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02 agosto, 2020

As unhas de gel do Yamandu

As unhas são uma questão existencial para o violonista. Nada pior do que quebrar uma unha em dia de concerto.
O maior violonista do Brasil, Yamandu Costa, mostra neste vídeo como faz suas unhas.
Profissionalismo é isso aí!


Canja: Menino Baden

Comentário de um internauta:
Grande Yamandu, fico pensando como Andreas Segóvia era genial. Em seu tempo era à unha natural mesmo, além de cordas feitas de tripa que desafinavam e quebravam facilmente. Aliás, foi dele a ideia de fazer cordas de monofilamento de nylon, ao conhecer um fabricante dessas linhas. Numa conversa, Segóvia teria cogitado a ideia, e o fabricante pediu algumas cordas de tripa que Segóvia dolorosamente cedeu. Um mês depois, o sujeito voltou com as cordas nas bitolas sugeridas por Segóvia, e o resto é história. Abraço.

23 julho, 2016

O ruído branco

É o chiado que se ouve quando a TV ou o rádio está sintonizado em uma frequência vazia, sem emissão. Esse ruído é uma mistura de todas as frequências audíveis para os seres humanos (entre 20 Hz e 20 KHz, mais ou menos), emitidas com a mesma intensidade e mudando a todo instante de forma imprevisível.
No Mental Floss:
"Assim como a luz branca é a soma de todas as cores do arco-íris e cada cor individual pode ser filtrada a partir da luz branca, o ruído branco é a mistura de todas as frequências detectadas pelo ouvido humano. Também faz todo o sentido referir-se ao ruído preto para descrever o que é, essencialmente, o silêncio, por ser a cor preta a ausência de luz."
Existem ainda os ruídos específicos: como o rosa, o azul e o marrom, este último assim designado por ter sido inicialmente descrito por um tal Dr. Brown.

Falando nisso:
esmalte white noise

20 julho, 2016

Como o judeu ortodoxo corta as unhas

O Rema cita, no Shulchan Aruch, que não se deve cortar as unhas pela ordem natural dos dedos, mas sim por uma sequência em particular, em que os dedos da mão esquerda antecedem os da mão direita (Shemiras Shabat KeHilchoso) (42:46). O Arizal não concorda com esta prática e outros, como o Maharam MiRuttenberg, não têm uma posição definida sobre o assunto. O Aruch HaShulchan (OC260: 6) escreve que, seguir o Rema, não incide na categoria das obrigações "haláchicas", mas em um nível mais alto dos deveres. O Mogen Avrohom recomenda que sejamos rigorosos. O Chazon Ish cita que esta ordem não se aplicaria ao corte das unhas dos pés. No geral, os Ashkenazim estão inclinados a essa prática, daí a presente postagem.
Local Jewish News, da Comunidade Judia Ortodoxa de Cleveland


Eu nunca assimilaria essa sequência. Começo a cortar as unhas da mão esquerda, indo do polegar ao mindinho. Depois, passo para as unhas da mão direita e vou cortando-as na mesma ordem das unhas da mão esquerda. Mas reconheço que a sequência do Rema é imbatível para as situações que exigem o emprego de números aleatórios.