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18 março, 2026

A jornada cósmica do Sol

A mais de 800 mil quilômetros por hora, o Sol está em uma jornada cósmica pela Via Láctea. Mesmo a essa velocidade estonteante, ele leva 225 milhões de anos para completar uma única órbita ao redor da galáxia.

E aqui está a parte mais incrível: ele já fez cada órbita completa 20 vezes, desde que surgiu. Isso significa que, quando os dinossauros dominavam a Terra, o Sol estava em uma região completamente diferente da galáxia.

Agora, faltam cerca de 22 voltas galácticas até ficar sem combustível, expandindo-se em uma gigante vermelha massiva, provavelmente consumindo Mercúrio, Vênus e talvez até a Terra.

12 março, 2026

Não se pode explodir o Sol

"Quando a economia global depende de um recurso centralizado e combustível, os mísseis fazem mais do que simplesmente cortar o fornecimento de energia ou interromper o transporte marítimo. Eles abalam os próprios alicerces da estabilidade global." (Greenpeace)
Não se trata apenas de emissões de carbono ou metas climáticas. Trata-se de resiliência, segurança e sobrevivência.
Eis por que uma transição descentralizada, liderada por energias renováveis, é um caminho para a proteção vital e a segurança econômica:
  1. Fortalecendo a rede: Não se pode "explodir" o Sol. É incrivelmente difícil desativar uma rede descentralizada de milhões de painéis solares em telhados. A energia distribuída é inerentemente mais resistente à sabotagem do que um punhado de usinas térmicas enormes e vulneráveis.
  2. Acabar com a dependência energética: Conflitos geram bloqueios e colapsos nas cadeias de suprimentos. Um país que produz sua própria energia a partir do sol e do vento não pode ficar refém de rotas marítimas interrompidas ou da volatilidade do mercado de petróleo.
  3. Soberania econômica: Com a disparada dos preços, as nações que dependem de combustíveis importados enfrentam uma inflação devastadora. A transição para energias renováveis ​​locais funciona como uma proteção contra os impactos de guerras, mantendo os custos previsíveis para as famílias em seus momentos de maior vulnerabilidade.
  4. Descentralização como defesa: ao eliminar os "pontos únicos de falha", garantimos que hospitais, escolas e residências possam manter o fornecimento de energia mesmo que a rede elétrica nacional esteja comprometida.
Ativistas desfraldam uma faixa em frente ao Palácio Nacional da Cultura da Bulgária. 
Com os dizeres: "Nosso Sol. Nossa Força. Nosso Futuro."
© Boris Dimitrov / Greenpeace

05 março, 2026

Parélio

Parélio, ou "falso sol", é um fenômeno óptico atmosférico que cria pontos luminosos coloridos ao lado do Sol, como se fossem outros sóis, causado pela refração da luz solar em pequenos cristais de gelo em nuvens altas. Ocorre quando o Sol está perto do horizonte, com os cristais hexagonais alinhados.


Em 1734, uma carta e um desenho de Martha Gerrish, uma mulher da Nova Inglaterra, descreviam um parélio, este raro fenômeno astronômico. Gerrish comentou: "Se isso viesse de uma mão masculina, acredito que seria um presente aceitável para a Royal Society". Esta é a primeira carta à Royal Society conhecida por ter sido enviada por uma mulher em seu próprio nome e demonstra que as mulheres contribuíram para a ciência mesmo quando seu trabalho não era divulgado publicamente.(Pat's Blog)

12 março, 2025

Furtando a Lua

Esta série de fotos foram tiradas por Cris Froese, da Polônia. É chamada de "Furtando a Lua", e o fotógrafo levou 2 anos até obter estes resultados  em 2021.


Lembram as fotos da fotógrafa russa Diana Badmaeva. Em 2019, junto com o marido, Diana capturou a cena de um homem que "colocou o Sol no porta-malas de um carro".

Pesquisar bộ ảnh "cất trăng vào cốp" gây sốt trên mạng xã hội no Google.

30 dezembro, 2024

A sonda Parker

A sonda que fez a maior aproximação do Sol em toda a história encontra-se operando normalmente, informou ontem (27) a Agência Espacial dos Estados Unidos (Nasa). Nomeada como Parker, em homenagem ao cientista Eugene Parker, a sonda solar alcançou sua maior aproximação do Sol na terça-feira (24/12), véspera de Natal.
A sonda, que foi desenvolvida como parte do programa "Living With a Star" para explorar alguns aspectos do sistema solar que afetam diretamente a vida na Terra, passou a 6,1 milhões de quilômetros da superfície solar.
O objetivo da Nasa é otimizar os estudos que já existem sobre o Sol — a estrela mais próxima da Terra.
As medições tomadas pela Parker possibilitarão: 1) entender melhor como o material nessa região é aquecido a milhões de graus, (2) rastrear a origem do vento solar (um fluxo contínuo de material que escapa do Sol) e (3) descobrir como partículas energéticas são aceleradas a velocidades próximas à da luz.
Para realizá-las, a sonda Parker Solar Probe (e seus instrumentos) estão protegidos do Sol por um escudo de carbono com 4,5 polegadas de espessura, que pode suportar temperaturas que chegam a 1.377 graus Celsius.

01/01/2025 - Atualização ...
Enquanto quebrava seu próprio recorde de distância, a Parker se movia a incríveis 692 mil km/h. Em outras palavras, ela estava viajando a 0,064% da velocidade da luz. Portanto, a sonda recebeu o (merecido) título de objeto mais rápido já criado pela humanidade.

31 janeiro, 2024

O amigo forte do Sol

Stephenson 2-18 está entre as maiores estrelas conhecidas. Tem um raio estimado de cerca de 2.150 raios solares (1,5 × 10 ⁹ quilômetros; 10 UA), o que corresponde a um volume de quase 10 bilhões de vezes o do Sol.

Vídeo: http://www.youtube.com/shorts/VDnFoL3jyTs


15 junho, 2020

Qual é a maior estrela?

O Sol pode parecer ser a maior estrela do céu, mas isso é apenas porque está mais próximo. Em uma escala estelar, o Sol é de tamanho médio - cerca de metade das estrelas conhecidas são maiores e metade são menores.
A maior estrela conhecida no universo é UY Scuti, uma hipergigante com um raio cerca de 1.700 vezes maior que o Sol. E não está sozinha em se tratando de ofuscar a estrela dominante da Terra.


Se UY Scuti substituísse o Sol no centro do sistema solar, sua fotosfera se estenderia além da órbita de Júpiter. A nebulosa de gás que escapa da estrela se estenderia ainda mais além, além da órbita de Plutão, até 400 vezes a distância entre o Sol e a Terra.
O grande raio de UY Scuti também não a torna a estrela mais massiva. Essa honra vai para a R136a1, que pesa cerca de 300 vezes a massa do Sol, mas mede apenas cerca de 30 raios solares. UY Scuti, em comparação, é apenas cerca de 30 vezes mais massivo que o Sol.

Extraído de: What Is the Biggest Star?, SPACE.com

04 fevereiro, 2020

A superfície solar

A imagem que você vê abaixo é a mais detalhada que a Ciência já registrou da superfície solar, graças ao Telescópio Solar Daniel K. Inouye (DKIST), que fica na cidade de Maui, no Havaí.

Data da observação: 10/12/2019

A imagem mostra a superfície solar de uma forma inédita. Como sendo formada por "células" (plasma incandescente), com tamanho um pouco maior do que o Estado de Minas Gerais (para termos uma referência familiar a nós do Brasil). Também é possível ver como a superfície é "viva" e sempre em movimento.
O objetivo do telescópio, no entanto, não é apenas gerar imagens interessantes para o público. A observação do Sol permite entender mais profundamente as tempestades solares que disparam partículas energizadas, inclusive em direção à Terra, um comportamento que pode afetar equipamentos como satélites de GPS e a rede elétrica.


Comentário
— O Sol parece pipoca caramelizada.

11 novembro, 2019

Nem sombra das sombras

Este fenômeno acontece quando o Sol fica em seu ponto de maior verticalidade sobre a Terra, o que faz que as sombras laterais dos habitantes desapareçam.
Nesses dias, o Sol estará bem acima das nossas cabeças e, por isso, as pessoas não projetarão sombras durante alguns minutos. O mesmo acontecerá com os edifícios.

24/05/1919 - A passagem do "sol no topo" em Yucatán, México
(https://zap.aeiou.pt/fenomeno-astronomico-deixou-mexico-sem-sombras-3-dias-258892)

A passagem do Sol pelo topo ocorre duas vezes por ano, quando a nossa estrela se dirige para o norte na primavera e, em seu regresso, após o solstício de verão.
O fenômeno acontece diariamente nos lugares entre o Trópico de Câncer e o de Capricórnio. As datas são estas:
21/3 Equador
21/6 Trópico de Câncer
21/9 Equador
21/12 Trópico de Capricórnio.
Na verdade, só exatamente ao meio dia solar LOCAL (atenção para esta última palavra!) é que não há sombra NO LOCAL. À medida que o Sol vai descrevendo o seu movimento "aparente" (na realidade, é a Terra que vai rodando) o LOCAL em que não há sombra vai mudando (porque o meio dia solar vai mudando, claro).

07 outubro, 2019

Eclipses solares totais

Eis a notável coincidência que nos permite ver eclipses solares totais: o diâmetro da Lua é 400 vezes menor do que o diâmetro do Sol, mas a Lua também está 400 vezes mais perto de nós.


27 setembro, 2019

Lá vem o sol [3]

60.000.000 a.C.

- Lá vem o sol, mãe.
- Tudo bem, filho.
[1] [2]

"Here comes the sun", faixa 1 do lado B do álbum "Abbey Road" (1969).

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John voltou a Abbey Road, meio século depois. Bem, na verdade, ele nunca saiu dali. @lilian s.

09 janeiro, 2019

Galileu explica seu novo método de observar o Sol

Em 1612, na segunda carta a Marc Welser, Galileu explicou seu novo método de observar o Sol:
O método é este: direcione o telescópio para o Sol como se fosse observá-lo. Tendo focado e estabilizado, exponha uma folha de papel branca e plana a cerca de 30 cm da lente côncava; sobre ela se projetará uma imagem circular do disco solar com todas as manchas, exatamente com a mesma simetria como estão no Sol. Quanto mais o papel for movido para longe do tubo, maior será a imagem e melhores serão os pontos representados. Assim, eles serão vistos sem causar danos ao olho, mesmo o menor deles - que, quando observado através do telescópio, dificilmente pode ser percebido, e ainda assim com fadiga e lesão para os olhos.”
Anteriormente, ele havia observado o Sol apenas diretamente ao nascer e ao se pôr.
(http://pballew.blogspot.com/2018/08/on-this-day-in-math-august-12.html#links)
Istoria e dimostrazioni intorno alle macchie solari - seconda lettera
Galileu e as cartas sobre as manchas solares:a experiência telescópica contra a inalterabilidade celeste, Marcelo Moschetti

Há uma pintura interessante no Rijksmuseum, um museu nacional holandês dedicado às artes e à história em Amsterdã, mostrando as várias formas pelas quais as pessoas viram um eclipse solar em 1642. À esquerda, um homem aponta para uma bacia com água. Dois homens veem o eclipse com um espelho. Outros olham para o sol através de um pedaço de vidro.
(http://pballew.blogspot.com/2018/08/on-this-day-in-math-august-12.html#links)

04 novembro, 2018

Chove no Sol?

Sim, embora o que cai não é água, mas plasma extremamente quente. Um exemplo ocorreu em meados de julho de 2012, após uma erupção no Sol que produziu tanto uma ejeção de massa coronal quanto uma moderada explosão solar . O mais incomum, no entanto, foi o que aconteceu em seguida. O plasma na vizinha coroa solar foi filmado resfriando e recuando, num fenômeno conhecido como chuva coronal. Porque elas são eletricamente carregadas, elétrons, prótons e íons da chuva foram graciosamente canalizados ao longo de alças magnéticas existentes perto da superfície do Sol, fazendo a cena parecer uma cachoeira surreal tridimensional. O espetáculo surpreendentemente sereno resultante é mostrado em luz ultravioleta e destaca a matéria que brilha a uma temperatura de cerca de 50.000 graus Kelvin . Cada segundo no lapso de tempo em destaque no vídeo leva cerca de 6 minutos em tempo real, de modo que toda a sequência da chuva coronal durou cerca de 10 horas. Observações recentes confirmaram que essa chuva coronal também pode ocorrer em alças menores por até 30 horas.



Afrânio Bizarria, ao trazer minha atenção para este vídeo, comentou: Vejam só a nossa pequenez!

Resposta - Quando eu penso no universo (onde tem buraco negro que mata uma estrela por dia...), logo desisto.

29 setembro, 2018

Minueto em Sol Maior


A Terra realiza, ao todo, quatorze movimentos, incluindo aqueles que ocorrem com o Sistema Solar, a Via Láctea e o Universo, que está sempre em movimento e expansão. Um dos mais importantes movimentos é a rotação, que dura 23 horas, 56 minutos, 4 segundos e 0,9 décimos, originando a sucessão dos dias e das noites.

VÍDEO

25 março, 2018

Lá vem o sol [2]

Ano 1 500 002 018 d.C. Um Sol gigantesco se levanta sobre o horizonte leste da Terra. Se você pudesse acordar nessa manhã, daqui a 1,5 bilhão de anos, não encontraria nada do mundo que conhece hoje. Nossa estrela está 10% mais brilhante e parece ocupar um pedaço enorme do céu, que por sinal não é mais azul. A atmosfera, opaca, úmida e abafada, é dominada por uma luz cor-de-laranja e amarela. Sobre o solo árido não há água, nenhuma planta ou animal. Enorme, brilhante e abrasador, o Sol está começando a morrer. E os primeiros sintomas da sua longa agonia já eliminaram a vida da Terra. Essa é a previsão da equipe de astrônomos liderada por Juliana Sackmann, do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Alguns cálculos que definem o cenário que você vai conhecer a seguir foram feitos pelos pesquisadores especialmente para a SUPER.
Thereza Venturoli


Música incidental: "Here comes the sun", The Beatles

 Gente, vamos criar uma equipe de manutenção para cuidar da troca muito antes da catástrofe.

02 janeiro, 2018

As primeiras fotografias da Lua e do Sol

Louis Jacques Daguerre foi o criador do primeiro processo fotográfico de que se tem notícia, o daguerreótipo.
Em 2 de janeiro de 1839, ele apontou sua câmera para o céu e fez a primeira foto da Lua.
Mas ele tinha problemas financeiros e não obteve apoio para seu trabalho por não querer revelar a parte fundamental do processo que inventou. Um incêndio em seu laboratório, naquele mesmo ano, acabou por destruir grande parte de seu trabalho, assim como destruiu a primeira foto da Lua.
Um ano depois, em 1840, o estadunidense John Williams Draper fez uma nova foto do satélite natural da Terra, sendo esta a primeira imagem da Lua (fig. 1) ainda preservada.


Em 1845, os franceses Hippolyte Fizeau e Leon Foucault tomaram a primeira fotografia bem sucedida do sol. Usando a tecnologia do daguerreótipo, eles fizeram as primeiras fotografias do Sol. A imagem original, tirada com uma exposição de 1/60 de segundo, tinha cerca de 12 centímetros de diâmetro e capturou várias manchas solares, visíveis nessa reprodução (fig. 2).

15 outubro, 2017

Ao incansável defensor do horário de verão

"A luz é uma das maiores dádivas do nosso Criador. Enquanto a luz do dia nos ilumina, a alegria reina, as ansiedades amainam e reunimos coragem para enfrentar a vida." ~ William Willett
Embora a ideia do horário de verão tenha sido especulada por Benjamin Franklin em 1784, e, muito embora o astrônomo neozelandês George Hudson tenha apresentado, em 1895, por escrito, uma proposta sobre ele à Royal Society da Nova Zelândia, é considerado William Willett o verdadeiro pai da ideia.
William Willett (10 de agosto de 1856 - 4 de março de 1915), construtor inglês. Ele afirmou ter tido a ideia (do horário de verão) enquanto fazia uma viagem de manhã, no início do verão, em Petts Wood, perto de sua casa em Chislehurst, em Londres. Ele observou que muitas persianas ainda estavam baixas, embora já existisse uma boa iluminação natural, porque muitos não atinavam com isso. Então, ele passou a usar suas economias para fazer uma campanha em favor de um esquema de ajuste dos relógios para a temporada e publicou um panfleto em 1907. Sua ideia original era fazer quatro mudanças semanais de 20 minutos cada, para um total de 80 minutos. Mas o primeiro Daylight Saving Bill, propondo uma única hora na mudança na estação, falhou em 1908.
Willett não viveu o suficiente para ver sua ideia colocada em prática. Ela só seria adotada em 1916 (um ano depois de sua morte), pela Alemanha, durante a Primeira Guerra Mundial, como uma medida para economizar carvão.
Atualmente, cerca de 30 países utilizam o horário de verão, pelo menos em parte de seu território. Para maioria deles, o princípio continua o mesmo sugerido por Willett: adaptação das atividades diárias à luz do Sol.
Memorial
Na cidade inglesa de Petts Wood há um memorial dedicado "ao incansável defensor do horário de verão". A inscrição sob o relógio do sol diz: "Horas non numero nisi aestivas", que quer dizer: "Não conto as horas, a menos [que sejam] de verão".
http://pballew.blogspot.com.br/2017/08/on-this-day-in-math-august-10.html#links
https://pt.wikipedia.org/wiki/William_Willett

25 dezembro, 2016

Um astro do barulho

Se pudéssemos ouvir o som emitido pelo Sol, viveríamos sob um ruído contínuo que, após haver percorrido 150 milhões de quilômetros, chegaria a nosso planeta com a intensidade de 100 dB.
Para fim de comparação, equivaleria a ouvirmos continuamente o som de uma broca elétrica.
A situação lembraria muito aquela do "Planeta do Sol Berrante", com Rick e Morty.


(O Sol berra por que está sendo queimado vivo?)

Por sorte, o som não se propaga no vácuo.

29 julho, 2016

É...




"O sol, com todos aqueles planetas girando em torno dele e dependentes dele, ainda faz amadurecer um cacho de uvas como se não tivesse mais nada que fazer no universo."
– Galileo Galilei