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09 novembro, 2014

O melhor [dos atrasados] do ENEM 2014

Na categoria "Meme":

Na categoria Fair Play:
"A pontualidade é a virtude dos entediados."

Temas das provas de redação do ENEM de 1998 a 2014

07 novembro, 2014

A gasolina subiu?

Dona Dilma:
Pelo amor de Deus, aumente a conta da luz, mas não mexa na gasolina, não. Porque gato eu sei fazer, mas cavar para achar petróleo é complicado!
Elmano Gomes, citado por José Simão

A timidez cobra seu preço
Quando um governo explica o que faz, o povo entende.
Quando não explica e deixa que a mídia o faça, depois não espere ser entendido.
Pagará, então, o preço. Bem mais caro que o da gasolina, aliás.


Hipocrisia e desinformação
Um aumento de 3 por cento no preço da gasolina na fonte, e ainda menor no preço final (em média, 6 centavos por litro), é inferior à inflação, e infinitamente abaixo da elevação do poder aquisitivo do trabalhador.
Um salário mínimo, ao final do governo FH, comprava 89 litros. O salário de hoje compra 241 litros.
O preço da gasolina andava defasado há anos, e o aumento foi modesto. Era importante aumentar os preços, porque a saúde financeira da Petrobrás é essencial para a estratégia do nosso desenvolvimento.
Não faz sentido, porém, defender aumentos maiores, como faz a nossa mídia, de olho em ganhar com as ações da Petrobrás. Nossa gasolina não é barata, embora não esteja entre as mais caras. Note que um dos maiores produtores de petróleo do mundo, a Noruega, vende a gasolina mais cara do planeta.

06 novembro, 2014

Por que esta foto hoje?


07/11 - Dia Internacional da Preguiça
Como EM comemorou a data em 2011, 2012 e 2013.

O problema de não fazer nada
É você nunca saber quando acabou. - Frase atribuída a Groucho Marx

28 outubro, 2014

Mais partidos governarão os estados brasileiros a partir de 2015

Os estados brasileiros serão governados por integrantes de nove partidos diferentes, número maior do que o registrado há quatro anos. Em 2010, seis legendas fizeram governadores.
O acréscimo de siglas no comando dos estados, resultante das eleições de 2014, segue uma tendência de maior distribuição dos cargos entre as agremiações políticas.

PSDB: 8 ► 5
PSB: 6 ► 3
PMDB: 5 ► 7
PT: 5 ► 5
DEM: 2 ► 0
PMN: 1 ► 0
PDT: 0 ► 2
PSD: 0 ► 2
PCdoB: 0 ► 1
Pros: 0 ► 1
PP: 0 ► 1

Zero Hora Eleições c/ infográficos

27 outubro, 2014

Mapa ponderado dos resultados das eleições presidenciais de 2014 no Brasil

Jornal GGN – As eleições terminaram e as críticas e o preconceito contra o eleitorado do Nordeste inundaram as redes sociais. Já surgiram, inclusive, mapas separatistas, de um Brasil sem Nordeste, conduzido por um vitorioso presidente tucano. As impressões, no entanto, são equivocadas. Dilma venceu em todos os estados do Nordeste, mas venceu também no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, e conseguiu ser bastante votada nos estados em que foi derrotada para que, ao fim de tudo, saísse vitoriosa do pleito (51,6% x 48,3%).
Thomas Conti preparou este mapa ponderado, a meu ver mais realista para retratar os resultados das eleições presidenciais de 2014 no Brasil.



Como foram obtidas essas escalas de cor?
Usando o Excel 2013, computei o percentual de votos válidos de cada candidato em uma tabela. Nas versões mais novas, o Excel tem um recurso chamado Formatação Condicional que permite ao programa colorir automaticamente tabelas a partir de uma instrução. Usando esse recurso, selecionei o vermelho básico para 100% de votos em Dilma, e o azul básico para 0% de votos em Dilma. Depois, fiz o contrário para Aécio: 100% de votos com o azul básico e 0% de votos com o vermelho básico. Feito isso, todos os valores intermediários foram coloridos automaticamente pelo Excel, originando cores que refletem precisamente o grau de distância entre 0% e 100% nas duas escalas.
Por que os Estados do Sudeste parecem menos azuis?
Isso se deve à proporção que cada candidato teve de votos por Estado. Nos Estados em que Dilma teve o pior desempenho – Acre e São Paulo – obteve ainda assim 36% dos votos válidos, 15 pontos percentuais a mais do que o pior desempenho de Aécio, que foi de 21%. Ou seja, mesmo nos Estados do Sul o peso de no mínimo 36% para a cor vermelha acaba atenuando um pouco a força da cor azul.
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N. do E.
Dilma recebeu 24.539.880 de votos no N/NE e 29.882.106 de votos no S/SE/CO.
Dilma venceu em 15 dos 27 estados (DF incluído) do País.
Dilma venceu em 3.511 dos 5.566 municípios brasileiros.
Aécio venceu em Miami com 92% dos votos.
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Quem ganhou e quem perdeu na eleição presidencial, por Flávio Aguiar, Blogue do Velho Mundo
Tão importante quanto dizer quem ganhou e quem perdeu é dizer quem saiu ganhando e quem saiu perdendo. Nem sempre estas coisas coincidem, como se verá.

20 outubro, 2014

Entrevista de Dilma à CartaCapital

247 - A presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff concedeu uma entrevista à revista Carta Capital que chega às bancas nesta semana. Na publicação, Dilma aborda temas que vão desde as denúncias de corrupção contra o seu governo até os mecanismos criados pelos governos Lula e Dilma para punir corruptores e corruptos, passando pelas relações internacionais e pelo ensino profissionalizante. Ela também falou sobre o que ela considera uma campanha para desmoralizar a Petrobras orquestrada pela oposição e sobre o combate à inflação.
Segundo a presidente, o combate à corrupção foi intensificado no seu governo, ao contrário do que acontecia quando o PSDB governava o País com Fernando Henrique Cardoso ocupando a Presidência da República. Dilma relembrou que a figura do Procurador Geral da República acabou conhecida como Engavetador Geral da República, um "apelido dado por nós (PT)".
Dilma disse, ainda que o foro privilegiado foi uma criação de FH. Na entrevista, ela também questiona o fato do PSDB taxar o PT e muitos de seus membros como corruptos quando envolvidos em escândalos que envolvem o PSDB, como o bicheiro Carlinhos Cachoeira e o ex-parlamentar Demóstenes Torres, não são sequer citados.
Dilma também criticou a pressa tucana em "nomear" ministros. "Por que o senhor Armínio Fraga foi "empossado" antecipadamente? O PSDB diz: com a mesma receita e o mesmo cozinheiro farei o mesmo prato", disse a presidente. Sobre a afirmação de Armínio de que a crise teria acabado, a presidente foi irônica.
"Ele diz que a crise acabou. Talvez por considerar que uma crise acaba quando os problemas dos bancos americanos cessam". "Com eles, numa crise menos grave que a atual, os juros chegaram a 45% e o desemprego a 15%, e o Governo foi de pires na mão ao FMI".
A situação da Petrobras também foi abordada e, segundo a presidente, atrelar o preço do petróleo ao mercado internacional só beneficiaria os acionistas nacionais e estrangeiros em detrimento da maioria da população. Dilma também atacou o que considera uma disputa para desmoralizar a estatal permitindo a exploração das camadas do pré-sal por empresas internacionais.
Um dos pontos centrais da campanha tucana para desacreditar o governo Dilma reside no combate à inflação. Neste ponto, Dilma foi enfática ao afirmar que a proposta tucana de levar a inflação para o patamar de 3%, como prega o adversário Aécio Neves (PSDB), implicará uma taxa de juros de 25% e elevará o índice de desemprego para um patamar em torno de 15%.
Ela também questionou o fato de Aécio, ao longo de seu governo, ter assinado um terno de responsabilidade com o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) por não ter investido R$ 7,6 bilhões na Saúde e R$ 8 bilhões na Educação. "Como acreditar que Aécio terá compromisso como presidente, com educação e saúde, se não teve quando governou Minas?", pontuou.

17 outubro, 2014

A vingança de Vargas contra Lacerda

por Rodrigo Vianna, Portal Fórum
Se Dilma ganhar, essa eleição vai significar também a vingança de Getúlio Vargas contra o lacerdismo.
Sei que o tempo presente nos chama. Mas um pouco de História vai bem. Na verdade, vou falar de um passado que é presente.
Vocês sabem que Carlos Lacerda foi o governador do Rio (e jornalista, e dono de jornal) que fazia oposição violenta contra Getúlio Vargas e o trabalhismo – isso tudo lá nos anos 1950 e 1960.
Chamado de "O Corvo" pelos getulistas, Lacerda era bancado pelos EUA. E tinha apoio de uma classe média furiosa com os direitos trabalhistas, com a criação da Petrobrás e com a entrada em cena da “ralé” (que passava a definir eleições – votando em Vargas ou nos candidatos apoiados por ele).
Qual era o discurso de Lacerda? Vargas seria um “corrupto”, um “bandido comandando uma quadrilha”.
Isso lembra alguma coisa a vocês?
Em 1954, o cerco se apertou. A imprensa passou a falar em "Mar de Lama" no governo. Vargas foi cercado no palácio. E num gesto dramático (esse papo de que no Brasil não há conflitos, e de que tudo se resolve "na boa", é balela!) o presidente meteu uma bala no peito.
Ali, Vargas virou o jogo. O povão que começava a ser influenciado pela campanha midiática anti-Vargas, ficou do lado do morto.
Não preciso dizer que "O Globo" e quase toda a imprensa estavam ao lado de Lacerda contra Vargas. O povão queimou carros e gráfica da família Marinho em 1954 – para se vingar.
Pois bem, o conservadorismo brasileiro é tão pouco criativo que nem disfarça.
Saltemos ao século XXI… Em 2006 (quando o PSDB imaginava que Lula seria derrotado fragorosamente graças ao "Mensalão"), FH lamentava "a falta que faz um Carlos Lacerda para tocar fogo no palheiro".
Na falta de um Lacerda de verdade, o PSDB terceirizou (eles são bons nisso): surgiram dezenas de lacerdinhas nos jornais, rádios, TVs e na revista da marginal. São blogueiros e jornalistas que fazem a agitação verbal para o PSDB – reproduzindo o mesmo discurso que hoje escutamos nas ruas: "o PT é uma quadrilha que precisa ser escorraçada".
Na campanha de 2014, Aécio Neves surfa nessa onda. Aproveita também os erros do PT e – sem programa que não seja arrocho e desemprego – Aécio tenta ganhar a eleição no grito: "Fora, PT", "abaixo a corrupção".
No debate da Band, qual foi a grande "sacada" de Aécio? Dizer que o Brasil vive um "Mar de Lama".
Hehe… É a mesma palavra de ordem dos que levaram Vargas ao suicídio em 1954. A direita é a mesma.
Só que Dilma não vai meter bala no coração. Não. Dilma disparou de volta, na testa de Aécio.
O rapaz mineiro (que fala em meritocracia, mas vive do que herdou da família) ficou atônito quando Dilma falou nos casos de corrupção do PSDB, e falou no episódio do aeroporto construído dentro da fazenda de um tio de Aécio. Falou também dos casos de nepotismo (Aécio empregou meia dúzia de parentes no governo de Minas).


O rapaz perdeu o rebolado.
Se Aécio fosse um monge budista, ainda assim esse discurso moralista de que "todo o problema do Brasil é a corrupção" não faria sentido (e a desigualdade? e o racismo? e a violência policial? e o poder do sistema financeiro? e o poder da Globo? Nada disso importa, né…).
Mas, pior: Aécio não tem moral pra falar em corrupção. Nem em bons costumes. Ele é o típico falso moralista – acusado até de bater na mulher.
Verdade que o “Mar de Lama” de Aécio foi parar na capa do “Estadão”. O combalido diário paulistano vibrou: a Família Mesquita (dona do jornal, apesar de endividada) deve ter achado que voltaram os bons tempos: uma manchete com cheiro de anos 50.
Com seu “Mar de Lama”, Aécio cheira (oops!) a naftalina. É o passado que volta à cena, com um terno bonitinho e sotaque mineiro.
E o passado precisa ser derrotado de vez.
Dilma, como venho dizendo desde 2010, significa o (re)encontro do PT com o varguismo. Dilma traz a herança brizolista, trabalhista, foi do velho PDT. Ela se formou nessa tradição.
Se Dilma ganhar (e tem toda as condições para isso, numa batalha que será duríssima), será a vitória de Vargas contra Lacerda. Só que dessa vez o tiro será disparado contra o outro lado.
Um tiro no lacerdismo rastaquera de Aécio, com seus aeroportos feitos em fazendas da família, com seus parentes no governo, com sua irmãzinha que tenta calar a imprensa.
Lacerda ainda tinha estilo. Aécio só tem a Globo, a Veja e seus lacerdinhas amestrados.

Ler também:
O "mar de lama" à Aécio, por Paulo Nogueira, DCM

14 outubro, 2014

Ah, é sim!

por Flávio Aguiar, para a Rede Brasil Atual, publicado em 12/10/2014, 

[...] Aqui está uma lista do que o Brasil vai perder caso Aécio Neves seja eleito presidente, com Armínio Fraga como seu braço direito na economia.
1) Empregos – Aécio e Armínio costumam falar coisas vagas, imprecisas. Mas nisto Armínio foi muito claro: mais desemprego não faria mal ao país. Por quê? Porque na visão deste tipo de economista o desemprego ajuda a comprimir os salários para baixo, e isto torna o Brasil "mais competitivo". Ou seja, eles pensam no modelo que está devastando as economias europeias, levando-as à recessão prolongada e atingido sobretudo os mais jovens.
2) Salários – Esqueça qualquer política de valorização do salário mínimo, dos salários em geral, das pensões e aposentadorias, da participação dos assalariados na renda nacional. As políticas sociais serão reduzidas, no mínimo. Tudo isto, que hoje faz o Brasil ser considerado um sucesso internacional, é condenável do ponto de vista desta visão econômica ortodoxa.
3) Poder aquisitivo – Em consequência, o poder aquisitivo da população é rebaixado. A economia entra em recessão para quem tem menos, embora possa até "melhorar" para quem já tem mais. É como o tipo de política que os conservadores estão mantendo e anunciando o aprofundamento na Inglaterra: compressão dos créditos, da disponibilidade monetária e da ajuda social para os mais pobres (pronunciamento do chanceler econômico inglês, George Osborne, que pode ser lido em The Guardian). Tudo em nome da “austeridade”.
Sim: "austeridade" para quem já leva uma vida austera; abono para quem já desfruta de uma vida abonada.
4) Investimentos produtivos – A prometida e esperada política de juros elevados se destina a favorecer e manipular a especulação com os títulos da dívida pública. Assim foi no governo FHC (que também "desfrutou" de uma altíssima taxa de desemprego, por exemplo, 25% em Salvador, atingindo também sobretudo os mais jovens).
Portanto, o ideal deste tipo de economia é tornar o Brasil atraente para os capitais especulativos – aqueles que se volatilizam e vão embora assim que surge a menor contrariedade ou aparecem praças mais atraentes. Como aconteceu na Irlanda, na Islândia, em Chipre e outros países que se tornaram momentaneamente as meninas dos olhos deste tipo de especulação.
Já os investimentos em setores produtivos exigem um controle e uma orientação dada pelo Estado e sinalizada (apoiada e garantida) pelos bancos públicos, justamente o setor que o tipo de política prevista por Aécio e Armínio quer restringir e coibir.
5) Infraestrutura – Esqueça. Este tipo de investimento, absolutamente necessário para garantir a dinâmica da economia e da vida brasileiras depende desta capacidade de garantir sua continuidade e orientação pelo setor público.
O Brasil necessita de estradas, portos, aeroportos, rede ferroviária, transporte urbano, saneamento, hidrovias, energia, revitalização do seu setor industrial. Isto só é possível se houver um projeto claro e de longo prazo para o país. Para visões como as de Aécio e Armínio, o Brasil não é um projeto: é uma praça, um mercado a ser explorado.
6) Mobilidade – Este foi um dos grandes temas das manifestações de junho. Sem investimentos adequados em infraestrutura, não vai haver melhor transporte nem melhor circulação urbana, nada disso. Mas “mobilidade” não significa apenas transporte: significa também mobilidade social, investimento em educação, em acesso a ela, à universidade, programas de apoio a ela em todos os níveis simultaneamente. Se o programa dos candidatos Aécio e Armínio preveem a diminuição do poder de intervenção do Estado, adeus tais investimentos.
7) Reforma política – Que reforma política poderá fazer um partido cuja aliança histórica principal foi com o DEM, ex-PFL, o velho coronelismo travestido de liberalismo, que manietava o Nordeste quase inteiro. Aliás, este é um tema interessante: para um certo tipo de pensamento preconceituoso, nordestino não sabe votar quando passa a votar em frentes populares; quando votava no PFL, era a gema das eleições brasileiras.
8) Luta contra a corrupção - Quem precisa de total autonomia não é o Banco Central, mas sim a Polícia Federal, como tem acontecido nos últimos anos. Nunca a Polícia Federal foi tão ativa em levantamentos de casos de corrupção e dos chamados crimes do colarinho branco.
Já nos tempos de FHC a dinâmica da PF era muito menor, vivíamos sob o programa do "Engavetador Geral da República", lembra-se? Aliás, o número de CPI engavetadas pelas maiorias do PSDB e seus aliados em São Paulo e Minas é inigualável.
9) Segurança – Se você acha que aumentar a segurança é baixar a idade penal, pode tirar ou pôr o cavalo na chuva. Aumento de segurança se consegue com políticas de pleno emprego, educação, reforma das polícias militares e estaduais, tudo aquilo que empodera e revê os padrões policiais do país. Nosso sistema carcerário e judicial precisa de reformas profundas. Já temos as chamadas universidades do crime nas penitenciárias, para adultos. Com os mais jovens, vamos criar também as escolas médias para a criminalidade.
10) Soberania – O Brasil é um dos únicos países que tem relações diplomáticas com todos os países da ONU. Sua aposta em fóruns multilaterais e na diversificação de sua política externa tem dado resultados muito bons para om país, ajudando a dinamizar relações comerciais e portanto a impulsionar nossa economia num momento de recessão mundial.
A visão do PSDB acusa a política externa de nosso país de ser "ideologizada", mas "ideologizada" será a deles, que querem arrefecer o Mercosul e a integração com os BRICS em nome de “se reaproximar” – leia-se, nos reatrelar de modo subalterno – àquilo que de mais recessivo existe hoje no mundo – as políticas periclitantes dos EUA e da Zona do Euro, nos reintegrando a um clima ideológico herdeiro dos tempos da Guerra Fria.[...]
É tudo isto que o Brasil perderá, se o candidato Aécio e seu cardeal econômico, Armínio Fraga, forem sufragados.
Cartum: Conversa Afiada

08 setembro, 2014

O asteroide 2014 RC

"Os meteoritos são a maneira que o Universo tem de nos perguntar: 
Como vai o vosso programa espacial?" – Neil deGrasse Tyson, astrofísico

O asteroide 2014 RC foi detetado pela primeira vez em 31/08, por um observatório no Arizona, e confirmado no dia seguinte, em 01/09, por outro observatório no Havaí. Não decorreu uma semana entre a sua confirmação e a sua passagem pela órbita terrestre.
O asteroide tem só 20 metros de diâmetro, passou a 40 mil quilômetros da Terra (um décimo da distância que nos separa da Lua), mas vamos ser sinceros:

Não seríamos capazes de organizar nada.

Recriação artística do asteroide 2014 RC pela NASA

Ler em Yahoo España: El paso cercano de un asteroide este domingo evidencia nuestras carencias

04 setembro, 2014

O voto contra a desigualdade social

por Jorge Furtado, cineasta
Se alguém me dissesse, em 2004 – quando o primeiro governo Lula sofria a oposição feroz de toda a mídia brasileira e tinha pouco ou nada para mostrar de resultados – que em dez anos o segundo turno da eleição presidencial seria disputado entre duas ex-ministras do governo Lula, uma pelo Partido dos Trabalhadores e uma pelo Partido Socialista Brasileiro, eu diria ao meu suposto interlocutor que a sua fé na democracia era um comovente delírio. A provável ausência, pela primeira vez no segundo turno das eleições presidenciais, de candidatos da direita autêntica, do PSDB, do DEM e do PTB, é mais uma boa notícia que a democracia nos traz. Imagina-se que, vença quem vença, muitos dos derrotados voltarão correndo para os braços confortáveis do novo governo, esta é a má notícia.
Tenho familiares e bons amigos que vão votar na Marina e também no Aécio. Eu vou votar na Dilma. Acho que foi Tzvetan Todorov quem disse (mais ou menos assim) que a democracia nos reúne para que a gente resolva qual é a melhor maneira de nos separar. Não sou nem nunca fui filiado a qualquer partido, já votei em vários, tenho amigos em alguns. Neste que é o maior período democrático da nossa história (25 anos, sete eleições consecutivas), o Brasil não parou de melhorar e não há nada que indique que vá parar de melhorar agora.
Votei no Lula, desde sempre até ajudar a elegê-lo em 2002, com o palpite de que um governo popular, o primeiro em 502 anos, talvez pudesse enfrentar com mais vigor o grande problema brasileiro: a desigualdade social. Achei que, talvez, substituindo a ideia de que o bolo deve primeiro crescer para depois ser divido pela ideia de incentivar o crescimento do país com melhor distribuição de farinha, ovos, manteiga, fogões, casas com luz elétrica, empregos e vagas nas escolas e nas universidades, finalmente poderíamos começar a nos livrar da nossa cruel e petrificada divisão entre a casa grande e a senzala. Meu palpite estava certo. A desigualdade brasileira continua grande e cruel mas está, finalmente, diminuindo.
Voto, ainda, primeiro contra a desigualdade social, ainda o maior problema do país, um dos mais injustos do planeta, em poucos lugares há uma diferença tão grande entre pobres e ricos. A elite brasileira (sim, ela existe, esta aí), fundada e perpetuada no escravismo, luta para manter seus privilégios a qualquer custo. Eles são donos dos bancos, das grandes construtoras, fábricas e empresas, das tevês, rádios, jornais e portais da internet e defendem ferozmente sua agradável posição. A única maneira de enfrentar seu enorme poder é no voto.
Voto contra o poder crescente do capital sobre as políticas públicas. Quem vive de rendas pensa sempre mais no centro da meta da inflação e menos nos níveis de emprego, mais na taxa dos juros e menos no poder aquisitivo dos salários. O poder do capital especulativo, rentista, é gigante, mora na casa dos bilhões de dólares. Voto contra, muito contra, a autonomia do Banco Central, que tira do governante, eleito pelo nosso voto, o poder de guiar o desenvolvimento segundo critérios sociais, protegendo o país do ataque de especuladores e garantindo renda e empregos, e entrega este poder ao tal mercado, hereditário e eleito por si mesmo, sempre predador e zeloso em garantir a sua parte antes de lamentar os danos sociais causados por seus lucros. (Ver Espanha, Grécia, EUA, Finlândia etc.)
Voto contra submeter os critérios de uso dos nossos recursos naturais não renováveis, como o petróleo, ao interesse de grandes empresas estrangeiras. O petróleo brasileiro e seu destino é o grande assunto não mencionado nas campanhas eleitorais. Os ataques contra a Petrobras, que acontecem invariavelmente às vésperas de cada eleição, atendem interesses das grandes empresas petroleiras, especialmente as americanas, que querem a volta do velho e bom sistema de concessões na exploração dos campos de petróleo, sistema que, na opinião delas, deveria ser extensivo às reservas do pré-sal. Aqui o interesse chega na casa do trilhão. Garantir que o uso da riqueza proveniente da exploração de nossos recursos não-renováveis tenha critérios sociais, definidos por governantes eleitos, me parece uma ideia excelente da qual o país não deveria abrir mão.
Voto contra o poder crescente das religiões sobre a vida civil. Respeito inteiramente a fé e a religião de cada um, gosto de muitos aspectos de várias religiões, sei do importante trabalho social de várias igrejas, mas não aceito o uso de argumentos ou critérios religiosos na administração pública. Mesmo para os que professam alguma fé religiosa a divisão entre os poderes da terra e do céu deveria ser clara. Diz a Bíblia, em Eclesiástico, XV, 14: “Deus criou o homem e o entregou ao poder de sua própria decisão”. (Esta é a versão grega, a versão latina fala em “de sua própria inclinação” ou “ao seu próprio juízo”.) Erasmo faz uma boa síntese desta ideia: “Deus criou o livre-arbítrio”. Ele, se nos criou a sua imagem e semelhança e criou também as árvores, haveria de imaginar que, criadores como ele, criaríamos o serrote, e com ele cadeiras, mesas e casas, e ainda, Deus queira!, a ciência que nos permita usar com sabedoria os recursos naturais e viver bem, com saúde. O poder crescente das igrejas, com suas tevês e bancadas no congresso, deve ser contido por um estado laico. [...]
Prossiga lendo este artigo no Portal Fórum

29 agosto, 2014

Estimativas populacionais dos estados e municípios brasileiros em 2014

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, divulgou ontem, 28 de agosto, as estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros, com data de referência em 1º de julho de 2014.
Estima-se que o Brasil tenha 202,7 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento de 0,86% de 2013 para 2014.
Entre as unidades da federação, o estado mais populoso continua sendo São Paulo, que conta com mais de 44 milhões de residentes. O estado de Minas Gerais tem 20,7 milhões de habitantes e o Rio de Janeiro, 16,4 milhões. A Bahia tem 15,1 milhões e o Rio Grande do Sul, 11,2 milhões.
O município de São Paulo continua sendo o mais populoso, com 11,9 milhões de habitantes, seguido por Rio de Janeiro (6,5 milhões), Salvador (2,9 milhões), Brasília (2,9 milhões) e Fortaleza (2,6 milhões).
As estimativas populacionais são fundamentais para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos intercensitários e são, também, um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União na distribuição do Fundo de Participação de Estados e Municípios.
A tabela com a população estimada para cada município foi publicada no Diário Oficial da União (D.O.U.) de 28 de agosto de 2014. Uma análise completa das estimativas populacionais pode ser consultada no link www.ibge.gov.br.
N. do E.
No site do IBGE, o popclock (relógio populacional) atualiza essas estimativas para:

Tempo médio para o aumento da população: 19 segundos.

19 agosto, 2014

Horário eleitoral

Começou.

P.S.
Não estou aqui plagiando a postagem Uma ofegante epidemia, de 16 de fevereiro de 2007. Ainda que o texto se repita, o que pode caracterizar um "autoplágio", as imagens inseridas nessas minhas duas postagens foram criadas por autores diferentes: Li Lang e Lane.

13 julho, 2014

Argentina x Alemanha

TUDO PRONTO PARA COMEÇAR O JOGO 


13/07/2014, às 20h - Atualizando...
Com a vitória alemã sobre a Argentina, por 1 a 0, gol marcado na prorrogação por Mario Götze, a Alemanha chegou ao tetracampeonato e se igualou à Itália como a segunda maior vencedora em Copas. O primeiro lugar segue com o Brasil que, em 2002, colocou a quinta estrela na camisa.
Algumas curiosidades envolvem o título alemão. A principal delas deixa a estatística de lado e tem um quê de superstição. As três seleções que conquistaram quatro títulos mundiais o fizeram exatamente 24 anos depois do tricampeonato, Brasil, em 70 e 94, Itália, em 82 e 2006 e Alemanha, em 90 e 2014. (Cássio Santestevan)
N. do E.
Em 1990, quando a Alemanha chegou ao tri, Götzinho ainda não havia nascido.
A Era de Ouro do Brasil nas Copas do Mundo foi realmente de 1958 a 1970: campeão (1958), bicampeão (1962) e tricampeão (1970), nas quatro Copas do período. O ponto fora da curva foi a Copa de 1966, na qual a seleção brasileira não conseguiu passar da primeira fase.
14/07/2014 - Indicando...
O artigo O BRASIL, QUE BOM, NÃO É SELVAGEM COMO SUAS ELITES, de Fernando Brito, do blog Tijolaço.
Elites com aspas, por favor.

13 junho, 2014

Brazuca

Adidas, ao que parece, aprendeu com seus erros (na Jabulani). Ontem, na partida de abertura da Copa do Mundo, trouxe para a estreia a bola de mais alta tecnologia já fabricada, a Brazuca (nome escolhido para a bola em uma votação de fãs que atraiu cerca de um milhão de votos para a palavra).
Nas próximas cinco semanas, a bola vai ser, como disse um comentarista , "a peça mais vista dos equipamentos esportivos do planeta."
"Quatro gols em minha estreia na Copa. Trabalhei duro para isso, embora eu suponho que deva dar algum crédito para #BRA e #CRO."

A Adidas, que começou a fazer bolas de futebol em 1963, iniciou a sua tradição de fazer a bola "oficial" da Copa do Mundo em 1970.
Eis o nome que a bola recebeu nas doze últimas edições da Copa:
Telstar: México, 1970
Telstar durlast: Alemanha Ocidental, 1974
Tango: Argentina, 1978
Tango España: Espanha, 1982
Azteca: México, 1986
Etrusca: Itália, 1990
Questra: Estados Unidos, 1994
Tricolor: França, 1998
Fevernova: Coreia do Sul e Japão, 2002
Teamgeist: Alemanha, 2006
Jabulani: África do Sul, 2010
Brazuca (@ brazuca): Brasil, 2014

A Brief History of World Cup Innovation, The

P.S.
Este post foi em parte republicado no Gente de Mídia.

08 junho, 2014

Homer no Brasil

A família mais querida da TV desembarca em São Paulo, num episódio especial que vai ao ar no canal FOX, este domingo (8), às 20h30.
É a segunda vez que Homer e família vêm ao Brasil. Nesta, ele foi convidado para apitar um dos jogos da Copa do Mundo.
A conferir.


Eu não entendo por que alguns homens não gostam de futebol

Bits and Pieces

07 junho, 2014

Apelidos de seleções de futebol da Copa de 2014

Veja a lista de apelidos das seleções de futebol da Copa de 2014 e não se confunda na hora de torcer - ou secar.
Argentina: Albiceleste
Pelas cores (branca e azul-celeste) da bandeira e das camisas.
Argélia: Fennec, Feneco
Oitenta por cento do território argelino é coberto pelo deserto do Saara. O Feneco é uma espécie de raposa típica do deserto e um símbolo do Norte da África.
Austrália: Socceroos
Trocadilho em inglês de soccer com kangaroos, ou futebol com "cangurus".
Brasil: Canarinha, Verde-amarela
Até 1950, o time jogava de branco. Depois disso, em um concurso, foi escolhido o amarelo-ouro para exorcizar o Maracanaço. Essa cor foi associada pelo radialista Geraldo José de Almeida, da Rádio Globo, ao simpático passarinho.
Camarões: Les Lions Indomptables, Os Leões Indomáveis
Os leões são parte da fauna nativa camaronesa. E, exceto pelos que integram os elencos circenses, a maioria dessa espécie de felinos não está domada.
Costa do Marfim: Les Elephants, Os Elefantes
O marfim é material nobre, e nada ecológico, produzido a partir das presas dos elefantes. Na África, poucos países tiveram sua economia tão marcada pelo material --- e pela caça aos pobres paquidermes.
Colômbia: Los Cafeteros, Os Cafeicultores
Referência a um dos principais produtos do país, o café.
Costa Rica: Ticos, Garotos
Os costa-riquenhos se tratam por ticos e ticas. A extensão do termo ticos à seleção nacional aconteceu naturalmente.
Croácia: Vatreni, Ardente
Uma pegada meio “Vai, Corinthians!”, mas com chamas.
Espanha: La Furia, A Fúria
Há referências que associam os espanhóis a atributos furiosos desde o saque de Antuérpia, na Bélgica, um episódio de 1576 em que a Espanha promoveu a união territorial com os países baixos. Foi antes de existir o futebol. No contexto do ludopédio, a primeira aplicação teve a ver com a Olimpíada de 1920, justamente na referida cidade belga, quando os ibéricos ficaram com a medalha de prata, mostrando força e agressividade.
Estados Unidos: The Star and Stripes, O Time das Estrelas e Listras
Na bandeira estadunidense há estrelas e listras. Como, em termos de popularidade, o beisebol e o futebol americano estão muito na frente do soccer, sobraram para o futebol os marqueteiros mais fraquinhos para dar apelido.
Holanda: Oranje ou Clockwork Orange, Laranjas ou Laranja Mecânica
A cor da camisa é laranja. A "mecânica" é referência às seleções de 1974 e 1978, em que Cruyff e companhia encantaram o mundo com o "futebol total", aplicado três anos depois do lançamento do filme homônimo, dirigido por Stanley Kubrick.
Itália: Azzurra, Gli Azzurri, Azul, Os Azuis
A cor da camisa é azul, embora a bandeira seja verde, branca e vermelha,
Uruguai: La Celeste ou Los Charrúas, A Celeste ou Os Charruas
A cor da camisa é azul-celeste. E os charruas, a etnia principal de indígenas que habitavam aquelas pradarias, do Rio Grande do Sul brasileiro ao Uruguai.
Para ver todos
COPA NA REDE, RBA
VAI TER COPA. O QUE NÃO VAI TER É SEGUNDO TURNO.

25 maio, 2014

Projeto Andar de Novo

por Conceição Lemes
Maior gestor de ciência do planeta bate palmas para paraplégico andando com “roupa robótica”: “Maravilhoso!”
No meio científico, todo mundo conhece o médico e geneticista Francis S. Collins.
Pudera. Foi quem coordenou o Projeto Genoma Humano.
Desde 2009, é o diretor do maior agente financiador de pesquisa biomédica do mundo: o National Institutes of Health (NIH), dos EUA.
Ele tem nas mãos um orçamento de US$ 38 bilhões. É o maior gestor de ciência biomédica do planeta.
Pois Francis Collins está em visita oficial ao Brasil e quis conhecer os laboratórios do projeto Andar de Novo, montados na AACD – Associação de Assistência à Criança com Deficiência, em São Paulo.
O projeto é liderado pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, pesquisador e professor da Universidade Duke, nos EUA, e coordenador do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS), no Brasil. Dele participam 156 pesquisadores de 25 países.


Em 12 de junho, na abertura da Copa do Mundo, no Arena Corinthians (Itaquerão), o mundo assistirá ao vivo uma demonstração do projeto e um salto da ciência: um jovem paraplégico, “vestindo” uma “roupa robótica” (exoesqueleto), dará o chute inaugural na cerimônia.

Ler tudo em VIOMUNDO

Entrevista com Miguel Nicolelis



As vitórias pouco divulgadas do Brasil
por Luis Nassif
O pessimismo geral do país é um caso clássico de esquizofrenia, alimentado por uma mídia do eixo Rio-São Paulo que perdeu a noção da notícia.
Durante dois anos, martelaram diariamente atrasos em obras da Copa, realçaram detalhes de obras inacabadas, uma campanha diuturna sobre a suposta incapacidade do país em se preparar para a Copa – como se depreciando a engenharia brasileira, os grupos privados envolvidos com as obras, os governos estaduais corresponsáveis pelo processo, a criação do clima de derrotismo se abatesse exclusivamente sobre o governo Dilma Rousseff.
À medida que a Copa se aproxima, que os tapumes das obras são retirados, os usuários descobrem aeroportos de primeiro mundo, arenas esportivas de qualidade invejável, novas estatísticas mostrando o potencial financeiro do jogos.
A FOLHA "BAIXA A BOLA DOS GASTOS ABSURDOS COM A COPA DO MUNDO" (*)
E os jornais passam a se dar conta que a Copa será a maior vitrine do país em toda sua história, com os 14 mil correspondentes, os recordes de visitantes e da audiência esperada para o televisionamento dos jogos.
Por esse sentimento permanente de baixa autoestima, provavelmente não se dará o devido valor a um feito extraordinariamente superior ao de abrigar a maior Copa do mundo da história (na opinião da Fifa): o atingimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, comprovando que o Brasil entrou em um novo estágio civilizatório.
(*) reportagem indicada por Afrânio Bizarria

23 março, 2014

A Marcha da Família em 2014

Foi um retumbante sucesso em todo o país:
No Rio de Janeiro, cerca de 150 pessoas caminharam da Candelária à Cinelândia, no centro da cidade. Carregando cartazes, os manifestantes pediram a volta dos militares ao poder.
Em São Paulo, os adeptos do movimento se reuniram na Praça da República com o objetivo de relembrar a marcha anticomunista e de apoio ao golpe militar em 1964.
Já em Belo Horizonte, cerca de 50 pessoas se concentraram na porta da 4ª. Companhia de Polícia do Exército, na rua Juiz de Fora, no Santo Agostinho, pedindo a volta da ditadura.


Os números acima divulgados sobre a Marcha da Família em 2014 devem ser considerados parciais. Até o momento em que publicamos esta notícia ainda não havíamos recebido os dados de Borá (SP), Serra da Saudade (MG) e Anhanguera (GO).

07 janeiro, 2014

Feliz Ano Novo!

FELIZ ANO NOVO!
FELIZ ANO NOVO A TODOS!
FELIZ ANO NOVO (Head uut aastat) A TODOS NA ESTÔNIA!


Explicação
Na Estônia, cultiva-se uma pequena tradição: se você, acidentalmente ou não, desejar Feliz Ano-Novo a alguém depois de 7 de janeiro já fica a dever uma garrafa de vodca.
Não quero assumir uma dívida que depois não possa honrar.

01 janeiro, 2014

A cor oficial de 2014

Esta é a cor oficial de 2014
Pantone, o autodeclarado organismo oficial de controle do espectro visível, anunciou a cor do ano para 2014.
Você está olhando para ela. ►
Apelidada de Radiant Orchid  (Orquídea Radiante) – você pode usar o seu nome técnico PANTONE 18-3224 – é, na verdade, um... roxo rosado. Um muito agradável roxo rosado. E, cara, é melhor você ir se acostumando com a cor, pois quando o Pantone escolhe a cor do ano, você pode ter certeza de que vai vê-la em roupas, cortinas, canecas e cases (capas para telefones) e quem sabe mais o quê!
Então, por que o Pantone escolheu Radiant Orchid como a cor do ano?
Leatrice Eiseman, diretora executiva do Pantone Color Institute, explica:
"Uma combinação encantadora de fúcsia, roxo e rosa, Radiant Orchid inspira confiança e emana alegria, amor e saúde. É um roxo cativante que chama a atenção por seu charme sedutor."

A cor oficial de 2013