Mostrando postagens com marcador carnaval. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador carnaval. Mostrar todas as postagens

14 fevereiro, 2026

No tempo das indelicadezas

Compartilho com vocês esta marchinha, "Não enche o saco do Chico" (autor: Vitor Velloso), do carnaval de 2017.
Com a Orquestra Royal.
A propósito de uma agressão verbal a Chico Buarque que aconteceu no "Brasil dos Coxinhas".
"Não vai passar / Intolerante nem por um segundo / Cálice, filhinho de papai / Vai trabalhar, vagabundo."

01 fevereiro, 2025

Alô, fevereiro

O entrante mês está sendo aqui saudado por este samba na excelente interpretação da cantora Roberta Sá.


Canção do compositor carioca Sidney Miller, "Alô, Fevereiro" (que foi sucesso na voz de Dóris Monteiro em 1972) é uma das faixas do 2.º disco da cantora Roberta Sá – "Que Belo Estranho Dia Pra Se Ter Alegria". O álbum vendeu mais de 50 mil cópias e rendeu à Roberta seu primeiro disco de ouro, além de duas indicações ao Grammy Latino nas categorias artista revelação do ano e melhor álbum de MPB.

14 fevereiro, 2024

O Combate entre o Carnaval e a Quaresma

https://twitter.com/historia_pensar/status/1628132659066023936
Pintura a óleo sobre madeira produzida em 1559 por Pieter Bruegel, o Velho, mestre do Renascimento flamengo. A obra representa uma disputa simbólica entre o hedonismo e os prazeres mundanos e a abnegação e a observância religiosa. É apresentada como um panorama imaginário algo caótico, formado por um conjunto de cenas fragmentadas, e não por uma narrativa linear. A ação se desenvolve na praça central de uma cidade não especificada da Holanda, onde mais de 200 personagens se reúnem.

11 fevereiro, 2024

Baixo Leblon

O Baixo Leblon fica entre a Avenida Ataulfo de Paiva, a Rua Dias Ferreira e a Rua Aristides Espínola. A partir dos anos 1970, se firmou como ponto de encontro de intelectuais e artistas radicados no Rio de Janeiro. O termo "baixo" tem origem carioca, sendo uma definição informal para a concentração de bares em determinada área geográfica, formando um "itinerário etílico".
Um dia, o Baixo Leblon entrou para a marcha carnavalesca "Turma do Funil" (1956), de Mirabeau Pinheiro, Milton de Oliveira e Urgel de Castro. Foi quando os compositores Tom Jobim e Chico Buarque criaram uma introdução com título ("No Baixo Leblon") e letra para o relançamento (1980) da famosa marcha, com a participação da Miúcha.

No Baixo Leblon
Quando é tão densa a fumaça
Que o tempo não passa
E a porta do bar já fechou
Quando ninguém mais tem dono
O garçom tá com sono
E a primeira edição circulou
Quando não há mais saudade
Nem felicidade
Nem sede, nem nada, nem dor
Quando não tem mais cadeira
Tomo uma besteira de pé no balcão
E eis que da porta do fundo
Do oco do mundo desponta um cordão.


Do Gabinete da Paródia do Blog EntreMentes: Turma do Poire (2015)

14 julho, 2023

Rodar a baiana

Trata-se de uma expressão idiomática brasileira que significa: «reclamar com escândalo ou brigar».
Sua origem não parece clara. Mas a tese mais aceita, segundo o Wikcionário (com base em fonte jornalística brasileira), é a seguinte:
Nos blocos de carnaval do Rio de Janeiro, no início do século XX, alguns foliões tinham a ousadia de beliscar as nádegas das moças fantasiadas que desfilavam. Para evitar isso, alguns capoeristas desfilavam, no meio dessas moças, fantasiados como baianas. Então, quando alguém cometia algum ato desrespeitoso com as moças, eles atacavam. Quem estava de fora e não estava informado da situação via apenas rodar a baiana e, em seguida, iniciar-se uma grande confusão.
O Ciberdúvidas da Língua Portuguesa acrescenta: 
No contexto dessa expressão, baiana deve entender-se não como «mulher habitante ou natural da Bahia», mas, sim, como «alguém que se veste com a indumentária tradicional das negras e mestiças da Bahia (vendedoras de quitutes), que consta de saia rodada, bata de renda, turbante, pano-da-costa, chinelas, colares, brincos e balangandãs».
Bom para o DBF.

Estampa de camisa: SE SUA BAIANA NÃO RODA, NÃO TENTE PARAR A MINHA

23 fevereiro, 2023

A invenção do Carnaval e do Brasil

Você está correto, o Brasil não inventou o carnaval. O carnaval é uma tradição que tem raízes bem antigas e é comemorado em várias partes do mundo, incluindo a Europa, América Latina e Caribe. No entanto, o carnaval brasileiro é conhecido por sua grande escala e animação, tornando-se um dos mais famosos do mundo. A celebração do carnaval no Brasil remonta ao século XVII e é influenciada por várias culturas, incluindo a europeia, africana e indígena. (ChatGPT)

Quem foi que inventou o Brasil? / Foi seu Cabral! / Foi seu Cabral! / No dia vinte e um de abril / Dois meses depois do carnaval. (Lamartine Babo)

"O Brasil não inventou o Carnaval, mas o povo do Brasil se aconchegou de tal forma à folia, dando sentidos encruzilhados ao Carnaval, que ocorreu o inverso: foi o Carnaval que inventou um país possível e original, às margens e nas frestas desse projeto de horror que nos constituiu." (Luiz Antonio Simas)

O carnaval é invenção do Diabo / Que Deus abençoou / Deus e o Diabo no Rio de Janeiro / Cidade de São Salvador. (Caetano Veloso)

19 fevereiro, 2023

A história da morena nua que abalou as estruturas do esplendor do carnaval

Composição de Max Castro e Erasmo Carlos. 

Álbum: Quem foi que disse que eu não faço samba...

A história da morena nua que, ao "funkiar" na avenida em desfile de carnaval, ensandeceu a multidão e a bateria, fazendo com que a escola de samba perdesse pontos no quesito harmonia. E nem pensou que foi por causa dela que a escola não ganhou.


21 abril, 2022

E se o carnaval cair em abril?

Em 1980, Francis Hime lançou um LP em que havia a música "E se...", uma parceria dele com Chico Buarque. Essa música fazia um paralelismo entre coisas que à época pareciam impossíveis e um amor que também parecia impossível.

21/04/2022 - Pois é, o carnaval caiu em abril!

Há 110 anos...
No bissexto ano de 1912, o Brasil teve Carnaval em dobro. Morreu em 12 de fevereiro José Maria da Silva Paranhos Júnior, o Barão do Rio Branco, para quem só havia duas coisas organizadas no País: "a desordem e o Carnaval". Então, o governo decretou luto e adiou o Carnaval para dois meses depois. Esse decreto desagradou os foliões e teve efeito contrário: o povo festejou duplamente, em fevereiro e abril.

16 fevereiro, 2021

Quando o carnaval era o entrudo

"Scène de Carnaval", comemoração do entrudo popular nas ruas brasileiras, de Jean-Baptiste Debret, 1834

No Brasil, a introdução da festa do carnaval ocorreu em meados do século XVI, por volta de 1641, trazida pelos portugueses durante a colonização brasileira. O entrudo, como era conhecida a prática de brincadeiras e folguedos, era realizado inicialmente na cidade do Rio de Janeiro. Desde o início, a comemoração contava com a participação de famílias brancas, como também de escravos. O Prof. Luiz Felipe Ferreira, em seu livro "O livro de ouro do carnaval brasileiro" (Ediouro, 2004) esclarece que existiam, no Rio de Janeiro do início do século XIX, duas grandes categorias de entrudo: o entrudo familiar e o entrudo popular. O entrudo familiar era realizado dentro das casas e, por isso mesmo, era mais "delicado". Geralmente, jogavam-se limões de cheiro em quem festejava (pequenas bolas de cera recheadas de águas perfumadas característica do carnaval da Rio de Janeiro). Já o entrudo popular, realizado nas ruas, era mais violento e grosseiro. Eram lançados quaisquer tipos de pós ou líquidos nos festejantes (inclusive urina e fezes).
http://cocada-preta.blogspot.com/2012/01/origem-do-carnaval.html

No Brasil, o carnaval "evoluiu": do entrudo até o mela-mela. Passando pelo corso, papangus, desfiles no sambódromos, bailes de máscaras, trios elétricos e o Galo da Madrugada. No Ceará, faltou esta parte do meio.
Fiz esta reflexão em 2007. Veio a pandemia e passou o rodo.

22 fevereiro, 2020

O carro alegórico das queimadas

Neste ano, é uma das estrelas dos festejos carnavalescos de Colônia. Entre as atrações no tradicional desfile da próxima segunda-feira (24/02), ponto alto do Carnaval da cidade do oeste da Alemanha, está um carro alegórico com um boneco do presidente brasileiro, segurando a bandeira do Brasil atada a um palito de fósforo tamanho família e exibindo um largo sorriso, diante de árvores carbonizadas e sambistas seminuas chamuscadas.


Esta alegoria sobre rodas, uma crítica às queimadas na Amazônia, desfilará produzindo fumaça. Literalmente.

DW Brasil

06/03/2020 - Parodiando ...
"Este PIB é o pum produzido com talco, espirrando do traseiro do palhaço e fazendo a risadaria feliz da velhacada." 

16 fevereiro, 2020

O enterro mais doido da história do mundo

por LUIZ ANTONIO SIMAS
1- Thread (*) sobre o enterro mais doido da história do mundo, que descrevi no meu livro "Coisas Nossas". O cantor Blecaute, um dos maiores intérpretes de marchinhas e sambas de Carnaval de todos os tempos, morreu no dia 9 de fevereiro de 1983 . O velório foi uma fuzarca das boas.
2- Em certo momento um corneteiro solou, em andamento lento, o samba General da Banda, maior sucesso do falecido, com a solenidade exigida pela ocasião. Logo depois o da corneta se animou, atacou de Maria Candelária, a alta funcionária que saltou de paraquedas e caiu na letra ó.
3 - O corneteiro emendou com Maria Escandalosa, outro sucesso do cantor, e transformou o cemitério em um salão dos mais animados. À exceção do próprio Blecaute, todos os presentes, numa reação em cadeia, levantaram os dedinhos e caíram no sassarico.
4- O lance mais inusitado, entretanto, não foi o fabuloso baile no cemitério. Acontece que o enterro foi no São João Batista e um fã mais afoito, disposto a se despedir do ídolo, encheu a cara, errou de cemitério e parou no Caju, ao lado de dois companheiros de copo.
5- Os três, pra lá de Bagdá, chegaram ao concorrido velório de um capitão do Exército e, apostando que aquele mar de gente só podia estar ali para se despedir do Blecaute, invadiram a capela mandando no gogó: Chegou General da Banda, ê ê / Chegou General da Banda, ê a...
6- Para horror da família do capitão, com direito a siricoticos da esposa e crise nervosa de uma amante discretíssima, alguns dos presentes, mesmo não entendendo bulhufas do que ocorria, acharam que era melhor cantar também.
7- Na hora em que os bebuns, no embalo do General da Banda, puxaram Pedreiro Waldemar, um familiar do morto deu o basta, foi tirar satisfações com os cachaças e o pau comeu.
8- Em meio a cenas de pugilato, a amante do defunto incorporou uma cigana e passou a dar consultas no cemitério, ao lado do túmulo do Barão do Rio Branco. A esposa deu uma de viúva das histórias do Nelson Rodrigues e desmaiou.
9- Os pinguços, quando perceberam a dimensão da encrenca, saíram em busca de alguma birosca. A turma cantando para o defunto errado foi, no fundo, uma tremenda homenagem ao grande Blecaute. Não imagino prova de popularidade mais contundente.
(*) https://twitter.com/simas_luiz/status/1112884894542299136
10 - A família do milico, cá entre nós, não deveria ter se ofendido com o gurufim. O homem subiu de patente: viveu como capitão do Exército e virou, depois de morto, o General da Banda.
https://odia.ig.com.br/_conteudo/diversao/carnaval/2014-02-08/luiz-antonio-simas-o-gurufim-do-blecaute.html

01 fevereiro, 2020

Em fevereiro tem carnaval

Este ano não vai ser igual àquele que passou. Quando houve reclamações gerais porque o carnaval caiu em março (5). Coisa do calendário religioso.
Isso aconteceu por causa da data da Páscoa, que é sempre no domingo seguinte à primeira Lua cheia que ocorre após o equinócio da primavera no hemisfério norte. Equinócio é o momento em que o dia e a noite têm exatamente a mesma duração: 12 horas.
Quanto ao Carnaval, é sempre 47 dias antes da Páscoa.
Como diriam Humberto Silva e Paulo Sette, autores de "Até quarta-feira", e Jorge Ben, de "País Tropical":
Este ano, meu bem, tá combinado, em fevereiro (25) tem carnaval.

No bissexto ano de 1912, o Brasil teve Carnaval em dobro. Morreu em 12 de fevereiro José Maria da Silva Paranhos Júnior, o Barão do Rio Branco, para quem só havia duas coisas organizadas no País: "a desordem e o Carnaval". Então, o governo decretou luto e adiou o Carnaval para dois meses depois. Esse decreto desagradou os foliões e teve efeito contrário: o povo festejou duplamente, em fevereiro e abril.

Fevereiro
Derivado do período romano de Februa, que era um festival de purificação, também chamado festival de Lupercália. Fevereiro recebeu o nome do deus romano Februus, que representava a purificação. Este festival ocorria no dia 15 do mês. Incluía alguns rituais de limpeza que, acreditava-se, melhoravam a saúde e a fertilidade.

17 março, 2019

Tributo a Evaldo Gouveia (2)

Em sua 52.ª edição, o baile "Carnaval da Saudade", realizado todos os anos no Náutico Atlético Cearense, homenageou o cantor, compositor e violonista Evaldo Gouveia.
Natural da cidade de Iguatu - CE, o artista até hoje colhe os frutos de sua intensa contribuição à Música Popular Brasileira. Fez parte do lendário Trio Nagô e emplacou no cancioneiro nacional composições como "Deixe que ela se vá", "Alguém me disse", "Serenata da chuva", "Sentimental demais" e "E a vida continua" – o que justifica a reverência feita ao artista.
Entre suas muitas canções, Evaldo Gouveia contribuiu também para o carnaval com a marcha-rancho "Bloco da solidão", sucesso nos bailes de carnaval desde 1971, "O mundo melhor de Pixinguinha", samba-enredo da Portela em 1973, e "O conde", de 1969, que tem como tema a emoção que a referida escola de samba provoca ao desfilar.
Seu parceiro mais frequente, inclusive nestas canções para o carnaval, foi o espírito-santense Jair Amorim (1915 - 1993).

Arquivo EM: Tributo a Evaldo Gouveia (1)

03 março, 2019

Aula-show do Maestro Spok

Com a participação especial do maestro Inaldo "Spok" Cavalcante, do baterista Adelson da Silva e do passista Alisson Lima, a JAZZ SINFÔNICA BRASIL, sob a regência do maestro Fábio Prado, deu este concerto de frevos (vídeo) no Theatro Municipal de São Paulo.
Principalmente em Recife e Olinda, é impossível pensar em Carnaval e não se lembrar do ritmo contagiante do frevo.
"Assim como um texto literário é uma estranheza para um analfabeto, a junção de melodia, harmonia e ritmo (que acontece no frevo) é indecifrável para uma pessoa que não tenha bom gosto musical."



FREVO
A palavra frevo vem de "ferver", por corruptela, "frever", que passou a designar: efervescência, agitação, confusão, rebuliço; apertão nas reuniões de grande massa popular, em seu vai e vem em direções opostas, como o Carnaval (de acordo com o "Vocabulário Pernambucano", de Pereira da Costa).
Divulgando o que a boca anônima do povo já espalhava, o "Jornal Pequeno", vespertino do Recife que mantinha uma detalhada seção carnavalesca da época, assinada pelo jornalista Oswaldo Oliveira, na edição de 9 de fevereiro de 1907, fez a primeira referência ao ritmo, na reportagem sobre o ensaio do clube "Empalhadores do Feitosa", do bairro do Hipódromo, que apresentava, entre outras músicas, uma denominada "O frevo".
O ritmo que tinha em seus primórdios um andamento parecido com o dobrado, ganhou elementos inovadores da polca, do maxixe e da marcha militar e foi, com o passar dos anos, transformando-se no frevo pernambucano, transfigurando as antigas agremiações do século XIX nos clubes carnavalescos dos nossos dias. O clube chamou para si a atenção dos capoeiras, comuns nos desfiles das bandas militares que, fazendo complicados passos, criaram a coreografia do frevo, a qual, o pernambucano denomina de passo.

2008 - Spok Frevo Orquestra
2015 - Frevo "Sete Corações"

01 março, 2019

"Uma ofegante epidemia" (2)

Há ocasiões em que se cria uma nota para o blog sem muito esforço.
Comigo, numa dessas vezes (há 12 anos), foi assim:
Para título da nota usei a expressão "Uma ofegante epidemia" retirada do samba "Vai passar", de Francis Hime e Chico Buarque.
A seguir, fiz o upload de um belo desenho de Li Lang, no qual os versos do samba eram parcialmente emoldurados pelo contorno ocidental de uma silhueta do Brasil.
E, num esforço titânico, escrevi o corpo da postagem:
Começou.


Apenas isto, pois não estava a fim de me esfalfar naquela sexta-feira gorda de carnaval.
Felizmente, como sempre faço (quando isso é possível), dei os créditos da imagem à artista gráfica que a criara. O que motivou a ela, que também se assina Eliane, ao tomar conhecimento da nota publicada (o que só aconteceu um ano e meio após), me enviar a seguinte mensagem:
"Nossa, que honra usar essa minha imagem!
Criei um blog há séculos, nem me lembrava dele!!!!
E cá estou, numa mera busca do Google... reconheci essa arte (ainda da época de Paint Brush).
Adoro essa música.
Abraços, Li Lang"

27 fevereiro, 2019

Temas cearenses no carnaval carioca de 2019

Das 14 escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro que desfilarão nos dias 3 e 4 de março de 2019 na Marquês de Sapucaí, duas vão se apresentar com temas cearenses.
União da Ilha, que levará para a Sapucaí "A peleja poética entre Rachel e Alencar no avarandado do céu", tendo como enredo um encontro (ficcional) entre dois ícones da literatura cearense: Raquel de Queirós (1910-2003) [1] [2] e José de Alencar (1829-1877).
Paraíso do Tuiuti, a escola vice-campeã do carnaval do ano passado, que levará para a Avenida o enredo "O salvador da pátria", sobre a história do bode Ioiô.
Figura folclórica da cultura popular cearense, Ioiô costumava perambular pelas ruas centrais da cidade, na companhia de boêmios e escritores que frequentavam os bares e cafés ao redor da Praça do Ferreira, antigo centro cultural da capital, e que lhe davam cachaça para beber. Em 1922, o bode foi eleito "vereador" como forma de protesto à política local. Segundo conta a história popular, recebeu o nome de "Ioiô" por percorrer sempre o mesmo trajeto, definido entre a Praça do Ferreira e a Praia de Iracema.
Imagem: Foto do bode Ioiô empalhado e exposto no Museu do Ceará (Rua São Paulo, 51 - Centro de Fortaleza).
Ler mais: http://www.ceara.com.br/cepg/h40.htm
04/03/2018 - Atualizando ...
Num trecho do enredo, o carnavalesco Jack Vasconcelos explica:
"Vocês que fazem parte dessa massa irão conhecer um mito de verdade: nordestino, barbudo, baixinho, de origem pobre, amado pelos humildes e por intelectuais, incomodou a elite e foi condenado a virar símbolo da identidade de um povo. Um herói da resistência!".
O texto que explica o enredo também cutuca a Lava Jato de Sergio Moro, ao tratar da forma como Lula foi condenado: "Não posso provar, mas tenho total convicção da autenticidade de tudo o que a ele atribuíram…".
Quem ler a sentença de Sergio Moro não encontrará a descrição de conduta criminosa nem a apresentação de provas de crime.
Fatos indeterminados…
Desta vez, Jack Vasconcelos foi buscar a história de um bode popular para, metaforicamente, passar a mensagem que o Brasil precisa entender.
Leia a íntegra deste artigo no DCM.

23 fevereiro, 2019

Tem Babyanno aí

Foi numa casca de laranja
Que eu pisei, pisei
Escorreguei
Quase caí
Mas a turma lá de trás gritou: xi...
Tem Babyanno aí
Tem Babyanno aí.

Carluxo não gosta de Babyanno.

14 fevereiro, 2018

Nara Leão - Marcha da quarta-feira de cinzas

Carlos Lyra - Vinicius de Moraes



Por que quarta-feira de cinzas tem este nome?
Devido à tradicional missa de cinzas celebrada pela Igreja Católica no 1º dia da Quaresma.

Tons da quarta-feira de cinzas
"Que importa restarem cinzas se a chama foi bela e alta?" Quintana
- Quase morri, sabia?
- Eu sei. Toda vez que você quase morre, eu quase morro também. Clary e Jace – Cidade das Cinzas
Tem ex que ressurge das cinzas e nem fênix é.
"Você tem que arder em sua própria chama: como se renovar sem primeiro se tornar cinzas?" (Nietzsche)
A quarta-feira é de cinzas porque todo mundo queimou o filme.
É para lembrar que você torrou todo o seu dinheiro no carnaval.
Ô quarta-feira ingrata...
O Bacalhau do Batata segue outro fuso horário. PGCS


Quarta-feira de cinzas com algumas reflexões sobre o Carnaval.
http://blogdopg.blogspot.com.br/2007/02/quarta-feira-de-cinzas.html

12 fevereiro, 2018

Canhão de confetes

O Iberê, do Manual do Mundo, ensina como fazer um canhão de confetes. O canhão, que é caseiro, tem sua vantagem (1) e sua desvantagem (2) com relação a outros modelos existentes no mercado.
(1) pode ser recarregado
(2) levanta a suspeita de que o portador seja terrorista


Pegou a mania do Aruan: "Vou cortar para ver o que tem dentro."

Como também fazer:
 confetes
 uma torre de confetes

24 fevereiro, 2017

Carnaval político

Vídeos com quatro marchinhas que estão viralizando na internet. O blog EM deseja que o seu carnaval fique mais triste alegre.