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07 novembro, 2011

Quase escapou

Fernando Gurgel Filho
Severino, peão de obra dos bons, caiu de um prédio em construção, de dez andares, e sobreviveu sem nenhuma lesão porque a queda foi amortecida por uma árvore.
Agora, ele não sabe se sobreviverá aos ataques dos grupos de ecologistas que dizem estar verdadeiramente estarrecidos com a agressão que a pobre árvore sofreu.
Depois do alerta geral, o greenpeace, a wwf, a femem e o grupo fraterno naporra – nazistas porr amor tentam paralisar a obra e processar Severino por agressão à natureza e não aceitam o argumento de que, naquelas condições, era impossível se desviar do que estava embaixo.
O sobrevivente, depois de se explicar exaustivamente, está com enxaquecas, dores de stress, teve um avc, sofre de insônia e tem pesadelos horríveis com pés de alface que o perseguem.
E o mestre de obras ainda colocou lenha na fogueira, dizendo que o empregado era meio estranho mesmo, pois, tinha cinco filhos, ganhava um salário mínimo, todos os dias levantava às três horas da manhã, pegava três conduções lotadas para chegar ao trabalho e mais três para voltar, e estava sempre sorrindo e cantando.
“Aquilo não podia ser normal”, afirmou.
Mal comparando, Severino escapou da frigideira e caiu no fogo.

Vale a pena ver de novo...
Um bebê que cai.

04 agosto, 2011

Gatos em queda

Têm os gatos a extraordinária capacidade de sobreviver a quedas de grande altura?
Há um estudo já meio antigo (é de 1987), realizado por dois veterinários, Drs. Wayne Whitney e Cheryl Mehlhaff, da Faculdade de Medicina Animal de Manhattan, que parece confirmar a existência desse "superpoder felino".
Eis o resumo dos resultados desse estudo:
De 115 gatos que foram trazidos para o centro médico veterinário, após terem sofrido uma queda do 2º ao 32º andar de um prédio, a grande maioria conseguiu sobreviver.
Dos gatos que caíram do 2º ao 6º andar, 10 por cento morreram.
Apenas 5% dos gatos que caíram do 7º ao 32º andar morreram.
A lesão mais comum após a queda foi o sangramento nasal.
A duplicação da taxa de sobrevivência com o aumento da altura de onde os animais caíram foi explicada pelos efeitos da "velocidade terminal". Quando é alcançada essa velocidade (em que a resistência do ar contrabalança o aumento da velocidade de queda pela ação da gravidade), a sensação de queda diminui para o animal. E este, relaxado (em termos gerais), pode se preparar para o impacto contra o solo escolhendo uma melhor posição.


Poderá também gostar de ler: Gato de asas, Física aplicada, O Império contra-ataca e  Que é o escapa-gato?

18 abril, 2009

Em constante queda

Em 15/04, inseri neste blog o slideshow VIDA DE FOTÓGRAFO, no qual apresento algumas das agruras que acontecem nas vidas desses profissionais. Depois disso, tomei conhecimento dos trabalhos de Kerry Skarbakka, um fotógrafo norte-americano de 38 anos, que se especializou em fotografar a si próprio em situações de queda e escorregão.


Isso tudo já lhe tem custado "costelas quebradas, hematomas, torções no tornozelos e muitas dores de cabeça". Principalmente, porque Kerry não se exime de levar um determinado tipo de queda até quinze vezes para obter a imagem perfeita.



Para se motivar e prosseguir em seus arriscados trabalhos, ele busca inspiração no filósofo alemão Martin Heidegger que descreveu a existência humana como "um processo de constante queda".