Localizado em um vale arenoso a cerca de 50 milhas do Mar Vermelho (onde as temperaturas do verão podem chegar facilmente a 46º C), dificilmente é um destino convencional de férias. Seja como for, Meca é imperdível para os seguidores do Islã. É o local de nascimento do profeta Maomé e, por conseguinte, a cidade mais sagrada dos muçulmanos. Além disso, é um dos "Cinco Pilares" da religião, aquele que exige que seus seguidores cumpram um hajj (uma peregrinação a Meca), pelo menos uma vez em suas vidas, se isto for possível física e financeiramente. Mais de 2,5 milhões de peregrinos muçulmanos devotos se reúnem nessa cidade todos os anos.
O hajj ocorre no último mês do ano civil muçulmano, que é baseado em ciclos lunares (o que significa que suas datas mudam anualmente). Estando lá, os peregrinos seguem um padrão de deveres devocionais. Um desses, envolve circundar a Caaba, um prédio em forma de cubo, que se diz ter sido o primeiro lugar em que Maomé pregou, e o santuário mais sagrado do Islã. Além disso, as peregrinações incluem o ritual do beijo na Pedra Negra. Embora não seja um objeto formal de veneração islâmica (acredita-se que seja um meteorito) a Pedra Negra é reverenciada pelos peregrinos como um símbolo tradicional de Meca. De acordo com a lenda muçulmana, originalmente era uma pedra branca dada a Adão, depois que ele foi expulso do Paraíso, e que, desde então, tornou-se preta por absorver os pecados de todos aqueles que a tocaram ou beijaram.
Ao visitar a mesquita de Foz do Iguaçu, vi um grande monitor em uma parede mostrando ao vivo as cenas dos peregrinos dando voltas em torno da Caaba.
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06 abril, 2018
26 outubro, 2015
Juntos
Paris, 1942, sob a ocupação nazista. As prisões e deportações dos judeus prosseguem na França, mas uma criança, Isaac, escapa da perseguição nazista. Ele busca refúgio em um lugar que, nos dias atuais, provocaria em muitas pessoas sentimentos de incredulidade: a Grande Mesquita de Paris. Lá, ele recebe a proteção de Si Kaddour Benghabrit, o ímã da mesquita, juntamente com outras crianças judias. Diante da terrível situação, o ímã e sua comunidade, arriscando-se a torturas e mortes, cuidam na Grande Mesquita das crianças perseguidas.
Com a transferência delas para a Argélia, Kaddour Benghabrit e seus irmãos salvaram entre 600 e 1.500 vidas.
Com a transferência delas para a Argélia, Kaddour Benghabrit e seus irmãos salvaram entre 600 e 1.500 vidas.
16 janeiro, 2015
Um decreto religioso contra os bonecos de neve
Clérigo proíbe a construção de bonecos de neve que se pareçam com seres humanos
Consultado, se os pais poderiam construir bonecos de neve para os seus filhos, depois de uma tempestade de neve que houve no norte do país, o líder religioso Mohammed Saleh al-Munajjid respondeu:
"Deus deu às pessoas o espaço para fazer o que quiserem, mas que não tenha uma alma, como árvores, navios, frutas, edifícios e assim por diante", escreveu o proeminente clérigo em sua fatwa (decreto religioso) de inverno.
Nessa cruzada (epa!) que empreende contra os bonecos de neve, Munajjid tem apoiantes. "Quem faz bonecos de neve está imitando os infiéis, que promovem a luxúria e o erotismo", escreveu um deles.
Com o tempo frio que varre o Oriente Médio, a neve cobriu as montanhas da província de Tabuk, perto da fronteira da Arábia Saudita com a Jordânia, o que está a acontecer pelo terceiro ano consecutivo.
É uma pena, crianças.
Consultado, se os pais poderiam construir bonecos de neve para os seus filhos, depois de uma tempestade de neve que houve no norte do país, o líder religioso Mohammed Saleh al-Munajjid respondeu:
"Não é permitido fazer uma estátua de neve mesmo para brincar e se divertir."Citando estudiosos muçulmanos, Munajjid argumentou que construir um boneco de neve seria criar uma imagem de um ser humano, uma ação considerada pecaminosa sob a interpretação do islamismo sunita.
"Deus deu às pessoas o espaço para fazer o que quiserem, mas que não tenha uma alma, como árvores, navios, frutas, edifícios e assim por diante", escreveu o proeminente clérigo em sua fatwa (decreto religioso) de inverno.
Nessa cruzada (epa!) que empreende contra os bonecos de neve, Munajjid tem apoiantes. "Quem faz bonecos de neve está imitando os infiéis, que promovem a luxúria e o erotismo", escreveu um deles.
Com o tempo frio que varre o Oriente Médio, a neve cobriu as montanhas da província de Tabuk, perto da fronteira da Arábia Saudita com a Jordânia, o que está a acontecer pelo terceiro ano consecutivo.
É uma pena, crianças.
26 abril, 2014
A marca da oração
Esta marca na testa de alguns muçulmanos (imagem) aparentemente se deve ao atrito gerado pelo contato repetido da testa com o tapete de oração. O Islã exige que os seus seguidores orem cinco vezes por dia (conhecido como Salah), ajoelhados sobre um tapete de orações e tocando-o com a testa. Quando feito vigorosamente o contato, durante longos períodos de tempo, pode-se desenvolver esta marca.
Alguns muçulmanos consideram a sua presença como um sinal público de dedicação religiosa. Outros também acreditam que, no dia do julgamento, a marca irradiará uma imensa luz branca. WIKIPÉDIA
Orando em direção a Meca, Calibrando o pôr do sol e Uma impressora no Islã
Alguns muçulmanos consideram a sua presença como um sinal público de dedicação religiosa. Outros também acreditam que, no dia do julgamento, a marca irradiará uma imensa luz branca. WIKIPÉDIA
09 julho, 2012
Todo adultério será castigado
Um membro do Talibã mata uma mulher acusada de adultério na frente de uma multidão.
Onde? Na província de Parwan (perto de Cabul, a capital afegã), onde a radical organização islâmica continua a impor sua lei.
Neste vídeo de três minutos, obtido pela agência Reuters, um homem de turbante se aproxima de uma mulher, sentada no chão, e atira várias vezes, a curta distância, com um rifle automático, para o delírio e a alegria de cerca de 150 homens que assistem ao sórdido "espetáculo".
Que mundo em que vivemos! Mundo em que a maioria das pessoas se submete a uma religião que alguém inventou para controlar os demais. Mas a cenoura na vara é sempre a mesma: a promessa da vida eterna.
Onde? Na província de Parwan (perto de Cabul, a capital afegã), onde a radical organização islâmica continua a impor sua lei.
Neste vídeo de três minutos, obtido pela agência Reuters, um homem de turbante se aproxima de uma mulher, sentada no chão, e atira várias vezes, a curta distância, com um rifle automático, para o delírio e a alegria de cerca de 150 homens que assistem ao sórdido "espetáculo".
Que mundo em que vivemos! Mundo em que a maioria das pessoas se submete a uma religião que alguém inventou para controlar os demais. Mas a cenoura na vara é sempre a mesma: a promessa da vida eterna.
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