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15 junho, 2015

O discurso inspirador de Steve Jobs

Há 10 anos...
Este discurso proferido por Steve Jobs, em 12 de junho de 2005, para os formandos da Universidade de Stanford, continua até hoje a inspirar jovens que estão ingressando no mercado de trabalho e querem tornar o mundo um lugar melhor para se viver, fazendo o que gostam.



(aplausos) "Obrigado. Estou honrado de estar aqui hoje para uma colação de grau em uma das melhores universidades do mundo. Verdade seja dita, eu nunca terminei a faculdade e isso é o mais perto que já cheguei de uma formatura."

Penso, logo cito - 3 | O carro sem placas de Steve Jobs |  Uma foto de Steve Jobs |  Linus x Microsoft x Apple |  O computador e a bicicleta

28 abril, 2014

Você pode

17 títulos de livros excessivamente otimistas
Sempre houve livros motivacionais, mas só foi de uns cem anos para cá que eles começaram a usar o "você pode..." já em seus títulos. O primeiro que eu poderia citar, um livro de 1913, foi intitulado simplesmente, "You can"  ("Você pode", com o subtítulo: "Uma coleção de breves palestras sobre o tema mais importante do mundo, o seu sucesso"). Desde então, mais e mais livros a cada ano nos dizem o que se "pode" fazer. A maioria das reivindicações são razoáveis, mesmo que eles façam tudo parecer um pouco fácil demais. Mas alguns títulos específicos, francamente, superestimam  nossas habilidades.

1. Você pode fazer um violino Stradivarius. Joseph V. Reid, 1967.
2. Você pode dominar a vida. James Gordon Gilkey, 1938.
3 Você pode mudar o mundo: A abordagem de Christopher. James Keller, 1948.
4. Você pode ser feliz com placas dentárias. Max M. Schwartz, 1945.
5. Você pode treinar seu gato. Jo e Paul Loeb, 1977.
6. Você pode encontrar urânio. Joseph Weiss, 1948.
7. Você pode parar de se preocupar. Samuel W. Gutwirth, 1957.
8. Você pode sobreviver à bomba. coronel Mel Mawrence, 1961.
9. Você pode ser fisicamente perfeito, poderosamente forte. Vic Boff, 1975.
10. Você pode falar por Deus. George W. Schroeder, 1958.
11. Você pode encontrar uma fortuna. Jeanne Horn, 1966.
12. Você pode ensinar seu cão a dispensar o comando. ML Smith,1985.
13. Você pode fazer qualquer coisa com crepes. Virginia Pasley e Jane Green, 1970.
14. Você pode saber o futuro. Moorehead Wilbur Smith, 1971.
15. Você pode ter tudo. Arnold M. Patent,1991.
16. Você pode fazer qualquer coisa! James Mangan, 1934.
17. Você pode jogar golfe para sempre. Louis Hexter,1979.

24 março, 2014

Verdade, bondade e utilidade

Um discípulo se aproxima de Sócrates com a intenção de falar a respeito de alguém.
O filósofo aceita escutá-lo. Na condição de que o discípulo, antes, passe o que diz saber através de três filtros.
E pergunta-lhe se o que vai contar é verdadeiro. Seria este o primeiro filtro: o da verdade.
O discípulo responde que, na realidade, não tem certeza do que pretende lhe contar.
- Sabe, é uma conversa que eu apenas ouvi. Não dá para garantir...
- Tudo bem, continua o filósofo. Vamos ver agora se o que sabe passa pelo segundo filtro: o da bondade. O que vai me contar é bom?
- De jeito nenhum, responde o discípulo. Não é coisa boa, não.
- Hum! diz o filósofo: Mas, ao menos, o que vai me contar pode ser útil para alguma coisa? Pois agora deve passar o que sabe pelo terceiro filtro: o da utilidade.
- Não exatamente, responde o discípulo.O que eu queria lhe contar não serve mesmo para nada.
- Então, se o que quer me contar não é verdadeiro, nem bom e menos ainda útil, sinceramente prefiro não saber. Assim é melhor que o esqueça, aconselha o filósofo.

Fonte: Internet, reescrita.

27 setembro, 2013

O que podemos aprender com os gansos

"Podemos aprender muito com os gansos selvagens. Quando um ganso bate as asas, por exemplo, voando numa formação em V, cria um vácuo para a ave seguinte passar, e o bando inteiro tem um desempenho 71% melhor do que se voasse sozinho. Sempre que um ganso sai da formação, sente subitamente a resistência do ar por tentar voar sozinho e, rapidamente, volta para a formação, aproveitando o vácuo da ave imediatamente à frente. Quando um ganso líder se cansa, ele passa para trás e imediatamente outro assume seu lugar, voando para a posição da ponta. Na formação, os gansos que estão atrás grasnam para encorajar os da frente a aumentar a velocidade. Se um deles adoece, dois gansos abandonam a formação e seguem o companheiro doente, para ajudá-lo e protegê-lo. Ficam com ele até que esteja apto a voar de novo ou venha a morrer. Só depois disso eles voltam ao procedimento normal com outra formação ou vão atrás de outro bando. A lição dos gansos: Pessoas que compartilham uma direção comum e senso de comunidade podem atingir mais facilmente os objetivos. Para atingir nossos objetivos, é necessário estar junto com aqueles que se dirigem para onde queremos ir, dando e aceitando ajuda. É preciso haver um revezamento na liderança e nas tarefas pesadas. As pessoas, assim como os gansos, dependem umas das outras. Precisamos assegurar que nosso grasnido seja encorajador para nossa equipe e que a ajude a melhorar seu desempenho. É preciso estar ao lado dos colegas também nos momentos difíceis."
slideshare
Rangel, Alexandre. O QUE PODEMOS APRENDER COM OS GANSOS. Editora Original

13 julho, 2013

Um café com um amigo

Um professor, no meio de uma aula, pegou um frasco vazio e, silenciosamente, se pôs a enchê-lo com bolas de gude.
A seguir, perguntou aos alunos se o frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.
Então, o professor pegou um punhado de sementes e colocou-as no frasco. As sementes ocuparam os espaços vazios entre as bolas de gude.
O professor tornou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, eles responderam sim.
Então, o professor pegou uma porção de pó de giz e colocou-a dentro do frasco. E o pó preencheu os espaços ainda vazios.
Mais uma vez, o professor tornou a perguntar se o frasco estava cheio. E todos os estudantes responderam: "sim!".
Por fim, o professor acrescentou duas xícaras de café no frasco que preencheu todos os espaços vazios entre o pó de giz, as sementes e as bolas de gude.
Os estudantes, então, começaram a rir. Mas o professor, que estava sério, lhes disse:
"Quero que deem conta de que este frasco representa a vida.
As bolas de gude são as coisas mais importantes: a família, a saúde, os amigos... São as coisas que, mesmo que perdêssemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias.
As sementes são outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro...
O pó de giz é tudo o demais, as pequenas coisas.
Se puséssemos primeiro o pó de giz no frasco não haveria espaço para as sementes nem para as bolas de gude. O mesmo acontece com a vida. Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.
Prestem atenção às coisas que são cruciais para a sua felicidade. Ocupem-se das bolas de gude em primeiro lugar. E haverá tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro... Estabeleça suas prioridades, o resto é pó de giz..."
Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café.
O professor sorriu e disse:
"O café é só para demonstrar que, não importa o quanto nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo."


Fonte: Internet (repassada pela colega Célia Ciarlini). Reescrita

22 junho, 2013

Vamos mudar?

Você que quer mudar o mundo, seu País, seu Estado, sua cidade, seu bairro, sua rua, seu trabalho, sua casa...
Pare de comprar produtos piratas, pare de levar material de órgãos públicos para seu escritório/casa, pare de usar medicamentos/equipamentos de hospitais públicos em seu consultório/clínica particular, pare de roubar merenda escolar, pare de fazer corpo mole no seu local de trabalho, pare de furar fila, pare de estacionar em vaga de idosos/deficientes, em suma, faça o exercício de cidadania que propomos aqui e que se aplica a qualquer tipo de desonestidade conhecida do setor público e do setor privado.
É bem simples: por apenas 365 dias - isso, um aninho - você terá apenas que se comportar dentro das duas regrinhas abaixo, de muito fácil entendimento e que, segundo especialistas no assunto, qualquer pessoa de bem pode aplicar em sua vida diária. Resultado esperado: além de melhorar muiiiiiito o convívio social, faz muito bem à saúde.
1 - SEJA HONESTO
Pare de roubar. Diga com toda sinceridade, apenas para você mesmo, não precisa espalhar: em quantas pessoas de seu relacionamento - irmãos, pais, amigos, colegas... - você confiaria para, por exemplo, montar um negócio, dividir uma aplicação financeira, emprestar dinheiro sem contrato etc.? Creio que, atualmente, confiar no fio do bigode ou em contrato verbal que exija ética, pode resultar em algum desenlace funesto. Em quase 100% dos casos você vai perder o amigo, o dinheiro e a confiança na raça humana. Mas você pode fazer um bem enorme à humanidade, agindo corretamente e sendo depositário da confiança de seus pares, pois a pessoa que procura agir de forma ética, em qualquer situação, está contribuindo e muito para melhorar o mundo.
2 - SEJA CORRETO
Pare de mentir. Este item deveria estar incluído no item 1. Porém, é muito comum no Patropi, o ser humano julgar-se acima de qualquer suspeita, apenas porque nunca roubou. Mas esse mesmo ser humano - exemplar pai/mãe de família, trabalhador, cumpridor de suas obrigações sociais, tributárias e sexuais - é mentiroso até a medula no trato com seus semelhantes. Por isso, merece um item à parte. Ora, mentir, trapacear, usar e abusar da boa fé dos outros em proveito próprio, puxar o tapete de colegas, descer o sarrafo na vida dos amigos, jogar conversa fora apenas para se dar bem... Tem gente que é tão desonesta, que mente tanto, que sai falando sobre atitudes de amigos, como se estivesse exaltando-os, quando na realidade está apenas jogando a reputação deles na lama. Quem ouve não acredita: "É mesmo? Não pensei que fulano fosse capaz disso!". E não é mesmo, mas o mentiroso tem que ter uma história fantástica para contar. Pena que nem sempre ele é o executor da proeza. Então, pare de mentir que o mundo vai melhorar muiiiito.
Em complemento a esse exercício diário de cidadania e bem-estar pessoal, a pessoa que estiver também interessada no bem-estar da sociedade, deverá passar duas eleições - apenas duas, se possível uma majoritária e uma proporcional - sem votar naquele político corrupto e desonesto de que tanto gosta, que tanto lhe favorece ou favorece sua família/empresa. Resultado esperado: melhoria considerável, e em pouco tempo, de todas as casas legislativas do País, bem como dos governos estaduais e municipais.
Resultado total esperado: uma sociedade cada vez melhor. Um mundo cada vez mais confiável. Como diz uma frase atribuida ao Millôr Fernandes: "Se você agir SEMPRE com dignidade, pode não melhorar o mundo, mas uma coisa é certa: haverá na Terra um canalha a menos.".
Então, vamos tentar?
Fernando Gurgel Filho

19 maio, 2013

Os velhos soldados

O general Douglas MacArthur, em seu famoso discurso de despedida no Congresso dos Estados Unidos, declarou:
“Velhos soldados nunca morrem. Eles apenas desaparecem.”
O discurso foi em 1951. Nos dias de hoje, como esses velhos soldados ainda teimam em não morrer, o seu discurso seria outro:
"Quem sobreviveu ao gás mostarda pode aguentar firme o spray de pimenta."
Sempre motivacional o velho Mac!

15 maio, 2013

Elogio x bronca

Tempos atrás, um consultor de motivação deu palestra a um grupo de oficiais da Aeronáutica norte-americana. Tentou convencê-los de que o elogio é mais eficaz do que a bronca para motivar subordinados. Para sua surpresa, a resposta unânime dos oficiais é que um aviador elogiado não melhorava a performance, enquanto um que levava bronca, melhorava.
O que ocorria é que o aviador que recebia elogios estava em seu momento de pico. Nos dias seguintes, a tendência seria cair de volta ao seu desempenho normal. E vice-versa, o aviador em momento de mau desempenho, independentemente da bronca, a tendência seria melhorar para voltar ao seu nível normal.

Duque de Wellington
Em seus últimos anos, quando um amigo lhe perguntou: "Se você tivesse sua vida de novo, existe algo que você poderia ter feito melhor?".  O velho duque respondeu: "Sim, eu deveria ter dado mais elogios."
Bernard Montgomery, A History of Warfare, 1968

Aqui, no EntreMentes, o elogio é uma cláusula pétrea.

11 maio, 2013

A estratégia para um jardim

Um senhor vivia sozinho em Cabrobó.
Ele queria virar a terra de seu jardim para plantar flores, mas era um trabalho muito pesado.
Seu único filho, que o ajudava nesta tarefa, estava na prisão.
O homem, então, escreveu a seguinte carta ao filho:
Querido filho, estou triste, pois não vou poder plantar meu jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo, porque sua mãe sempre adorou flores e esta é a época certa para o plantio.
Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar, pois está na prisão.
Com amor, seu pai.
Pouco depois, o pai recebeu o seguinte telegrama:
Pelo amor de Deus, pai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos.
Como as correspondências eram monitoradas na prisão, na manhã do dia seguinte, policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar qualquer corpo.
Confuso, o velho escreveu outra carta para o filho, contando o que acontecera.
Esta foi a resposta:
Pode plantar seu jardim agora, pai. Isso foi o máximo que eu pude fazer no momento.
Nada como uma boa estratégia para conseguir coisas que, por vezes, parecem impossíveis.

Fonte: Internet (enviado para publicação por Denise Macedo)

"Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional".

03 maio, 2013

Você sabe o que é Ubuntu?

A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em Florinópolis (2006), nos presenteou com esta história que aconteceu numa tribo em Ubuntu, na África do Sul.
Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, ao terminar seu trabalho, propôs uma brincadeira (que achou ser inofensiva) para as crianças da tribo.
Comprou uma porção de guloseimas na cidade, organizou-as num cesto bem bonito e colocou tudo debaixo de uma árvore. Aí, chamou as crianças e combinou que, quando ele dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.
As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele falou "já!",instantaneamente todas as crianças deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore onde estava o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comê-los alegremente.
O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas... se uma só poderia ficar com o cesto e tudo que havia dentro.
Elas responderam:
“Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?”
Ele ficou desconcertado! Meses e meses estudando a tribo e ele ainda não havia compreendido, de verdade, a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?
Ubuntu significa: “Sou quem sou, porque somos todos nós!”
Desambiguação
Ubuntu também designa o sistema operacional de código aberto, construído a partir do núcleo Linux, baseado no Debian. Com este nome busca-se passar a ideologia do projeto, baseada nas liberdades do software livre e no trabalho comunitário de desenvolvimento. O sistema é muito comumente chamado "Ubuntu Linux", porém, oficialmente a Canonical, desenvolvedora do sistema, usa apenas o nome "Ubuntu", uma vez que o sistema pode ser transportado para além do Linux. WIKIPÉDIA
Logo do Ubuntu ►
É conhecido como Human Circle. Ele representa três pessoas abraçadas formando um círculo.
No site Chris B há algumas brincadeiras com o logo. Esta é uma delas.
Versão pão-doce

06 novembro, 2012

Iconização



Motivacional do dia
Não se considere alguém completamente superado. Pode ser que você esteja em via de se tornar um ícone.
Fichários, pastas, cadeados, relógios analógicos, lupas, disquetes e latas de lixo já viraram ícones da Informática.
Por que não você? 
Pense nisso.

Itapiúna - CE

29 setembro, 2012

Nota de pensar

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...
Luís Fernando Veríssimo
Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.
A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?
No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".

Nilo Mendonça indicou este texto. Título criado aqui no Blog.

23 fevereiro, 2012

Guardiões do farol

Por Dulce Magalhães, da Work Educação Empresarial
Há muitas e boas oportunidades na vida, porém a principal delas é a de escolher o que fazer e como fazê-lo. A questão é que a maioria das pessoas não acredita nisso, pois tem a firme crença de que a vida é inteiramente definida por fatores externos, como o contexto, as circunstâncias e a variável da sorte.
Claro que todos esses fatores interferem e afetam nossa vida, mas não a definem – esta é uma prerrogativa que nos pertence. Como agir, o que aprender, de que forma mudar – tudo isso está sob nosso poder. Estamos no leme de nossa existência, e nossa trajetória é regida e gerida por nós mesmos.
E ainda podemos ir além. Podemos nos tornar guardiões do farol, habitar a torre de orientação e servir de guia para que outros não se percam nem passem por percalços evitáveis. Podemos nos tornar educadores, líderes, mentores, pais e mães que se empenham em desenvolver seres humanos de alto quilate e intenso brilho.
Contudo, é fundamental que possamos entender algumas premissas básicas, princípios que nos ajudarão a guiar outros com o facho luminoso do farol. Não cabe a nós decidir o destino dos outros, mas apenas apontar-lhes os possíveis caminhos e alertá-los quanto aos perigos.
Cada um tem o sagrado e inalienável direito de decidir por si mesmo, e aí se inclui o direito de errar.
É importante nos darmos conta disso para permitir que as pessoas ao nosso redor tenham a chance de aprender as lições apropriadas, seja na empresa, na família ou na comunidade.
Errar não é algo indesejável; aliás, é um resultado esperado na vida. Em algum momento, vamos errar, pois ninguém acerta 100% das vezes. A questão é como lidamos com nossos erros e o que aprendemos a partir deles.
Para nos tornarmos bons guardiões do farol, devemos nos aperfeiçoar com as lições da experiência. Assim, aprenderemos a orientar sem tentar controlar, ensinar sem julgar os outros apenas com base em nossa própria visão.
Maturidade não é algo que se transfere, é algo que se constrói. Ao captarmos esse princípio básico, aprenderemos a criar espaços para que o outro também amadureça, experimentando a vida, errando, acertando, corrigindo perspectivas. Como orientadores, cabe-nos a tarefa de sinalizar os perigos e iluminar os caminhos, respeitando a decisão alheia e honrando sua passagem como algo especial e precioso.
Um dos deveres do guardião do farol é estar sempre disponível, 24 horas por dia, e mesmo nas noites turbulentas e nebulosas da existência. Todos nós passamos, em algum momento, pela “noite escura da alma”, para usar a expressão do místico cristão São João da Cruz.
Períodos de dificuldades e de conflitos internos acarretam, simultaneamente, o medo e o desejo de mudança. Nesses momentos de sombras e de crise, a luz do farol se torna ainda mais importante – é no estertor da crisálida que nascem as borboletas de asas fortes.
O bom guia deve emprestar seu ombro ao caminhante, sustentando-o e ajudando-o a avançar, mas sem tentar caminhar no lugar dele. Por vezes, a tarefa mais difícil é a daquele que apoia, guia e ensina, pois o respeito ao passo e ao ritmo do outro é o fundamento que mantém a caminhada e possibilita o aprendizado.
O guardião do farol é aquele que observa ativamente o progresso alheio, orientando sem oprimir, iluminando sem cegar, indicando sem decidir. Todos já precisamos desse tipo de apoio em algum momento de nossas vidas – mas recebemos pouco ou nenhum treinamento para exercer essa tarefa, que exige a habilidade de iluminar opções e de permitir que o outro siga em direção de si mesmo, buscando o norte da própria trajetória.
A figura do guardião do farol talvez pareça um tanto passiva e até efêmera, pois mais cedo ou mais tarde será deixada para trás – um dia, o aprendiz saberá andar sozinho, e seguirá adiante. Mas o guardião é a garantia de que o caminho está sinalizado e pode ser percorrido.
Quem se dispõe a exercer essa tarefa cedo ou tarde vai notar que o topo do farol é o ponto mais elevado, embora traga consigo tantos desafios. Existirá posição melhor do que emanar luz sobre os caminhos?
(texto extraído da revista Amanhã, aqui postado por sugestão de Fernando Gurgel)

Leitura complementar

12 julho, 2007

A "palestra motivacional" de Cortés

Segundo Frey Rodrigo de Urrutía, foram estas as palavras de Hernán Cortés em seu discurso de exortação aos soldados, na praia de Vera Cruz, antes de empreender a conquista do México:
"Soldados de España.
Antes que todo, hay que pelear!
A los galeones, yo los hice hundir para sacar de vosotros la veleidad de volver.
Hay que pelear con las armas en la mano y, se vos la rompieren en recio combate, con puñetazos y puntapiés.
Y cuando vos rompieren los brazos y las piernas, hay que no olvidar los dientes.
Y, se habiendo hecho eso, la muerte llegar, que los de adelante, al caer, lo hagan de través, para que los otros usen sus cuerpos como anteparas.
Pero no habréis, con eso, dado toda la medida de la devoción que de vosotros espero por el-Rey y la Cristiandad.
Non! Hay más.
Lo que vuestra bravura y grandeza de vivos no haya conseguido, que, por lo menos, lo haga el mal olor de vuestros cadáveres, empestando el aire y haciendo daño a los enemigos de España.
Adelante, por Dios y Santiago!


Carajo, não me lembro de já haver lido algum discurso mais radical!