no campo da cosmologia (o estudo do universo como um todo) e da gravidade quântica, além de escrever as 262 páginas do maior "best-seller" da ciência para leigos: "Uma breve história do tempo". WIKI

Na Genno e Scientia: Como Hawking escrevia e pronunciava seus discursos
1. Um tablet era instalado em um suporte de metal acoplado a um dos braços da cadeira.
2. No menu havia termos prontos, como "sim", e uma lista de palavras em ordem alfabética, além da função "soletrar".
3. Um sensor nos óculos captava os movimentos da bochecha usados para escolher as frases.
4. O texto completo era enviado ao sintetizador, que criava a voz simulando entonação, segundo Sam Blackburn, assistente de Hawking. O som saía atrás do suporte do computador.
5. Para palestrar, ele escrevia o discurso antes. Na hora da participação, envia ao sintetizador uma frase por vez, o que deixava a fala mais natural.

No blog EM: Stephen Hawking está fora de controle

20 novembro, 2017

Terra S/A

As previsões de Stephen Hawking para a Terra
O astrofísico britânico afirmou que é necessário construir uma base lunar nos próximos 30 anos e colonizar Marte até 2025. Para ele, o futuro da humanidade depende da exploração do espaço. "Tentar se espalhar por aí talvez seja a única estratégia que pode nos salvar de nós mesmos. Estou convencido de que os seres humanos precisam sair da Terra."

03 maio, 2017

Capitalismo e robôs

"Devemos realmente ter medo do capitalismo, não dos robôs!
Se as máquinas produzem tudo de que precisamos, o resultado vai depender de como as coisas são distribuídas. Todo mundo pode desfrutar de uma vida de lazer luxuosa, se a riqueza produzida pelas máquinas for compartilhada, ou a maioria das pessoas pode acabar sendo miseravelmente pobre se os proprietários das máquinas forem bem sucedidos em seu "lobby" contra a redistribuição da riqueza. Até agora, a tendência parece ser para a segunda opção, com a tecnologia produzindo mais desigualdade."
Stephen "Lego" Hawking


Astrofísico não pode dar palpite em economia?
"Se as pessoas só falassem quando tivessem algo a dizer, os seres humanos rapidamente perderiam o uso da linguagem." Somerset Maugham

12 setembro, 2016

Como ocultar o nosso planeta dos aliens

Paul Rodgers, no Forbes:
"Astrônomos da Universidade de Columbia desenvolveram a teoria de construir uma capa de invisibilidade, usando um laser com 30 MW de potência, o qual poderia mascarar a presença do planeta em alguns ou em todos os comprimentos de onda. [...] O atual método para detetar a presença de planetas é baseado em variações no brilho de estrelas, causadas pela passagem de um planeta em frente delas. [...] mas, ao disparar um laser do planeta em trânsito (o laser só precisaria operar cerca de dez horas por ano), seria possível esconder a sombra criada pelo planeta que passa na frente de sua estrela. Assim, o brilho da estrela, aparentemente, permanece inalterado mesmo quando o planeta fica entre a estrela e o observador."
O estudo é intitulado, precisamente, A Cloaking Device for Transiting Planets (Um Mecanismo de Invisibilidade para Planetas em Trânsito) e afirma que, se podemos fazer isso, as chances são também de que outras civilizações possam fazê-lo. E, assim, controlar se os extraterrestres querem ser vistos e quando ou se, em vez disso, preferem permanecer oculto a outros observadores.
Dependendo da configuração e da potência do laser, poder-se ia obter ocultações menos ou mais completas, parciais ou em todos os comprimentos de onda, e também naqueles que se associam com a presença de elementos na atmosfera -- como o oxigênio -- e que, por isso, também servem como indicadores da habitabilidade ou da possível presença de vida no planeta.
O método também poderia fazer exatamente o contrário: provocar distorções como as que são relacionadas com o trânsito do planeta, de forma a comunicar sua presença e difundir informações para observadores a respeito de nossa capacidade tecnológica.

– Sei não. Prefiro que usem esse método somente como capa de invisibilidade.
Justificativa – Estou com o Prof.Stephen Hawking, que teme que o contato humano com civilizações tecnologicamente mais avançadas seja tão devastador para a humanidade quanto foi a chegada dos europeus para as sociedades indígenas ao redor do mundo, meio milênio atrás.

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O paradoxo de Fermi

04 dezembro, 2014

Stephen Hawking na Sétima Arte

Stephen Hawking quer ser um vilão no próximo filme de James Bond
Sim, ele é um físico. Mas isso não é tudo. Prof. Stephen Hawking já apareceu em Star Trek: The Next Generation e The Big Bang Theory . Agora ele está pronto para a grande tela. Hawking acha que seria um grande vilão em um filme de James Bond.
Anita Singh escreveu para The Daily Telegraph:
"Meu papel ideal seria o de um vilão em um filme de James Bond. Eu acho que a cadeira de rodas e a voz de computador proporcionariam um espetáculo à parte", disse ele.
Em uma entrevista à revista Wired, Prof Hawking, de 72 anos, disse que gosta de se comunicar com o mundo:
"Usando o meu sintetizador de voz, embora ele me dê um sotaque americano. Mas venho mantendo essa voz, porque agora é minha marca registrada."
Que tipo de vilão no cinema deverá ser o Prof. Hawking?

Umas breves histórias
Outro emprego na Inglaterra, Uma festa que não aconteceu, Bônus, A sabedoria da TL;WIKIPEDIA e Uma pesquisa na Internet sobre viajantes do tempo