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26 fevereiro, 2026

Corvos na limpeza urbana

Na Suécia, corvos se tornaram limpadores de rua.
Uma startup desenvolveu máquinas que trocam amendoins por bitucas (pontas de cigarro). Corvos selvagens descobriram esta oferta e aprenderam rapidamente – inclusive ensinando o truque uns aos outros.
Agora eles vasculham as ruas em busca de bitucas, ganham lanches e ajudam a prefeitura a economizar nos custos com a limpeza urbana.
Fonte: Mastodon
FÅGEL-RETUR (Retorno de Pássaros): MAT MOT SKRÅP (Comida por Lixo) 
TACK FÖR HELPEN! (Obrigado pela ajuda!)

Arquivo: As bituqueiras de Floripa

21 julho, 2019

O Grande Elefante

Quando este animal majestoso sai para uma caminhada é como a arquitetura se fizesse em movimento. Cinquenta passageiros podem embarcar nele de cada vez para uma incrível jornada.



As Máquinas da Ilha de Nantes (Les Machines de l' Île) são um projeto artístico, turístico e cultural com sede em Nantes, França, visando a construir para a cidade o conceito de uma metrópole criadora do sonho e da fantasia.

N. do E. (sábio e ressabiado)
1/2 elefante + 1/2 AT-AT = O Grande Elefante

30 março, 2019

Cronovisor

O cronovisor foi o nome dado a uma máquina da qual se dizia ser capaz de visualizar eventos passados ​​e futuros. Sua existência foi alegada pelo Pe. François Brune, autor de vários livros sobre fenômenos paranormais e religião. Em seu livro de 2002, Le nouveau mystère du Vatican ("O novo mistério do Vaticano"), ele afirmou que o dispositivo havia sido construído pelo padre italiano e cientista Pellegrino Maria Ernetti.
Antecedentes
No início dos anos 1960, como membro de uma equipe que incluía doze cientistas mundialmente famosos, Pe. Ernetti supostamente ajudou a construir a máquina. Ele identificou dois deles como Enrico Fermi e Wernher von Braun. E o cronovisor foi descrito como sendo um grande gabinete com um tubo de raios catódicos para visualizar os eventos recebidos e uma série de botões, alavancas e outros controles para selecionar a hora e a localização a ser visualizada. Também poderia localizar e rastrear indivíduos específicos. Segundo seu inventor, funcionava recebendo, decodificando e reproduzindo a radiação eletromagnética deixada para trás por eventos passados. Ele também poderia pegar o componente de áudio ou ondas sonoras emitidas por esses mesmos eventos.
Ernetti não apresentava provas concretas dessas afirmações. Ele disse que havia observado, entre outros eventos históricos, a crucificação de Cristo e também fotografado. Uma cópia dessa imagem, disse Ernetti, apareceu na edição de 2 de maio de 1972 de La Domenica del Corriere, uma revista de notícias semanal italiana. Uma foto quase idêntica (imagem em espelho), no entanto, de uma escultura em madeira do escultor Lorenzo Coullaut Valera, a seguir apareceu e conseguiu colocar em dúvida a afirmação de Ernetti.
Em seu leito de morte, Pe. Ernetti confessou que a "foto" de Cristo era uma fraude.

05 maio, 2018

A máquina inútil

A máquina inútil de Claude Shannon pode não ser tão inútil: ela fatura a moeda que aciona o seu interruptor. Graças a um esperto Pokémon.

http://www.microsiervos.com/archivo/juegos-y-diversion/maquina-inutil-convertida-maquina-util.html

Série Unplugging: [1] [2] [3] [4]

23 novembro, 2017

A máquina de Joseph para assar um peru

Aqui é Joseph. Ele construiu uma máquina de Rube Goldberg para assar um peru.
Em seu apartamento no Brooklyn, NY, ele registrou em vídeo como a máquina funciona.
Este é o vídeo:



Uma máquina de Rube Goldberg é uma máquina que resolve um problema da vida quotidiana com objetos familiares, porém de forma inusitada.
[1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8]

17 maio, 2017

A máquina de Anticítera

Há mais de um século, nas areias do fundo do mar que cerca a ilha grega de Anticítera (ou, originalmente, Antikythera), um grupo de catadores de esponjas marinhas descobriu uma galé romana naufragada.
Há divergências sobre a data exata desta descoberta, mas ela teria ocorrido entre 1900 e 1902.
Entre os restos da galé romana, os catadores também encontraram um dos objetos mais desconcertantes e complexos do mundo antigo. Trata-se de um instrumento de bronze já muito corroído, feito há 2 mil anos, na Grécia antiga.
É conhecido como máquina (ou mecanismo) de Anticítera.


"Se não tivessem descoberto a máquina, ninguém teria imaginado, ou nem mesmo acreditado, que algo assim existisse, pois é muito sofisticada", disse à BBC o matemático Tony Freeth, da Universidade de Cardiff, que integra a equipe internacional que investigou o artefato.
E ele não está exagerando na descrição. Levou cerca de 1,5 mil anos até que algo parecido com a máquina de Anticítera voltasse a aparecer, na forma dos primeiros relógios mecânicos astronômicos, na Europa. "Se os cientistas gregos podiam produzir esses sistemas de engrenagens há dois milênios, toda a história da tecnologia do Ocidente tem que ser reescrita", acrescentou.
Anteriormente, por volta de 600 a.C., astrônomos babilônios haviam descoberto o ciclo de Saros, no qual a Lua e a Terra voltam a se encontrar a cada período de 223 luas (18 meses e 11 dias), o que prevê a ocorrência de eclipses.
"Quando havia um eclipse lunar, o rei babilônio deixava o posto e um substituto assumia o poder, de modo que os maus agouros fossem para ele. Logo o substituto era morto e o rei voltava a assumir sua posição", conta John Steele, especialista sobre a Babilônia no Museu Britânico.
Seria possível que os gregos antigos estivessem usando a máquina para seguir o movimento da Lua?
Ora, conhecer as fases da Lua era extremamente útil na época dos gregos antigos. Com base nelas, determinavam-se épocas de plantio, estratégias de batalha, festas religiosas, momentos de pagar dívidas e autorizações para viagens noturnas.
Os pesquisadores chegaram a esta conclusão: a máquina de Anticítera podia prever os eclipses. Não apenas o dia, mas a hora, direção da sombra e cor com a qual a Lua apareceria.
O ciclo de Saros depende do padrão da Lua, mas "nada sobre a Lua é simples", diz Freeth. "A Lua tem a órbita elíptica, assim ela viaja mais rapidamente quando está mais perto da Terra", exemplifica.
Podia, então, a máquina de Anticítera rastrear o caminho flutuante da Lua?
Sim, podia: duas engrenagens menores, uma delas com uma pinça para regular a velocidade de rotação, replicavam com precisão o tempo da trajetória que o satélite natural executa ao redor da Terra; e outra, com 26 dentes e meio, computava o deslocamento dessa órbita.
Ao examinar a parte frontal do aparelho, os investigadores concluíram que ele demonstrava como os gregos entendiam o Universo naquele momento: a Terra no centro e cinco planetas ao redor. E o movimento dos cinco planetas que podiam ser vistos a olho nu: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno
"Era uma ideia extraordinária: pegar teorias científicas da época e mecanizá-las para ver o que aconteceria dias, meses e décadas depois", diz o matemático.
"Essencialmente, foi a primeira vez que a raça humana criou um computador", acrescenta Freeth. "É incrível como um cientista daquela época descobriu como usar engrenagens para rastrear os complexos movimentos da Lua e dos planetas".


Hoje, no Google: uma homenagem (doodle) à máquina de Anticítera que, dois mil anos atrás, ajudou o homem a abrir o céu do conhecimento para a astronomia e a computação.

30 abril, 2017

A máquina de fazer nada

Em 1948, o relojoeiro aposentado Lawrence Wahlstrom adquiriu uma relíquia da II Guerra Mundial, que tinha um complicado sistema de engrenagens, e restituiu-o à operacionalidade. Ao longo de um período de 15 anos, ele passou a adicionar mais engrenagens ao objeto - numa média de 50 adições a cada ano. Saiu-se tão bem nesse passatempo que, até hoje, o número total de peças da máquina não é conhecido.
Em 1954, a Popular Mechanics escreveu:
"Nós todos sabemos de alguém que consegue trabalhar mais fazendo nada do que a maioria daqueles que trabalham fazendo alguma coisa, mas possivelmente não sabemos de qualquer coisa que trabalhe mais fazendo nada do que essa máquina construída por um hobbyist da Califórnia."
A máquina tem mais de 700 peças que giram, torcem, oscilam e interagem - tudo para nenhum propósito, exceto o movimento ".


01 fevereiro, 2017

Impressão de mensagens e imagens sobre o café

Com a Ripple Maker você transforma o seu café em uma experiência extraordinária. Esta máquina (mostrada no vídeo) usa uma tecnologia patenteada que possibilita imprimir mensagens e/ou imagens sobre o café.


  1. Faça uma xícara de café com camada de espuma pelos métodos usuais.
  2. Coloque a xícara na máquina e selecione um texto e/ou uma imagem a partir da biblioteca de conteúdos da máquina ou do seu telefone celular.
  3. Em questão de segundos, o café está pronto – com aquele toque final.
(postagem não patrocinada)

Latte art [1] [2]

02 setembro, 2016

A máquina de fazer dinheiro

Victor Lustig não nasceu bandido: originário da atual República Tcheca e filho do prefeito da cidade de Hostigg, não tinha motivo para entrar no mundo do crime e era descrito como particularmente inteligente, embora sempre tivesse um talento para se meter em problemas. Aos 19 anos, começou a jogar pôquer e bilhar e, não muito tempo depois, largou a escola. Em seguida, ele passou a cometer pequenas fraudes sob diferentes pseudônimos por toda a Europa.
Nos anos que antecederam a Primeira Guerra Mundial, o seu golpe favorito era viajar a bordo de grandes navios de cruzeiro, na rota Londres-Nova Iorque, vendendo a passageiros ricos "uma máquina de copiar dinheiro". Isso mesmo, por módicos 30 mil dólares (aproximadamente 250 mil em dinheiro atual), o comprador adquiria uma caixa com vários mecanismos complexos que, a cada seis horas, seria capaz de copiar uma nota de 100 dólares. Investimento bom, caso não fosse uma caixa preparada – com algumas notas verdadeiras – para dar tempo a Lustig de sumir das vistas de um comprador revoltado.
Certa vez, Lustig foi preso em Oklahoma por outra fraude e, numa improvisação de mestre, ofereceu ao xerife um "desconto especial" em sua maquina de copiar dinheiro: o xerife poderia comprar a maquina por uma bagatela de 10 mil dólares, contanto que o tirasse da prisão. O xerife concordou, mas logo percebeu que tinha sido enganado e achou o golpista, oito meses depois, em Chicago. Apesar de ter uma arma apontada para seu rosto, Lustig conseguiu convencer o xerife de que este havia operado a maquina incorretamente, e devolveu-lhe os 10 mil dólares "para provar que era uma pessoa íntegra".
Algum tempo depois, o xerife foi preso por passar notas de 100 dólares falsas, obviamente originárias da devolução de Lustig.

Victor Lustig também vendeu a Torre Eiffel a André Poisson, um sucateiro de Paris. Pasmem, senhores. Para vencer a "licitação por carta-convite" organizada por Lustig, o comprador ainda precisou subornar.

28 outubro, 2015

Dresser

O Dresser (Vestidor) é uma engenhoca de reação em cadeia, no melhor estilo Rube Goldberg, que ajuda um cara a se vestir. Ele também destrói a casa, mas isso não vem ao caso.



Esta sequência de eventos foi criada pelo artista cinético Joseph Herscher que, após um ano de projeto e dois meses de testes, apresentou-a ao vivo. Com extraordinário êxito, acrescente-se, considerando tudo que poderia dar errado e que deu certo.

A máquina de Rube Goldberg
[1] [2] [3] [4] e A máquina da pá(gina) virada, do mesmo Joseph Herscher

07 outubro, 2014

Uma máquina de dar nó em gravata

Esta é uma máquina robô programada para dar nó em gravata:



É um pouco grande para guardá-la em meu closet, mas não é por causa disso que eu venho protelando a compra de uma delas.
É que eu aguardo o lançamento de uma versão da máquina que me dê este tipo de nó:

O nó Eldredge
Os nós de duas pesquisas

06 maio, 2014

A máquina de servir vinho

Nelson Cunha me indicou este vídeo que mostra como funciona uma máquina de servir vinho:



Simples, prática e fiel ao legado de Rube Goldberg. Arte cinética da melhor qualidade. Só que eu ainda prefiro o vinho (vá lá que eu goste de vinho) servido pelo método tradicional.
Mudando do vinho para o espumante
Nesta nova situação (vá lá que eu goste de espumante), sabe me dizer se essa máquina funciona a contento? É sua vez, Nelson.

Paulo,
Essa máquina mecanicamente complexa serve apenas para servir vinho. Imagine a complexidade de uma máquina que pudesse substituir a mão humana em toda a sua capacidade: tocar piano, esculpir, desenhar etc.
Olhe para sua mão e veja que tesouro a natureza lhe deu, e são duas.
Nelson Cunha

08 setembro, 2013

A máquina de Rube Goldberg - 4

Como já dissemos, o caricaturista Rube Goldberg se tornou conhecido por retratar dispositivos que realizam tarefas simples de formas complicadas, geralmente por uma reação em cadeia.
Na quarta postagem da série, não apresentamos "uma" máquina, porém "a" máquina, e na qual objetos interagem com pessoas de verdade.
Reunindo colaboradores do Japão, da Coreia e da Índia, o YouTube "comprou" essa ideia.



12  e 3 da série.

19 julho, 2013

A máquina de Rube Goldberg - 3

Da Beneful ® só poderíamos esperar uma máquina POWERED BY DOGS. Mas que ela ficou uma gracinha, ficou.
Parabéns aos criadores e aos atores animais do anúncio.



A máquina de Rube Goldberg - 1
A máquina de Rube Goldberg - 2

11 fevereiro, 2013

A máquina de Rube Goldberg - 2

"OK Go é melhor!"
Com estas palavras, Igor Eliezer manda esquecer o incrível comercial da Honda que inseri na postagem A máquina de Rube Goldberg. Eis o videoclipe que ajuda a esquecer:



O leitor é o juiz, mas eu já mudei de causa.

20/02/2013 - Atualizando...
Eu adorei esta:


22 julho, 2012

Homem x Máquina

A disputa de um homem (abrir) com uma máquina (fechar). Um minuto após a máquina apela.
A máquina não tem a paciência do ser humano.


Onde já vi coisas parecidas: The Most Beautiful Machine e Unplugging - 2.

29 maio, 2012

28 julho, 2007

A máquina de elogios

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Fonte: www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia

Um norte-americano criou uma máquina especializada em falar elogios. Colocada num lugar público, ao detectar a aproximação de uma pessoa, a máquina entra em funcionamento. E, imediatamente, faz alguma menção – sempre elogiosa – sobre a aparência física ou a personalidade do transeunte. O que, por falta de uma análise crítica, nem sempre corresponde à realidade.
Na fotografia abaixo, eis a máquina dirigindo um encômio a uma Mocrea barangensis.


Cá o BPG acha que todo cuidado é pouco. Para que este artefato não vire uma máquina de... ironias.