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18 outubro, 2022

A resposta é simples

... ninguém tem esse direito. —Life Magazine (Jan. 12, 1948)

... é que a moda mudou. —Alistair Fox, The English Renaissance (1997)

... um ego inseguro e inflado. —Miller Williams, Making a Poem (2006)

... esqueça Maria e use qualquer pronome que você usaria se ela não estivesse lá. —YMMIA Improvement Era (1944)

... onde houver mercado, haverá um produto para preenchê-lo. —Terence Dickinson, NightWatch (1998)

... é generalizado, mas não universal. —Robert Arking, The Biology of Aging (2006)

... quando a simplicidade não é o resultado último do conhecimento, é mera imbecilidade. —Joseph Exell, Biblical Illustrator , Vol. 1

... é que funciona. —Donald Michael Kraig, Modern Magick (2010)

... tudo começa com confiança. —Finanças Pessoais de Kiplinger (fevereiro de 1950)

... a qualquer hora que você escolher. —Paul Gipe, Wind Power (2004)

... depende. —Bill Gallagher, Guerrilla Selling (1992)

... porque nós queremos e de fato ansiamos que isso aconteça. —ThirdWay (maio de 2004)

... copie e cole. —Paulo Gurgel, blog EM (2021)

(http://www.oneletterwords.com/simple-answer/)

29 setembro, 2020

Ouroboros (2)

É um símbolo representado por uma serpente que morde a própria cauda. O nome vem do grego antigo: οὐρά (oura), que significa "cauda", e βόρος (boros), que significa "devora". Assim, a palavra designa "aquele que devora a própria cauda".
[http://blogdopg.blogspot.com/2013/01/ouroboros.html]

O que aconteceria a uma cobra que tentasse engolir a si mesma?


1) "Até aqui tudo bem."
2) "Ao infinito (∞) e mais além."
3) "Eu, predador de mim."
4) "Não falo com a boca cheia."
5) . . .

02 março, 2019

Respostas óbvias

O papa é católico?
É uma resposta sarcástica que se dá a qualquer pergunta que tenha uma resposta óbvia. Com a qual você zomba da pessoa que lhe perguntou, fazendo outra pergunta que tem uma resposta obviamente óbvia.
¯ \ _ (ツ) _ / ¯
No Urban Dictionary:
Does a bear shit in the woods?
Este pergunta foi finalmente respondida.

Sim. O urso caga na floresta.

14 novembro, 2016

Respostas preventivas

Em um restaurante do Catete há um aquário com um peixinho vermelho. Os fregueses ociosos deram para se agrupar no local, crivando o proprietário de perguntas.
Cansado de responder a perguntas idiotas, o proprietário tomou um expediente.
No dia seguinte, quando os fregueses chegaram, viram pendente ao lado do aquário um cartaz de papelão, com os seguintes respostas:
Isto é um peixinho vermelho.
Está vivo.
É um só.
Custou dois mil réis.
Comprei-o de um freguês.
Não sei onde o freguês o arranjou.
Ele nunca morreu.
Come o que lhe dou.
O que está dentro é água.
A água é apanhada da torneira.
Não sei que idade ele tem.
Ele está aí desde que o comprei.
Tinha outro que morreu.
O morto foi atirado no lixo.
Não sei se ele dorme.
A água eu mudo quando quero.
Não sei quanto tempo ele viverá.
A água que ele bebe não se perde.
Não sei se ele crescerá.
Posso pegá-lo com a mão, mas não gosto.
Ele não fala.
É tudo que eu sei a respeito dele.
Não é para vender.
Revista Careta, 9 de janeiro de 1909 - edição 32
(transcrito com algumas modificações)
http://memoria.bn.br

29 agosto, 2015

Resposta correta

A melhor maneira de conseguir uma resposta correta na Internet não é fazer uma pergunta. É publicar uma resposta errada.
– Ward Cunningham, criador do WikiWikiWeb

Slideshow COMPETIÇÃO DE COMENTÁRIOS

04 dezembro, 2013

PENSAMENTO. Intuitivo x Analítico

Questões
Um bastão e uma bola de beisebol custam 110 reais no total. O bastão custa 100 reais a mais do que a bola. Quanto custa a bola?
Se 5 máquinas demoram 5 minutos para fazer 5 objetos, quantos minutos 100 máquinas demorarão para fazer 100 desses mesmos objetos?
Em um lago, há um conjunto de lírios. Todos os dias, o conjunto dobra de tamanho. Se leva 48 dias para que este conjunto de lírios cubra todo o lago, quanto tempo levaria para que somente a metade do lago fosse coberto?


Vamos às respostas das questões acima?
Primeira
X é o preço unitário do bastão.
Y é o preço unitário da bola.
Se eu compro um de cada ao preço total 110 reais, eu tenho:
X + Y = 110
Eu tenho duas variáveis, sendo que uma é deduzível da outra quando eu digo "o preço do bastão é 100 reais A MAIS do que o preço da bola". Logo, tenho que X = 1 + Y. Então, eu tenho:
(Y + 1) + Y = 110
2 Y + 100 = 110
2Y = 110 – 100 = 10
Y = 5
Segunda
5 Máquinas fazem 5 objetos em 5 minutos. É uma razão numa proporção enganosa. Eu poderei ter 100 mil máquinas iguais (e terão que ser iguais, ou a pergunta será sem sentido). A única função direta é o número de objetos produzidos. Uma proporcionalidade múltipla real (o que pode ser chamada de "regra de 3 composta") seria obtida se eu perguntasse algo como "Uma galinha e meia põe um ovo e meio em um dia e meio. Quantos ovos 6 galinhas colocarão em 6 dias?"
Terceira
By the way, a resposta desta questão é 47 dias.

Religion and Reason: Analytic thinking decreases religious belief, Psychology Today
Pesquisa idiota do dia: Pensamento lógico leva ao ateísmo (ou algo assim), Ceticismo.net

28 setembro, 2013

Cinco perguntas

1. Numa corrida você acaba de ultrapassar a pessoa em segundo lugar. Em que posição você está agora?
2. Uma garrafa de vinho custa R$ 10,00. O vinho custa R$ 9,00 a mais que a garrafa. Quanto custa o vinho?
3. Um mês começa na sexta-feira e termina na sexta-feira. Qual mês é?
4. Qual é a próxima letra nesta sequência? QEAPLN _
5. Os 14.º e 17.º presidentes do Brasil tiveram a mesma mãe e o mesmo pai, mas não eram irmãos. Como?
Respostas
(para vê-las passe o mouse com o botão direito pressionado abaixo da seta)
▼
1. No segundo lugar.
2. R$ 9,50.
3. Fevereiro em um ano bissexto.
4. S. (QEAPLNS são as letras iniciais desta questão.)
5. Eles eram o mesmo homem: Getúlio Vargas. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Presidente_do_Brasil)

06 julho, 2013

Casquinha

A professora pergunta:
"Joãozinho, se cinco passarinhos estão pousados numa cerca, e você atira em um deles, quantos ficam?"
"Nenhum", respondeu Joãozinho, "depois do tiro os demais voam para longe".
"Bem, a resposta é quatro", disse a professora, "mas eu gosto do jeito como você pensa."
Joãozinho diz:
"Eu também tenho uma pergunta para você, professora. Três mulheres estão tomando sorvete num shopping: a primeira lambe a casquinha, a segunda morde e a terceira suga, qual delas é casada?"
"Bem", responde a professora nervosamente, "eu acho que é... aquela que suga a casquinha."
"Não", diz Joãozinho, " é aquela com o anel de casamento no dedo, mas eu gosto do jeito como você pensa."

04 setembro, 2012

Os fatos em seus devidos lugares

Do Blog do Planalto
A presidente Dilma Rousseff afirmou ontem (3), em nota oficial, ter recebido uma herança bendita do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Afirmou ter recebido um país com economia sólida, crescimento robusto e inflação sob controle.
Leia abaixo a íntegra da nota:
Citada de modo incorreto pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em artigo publicado neste domingo, nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, creio ser necessário recolocar os fatos em seus devidos lugares.
Recebi do ex-presidente Lula uma herança bendita. Não recebi um país sob intervenção do FMI ou sob a ameaça de apagão.
Recebi uma economia sólida, com crescimento robusto, inflação sob controle, investimentos consistentes em infraestrutura e reservas cambiais recordes.
Recebi um país mais justo e menos desigual, com 40 milhões de pessoas ascendendo à classe média, pleno emprego e oportunidade de acesso à universidade a centenas de milhares de estudantes.
Recebi um Brasil mais respeitado lá fora graças às posições firmes do ex-presidente Lula no cenário internacional. Um democrata que não caiu na tentação de uma mudança constitucional que o beneficiasse. O ex-presidente Lula é um exemplo de estadista.
Não reconhecer os avanços que o país obteve nos últimos dez anos é uma tentativa menor de reescrever a história. O passado deve nos servir de contraponto, de lição, de visão crítica, não de ressentimento. Aprendi com os erros e, principalmente, com os acertos de todas as administrações que me antecederam. Mas governo com os olhos no futuro.
Dilma Rousseff
Presidente da República Federativa do Brasil

O estranho mundo de FHC - O ex-presidente apoia-se nas cinzas de Serra para tentar renascer politicamente, mas só faz sucesso em Higienópolis e nos jornalões. Ler aqui.
Leandro Fortes, CartaCapital
Dilma repudia novo texto recalcado e fantasioso de FHC - Ao fazer o jogo de seus patrões de hoje, O Globo e Estado de São Paulo (talvez patrões no passado...), FHC tenta, outra vez, seduzir Dilma com insinceros elogios para denegrir o legado de Lula, pelo qual nutre ressentimento e inveja de seus sucesso e popularidade. Ler aqui.
Claudio Ribeiro, Palavras Diversas
Por que Dilma acertou tanto ao afagar como ao bater em FHC - Agora, Dilma voltou a brilhar em mais um texto. Com firmeza, respondeu às sandices eleitoreiras anti-Lula escritas por FHC num artigo de jornal. O PSDB de Fernando Henrique passa por uma dramática crise existencial. Ler aqui.
Paulo Nogueira, Diário do Centro do Mundo
FHC “julga” Lula. Mas as urnas não lhe dão razão - Em artigo publicado no domingo no Estadão e O Globo, o ex-presidente tucano FHC fala grosso e se assanha no que pretende ser um “julgamento” dos dois mandatos de Lula à frente da Presidência da República. Ler aqui.
José Dirceu, Blog do Zé
Dilma põe FHC no devido lugar: na Direita - Dilma deixou-o no espaço diminuto que, ao longo do tempo, curtido em ressentimento, FHC construiu para si próprio: o bairro elegante de São Paulo, que, sintomaticamente, se chama de “Higienópolis”. É ali que ele contempla a consagração de um nordestino, metalúrgico, sem dedo, que não fala inglês. Um horror! Ler aqui.
Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada
A agenda zumbi de FHC - O artigo deste domingo de FHC no 'Estadão' é uma das excrescências mórbidas de que falava o italiano comunista Antonio Gramsci. Morto em 1937, ele ensinou: o que caracteriza uma crise é justamente o fato de que "o velho já morreu e o que é verdadeiramente novo não consegue nascer; nesse interregno, aparecem toda uma série de sintomas mórbidos”. Ler aqui.
Saul Leblon, Blog das Frases
FHC: A inveja é uma merda! - Quanto ao mérito do artigo, ele é patético. O tucano pinta um quadro mentiroso sobre o governo de Lula em várias áreas. Parece até que a atual presidente herdou um país quebrado, rumo ao colapso. Egocêntrico e narcisista, FHC não se olha no espelho! Um rápido comparativo demonstra que seu reinado é que foi um desastre completo. O povo sabe disto. Ler aqui.
Altamiro Borges, Blog do Miro
Petistas lutam por Lula; tucanos rejeitam FHC - Enquanto petistas de todo o País lutam para conseguir um espaço na agenda de Lula para levá-lo a seus palanques, tucanos ignoram solenemente FHC, querem distância dele. Por que será? Ler aqui.
Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho

16 janeiro, 2012

Triste época!

É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.
Albert Einstein

Olavo de Carvalho é um desses rascunhos de gente que tentam ocupar o vácuo que Paulo Francis e José Guilherme Merquior deixaram na Nova Direita tupiniquim. Amiúde, a pedante criatura  descarrega, a partir da Metrópole (Richmond, EUA), uns verrinosos "artigos" que, com ares de coisa sapiente, ficam a circular pelos esgotos da mídia conservadora e golpista (adjetivos sinônimos).
"Olavetes" gozam, deliram.
Mas há intelectuais a céu aberto que dão o devido tratamento a seus dejetos mentais:
"Astrólogo por ofício, já que escreveu três ou quatro livros de astrologia, que curiosamente prefere nem mais citar em sua bibliografia. Aliás, o 'filósofo' parece ter desistido de definir-se como astrólogo, pois em seus créditos já não acrescenta o antigo ofício. Quando a profissão é infamante, melhor declarar-se bailarina. [...] Aliás, esse gambito do astrólogo é muito safado. Professa um cristianismo abstrato, manifesta sua fé no tal de Altíssimo, sem jamais dizer à qual confissão de fé pertence. Aparentemente, é a fé católica. Mas o astrólogo não pode afirmá-la, sob pena de incoerência. Ninguém pode ser católico tendo tido três mulheres. Muito menos ser astrólogo e católico ao mesmo tempo. Então, fica professando aquele cristianismo indefinido, que só convence quem adora ser convencido – para não ter de comprometer-se. Em suma, um arremedo de Nostradamus que vive de mascambilhas. Nós, ateus, podemos ter uma, dez ou vinte mulheres. Católico só pode ter uma só."
- Janer Cristaldo, jornalista, Quem financia o astrólogo?, 28/01/2008.
"O filósofo Olavo de Carvalho, conhecido pelo excesso de agressões pessoais nos 'debates' de que participa, disse que não existe debate entre o conhecimento e a ignorância, ou seja, entre ele e eu, segundo o próprio. Não obstante a extrema arrogância, escreveu um enorme artigo em seu site, onde muito ataca e pouco argumenta, e agora divulgou um outro artigo no JB Online, chamado 'Barbárie Mental', onde a desonestidade fica evidente. Para quem disse que sou insignificante, até que Olavo tem dado bastante atenção à minha pessoa. [...] Escrevo um longo texto não para debater com Olavo, pois isso parece impossível, mas sim para expor o que está por trás de sua postura arrogante e desequilibrada: a desonestidade intelectual. Não dá para esperar muito de quem afirma que Sir Newton espalhou o vírus da burrice pelo Ocidente."
- Rodrigo Constantino, jornalista e economista, A desonestidade de Olavo, 15/02/2007.
"Olavo foi alçado ao patamar de 'líder iluminado' por seus seguidores, e isso o cegou. Sua vaidade é tanta que perdeu o costume de ser criticado por pessoas que concordam com muitas de suas ideias. E quando é alvo de um 'fogo amigo', que não é proferido por comunistas, fica perdido, desnorteado, partindo para o ataque pessoal. [...] Creio que a vaidade de Olavo é ainda maior que seu fanatismo religioso."
- Rodrigo Constantino, jornalista e economista, A vaidade de Olavo, 08/02/2007.
"O senhor Carvalho, que se intitula filósofo, vale lembrar, foi desqualificado academicamente pelos professores de filosofia da USP (notoriamente de esquerda), em função de sua inconsistência de argumentos no debate filosófico naquela universidade. Chateado, ele decidiu ir à forra e utilizou este fracasso para reconstruir junto a um setor empresarial paulista a figura do intelectual pró-capitalista perseguido pelos comunistas. Na realidade, desde o governo Collor ele tenta se tornar o teórico da nova extrema direita brasileira. É um direito que lhe assiste, desde que não agisse de forma irresponsável, caluniando e difamando".
- Mário Augusto Jakobskind, jornalista, Olavo de Carvalho no banco dos réus, 28/10/2005.
"O homem não é coerente sequer na ofensa. Abro mão do direito adquirido de responder da mesma forma. O leitor não merece isso. Melhor reconhecer logo a superioridade de Olavo de Carvalho na área dos ataques pessoais. Nisso ele é imbatível. Quem duvidar que digite no Google as palavras-chaves: "Olavo de Carvalho, criatura vermicular, anal" . [...] Devemos passar por cima das grosserias de Olavo de Carvalho e, cuidando para que elas não nos sujem a sola dos sapatos, levar a discussão para o terreno onde as suas deficiências são patentes: o das ideias. [...] Quando apanhado em erro, finge que não é com ele e muda de assunto. Imagino que suas grosserias agradem alguns, mas rudeza é o truque que o fraco usa para imitar os fortes."
- José Colucci Jr., jornalista e engenheiro, O fantasma de Darwin (2), 05/10/2004.
"Antes de exibir seu congênito e hidrófobo racismo, Olavo de Carvalho devia primeiro explicar três coisas bem simples, bem pé-rapadas, que seus alunos na "UniverCidade" vivem tentando saber e jamais conseguiram:
1. Com base em que diploma Olavo se assina 'filósofo'?
2. Em que Universidade Olavo estudou Filosofia, para ensinar filosofia em Universidade?
3. O Ministério da Educação permite ser professor sem diploma?
Isso tem nome: falsidade ideológica. E está no Código Penal."
- Sebastião Nery, jornalista, "Filósofo Pé-rapado", 09/ 06/ 2003.

08 junho, 2009

O espírito da escada

Em questão de poucos minutos uma expressão me foi apresentada duas vezes. Ela estivera a vida inteira escondida dos meus sentidos e aí, clique, revelou-se a mim em toda a plenitude.
Trata-se de l'esprit de l'escalier, uma expressão francesa. Aplicável àquelas situações em que alguém, agredido verbalmente, não dá uma resposta à altura. E o que deveria ter sido a boa resposta só lhe vem à mente algum tempo depois... quando já está "descendo a escada". Coisa de l'esprit de l'escalier.
Aston R., em artigo no Crooked.com intitulado The 10 Coolest Foreign Words The English Language Needs, inclui a expressão francesa.


Aí, ao clicar o mouse, torno a encontrá-la numa crônica do Veríssimo: Ah, é, é? A frase que muitas vezes é pronunciada enquanto não chega a resposta devastadora. Pois nem todo mundo é profissional da resposta pronta como os repentistas. Que retrucam não só no ato como também rimado.
E, para Veríssimo, essa "insuficiência na retaliação verbal" inclui os humoristas. Já que eles, zelando pela reputação, têm de revisar e burilar as frases que vão usar em suas respostas. E isso no exíguo tempo de uma ou duas semanas.

04 abril, 2009

Enquanto a imortalidade não chega

Pergunta
- É verdade que 90 por cento das pessoas morrem? Eu vi isso no Programa do Jô.
Principais respostas
- Vou fingir que não li isso.
- Cem por cento delas morrem; podem demorar mas morrem.
- É só uma estimativa. Não se pode afirmar com certeza.
- Os anões (um por cento das pessoas) não morrem, viram pombos. Ninguém nunca viu enterro de anão e filhote de pombo.
- Você está pensando que é imortal?
- Excluindo-se os imortais, todos morrem. Ou morrerão.
- Parabéns por sua pergunta, muito inteligente e informativa.
- Exatamente: 90 por cento morrem e 10 por cento falecem.
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