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02 agosto, 2021

A arca lunar

Já que nosso planeta está enfrentando múltiplos desastres como secas, asteroides e ainda a possibilidade de uma guerra nuclear, cientistas dizem que os seres humanos devem olhar para a viagem espacial como um meio de salvar a vida.
Uma arca, projetada por Thanga e uma equipe de pesquisadores da Universidade do Arizona, EUA, armazenaria células reprodutivas como espermatozoides e óvulos de 6,7 milhões de seres da Terra, incluindo humanos. E o banco proposto, ou arca lunar, ficaria abaixo da superfície da Lua.
Esta construção, como a "Arca de Noé" na Bíblia, poderia armazenar biomaterial das espécies com mais eficiência do que protegê-las na Terra ou criá-las num ecossistema artificial.

© FOTO / JEKAN THANGA / UNIVERSIDADE DO ARIZONA. Projeto de arca lunar para amostras de biomaterial humano.

O pesquisador sugeriu construir arcas em poços lunares e tubos de lava que podem servir de abrigo contra oscilações de temperatura na superfície, radiações solar e cósmica e micrometeoritos.
Segundo o cientista, a arca seria controlada por robôs e colocada em temperaturas congelantes a fim de preservar as amostras, enquanto panéis solares serviriam de recurso de energia.
O conceito de uma arca global com amostras de biomaterial não é novo. A ideia tem sido implementada no Silo Global de Sementes de Svalbard, que contém um gigantesco banco para sementes de plantas, localizado na ilha norueguesa de Spitsbergen, no Círculo Polar Ártico, a fim de proteger plantas contra perda de biodiversidade. Neste banco há mais de 992 mil amostras, cada uma contendo uma média de 500 sementes.
12/02/2021

Arquivo: Museu da Pessoa no Arquivo Ártico Mundial

07 abril, 2020

Diário de bordo

Preparativo
Faça um backup que eu vou formatar. ~ Deus

Dia 39:
O unicórnio assado estava delicioso! ~ Capitão Noé


Isto explica a extinção de uma espécie, a mais bela de todas.

🆕Bible
O dia do embarque
Noé recebe os cavalos de Troia em sua Arca
A Arca dos Dinos
A Arca de Kentucky
Uma Arca de Noé para o Antropoceno

22 fevereiro, 2017

A Arca de Kentucky

"Quando vier o fim do mundo, eu quero estar em Kentucky porque tudo lá acontece 25 anos depois que acontece em qualquer outro lugar." – Mark Twain

Uma grande réplica de um barco incompatível com a navegação, construída com peças de metal produzidas pela engenharia de precisão e com madeira cortada a serra elétrica, com o material entregue no local de construção por caminhões movidos a combustível fóssil, que foi montada inteiramente sobre uma base fixa na terra por um exército de operários que manusearam ferramentas elétricas, escavadoras e gruas, a qual nunca vai ser levada para a água, com as réplicas dos animais expostas em terra seca e não a bordo (vão se afogar se houver uma inundação!), e dispondo ainda de uma loja que vende réplicas de dinossauros feitas na China – esta é a Arca de Kentucky.




BEM-VINDOS AO "ILUMINADO" SÉCULO XXI


EM QUE PESSOAS HONESTAMENTE ACREDITAM QUE ISTO NÃO ACONTECEU


E HONESTAMENTE ACREDITAM
QUE ISTO ACONTECEU


THE ARK ENCOUNTER IS A MONUMENT TO MAN’S STUPIDITY, American NewsX

04 junho, 2016

O dia do embarque

Ao retratar esta cena do embarque dos animais na Arca o desenhista cometeu um erro de muitos côvados. Felizmente, para a sobrevivência de uma das espécies retratadas, as coisas não se passaram exatamente assim.



A CONVOCAÇÃO

12 agosto, 2015

Uma Arca de Noé para o Antropoceno

por Jim Robbins
Estamos avançando pela era geológica Antropoceno, na qual deverá ocorrer a sexta extinção em massa na história do planeta. Um estudo recente publicado no periódico "Science" concluiu que as espécies existentes no mundo hoje estão desaparecendo em uma velocidade mil vezes maior que o ritmo natural de extinção. Segundo pesquisadores, em 2100, entre um terço e metade de todas as espécies da Terra poderá estar extinta.
Em consequência disso, está havendo um aumento nos esforços para proteger espécies, e governos, cientistas e organizações sem fins lucrativos tentam construir uma versão moderna da Arca de Noé. A nova arca certamente não terá a forma de um grande barco, e sim de uma série de medidas, incluindo migração assistida, bancos de sementes, novas reservas ecológicas e corredores de deslocamento baseados nos possíveis lugares para onde as espécies irão migrar.
As questões envolvidas são complexas. Que espécies deverão ser salvas? Aquelas mais ameaçadas de extinção ou as que têm maior chance de sobreviver? Animais carismáticos, como leões, ursos e elefantes, ou os mais úteis para nós?
Formada em 2012 pelos governos de 121 países, a Plataforma Intergovernamental de Serviços de Biodiversidade e Ecossistemas (IPBES, em inglês) é uma iniciativa que visa a proteger e a restaurar espécies em áreas selvagens e resgatar outras, a exemplo das abelhas, que desempenham funções vitais para os ecossistemas habitados por humanos. Cerca de três quartos da produção mundial de alimentos dependem basicamente das abelhas. [...]

Legenda traduzida por PGCS

A Arca de Noé da Embrapa
O novo Banco Genético da Embrapa localizado em Brasília/DF pode ser comparado a uma Arca de Noé e possui uma característica importante: pela primeira vez no Brasil, as pesquisas de recursos genéticos de plantas, animais e microrganismos estarão reunidas em um só espaço. O país é rico em recursos genéticos e sua biodiversidade compreende 20 por cento de todas as espécies de plantas, animais e microrganismos do planeta, o que representa o maior patrimônio biológico do mundo. O conhecimento e a conservação desses recursos são fundamentais para garantir a sustentabilidade e a segurança alimentar da população, por isso, várias instituições brasileiras, incluindo unidades da Embrapa, empresas estaduais de pesquisa, universidades, entre outras vêm investindo no desenvolvimento de pesquisas e ações para assegurar a conservação e o uso adequado dos recursos genéticos.

19 novembro, 2010

Cavalo de Troia

A verdadeira história da Arca de Noé.
Nelson José Cunha
Consultei uma edição apócrifa do Velho Testamento e recolhi algumas revelações surpreendentes. O dilúvio era iminente quando Noé deu a ordem para o embarque. Um Cavalo de Troia deslizou rampa acima para constrangimento dos presentes. Exibia seu apetrecho masculino em riste pouco modesto quanto às dimensões ou rigidez intrínseca. Sua natureza celulósica não lhe permitia a flacidez comportada como a dos demais machos.
Havia, como se sabe, grande limitação de espaço e a Arca não poderia tolerar nascimentos durante a viagem. Uma das regras de bordo era, portanto, a castidade. A exposição pública da ferramenta do pecado não tardou a incendiar a libido das fêmeas embarcadas. Contra aquela acintosa impudicícia, o comandante Noé determinou a intervenção do Doutor Pica Pau que desmembrou, a bicadas, o gigantesco falo de ébano. A peça cavalar foi atirada em seguida ao casal de cupins que já se preparava para devorar o casco bíblico. Poucos sabem, mas a diversidade biológica atual deve muito ao caráter magnânimo do Cavalo de Troia que, com sacrifício pessoal, preservou a flutuabilidade da embarcação.
Durante os 377 dias do dilúvio, as fêmeas tiveram que se contentar com o nariz do Pinóquio. O filho emadeirado de Gepeto estava sempre rodeado por elas que cobravam mais e mais mentiras para se extasiarem com seus crescentes efeitos. Vem daí o valor erótico das mentiras contadas em rodas de amigos onde o verbo mais conjugado é o "jácumi".
O trajeto até o monte Ararat transcorreu sem sobressaltos até o desembarque. Quando se percebeu que o interior do Cavalo de Troia estava repleto de chineses em processo acelerado de reprodução. Todos iguaizinhos devido à consanguinidade. A superpopulação chinesa atual, suas faces estereotipadas, seus olhos apertadinhos pela escuridão do esconderijo e seu proverbial apreço pela ciência do contrabando estão sobejamente justificados pela epopeia diluviana.
A ausência de descendentes dos famosos Cavalos de Troia está debitada ao apetite feroz do casal de cupins e ao desprendimento do equestre de ébano. Restaram, entretanto, poucos exemplares de outros cavalos: os eletrônicos, como os Trojan Horses, e os de Balanço, por exemplo, que embora não tenham sido emasculados durante o dilúvio, demonstraram pouco interesse pelas fêmeas da espécie. Animais que estão sempre meneando a cabeça afirmativamente ao interesse dos cavaleiros em usá-los. Desconfio do seu fervor masculino porque adoram um selim bordado. Sem querer ofendê-los:
- Uns maricas, esses cavalos rendados!

Nota do Editor
A Arca de Noé, subdimensionada para a quantidade de bichos que tinha de salvar, fez milagres. Mas, quanto a  transportar o Cavalo de Troia e os cupins, continuo achando que exagerou. Trojan Horses e cupins só servem para nos criar problemas. Concordo, porém, com o autor do texto em sua conclusão sobre a preferência sexual do Cavalo de Balanço. Mas, Nelson, você esqueceu de citar o Cavalo de Carrossel. PGCS

13 novembro, 2010

Arca de Troia

NOÉ RECEBE OS CAVALOS DE TROIA EM SUA ARCA


NÃO SABIA AS CONSEQUÊNCIAS QUE IA ARCAR

23/03/2012 - Atualizando...
Livro imperdível: The Impossible Voyage of Noah's Ark

11 dezembro, 2008

A arca dos dinos

Diz a mitologia judaica que um homem chamado Noé construiu uma grande arca, na qual conseguiu salvar as espécies animais que ainda vivem na Terra da extinção pelo Dilúvio Universal.
Dessa fonte não há o relato, mas o patriarca fez também uma segunda arca, cujas dimensões eram todas em dobro. Com a idéia de salvar também os dinossauros. Mas, por não ter o dom da ubiquidade, entregou o comando do Gigantic (o nome da segunda arca) a Néo.
Néo, que era primo de Noé, gostava de criar dinos e anagramas. E considerou que recebia a missão de Deus, ainda que ela tivesse vindo de forma indireta. E se preparou com os seus lagartões para enfrentar o anunciado Dilúvio.
Infelizmente, foi mal sucedido em sua missão. E a sua arca naufragou, causando a morte de todos os dinossauros. Escapando apenas o Dragão de Komodo, porque os representantes da espécie haviam embarcado por engano na arca de Noé. Embora o Dragão, macho e fêmea constassem da lista de passageiros do Gigantic.
Um dia, os paleontólogos encontrarão os restos dessa arca no fundo do Mar Morto. De Néo, porém, não esperem encontrar vestígios no lugar. Conseguiu salvar-se do aguaceiro que o céu despejou, usando a única boia que havia a bordo.
Depois disso, gerou Léo que foi morar na península itálica e deu origem à conhecida família DiCaprio (PGCS).