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03 março, 2017

Um voo maravilhoso

Para quem gosta de viajar e voar.
Ponha a tela em full screen e ligue o som. O equipamento, é um Pilatus suíço, concorrente do nosso Tucano da Embraer.
Depois da partida dos Alpes dirigir-se-ão para Oeste indo sobrevoar à baixa altitude o Vale do Loire passando mesmo por cima do Castelo de Chenonceau (sobre o Rio Cher) e, logo em seguida, à vertical dos telhados do Castelo de Chambord.
Caminhando para a Bretanha, ao Norte, vão ver o Mont Saint-Michel e, mais adiante, já na costa atlântica francesa de Albâtre, as brancas formações rochosas na região das falésias de Étretat, com o arco da falésia de Aval, e, pouco depois, sempre em direção a Leste, as praias do desembarque na Normandia e o memorial do cemitério americano da II GM, em Colleville-sur-Mer.
Finalmente, sem se aperceberem, estarão muito próximo do litoral Sul mediterrânico e dos Pireneus orientais sobrevoando no País dos Cátaros, não longe de Carcassonne, as ruínas do Castelo-fortaleza de Peyrepertuse.
Quase a terminar o passeio, próximo de Nimes, serão surpreendidos pelo magnífico aqueduto romano conhecido como ponte sobre o Rio Gard. Gard que é um dos afluentes do Ródano. É que importa não esquecer que, o Lago de Genebra ou Léman, é nem mais nem menos que um lago de passagem do Ródano, o qual antes de atingir o mar banha duas cidades: Lyon e Avignon.
(enviado para postagem por Jaime Nogueira)

31 março, 2014

Os menores castelos de areia do mundo

Vik Muniz é conhecido por suas esculturas gigantescas criadas a partir de milhares de objetos individuais. Aqui, em colaboração com o artista e pesquisador do MIT Marcelo Coelho, Muniz toma o caminho inverso e explora o mundo microscópico com a gravação de uma série de castelos de areia em grãos individuais dessa matéria-prima.
O processo de obtenção de um castelo de areia sobre uma partícula de areia foi tudo menos simples, e a produção da série completa (em exposição no Museu de Arte de Tel Aviv) consumiu mais de quatro anos de trabalhos dos artistas.
Inicialmente, Muniz desenhou cada castelo usando uma câmera clara, uma ferramenta óptica do século dezenove.
Os desenhos foram, então, enviados para Coelho, que, trabalhando com um feixe de íons focalizado (FIB, do inglês focused ions beam) realizou os desenhos microscópicos. O FIB tem a capacidade de criar uma linha com apenas 50 nanômetros de largura (compare-se com a largura do cabelo humano, que é de cerca de 50 mil nanômetros).
Por fim, Muniz fotografou as gravuras e ampliou-as para a impressão em pôsteres.

The World’s Smallest Sandcastles Built on Individual Grains of Sand, Colossal – c/ vídeo