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24 junho, 2025

Odorigui

Na cultura alimentar do Extremo Oriente, em países como Japão, China, Coreia do Sul e outros, inclui-se o consumo de peixes, crustáceos e moluscos vivos. No Japão, este tipo de culinária é denominado "Odorigui" (que, literalmente, significa "comer dançando"), em referência aos movimentos que ainda podem estar presentes nos frutos do mar quando vão aos pratos.
Em 2007, o dono de um restaurante provocou indignação pública quando começou a servir o "Peixe Yin Yang" em Chiayi, Taiwan. Consistia de um salmão frito em óleo e coberto com molho, servido em um prato, onde a cabeça (do peixe, bem entendido) continuava a se mexer. Um prato que, devido a protestos, foi retirado do cardápio.

Relacionado: Robôs comestíveis

04 junho, 2019

A culinária em evolução

A chance de um bacalhau vivo estar com uma batata é 0%. Mas depois que ele morre essa chance sobe para 90%.
Por que não 100%?
Há receitas em que o bacalhau, inclusive o tradicional à Gomes de Sá, não leva batatas. O objetivo da exclusão das batatas, por vezes substituindo-as pelo brócolis, é deixar o prato menos calórico.

Sugestão do cardápio: Bacalhau c/ espinha

Para uma pessoa cozinhar aquela saborosa maniçoba que você comeu, quantas já não estão vivas?!  
Isto é, já morreram.
Afirmar pela negação do contrário é empregar o "lítotes", um artifício retórico muito utilizado para atenuar ideias desagradáveis. É a figura de pensamento do abrandamento, sendo empregado tanto na linguagem coloquial (exemplos: "Seu argumento não foi inteligente"; "Ela não era das mais bonitas") quanto na literária. É clichê nas introduções (exórdios) de discursos: "Eu, o menos indicado para esta homenagem. O lítotes, por vezes, também se aproxima da ironia, como nesse fragmento de "Singular Ocorrência", em "Histórias sem data", de Machado de Assis: "Não era costureira, nem proprietária, nem mestra de meninas; vá excluindo as profissões e lá chegará". [...]".
(https://www.recantodasletras.com.br/gramatica/1056391)

Prato do dia: O bife do oião

24 janeiro, 2019

Tipos de azeite de oliva

Você já deve ter reparado que há diversos tipos de azeites de oliva disponíveis para venda, dentre eles podemos citar: virgem, extravirgem e refinado (puro de oliva).
Cada um deles possui suas especificidades, seja na forma de produção, seja em sua funcionalidade na cozinha, e se você gosta de se aventurar neste território, é importante saber como funciona cada um deles e como identificá-los para garantir uma melhor harmonização de seus pratos.
O azeite virgem - Assim que o sumo de fruta é extraído, a partir de azeitonas maceradas, ele é chamado de azeite virgem. Posteriormente, este azeite será classificado de acordo com parâmetros físico-químicos, tais como acidez, índice de peróxido e absorção de ultravioleta, e fatores sensoriais.
O azeite extravirgem - Como foi dito acima, a classificação de um azeite de oliva depende de parâmetros físico-químicos, um dos quais é a acidez. Uma acidez abaixo de 0,8% o classifica como extravirgem.
O azeite de oliva refinado - O azeite puro de oliva é o que passa por um processamento industrial - como o que produz os óleos de sementes - sendo assim um azeite refinado.
Os óleos de oliva apresentam a maior porcentagem de gorduras monoinsaturadas entre os óleos de cozinha. Eles são ricos em antioxidantes chamados de polifenóis, compostos oriundos das plantas que são benéficos para o coração.
Feito a partir da primeira prensagem das azeitonas, do que resulta ser um óleo com mais sabor e aroma natural, o extravirgem é geralmente o mais caro dos azeites de oliva. É uma boa opção para acompanhar vegetais e preparar molhos de saladas.
Quando se trata de cozinhar a altas temperaturas, há opções melhores, pois o azeite extravirgem não suporta bem um calor muito alto. O azeite refinado, ou puro, é o mais adequado para cozinhar a altas temperaturas.
Fontes
http://blog.verdelouroazeites.com.br
http://www.tudoporemail.com.br
Azeitona e oliva são sinônimos?
São. Azeitona é o termo mais corrente em português e tem origem árabe (az-zaytūna). Contudo, existe o termo de origem latina oliva, que, pela sua configuração, indicia influência culta (da Igreja, na Idade Média ou de círculos eruditos, mais tarde, no Renascimento).
Curiosidade
Todo estetoscópio tem um par de olivas (figura). São elas que, de um modo confortável, permitem o encaixe dos tubos do estetoscópio nos canais auditivos dos profissionais que usam este tipo de equipamento.
Nova Acta, 153 - Ouçam esta!

05 maio, 2015

Impagáveis do PG - 6

Quando você mistura farinha e água obtém cola? Aí, você adiciona ovos e açúcar e obtém bolo.


Para onde é que a cola foi?

Impagáveis: 1, 2, 3, 4 e 5

11 dezembro, 2014

Camarões a jato

Vem do Japão esta maravilha da culinária:

COMO FRITAR CAMARÕES EM TRÊS SEGUNDOS



(Um vídeo Vine não seria suficiente para mostrar todo o processo?)

11 novembro, 2011

Receita de tucunaré

Ingredientes:
- 2 kg de tucunaré
- 1 lata de azeite oliva
- 2 pimentões
- 2 dentes de alho
- 4 cebolas médias
- 1 kg de tomate
- sal
- 12 latas de cerveja gelaaaaaaada!!!!!!!
- 1 mulher
Modo de preparo:
1- Ponha a mulher na cozinha com os ingredientes e feche a porta.
2- Tome a cerveja durante duas horas e depois peça para ser servido.


É uma delícia e quase não dá trabalho!
(receita enviada pelo colega Francisco Meireles)

15 outubro, 2011

Como matar uma lagosta

Há várias formas para se matar uma lagosta, porém a menos cruel é através de um tanque de compressão. Sujeitando-a a uma pressão de água em torno de 40.000 libras por polegada quadrada, a lagosta tem morte instantânea. E, mais facilmente, você poderá retirar a carne que existe sob o exoesqueleto da lagosta.
Mas, digamos que você não tem como produzir pressões maiores do que aquelas encontrados na Fossa das Marianas. Qual é, então, o caminho mais adequado para matar um desses crustáceos deliciosos?
De acordo com Jennifer Basil, professor associado de Biologia de uma Universidade de Nova Iorque, o Brooklyn College, é pela ebulição. Isso porque as lagostas, como a maioria dos invertebrados, não possuem um cérebro no modelo do que nós temos. Em vez de ter uma massa central e grande de neurônios, qual seja, um cérebro único, as lagostas o têm espalhado pelo corpo, em várias massas menores chamadas gânglios.
"Cada segmento da lagosta tem seu próprio cérebro com sua função independente", diz Basil. Por isso, é melhor ferver a lagosta para matar todos os seus mini-cérebros de uma vez. Cortá-la equivale a criar duas (ou mais) lagostas, fazendo-a sofrer mais."

17 janeiro, 2011

Pratos nacionais

por Fernando Gurgel Filho (de Brasília)

Existe um chef francês muito respeitado que afirma que o Brasil não possui pratos brasileiros, apenas pratos regionais. E dá exemplos citando a cozinha bahiana, a paraense, a paraibana, a mineira, a gaúcha... E por aí vai. Ora, eu não sou grande entendido no assunto, mas nossos pratos regionais são pratos brasileiros ou não?
Talvez o francês tenha apenas ficado um pouco avariado das funções cerebrais depois de comer vatapá, sarapatel, feijoada e buchada de bode. E sobreviver. Ou talvez tenha razão, tendo em vista o país onde nasceu.
Porém, analisando a coisa mais a fundo, constatamos que:
O caviar russo é persa, ou iraniano como aquele povo é chamado hoje. Vem do esturjão, que é do Mar Cáspio, e os russos acabaram adotando a iguaria. Depois passaram a extraí-la também do salmão e da truta. Cheios de trutas, esses russos!
O churrasco grego é árabe. Foi a Turquia que mandou para a Grécia, a qual prefere chamá-lo grego mesmo. Os turcos não sabem o porquê de tanta ingratidão. Queriam um beijo grego, por acaso?
O pão francês é português. Veio para o Brasil com o nome de cacetinho. Parece que a turma ficava acanhada ao pedir um cacetinho bem quentinho. Principalmente com o Príncipe Herdeiro por perto, considerada a malícia reinante. Sem trocadilhos. Poderia ter sido chamado de pão português, mas virou pão francês e os portugueses não sabem porquê. Nem os brasileiros. Somente os gaúchos continuaram a pedir, até hoje, um cacetinho bem quentinho e os portugueses também não sabem porquê. Nem os brasileiros
O vinho do Porto somente se tornou “do Porto” porque os ingleses davam umas aditivadas nele para aumentar a vida útil. O gosto melhorou, Portugal adotou o costume e continuou chamando de Porto. Mas foram os ingleses que ganharam muito dinheiro com o “Porto”.
O chá inglês foi um costume adotado na Índia por uma inglesa entediada e esfomeada que importava o chá do Ceilão – Sri Lanka - e sempre fazia uma boquinha – bocarra? - à tarde. O chá das cinco virou tradição Imperial. A Índia e o Ceilão continuaram sem chá por muito tempo e os EUA quase mandam o Império às favas por causa do chá. Depois virou Império também. E passou a dar colher de chá pra qualquer xá.
O famoso macarrão italiano é chinês. Com ele, os chineses faziam o lámen, prato que virou lámen japonês, e que o Japão transformou em miojo. Ou seja, a China não reparou que o Japão tinha um olhinho mais aberto e nenhum dos dois reparou na Itália de "zoião" em tudo.
A VERDADEIRA TORRE DE PIZZA
A pizza italiana veio de um monte de gente antiga que fazia pão achatado: babilônios, hebreus, egípcios, gregos e troianos. Da Grécia para Roma foi um pulo, pois era uma iguaria muito popular junto à galera que não tinha outra coisa pra comer. Depois virou uma forma brasileira de comemorar afazeres que não dão nenhum resultado concreto. Assim, “acabar em pizza” tornou-se a forma mais prática e barata de agradar os amigos.
Então, essa história tem que acabar em pizza, numa churrascaria, ambas invenções aqui do patropi.
E depois ainda dizem que não temos uma culinária brasileira!

Ver também...
A CPI da pizza.

10 setembro, 2008

Na blogosfera - 27

Luciano Rocha, de Natal - RN, publicou em seu "Vida e Arte" (fazendo referência ao controlador do Blog do PG) uma postagem sobre os tais "sapatos de plantas" do artista Tcherevkoff.
O blogueiro de Natal é dos que apreciam as curiosidades culinárias. Como, por exemplo, os pratos à base de flores comestíveis. Assim é que as receitas de dois deles - uma sopa de crisântemos e um pudim de rosas - já estão disponíveis em seu blog.

22 dezembro, 2007

Medusas gigantes

A medusa, que já é um ingrediente bastante apreciado na cozinha chinesa, poderá também fazer parte da culinária japonesa. Esta idéia não se trata de uma moda gastronômica, nem de uma influência alimentar do país vizinho, mas simplesmente de tirar proveito da invasão que, há alguns anos, sofre o Japão de medusas gigantes procedentes da costa chinesa. Agora em grande número nas águas japoneses, estes animais marinhos, que pertencem à espécie Echizen kurage (em que um exemplar pode chegar a medir dois metros e a pesar 220 quilos), têm-se constituído num pesadelo para os pescadores locais. Pois destroem as redes e, com o veneno de seus tentáculos, provocam a morte dos peixes aprisionados. Então, como forma de compensar as perdas que as medusas gigantes causam na indústria pesqueira, o governo do Japão está promovendo o seu consumo pela população japonesa.

Fonte: www.publico.es/ciencias