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01 setembro, 2025

Como evitar um dilema matemático

E garantir que todos estejam na mesma página (ou: tirem a mesma conclusão):


https://archimedes-lab.org/2025/03/01/6-or-9-dilemma/

31 maio, 2022

Austrália é ilha ou continente?

Não me preocupo nem um pouco com o dilema da Austrália e sim com o da Nova Zelândia.

Mapas sem NZ

Ora, se ser uma pessoa invisível aos olhos da sociedade já é algo extremamente ruim, imagine o que é ser um país que vive na mesma situação.

31 outubro, 2020

Dilemas na cozinha

Eu não sei se devo fritá-la ou levá-la a um hospital. Gente, me diga.


Em outro caso: 
Eu não deixei que machucassem a batata. Estava tão feliz!

10 maio, 2018

O dilema do porco-espinho

"Nos dias frios, as pessoas conseguem acalmar-se juntando", escreveu Schopenhauer, em seus "Conselhos e Máximas". E que "você pode aquecer sua mente da mesma forma - colocando-se em contato com os outros. Mas um homem que tem um grande calor intelectual em si mesmo não precisará de tais recursos".
Ele oferece esta parábola:
Um grupo de porcos-espinhos amontoou-se para se aquecer em um dia frio do inverno; Mas, quando começaram a se espiar uns aos outros, com os seus caninos à mostra, foram obrigados a se dispersar. No entanto, o frio os reuniu novamente, e a mesma coisa tornou a acontecer. Por fim, depois de muitas manobras de amontoar e dispersar, descobriram que ficariam melhor a uma pequena distância uns do outros. Do mesmo modo, a necessidade da sociedade impulsiona o porco-espinho humano, apenas para se repelir mutuamente pelas muitas qualidades espinhosas e desagradáveis ​​de sua natureza. A distância moderada que eles finalmente descobriram ser a única condição tolerável da relação sexual, é o código de cortesia e boas maneiras; e aqueles que transgridem são mais ou menos informados - na frase inglesa - para manter a distância. Por este arranjo, a necessidade mútua de calor é apenas muito moderadamente satisfeita; mas as pessoas não ficam espetadas. Um homem que tem algum calor em si mesmo prefere permanecer lá fora, onde ele não cola em outras pessoas nem se espeta.
"Como regra geral", ele escreve, "pode-se dizer que a sociabilidade de um homem está quase em proporção inversa ao seu valor intelectual: dizer que" de vez em quando "é muito insociável, quase equivale a dizer que ele é um homem de grande capacidade".
(https://www.futilitycloset.com/2017/10/10/the-hedgehogs-dilemma/)

No Preblog: SOBRE AS DISTÂNCIAS REGULAMENTARES

10 agosto, 2016

Você viajaria de volta no tempo para matar Hitler?

Muitas histórias de viagem no tempo apresentam em seu enredo um ou mais personagens que voltam no tempo para matar Hitler. Com a ideia de evitar o surgimento do nazismo na Alemanha, na década de 1920, e possivelmente prevenir que acontecesse depois a II Guerra Mundial.
Voluntários nunca faltaram para a missão. E essa ideia tem inclusive evoluído para matar Hitler ainda bebê.
Mas isso acentuaria um dilema ético:
Você mataria um bebê (foto) assim tão fofinho? Mesmo que o bebê ao crescer se tornasse uma das figuras mais execráveis do século 20?
Jeb Bush disse recentemente (Hell Yeah, I Would!) que ele não teria nenhum problema para matar o bebê Hitler. Mas o irmão de George Bush não é um bom exemplo de moralidade humana.
Pessoalmente, eu acho que o debate "viagem no tempo" x "eliminação de Hitler" poderia ser resolvido sem derramamento de sangue. Por alguém que fosse ao passado para comprar as pinturas de Hitler, e desse modo impulsionar a sua carreira artística.
O pintor Hitler, estando a seguir muito ocupado em desenhar e vender quadros de edifícios e cães pastores alemães, não teria conduzido o partido nazista ao poder, E, trinta anos mais tarde, quem sabe, ele  poderia ser visto saindo com Andy Warhol no Soho.

18/06/2019 - Atualizando ...
- Eu voltei no tempo e matei Adolf Hitler.
- Não sei de quem você está falando.

13 julho, 2015

O dilema do prisioneiro

O dilema do prisioneiro foi originalmente formulado por Merrill Flood e Melvin Dresher quando trabalhavam na RAND, em 1950. Mais tarde, Albert W. Tucker fez a sua formalização com o tema da pena de prisão e deu ao problema geral esse nome específico. O dilema do prisioneiro dito clássico funciona da seguinte forma:
Dois suspeitos, A e B, são presos pela polícia. A polícia tem provas insuficientes para os condenar, mas, separando os prisioneiros, oferece a ambos o mesmo acordo: se um dos prisioneiros, confessando, testemunhar contra o outro e esse outro permanecer em silêncio, o que confessou sai livre enquanto o cúmplice silencioso cumpre 10 anos de sentença. Se ambos ficarem em silêncio, a polícia só pode condená-los a 6 meses de cadeia cada um. Se ambos traírem o comparsa, cada um leva 5 anos de cadeia. Cada prisioneiro faz a sua decisão sem saber que decisão o outro vai tomar, e nenhum tem certeza da decisão do outro. A questão que o dilema propõe é: o que vai acontecer? Como o prisioneiro vai reagir?
O fato é que pode haver dois vencedores no jogo, sendo esta última solução a melhor para ambos, quando analisada em conjunto. Entretanto, os jogadores confrontam-se com alguns problemas: Confiam no cúmplice e permanecem negando o crime, mesmo correndo o risco de serem colocados numa situação ainda pior, ou confessam e esperam ser libertados, apesar de que, se ele fizer o mesmo, ambos ficarão numa situação pior do que se permanecessem calados?

Tabela de ganhos:

Prisioneiro "B" negaPrisioneiro "B" delata
Prisioneiro "A" negaAmbos são condenados a 6 meses"A" é condenado a 10 anos; "B" sai livre
Prisioneiro "A" delata"A" sai livre; "B" é condenado a 10 anosAmbos são condenados a 5 anos

Vamos supor que ambos os prisioneiros são completamente egoístas e a sua única meta é reduzir a sua própria estadia na prisão. Como prisioneiros têm duas opções: ou cooperar com o seu cúmplice e permanecer calado, ou trair o seu cúmplice e confessar. O resultado de cada escolha depende da escolha do cúmplice. Infelizmente, um não sabe o que o outro escolheu fazer. Inclusive se pudessem falar entre si, não poderiam estar seguros de confiar mutuamente.
Se se esperar que o cúmplice escolha cooperar com ele e permanecer em silêncio, a opção ótima para o primeiro seria confessar, o que significaria que seria libertado imediatamente, enquanto o cúmplice terá que cumprir uma pena de 10 anos. Se espera que seu cúmplice decida confessar, a melhor opção é confessar também, já que ao menos não receberá a pena completa de 10 anos, e apenas terá que esperar 5, tal como o cúmplice. Se ambos decidirem cooperar e permanecerem em silêncio, ambos serão libertados em apenas 6 meses.
Confessar é uma estratégia dominante para ambos os jogadores. Seja qual for a escolha do outro jogador, podem reduzir sempre sua sentença confessando. Por desgraça para os prisioneiros, isto conduz a um resultado regular, no qual ambos confessam e ambos recebem longas condenações. Aqui se encontra o ponto chave do dilema. O resultado das interações individuais produz um resultado que não é ótimo; existe uma situação tal que a utilidade de um dos detidos poderia melhorar (ou mesmo a de ambos) sem que isto implique uma piora para o resto. Por outras palavras, o resultado no qual ambos os detidos não confessam domina o resultado no qual os dois escolhem confessar.
Se se pensar pela perspectiva do interesse ótimo do grupo (dos dois prisioneiros), o resultado correto seria que ambos cooperassem, já que isto reduziria o tempo total de pena do grupo a um total de um ano. Qualquer outra decisão seria pior para ambos se se considerar conjuntamente. Apesar disso, se continuarem em seu próprio interesse egoísta, cada um dos dos prisioneiros receberá uma dura pena. WIKIPÉDIA

Conto ou não conto?, O dilema do copo, O segundo dilema do copo, Um dilema dos vegetarianos e Um dilema envolvendo resgate de mineiros

13 abril, 2015

Uma viagem no tempo para matar Hitler

O NPR estabeleceu este cenário:
Você encontra uma máquina do tempo em que pode viajar para 1920. Um jovem artista e veterano de guerra austríaco chamado Adolf Hitler encontra-se no hotel em que você se hospeda. No quarto do lado, e cuja porta está apenas encostada. Assim, você poderia facilmente entrar no aposento de Hitler e sufocá-lo. E a II Guerra Mundial não mais aconteceria.
Mas Hitler não fez nada de errado, ainda. É aceitável matá-lo para impedir a Segunda Guerra Mundial?
Deixando de lado a noção altamente duvidosa de que a Segunda Guerra Mundial poderia ser evitada com um ato tão simples, você tem um dilema moral.
Rebecca Friesdorf, uma estudante de pós-graduação na Wilfrid Laurier University, em Ontário, analisou como as pessoas fizeram suas escolhas face a este e outros dilemas morais.
Ela entrevistou 6.100 pessoas nos EUA, Canadá e Alemanha e publicou os resultados de seu estudo no Personality and Social Psychology Bulletin.
Friesdorf concluiu que as mulheres tinham menos probabilidade de matar Hitler do que os homens, se lhes fosse dada essa oportunidade.

Homens e mulheres: diferentes balanças para pesar dilemas morais

02 março, 2015

Um dilema envolvendo resgate de mineiros

Imagine que 100 mineiros estão presos em uma mina. Eles estão divididos em dois grupos de 50.
Você pode resgatar os 50 de um grupo (com certeza), mas, durante o resgate, os 50 do outro grupo morrerão (esta é a estratégia 1).
Ou você pode tentar a estratégia de resgatar os 100 mineiros dos dois grupos com 50% de probabilidade de sucesso, o que significa dizer que pode salvar todos eles ou nenhum deles (esta é a estratégia 2).
Qual estratégia você escolheria?
Se, por um lado, a estratégia 1 (de aversão aos riscos) em que os 50 mineiros de um grupo são resgatados, enquanto morrem os 50 do outro grupo, fará sobreviver aqueles que apresentam entre si um forte ethos / identidade coletiva, por outro lado, a estratégia 2 (considerada moral, num certo sentido) dará chances iguais a todos os mineiros de serem salvos, embora estes possam ser 100 ou 0.
Por se tratar de um dilema, as pessoas inquiridas terão visões conflitantes.

19 janeiro, 2013

O segundo dilema do copo

Lembrando o primeiro dilema: o copo está meio cheio ou meio vazio?
É uma expressão comum usada retoricamente para indicar que uma determinada situação pode ser motivo de otimismo (meio cheio) ou de pessimismo (meio vazio).
Como alguém com alguma formação científica, eu diria que o volume do copo está dividido em duas partes iguais. Cada metade em que o copo foi dividido está cheia: uma, com um gás incolor; outra, com um líquido incolor.
Agora, apresentando o segundo dilema: o que é este líquido incolor?
O pessimista acha que é água, o otimista diria ser vodca.

Outra versão para o segundo dilema do copo
Quando o líquido tiver uma cor, digamos, sui generis:

25 outubro, 2011

O dilema do copo

O copo está meio cheio ou meio vazio?


É uma expressão comum usada retoricamente para indicar que uma determinada situação pode ser motivo de otimismo (meio cheio) ou de pessimismo (meio vazio).
Como alguém com alguma formação científica, eu diria que o volume do copo está dividido em duas partes iguais. Cada metade em que o copo foi dividido está cheia: uma, com um gás incolor; outra, com um líquido incolor.

Psicólogo: Como este copo faz você se sentir?
Nutricionista: Aqui não há água suficiente para as necessidades diárias de uma pessoa.
Engenheiro: O copo tem uma ineficiência global de 50 por cento.
Contador: O copo está 50 por cento no vermelho.
Filósofo: Como vou saber que o copo está aí?
Anônimo: Não estou realmente certo. Pode me perguntar depois?


27/02/2015 - Atualizando... 
Programador: O copo é duas vezes maior do que o necessário.