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04 junho, 2020

A tara por armas

Durante o início da noite de Ação de Graças, em 28 de novembro de 2019, o Departamento de Polícia de Van Buren, foi enviado para uma residência em St. Francis Avenue respondendo a uma chamada para o 911, que relatava que um homem tinha sido baleado.
O Agente Chandler Madore e o Serviço de Ambulância de Van Buren chegaram ao local, assistido pela patrulha de fronteira dos EUA, que inclusive havia prestado assistência de emergência ao homem ferido, o qual foi identificado como sendo o dono da casa, Ronald Cyr, 65.
Infelizmente, o Sr. Cyr sucumbiu às lesões que ele sofreu do tiro.
Os agentes descobriram que a porta da frente da residência tinha sido equipada com um dispositivo projetado para disparar uma arma se alguém tentasse entrar pela porta. Outros dispositivos semelhantes foram também descobertos em outros pontos da casa. Houve necessidade de chamar para o caso o Esquadrão de Bombas da Polícia do Estado do Maine.
Foi determinado que o Sr. Cyr tinha sido baleado pela descarga não intencional de um de seus dispositivos caseiros.

Face do Van Buren Police Department

Van Buren é uma cidade do Maine que tem 2.200 habitantes, 0 assaltos e 0 homicídios na última década. A tara por armas nos EUA não se resolve de um século para outro.

Poderá também gostar de ler:
Uma forma de controle para seres indesejáveis

14 maio, 2019

A mão que imita uma arma

"Desde o dia primeiro de janeiro deste ano, todo e qualquer crime de ódio cometido neste país traz a autorização implícita de alguém que disputou as eleições usando como símbolo de campanha a mão que imita uma arma. E é nas mãos dessa milícia de mercenários que nós estamos agora." ~ Marcos Bagno


"Quando ouço alguém falar em cultura, saco o meu revólver." A frase, de uma peça antinazista de Hanns Jost, encenada em 1933, ano em que Hitler assumiu o poder, acabaria atribuída a Herman Göring, chefe da Gestapo e braço direito do Führer. Há uma variante, de um magnata de Hollywood: "Quando ouço falar em cultura, puxo o meu talão de cheques". E a versão pacifista dos anos 60, do "mago" Louis Pauwels: "Quando me falam em revólver, puxo a minha cultura". Arnaldo Niskier

Louis Pauwels (Ghent, Bélgica, 2 de Agosto de 1920 - 28 de Janeiro, 1997) foi um jornalista e escritor francês. Em parceria com Jacques Bergier, escreveu o livro "O Despertar dos Mágicos", considerado obra fundamental do realismo fantástico, movimento de grande influência nas artes e na literatura, em particular, e na cultura, em geral. Juntos lançaram, na França, a revista "Planète".

22 maio, 2018

No país das armas

The Daily Caller
"... é mais fácil e mais barato para uma criança de 12, 13 anos conseguir uma arma do que um livro." (Obama)

Osvaldo Gutierrez, Cuba

18/05/18 - O adolescente Dimitrios Pagourtzis, de 17 anos, usou uma espingarda e um revólver calibre 38 para matar 10 pessoas e ferir outras 10 em uma escola de ensino médio em Santa Fe, Texas. Dos mortos, 9 eram alunos e 1, professor.
As armas que ele usou para cometer a chacina eram legalmente propriedade de seu pai.
É o 210.° ataque desse tipo nos EUA, desde 1999. Em março, centenas de milhares de americanos fizeram a Marcha Por Nossas Vidas. No país das armas, a reação contrária cresce.

Por aqui, tem gente querendo + armas.

24 dezembro, 2016

Contos de fadas NRA e Papai Noel

Contos de fadas reescritos com mais armas e menos derramamento de sangue
A introdução de armas no mundo dos irmãos Grimm reduz drasticamente as taxas de mortalidade, de acordo com um estudo - bem, OK, de acordo com um par de histórias publicadas pela NRA.
Até agora, existem apenas dois pontos de dados. E eles são imaginários. Mas a linha de tendência é clara: Nos contos de fadas reimaginadas da NRA, colocando rifles nas mãos de crianças cria-se um mundo mais seguro.
Tomem, por exemplo, Little Red Riding Hood. Na versão original, uma menina e sua avó são ambas devoradas pelo lobo. Um lenhador com um machado mata o lobo e rasga-o salvando as duas mulheres.
Na reescrita da NRA , Red passeia pelo bosque com um rifle nas mãos, afastando o lobo ao longo do caminho. E na casa da avó, a situação foi concluída, sem uma única bala disparada.
"O lobo se inclinou, com as mandíbulas bem abertas, em seguida, parou de repente. Aqueles grandes ouvidos ouviram o som inconfundível da segurança de uma arma sendo engatilhada. Aqueles grandes olhos olharam para baixo e viram que a avó tinha um scattergun apontado diretamente para ele. Ele percebeu que a avó não tinha sido afastando dele, ela vinha em direção a ele, com espingarda em punho para proteger a si mesma e sua casa."
"'Eu não acho que eu vou ser comida hoje", disse a avó, "e você não vai estar comendo alguém de novo". A avó manteve a arma apontada para o lobo, que estava com muito medo de se mexer. Em pouco tempo, ele ouviu uma voz familiar "Vovó, eu estou aqui!" Red espreitou a cabeça na porta. O lobo não podia acreditar em tanto azar. Oh, como ele odiava quando as famílias aprenderam a se proteger!
O lobo é levado pelo caçador a um fim indefinido, mas desagradável.
A série NRA tem inspirado algumas críticas, como o Washington Post observou : grupos de defesa do controle de armas criticaram-lo para o avanço da cultura da arma.
Mas a NRA é bastante clara sobre a sua própria intenção: As histórias são com etiquetas "Fun Friday" e "Just for fun" no site.
http://www.npr.org/sections/thetwo-way/2016/03/25/471726704/nra-rewrites-fairy-tales-with-more-firearms-less-bloodshed
http://www.nrafamily.org/
http://www.nrafamily.org/articles/2016/1/13/little-red-riding-hood-has-a-gun/ (c/ imagem)

Se cuida Papai Noel
Isso me fez pensar:
É muita tolice da parte de Papai Noel.
Viajar à noite, carregando esses bens tão valiosos... Principalmente sabendo que tem de passar por certas regiões frequentadas por caçadores de cervos.
Não sei como ele ainda está vivo.

No Acta
por Luis Cláudio Correia (*)
Papai Noel baseado em evidências
Publicado In: Medicina Baseada em Evidências, 24/12/2015
Na verdade, todo mundo acredita em Papai Noel, mesmo aqueles que fingem não acreditar.
Feliz Natal a todos.
(*) Luis Cláudio Correia é Professor Livre Docente em Cardiologia, Doutor em Medicina e Saúde e Professor Adjunto da Escola Bahiana de Medicina

No EM
por Fernando Gurgel
Hõ, hô, hô - A lenda de Papai Noel
Data da publicação: 21/12/2015

11 novembro, 2016

Sobre a cultura das armas de fogo nos Estados Unidos

Um comentarista acertou em cheio:
Em algum momento, a mídia vai concluir que a cultura das armas nos Estados Unidos é a grande culpada por assassinatos cometidos por policiais que praticam o policiamento agressivo e/ou cometem erros de julgamento. Em algum momento, teremos de reconhecer que, devido ao acesso fácil às armas de fogo, os policiais estão condicionados a assumir que as pessoas podem estar carregando armas.
Como exemplos:
Se você, ao procurar os documentos que devem ser apresentados numa revista, põe a mão de forma rápida no bolso, abre sem anunciar o porta-luvas do carro ou abaixa-se para procurar algo sob os assentos do veículo, o policial de imediato saca a sua arma de fogo porque ele está condicionado a supor que esses movimentos são suspeitos.
Nos países onde as armas são banidas ou não estão prontamente disponíveis, o policial não tem que fazer essa suposição errada e, em seguida, disparar acidentalmente.
Aqui, nos Estados Unidos, os policiais são treinados para a pensar que um suspeito carrega sempre uma arma, o que leva a erros de julgamento e más reações. O treinamento policial tem que mudar, mas também deve-se notar que é difícil de mudar a nossa cultura das armas.
John Walkenbach, Google+


O comércio das armas de fogo nos EUA

16 agosto, 2016

O comércio das armas de fogo nos EUA

Nos Estados Unidos a discussão sobre armas de fogo continua com força total.
A preocupação é com o aumento do comércio de armas sempre que acontece um massacre, como o de San Bernardino, na Califórnia, há 8 meses.
A história norte-americana explica porque é tão natural ter uma arma nos EUA. Está na Constituição do país, há mais de 200 anos, o direito de cada cidadão ter e portar armas. E, cada vez que uma tragédia com armas de fogo acontece nos EUA, é assim que eles reagem: armando-se ainda mais.
Em 2009, um militar matou 13 pessoas na base de Fort Hood, no Texas. Logo depois, a venda de armas cresceu em 15 por cento.
Em 2012, um homem saiu atirando no interior de uma sala de cinema no Colorado e matou 12 pessoas. O comércio de armas teve um aumento de 17 por cento.
No mesmo ano, em Connecticut, um rapaz entrou na escola Sandy Hook e matou 26 pessoas, a maioria crianças. Na sequência, o comércio de armas teve um pico de aumento de 39 por cento.
Por fim, depois do massacre de 14 pessoas em San Bernardino, o aquecimento no comércio de armas tornou a se repetir.
O lobby do setor quer que as pessoas acreditem que ter e portar mais armas é a solução.

22 abril, 2014

Armas perdidas

Espadas no antigo Oriente Médio foram feitas de um material chamado "aço Damasco". Este era conhecido por seu padrão característico ondulado e famoso por produzir lâminas  fortes e flexíveis. Ninguém sabe como essas espadas eram forjadas.
Ao defender Constantinopla contra os muçulmanos, o Império Bizantino usou algo chamado "fogo grego". Uma substância incendiária que, arremessada sobre os navios inimigos, estes pegavam fogo – e, mais ferozmente, quando estavam molhados. Mas, precisamente, qual era a substância e como era produzida não há registros.

Lost Weapons, Futility Closet
Arsenal
Porcos em chamas, Uma forma de controle para seres indesejáveisA evolução das armas