A presidente Dilma Rousseff viajou a Ufá, na Rússia, para participar da VII Cúpula do BRICS, grupo de países emergentes composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
Por se tratar de uma longa viagem aérea, com 20 horas de duração e o desgaste físico de cruzar oito fusos horários, Dilma precisou fazer um escala em Portugal, onde aproveitou para dormir algumas horas. Só isso já tirou o sono daqueles que, como "o presidente reeleito" Aécio, dedicam-se a fazer uma incansável "oposição ao Brasil".
Nesse "momento de conspiração", é importante que os cinco países do BRICS, já tendo criado um banco de investimento e um fundo de reservas para se contraporem ao FMI e ao Banco Mundial, fortaleçam ainda mais a cooperação financeira que deve existir entre os países membros do grupo.
Ufá é a capital e a maior cidade da República do Barcortostão. Bons augúrios, senhores líderes. É de tostão em tostão que se vai ao trilhão.
VI Cúpula do BRICS em Fortaleza
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11 julho, 2015
11 julho, 2014
VI Cúpula do BRICS em Fortaleza
Depois de ter sido uma das cidades-sede da Copa Mundial de Futebol de 2014, Fortaleza se prepara para sediar a VI Cúpula do BRICS, bloco econômico composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
O encontro acontecerá neste mês de julho, nos dias 14 e 15, no Centro de Eventos do Ceará, com a presença dos chefes de Estado, ministros, diplomatas e delegações dos países-membros. Além de 750 pessoas que integram as comitivas oficiais, são esperados para a VI Cúpula cerca de mil empresários e 1.200 jornalistas de todas as partes do mundo.
Na oportunidade, deverão ser anunciadas as criações de um banco de investimento, com o capital inicial de US$ 50 bilhões, e de um arranjo contingente de reservas, uma espécie de fundo ao qual os países do bloco podem recorrer em caso de dificuldades econômicas.
O BRICS, que nasceu com a demanda de uma reforma na governança global, considera essas medidas como uma maneira de mostrar claramente que, se as instituições atuais não se adaptam às novas fontes de poder, os países emergentes se encarregam de criar suas próprias instituições.
O encontro acontecerá neste mês de julho, nos dias 14 e 15, no Centro de Eventos do Ceará, com a presença dos chefes de Estado, ministros, diplomatas e delegações dos países-membros. Além de 750 pessoas que integram as comitivas oficiais, são esperados para a VI Cúpula cerca de mil empresários e 1.200 jornalistas de todas as partes do mundo.
Na oportunidade, deverão ser anunciadas as criações de um banco de investimento, com o capital inicial de US$ 50 bilhões, e de um arranjo contingente de reservas, uma espécie de fundo ao qual os países do bloco podem recorrer em caso de dificuldades econômicas.
O BRICS, que nasceu com a demanda de uma reforma na governança global, considera essas medidas como uma maneira de mostrar claramente que, se as instituições atuais não se adaptam às novas fontes de poder, os países emergentes se encarregam de criar suas próprias instituições.
19 abril, 2012
O cabo Brics
Um dos assuntos recentes do Financial Times é o projeto de criação do cabo Brics, um cabeamento subterrâneo de mais de 34 mil km de extensão que promete conectar Miami (EUA) a Vladivostok (Rússia), sem passar pela Europa. A intenção é criar uma conexão de internet pelo hemisfério sul, passando por Fortaleza (Brasil), Cidade do Cabo (África do Sul), Ilhas Maurício, Chennai (antiga Madras, Índia), Cingapura e Shantou (China). A medida possibilitaria reduzir o risco de interceptação de informação crítica, como dados financeiros, por entidades que não fazem parte do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, considerados países emergentes
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