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09 abril, 2025

Pontos de largada

Na corrida de 400 metros por que cada competidor parte de um ponto diferente?
Como as raias apresentam tamanhos diferentes, sendo a raia 1 com 400 metros e a raia 8 com 449, é realizado o escalonamento no ponto de partida para que todos os atletas corram a mesma distância na prova. A pista tem 400 metros só na raia interior. A próxima já tem 407 metros, e cada uma mais 7. Por isso, cada atleta larga 7 metros à frente do atleta da raia seguinte para que todos corram os mesmos 400 metros.

Algumas explicações estapafúrdias
Dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço. Efeito Covid (para respeitar o distanciamento). Quem paga mais larga na frente (capitalismo). Para cada um ver a bunda do colega da frente. Etc.

12 outubro, 2024

A mais antiga corrida de escadas

Na última quinta-feira (10), o Empire State Building (ESB) sediou sua 46ª Corrida Vertical (Run-Up). Em várias baterias designadas, mais de 650 corredores de todo o mundo subiram os 1.576 degraus do edifício para alcançar a linha de chegada no icônico 86º andar do Observatório.
Ryoji Watanabe, do Japão, ficou em primeiro lugar na Elite Masculina com o tempo de 10:34, logo à frente de Wai Ching Soh, da Malásia, em segundo lugar, e Fabio Ruga, da Itália, em terceiro.
Monica Carl, da Alemanha, ficou em primeiro lugar na bateria da Elite Feminina com o tempo de 13:30, à frente de Yuko Tateishi, do Japão, em segundo, e Verena Schmitz, da Alemanha, em terceiro.
Mais informações sobre a Corrida Vertical do ESB podem ser encontradas aqui.

04 dezembro, 2020

A corrida da vida e a vida corrida

"A corrida da vida", sétimas de Bráulio Bessa

A vida é uma corrida
que não se corre sozinho.
E vencer não é chegar,
é aproveitar o caminho
sentindo o cheiro das flores
e aprendendo com as dores
causadas por cada espinho.

Aprenda com cada dor,
com cada decepção,
com cada vez que alguém
lhe partir o coração.
O futuro é obscuro
e, às vezes, é no escuro
que se enxerga a direção.

"A vida corrida", por Orlando Pedroso, Tumblr


Rubem Alves:
- Resta quanto tempo?
- Não sei. O relógio da vida não tem ponteiros.

05 junho, 2020

O vencedor é ...

A foto abaixo mostra uma corrida entre cães e o animal terrestre mais rápido, o guepardo.


O guepardo não precisa correr porque sabe que vencerá. Ele não precisa provar nada.
Felinos são observadores, não reatores.

02 dezembro, 2019

Quem ganhou a corrida espacial?

Cristen Conger, HowStuffWorks
(parte final)
A maioria das pessoas considera que a corrida espacial terminou em 20 de julho de 1969, quando Neil Armstrong pisou na lua pela primeira vez [fonte: National Air and Space Museum (em inglês) ]. Como o clímax da história espacial até então, o pouso lunar praticamente esmagou a competição acirrada entre os Estados Unidos e a URSS.
Mas a história não é aberta e fechada tão rapidamente. Embora os americanos colocassem um homem na Lua primeiro, esse triunfo foi precedido por uma série de realizações consecutivas dos soviéticos.
Por exemplo, entre 1957 e 1965, a URSS colocou o primeiro:
  • Míssil balístico intercontinental (agosto de 1957)
  • Satélite artificial (outubro de 1957)
  • Animal no espaço (novembro de 1957)
  • Satélite para orbitar a Lua (1959)
  • Homem no espaço (abril de 1961)
  • Homem para passar um dia em órbita (agosto de 1961)
  • Voo de longa duração por cinco dias (junho de 1963)
  • Mulher no espaço (junho de 1963)
  • Homem para realizar uma caminhada espacial (março de 1965)
Esta corrida espacial também ocorreu no contexto de recursos dramaticamente diferentes. Enquanto os Estados Unidos gastaram US $ 25 bilhões no programa Apollo para a Lua, a URSS gastou metade disso no máximo [fonte: Wall]. De fato, a União Soviética negou publicamente seu envolvimento em um programa lunar, embora documentos desclassificados tenham mostrado o contrário.
A principal diferença no desenvolvimento lunar do país se resumia a criar um foguete capaz de alcançar a lua com uma tripulação e equipamento. Para os Estados Unidos, o foguete Saturn V, desenvolvido em novembro de 1967, atingiu esse ponto ideal. O foguete lunar N-1 da URSS repetidamente falhou nos testes.
Em vez disso, os soviéticos enviaram o Luna 3, um satélite com um braço robótico destinado a trazer amostras da Lua. Embora tenha alcançado a Lua com sucesso em 1969, ficou preso em órbita e estava circulando a Lua quando Neil Armstrong pousou. Depois de uma série de tentativas adicionais de aperfeiçoar o foguete lunar para um voo tripulado, os soviéticos abandonaram o programa em 1974.
A URSS lançaria a primeira estação espacial Salyut 1 em 1971, mas o fervor da corrida espacial já havia diminuído.
O colapso da União Soviética e sua transformação na Rússia trouxe este país para a colaboração com os EUA. Ambos os países lideraram o mundo em tecnologia espacial e assinaram um acordo em 1993 para desenvolver uma estação espacial conjunta. Embora a escassez de financiamento no lado russo e problemas técnicos para os Estados Unidos tenham causado atritos, os dois continuam a trabalhar com outras 13 nações para a missão da Estação Espacial Internacional.
Com o domínio emergente da China no mundo, poderíamos ver outra corrida espacial à Lua nas próximas décadas. O presidente Bush anunciou em 2004 que os Estados Unidos retornariam à Lua até 2020. O Projeto 921 de exploração espacial da China envolve a mesma meta lunar em um cronograma similar [fonte: Ritter], o que levanta a questão: os Estados Unidos irão primeiro?

08 setembro, 2019

Nova corrida lunar

China, Rússia e EUA disputam a corrida e foram os únicos não signatários de tratado sobre a propriedade compartilhada da Lua por toda a humanidade
"Os Estados Unidos estão voltando à superfície da Lua antes do que vocês pensam", escreveu o chefe da Nasa, Jim Bridenstine, em novembro passado.
Logo após essa declaração, a China enviou uma sonda espacial ao lado escuro da Lua pela primeira vez na história da humanidade.
Enquanto isso, na Rússia, o vice-chefe da agência espacial russa Roscosmos declarou cautelosamente: "Suponho que a corrida lunar recomeçou. Provavelmente, surgiu uma nova concorrência entre os três poderes espaciais". O terceiro é, obviamente, a Rússia.
A agência espacial russa promete apresentar seu novo conceito para a exploração da Lua até meados de 2019.
Por que todo mundo precisa ir à Lua?
O voo para a Lua é muito caro, mas os especialistas afirmam que o investimento trará bons dividendos no futuro: o estudo da Lua é importante para a ciência básica, o satélite é considerado um porto espacial para expedições a Marte com reservas de combustível e outros recursos.
Segundo o acordo das Nações Unidas de 1979, a Lua e seus fósseis são uma "herança comum da humanidade", e ninguém pode declarar sua soberania ali.
No entanto, nem a Rússia, nem os Estados Unidos, nem a China o ratificaram. Assim, novos debates sobre os recursos da Lua são, provavelmente, apenas uma questão de tempo.
Por exemplo, há na Lua um isótopo do hélio, o hélio-3, cujas reservas no satélite da Terra podem fornecer energia à humanidade por pelo menos 250 anos.

Siga lendo em RUSSIA BEYOND
https://br.rbth.com/ciencia/82030-nova-corrida-lunar

França, 1902 - Viagem à Lua

"Eis nosso homem. Ele pode sobreviver sem ar, água, comida, abrigo..."
(R. K. Laxman)

04 outubro, 2017

O alvorecer da era espacial

O Sputnik 1 foi a primeira missão do Programa Sputnik, que colocou em órbita o primeiro satélite artificial da Terra. Lançado por um foguete R. 7 (projetado originalmente para lançar ogivas nucleares), em 4 de outubro de 1957, do Cosmódromo de Baikonur, na União Soviética, o Sputinik 1 era uma esfera metálica de aproximadamente 50 cm e que pesava 83,6 kg.
Viajando a uma velocidade de 29.000 km/h, ele orbitava a Terra a cada 95 minutos, a uma distância entre 900 e 200 quilômetros. Emitindo continuamente um sinal de rádio que era captado da Terra. (1)
Foi um marco na ciência, ao fornecer valiosas informações sobre a densidade e a ionização da atmosfera superior. E que abriu, em plena Guerra Fria, a porta para a corrida espacial entre os EUA e a URSS.
O segundo choque não se fez esperar: já a 3 de novembro do mesmo ano, os soviéticos lançaram o Sputnik 2 com a cadela Laika a bordo, o primeiro ser vivo a circundar a Terra.
Como resposta a estes feitos, o Departamento de Defesa dos EUA acelerou o desenvolvimento de seus mísseis e, em 1º de outubro de 1958, foi criada a NASA para concentrar os esforços do país na corrida espacial.
Mas, tirando proveito do sucesso que vinha obtendo na corrida espacial, a União Soviética ainda desferiu o maior de todos os golpes: a 12 de abril de 1961, enviou para o espaço a primeira nave espacial pilotada por um ser humano, o major soviético Yuri Gagarin. (2)
Foi a gota d'água. Falando à nação no mesmo ano, o presidente John F. Kennedy, estabeleceu a ambiciosa meta de levar um ser humano à Lua até o fim daquela década.
Oito anos se passariam até o projeto se concretizar: a 21 de julho de 1969, quando Neil Armstrong se tornou o primeiro homem a pisar na Lua. Os norte-americanos haviam enfim recuperado o terreno, 12 anos após o choque causado pelo primeiro Sputnik.
N. do E.
(1) Um "beep", que podia ser sintonizado por qualquer radioamador nas frequências entre 20.005 e 40.002 MHz, que durou até 26 de outubro de 1957, quando as baterias do transmissor finalmente se esgotaram. O satélite orbitou a Terra por seis meses antes de cair no oceano.
(2) É de autoria de Gagarin a frase “A Terra é azul”, eternizada como a reação espontânea à vista externa do planeta. Mas há quem acredite que ele só tenha dito isso após o desembarque.

04 março, 2016

Você corre bastante rápido?

Saiu no Adweek.
Em Estocolmo, a Reebok instalou um anúncio ao ar livre equipado com uma câmera de velocidade.
Quem conseguiu correr na frente do anúncio a mais de 17 km/h, desbloqueou o mostruário e ganhou um par de tênis da marca.
A ideia foi da agência Animal.


17 março, 2014

A microcorrida

Dictyostelium discoideum é uma ameba conhecida por sua capacidade de navegar em labirintos. HL60 é uma linhagem de células cancerosas humanas, procedente de uma mulher de 36 anos com leucemia e que é conhecida pela velocidade com que suas células conseguem se mover.
Em 16 de maio, cientistas de todo o mundo vão levar versões melhoradas de ambas as células para disputar a Dicty World Race 2014, em Boston. Aquelas que forem mais rápidas e inteligentes certamente serão as vencedoras da "microcorrida".
O prazo para as inscrições infelizmente já está encerrado, mas deverá haver novo certame em 2015. Portanto, leia as regras e comece a treinar suas células e organismos unicelulares a partir de agora.

Vídeo

30 outubro, 2012

Por que os brasileiros correm?

Há um forte motivo para tanta correria:


E os habitantes de outros países também correm, segundo o ENGRISH FUNNY, mas por razões bem diferentes.

29 julho, 2012

A maratona épica de Dorando Pietri

A primeira vez que Londres sediou os Jogos Olímpicos foi em 1908. Naquele ano, os jogos deveriam acontecer em Roma. Mas... com o Monte Vesúvio em período de franca erupção, os jogos foram transferidos para a capital inglesa.
Uma competição internacional em que o cabo-de-guerra e a caminhada de dez quilômetros eram esportes oficiais, as mulheres competiam usando saias compridas, e os homens levavam 10,8 segundos para completar a corrida de cem metros.
Naqueles jogos, o corredor italiano Dorando Pietri protagonizou, em 24 de julho de 1908, um dos episódios mais dramáticos da história olímpica.
Após liderar solitário os últimos quilômetros da maratona, ele chegou ao Estádio Olímpico White City completamente exaurido e desorientado, caindo ao chão da pista de atletismo por diversas vezes. Próximo da chegada e do desfalecimento completo, Dorando - que levou cerca de dez minutos para completar os 400 m da volta na pista - foi ajudado pelos fiscais (destaque para aquele de megafone em punho) a cruzar a linha de chegada, com o que acabou sendo mais tarde desclassificado em prol do norte-americano Johnny Hayes, que chegou na segunda posição sem nenhuma ajuda.


Fonte: http://www.newyorker.com

01/08/2012 - Atualizando...
As Olimpíadas mal começaram e os gregos já tem 14 medalhas de débito. Jonco Stl

01 dezembro, 2011

Segundo

POR CAUSA DE UM MÍSERO SEGUNDO COMO CHEGAR EM SEGUNDO LUGAR NUMA CORRIDA DE FÓRMULA-1 SEGUNDO RUBENS BARRICHELLO

Onde posso encontrar este ensaio?
Dizem que é muito longo e incompreensível, mas eu não tenho pressa...
PG
O SEGUNDO no Preblog.

14 agosto, 2011

Corrida ecológica

Fernando Gurgel Filho

Apesar de andar meio parado... Sejamos sinceros, apesar de totalmente sedentário, sempre fui um esportista nato. Não por qualquer vontade de ser campeão de alguma coisa, mas porque sempre gostei de esportes.
Hoje, até tai-chi-chuan me dá cãibras.
Nem por isso deixo de assistir aos eventos esportivos.
Como minha mulher gosta de correr, de vez em quando me vejo obrigado a assistir a algumas corridas. Repito, não que eu seja averso a corridas, muito pelo contrário, o problema é o horário e as condições em que os simples mortais são colocados para assistir às corridas.
Na última que fomos, no Parque da Cidade, tivermos que acordar à seis horas da manhã. A corrida seria às oito horas. Acordar com os passarinhos em pleno domingão não faz parte das minhas preferências de vida, mas a gente faz um sacrifício.
Então, acordamos ainda com um friozinho da manhã e nos dirigimos ao Parque da Cidade.
Os atletas se preparam para correr em meio a um som bem alto e sob a voz de um locutor – que quer ser animador – que grita mais do que transmite qualquer coisa de importante. Com algum atraso é dada a largada.
Quase quinze minutos depois ainda tem gente largando. Uns porque chegaram atrasado, outros porque não conseguem acompanhar os corredores. Dão uns passos que parecem de corrida, mas andam apenas. Dizem as más línguas que alguns não fazem nem mais check up médico. Fazem check in – os que acreditam em outra vida -, ou check out – os que esperam ir para sempre. Pura maldade, mesmo.
O locutor grita a todo instante que aquela corrida é uma corrida ecológica e que os saudáveis corredores são uma das formas mais visíveis de autossustentabilidade (!!!????).
Não sei como uma corrida ecológica espalha tanto lixo pelo Parque. Os corredores e seus familiares não dão a mínima importância em jogar copos e garrafas de plástico pelos gramados. Um outro, de manhã bem cedo, antes da corrida acendeu um cigarro e depois jogou a guimba na grama seca. Não sei como a grama não pegou fogo.
E como é que se pode dizer que um ser humano é autossustentável? Aliás, essa palavrinha é muito bonitinha, os ecologistas adoram, mas, para mim, ela não quer dizer absolutamente nada. E quem conhecer um ser vivo autossustentável que me mostre! Eu não conheço nenhum na face do planeta. Ora, na minha profunda ignorância dos assunto, um ambiente ou organismo somente seria autossustentável se produzisse seu próprio alimento e sua energia, sem tirar nada do ambiente onde está inserido, e produzisse também sua própria água e o ar que respira.
E o locutor grita e reforça o caráter ecológico e autossustentável daquela corrida. E parabeniza o público presente – apenas os familiares dos corredores – e finaliza parabenizando os corredores, frisando que o importante não é vencer, é participar.
Nesse ponto, concordo plenamente com ele, pois se não fossem as inscrições dos que estão ali pelo prazer de correr, não haveria premiação para os dois ou três que são chegam na frente.
A corrida acaba. Nós, os simples espectadores já estamos torrando sob o sol que resolveu esquentar a manhã e metade do domingo já se foi. Ainda bem que a coisa acaba sendo bastante divertida.

23 dezembro, 2009

A corrida polar

O Polo Norte magnético, além de não estar na mesma posição do Polo Norte geográfico, move-se bastante. Num único dia, pode alterar a sua posição em até 80 quilômetros por causa das variações que ocorrem no campo magnético da Terra.
Atualmente, ele está em algum lugar do Canadá, a uns 1.600 quilômetros do Polo Norte geográfico.
A cada dois anos, realiza-se no Canadá a Polar Race. Uma corrida em que os competidores, utilizando-se de vários meios de transporte, e com o ponto de partida da competição em Nunavut, Canadá, tentam chegar ao local onde está o Polo Norte magnético.

Tradução
"Sim, é claro que tenho certeza de que este é o pólo norte magnético...! Mas quem, diabos, deixou este maldito solenóide gigante aqui..???"

13 outubro, 2008

Deu o favorito

O corredor Zersenay Tadese (foto), da Eritréia, venceu ontem, domingo, a prova masculina da Meia Maratona do Rio de Janeiro.
Correndo com supremacia, sem ter sido ameaçado pelos concorrentes em qualquer momento da prova, Tadese chegou em 1º lugar com o tempo de 59min56s.

Esclarecimento
Em competições deste gênero, o EntreMentes segue a orientação de submeter a fotografia do atleta vencedor ao programa "fotochop" para adequá-la às características da informação.

01 julho, 2007