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11 julho, 2015

Porque me ufano de Ufá

A presidente Dilma Rousseff viajou a Ufá, na Rússia, para participar da VII Cúpula do BRICS, grupo de países emergentes composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
Por se tratar de uma longa viagem aérea, com 20 horas de duração e o desgaste físico de cruzar oito fusos horários, Dilma precisou fazer um escala em Portugal, onde aproveitou para dormir algumas horas. Só isso já tirou o sono daqueles que, como "o presidente reeleito" Aécio, dedicam-se a fazer uma incansável "oposição ao Brasil".
Nesse "momento de conspiração", é importante que os cinco países do BRICS, já tendo criado um banco de investimento e um fundo de reservas para se contraporem ao FMI e ao Banco Mundial, fortaleçam ainda mais a cooperação financeira que deve existir entre os países membros do grupo.


Ufá é a capital e a maior cidade da República do Barcortostão. Bons augúrios, senhores líderes. É de tostão em tostão que se vai ao trilhão.

VI Cúpula do BRICS em Fortaleza

25 abril, 2014

O Marco Civil da Internet

O Brasil sediou nesta semana um fórum global para discutir o futuro e a governança da Internet: o NET Mundial. O evento está reuniu entidades internacionais de vários setores envolvidos com os rumos da Web, como o criador da Internet, Sir Tim Berners-Lee (foto à esquerda); o CEO da ICANN, Fadi Chehadé; o vice-presidente do Google e um dos inventores do protocolo TCP/IP, Vint Cerf; e a ativista do software aberto na África, Nnenna Nwakanma.
:-)
"Há uma opinião unânime entre especialistas e usuários da internet em todo o mundo que a aprovação da Lei do Marco Civil da Internet pelo Congresso brasileiro foi um avanço histórico. O criador da web, Sir Tim Berners-Lee, considerou o Marco Civil “um presente para a web em seu 25º aniversário”. Isso porque o Marco Civil assegura a liberdade de expressão, a privacidade do indivíduo e o respeito aos direitos humanos. Estabelece a governança democrática, multissetorial, multilateral e aberta, exercida com transparência estimulando a criação coletiva e a participação da sociedade, governos e setor privado. Assegura a universalidade, base do desenvolvimento social e da construção de sociedades inclusivas, não discriminatórias. Estabelece a diversidade cultural sem imposição de crenças, costumes e valores. Assegura a neutralidade da rede pois garante que um provedor de conexão não pode interferir no conteúdo que o usuário queira acessar, tornando inadmissível restrições por motivos políticos, econômicos, religiosos ou de qualquer outra natureza."