Recentemente, pesquisadores da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, tiveram um novo insight que pode ser útil na árdua busca por vida alienígena. Eles imaginaram como organismos vivendo em mundos que orbitam estrelas anãs vermelhas sobreviveriam às intensas rajadas de radiação que, de tempos em tempos, elas ejetam em grandes erupções. Justamente por estarem submetidos a doses elevadíssimas de raios ultravioleta, tais seres iriam precisar de algum tipo de mecanismo protetor. E, para eles, a biofluorescência cairia como uma luva.
Além de blindá-los contra os efeitos nocivos da radiação, a reação luminosa pode se tornar tão forte durante as erupções a ponto de ser identificável mesmo de outro sistema solar. Basta ter um telescópio potente o bastante para captar o brilho. E, para nossa sorte, dentro de poucos anos, instrumentos desse porte estarão em funcionamento.
"É um jeito completamente novo de procurar vida no Universo. Apenas imagine um mundo alienígena brilhando suavemente em um telescópio poderoso", disse em um comunicado o astrônomo líder da pesquisa, Jack O’Malley-James, pesquisador do Instituto Carl Sagan, em Cornell. Os cientistas não precisaram ir longe para entender como seria esse brilho – é só olhar para corais que usam o mesmo mecanismo para suavizar a radiação ultravioleta do Sol.
Eles convertem os raios ultravioleta em luz visível, criando o belo efeito brilhante. "Essa biofluorescência pode expor biosferas escondidas em novos mundos através de seus brilhos temporários, quando a erupção de uma estrela atinge o planeta", disse a astrônoma Lisa Kaltenegger, do Instituto Carl Sagan e co-autora deste artigo publicado em 13 de agosto, no periódico Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.
Figura - Um exemplo de fluorescência de coral. As proteínas fluorescentes de corais absorvem a luz ultravioleta e a luz azul e reemitem-na em comprimentos de onda maiores (ver, por exemplo, Mazel e Fuchs, 2003). Imagem disponibilizada sob Creative Commons CC0 1.0 Universal Public Domain Dedication.
Via MSN (condensado)
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10 outubro, 2019
25 fevereiro, 2019
Um asteroide misterioso
Em 19 de outubro de 2017, um estranho corpo celeste em forma de charuto foi descoberto pelo Observatório de Haleakala, no Havaí. Inicialmente classificado como um cometa, foi reclassificado como um asteroide, uma semana depois. É a primeiro de uma nova classe chamada asteroides hiperbólicos.
Tem cerca de 400 metros de comprimento e 40 metros de largura.
Devido a sua alta velocidade de entrada, acredita-se que este asteroide tenha "origem interestelar", ou seja, originou-se fora do nosso sistema solar.
Foi nomeado Oumuamua, uma palavra havaiana que significa "um mensageiro de longe que chega primeiro".
Astrônomos da Universidade de Harvard cogitaram na possibilidade de o objeto ser artificial, tendo origem alienígena e sendo usado para investigar sinais de vida na Terra. Todavia, a maioria dos cientistas da área rechaça essa hipótese.
07/12/2022 - Atualizando ...
Oumuamua acaba de sair do Sistema Solar.
Boa viagem. E não conte por aí o que viu na Terra.
Tem cerca de 400 metros de comprimento e 40 metros de largura.
Devido a sua alta velocidade de entrada, acredita-se que este asteroide tenha "origem interestelar", ou seja, originou-se fora do nosso sistema solar.
Foi nomeado Oumuamua, uma palavra havaiana que significa "um mensageiro de longe que chega primeiro".
Astrônomos da Universidade de Harvard cogitaram na possibilidade de o objeto ser artificial, tendo origem alienígena e sendo usado para investigar sinais de vida na Terra. Todavia, a maioria dos cientistas da área rechaça essa hipótese.
Imagem: veio daqui
07/12/2022 - Atualizando ...
Oumuamua acaba de sair do Sistema Solar.
Boa viagem. E não conte por aí o que viu na Terra.
17 fevereiro, 2019
Viagem à Lua
"Le Voyage dans la Lune" (no Brasil, "Viagem à Lua") é um filme francês do ano de 1902. Foi baseado em dois romances populares de seu tempo: "Da Terra à Lua", de Julio Verne, e "Os Primeiros Homens na Lua", de H. G. Wells.
O filme teve roteiro e direção de Georges Méliès, com assistência de seu irmão Gaston Méliès. Foi extremamente popular em sua época e o mais conhecido das centenas de produções de Méliès. É considerado o primeiro filme de ficção científica e o primeiro a tratar de seres alienígenas, usando recursos inovadores de animação e efeitos especiais, incluindo a famosa cena da nave pousando no olho da "Homem da Lua".
Méliès tinha a intenção de lançar seu filme nos Estados Unidos com a ideia de lucrar com isso. Entretanto, técnicos dos filmes de Thomas Edison secretamente fizeram cópias e as distribuíram por todo o país.
"Le Voyage dans la Lune" (nos EUA, "A trip to the Moon") foi escolhido um dos cem melhores filmes do século XX no ranking de "The Village Voice", ocupando a posição de número 84. É o filme mais velho presente na lista do livro "1001 Filmes para Ver antes de Morrer", de Steven Jay Schneider. Hoje, possui domínio público, pois seus direitos autorais já expiraram.
Sinopse
A história começa com uma reunião de cientistas em que o professor Barbenfouillis (interpretado por Georges Méliès) tenta convencer seus colegas a participar de uma viagem para explorar a Lua. Depois de especificar o plano e formar o grupo que realizará a expedição, os detalhes da viagem são finalizados e os cientistas embarcam num foguete espacial que é disparado por um canhão. A nave pousa no olho do "Homem da Lua" (uma imagem famosa) e os cientistas começam a explorar o ambiente lunar. Eles não demoram a encontrar os habitantes da Lua, os selenitas, que os capturam e os trazem diante de seu rei. Depois de descobrir a maneira pela qual os selenitas podem ser derrotados (eles viram fumaça com o simples toque de um guarda-chuva), os cientistas conseguem escapar e retornar à Terra. Aqui, depois de cair no mar e ser resgatado, eles são recebidos em Paris como heróis.
O filme teve roteiro e direção de Georges Méliès, com assistência de seu irmão Gaston Méliès. Foi extremamente popular em sua época e o mais conhecido das centenas de produções de Méliès. É considerado o primeiro filme de ficção científica e o primeiro a tratar de seres alienígenas, usando recursos inovadores de animação e efeitos especiais, incluindo a famosa cena da nave pousando no olho da "Homem da Lua".
Méliès tinha a intenção de lançar seu filme nos Estados Unidos com a ideia de lucrar com isso. Entretanto, técnicos dos filmes de Thomas Edison secretamente fizeram cópias e as distribuíram por todo o país.
"Le Voyage dans la Lune" (nos EUA, "A trip to the Moon") foi escolhido um dos cem melhores filmes do século XX no ranking de "The Village Voice", ocupando a posição de número 84. É o filme mais velho presente na lista do livro "1001 Filmes para Ver antes de Morrer", de Steven Jay Schneider. Hoje, possui domínio público, pois seus direitos autorais já expiraram.
Sinopse
A história começa com uma reunião de cientistas em que o professor Barbenfouillis (interpretado por Georges Méliès) tenta convencer seus colegas a participar de uma viagem para explorar a Lua. Depois de especificar o plano e formar o grupo que realizará a expedição, os detalhes da viagem são finalizados e os cientistas embarcam num foguete espacial que é disparado por um canhão. A nave pousa no olho do "Homem da Lua" (uma imagem famosa) e os cientistas começam a explorar o ambiente lunar. Eles não demoram a encontrar os habitantes da Lua, os selenitas, que os capturam e os trazem diante de seu rei. Depois de descobrir a maneira pela qual os selenitas podem ser derrotados (eles viram fumaça com o simples toque de um guarda-chuva), os cientistas conseguem escapar e retornar à Terra. Aqui, depois de cair no mar e ser resgatado, eles são recebidos em Paris como heróis.
27 agosto, 2018
Propostas de sinalização para contatos com alienígenas
Em 1822, Carl Friedrich Gauss revela seus planos para entrar em contato com alienígenas por meio do heliotrópio, um instrumento que ele havia inventado no ano anterior.
Alguns também sugerem que foi Gauss quem propôs a construção de um imenso triângulo retângulo em associação com três grandes quadrados na superfície da Terra para sinalizar a existência da vida humana aos alienígenas da Lua ou de Marte.
Os detalhes variam entre as fontes, mas tipicamente o "desenho" deveria ser construído na tundra siberiana e composto de vastas faixas de floresta de pinheiros formando as bordas do triângulo retângulo, com o interior do triângulo e os quadrados exteriores compostos de campos de trigo.
Gauss estava convencido de que essa figura geométrica, invocando o teorema de Pitágoras, demonstraria reciprocamente a existência de vida inteligente na Terra e em Marte.
https://en.wikipedia.org/wiki/Gauss%27s_Pythagorean_right_triangle_proposal
Pitagóricas: 1, 2 e 3
"Com 100 espelhos separados, cada um com 16 pés quadrados, sendo usados conjuntamente, um pelo menos seria capaz de enviar uma boa luz heliotrópica para a Lua. Seria uma descoberta ainda maior do que a descoberta da América, se pudéssemos entrar em contato com os nossos vizinhos da Lua."
Os detalhes variam entre as fontes, mas tipicamente o "desenho" deveria ser construído na tundra siberiana e composto de vastas faixas de floresta de pinheiros formando as bordas do triângulo retângulo, com o interior do triângulo e os quadrados exteriores compostos de campos de trigo.
Gauss estava convencido de que essa figura geométrica, invocando o teorema de Pitágoras, demonstraria reciprocamente a existência de vida inteligente na Terra e em Marte.
https://en.wikipedia.org/wiki/Gauss%27s_Pythagorean_right_triangle_proposal
Pitagóricas: 1, 2 e 3
23 julho, 2018
Vida inteligente
26 abril, 2018
O carinha que mora logo aqui
Lembra-se desta cena em "Men in Black" (Homens de Preto), em que Will Smith abre a cabeça do alienígena morto e encontra outro alienígena dentro operando as alavancas?Essa não é a nossa situação?
Não se importe com o Little Guy, como muitos deles são, olhando a situação de uma forma mais geral: não somos esse corpo Big Man, dentro do qual este espírito Little Guy opera as alavancas?
Deus ex machina? O "fantasma" na máquina? Quando o Little Guy sai, o Big Man cai.
O carinha tem a capacidade de transferir sua consciência para o exterior deste terno de armadura que vestimos o tempo todo.
Livre-arbítrio ou livre-justificativa?
Durante o passar dos séculos, a questão de saber se nossos pensamentos e ações são fundamentalmente livres ou virtualmente determinados tem estado na vanguarda do debate filosófico. O biólogo Átila, de Nerdologia, expõe neste vídeo ambos os lados do argumento em termos simples, e até mesmo oferece outra perspectiva interessante sobre o assunto.
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