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08 maio, 2024

Se um gêmeo siamês cometer um crime?

Se um gêmeo siamês cometesse um crime, quais seriam as implicações legais? A justiça certamente poderia levar o perpetrador a julgamento, mas eles poderiam ser punidos com pena de prisão? Um gêmeo não poderia ser encarcerado sem o outro, e isso significaria prender um inocente. Você pode pensar, como pode um ser culpado sem que o outro também seja? Existem muitos crimes que acontecem em um piscar de olhos, como furtos em lojas ou simples assaltos, dos quais o segundo gêmeo pode não ter conhecimento antes do momento em que acontece. Isso levanta a questão de quão responsável seria um gêmeo por evitar o crime de seu irmão, ou por não denunciar, ou mesmo por fugir. Enquanto um gêmeo pode ser o culpado, o outro pode ser cúmplice de um crime.
Este é um experimento de pensamento comum na faculdade de direito, mas, acredite ou não, houve alguns casos no mundo real.


O site Vista Criminal Law relata um caso do sistema jurídico americano que envolveu Chang e Eng, os dois gêmeos siameses mais famosos da história (a dupla até serviu de inspiração para o termo "gêmeos siameses"). Em algum momento no início dos anos 1930, um espectador apertou a mão de Chang com tanta força que Chang o socou. O espectador acusou Chang de agressão, mas o juiz decidiu que, embora Chang devesse ser condenado à prisão, isso equivaleria a colocar Eng também no cárcere. Em um caso envolvendo algo tão grave quanto um assassinato, a sentença seria ainda mais longa e injusta para a parte inocente.
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E se um gêmeo não siamês cometer um crime?
Na Malásia a pena para quem trafica droga é a morte por enforcamento.
Preso em flagrante com maconha e ópio bruto, o caso do traficante Raj parecia uma moleza para a acusação. 
O único problema era que existiam dois Rajs: Sathis Raj e Sabarish Raj, que eram gêmeos idênticos, e eles decidiram complicar a vida dos promotores. Inquiridos sobre "quem fez?", cada um apontou o dedo indicador para o outro, a fim de borrar a linha de separação entre o Raj do Bem e o Raj do Mal. (Nenhum dos Rajs usava um cavanhaque, por exemplo, que permitisse fazer a distinção.)
Funcionou?
Aqui está o que só dá certo com gêmeos idênticos. Mesmo que um deles tenha sido detido em flagrante, tudo o que você tem a fazer é deixá-los juntos - e não vigiados - numa sala por rápidos 30 segundos, para você não saber mais quem é quem.
E, por conta disso, foram libertados. Não havia mais como descobrir quem era o culpado.
http://blogdopg.blogspot.com/2009/08/o-crime-do-malaio.html

05 fevereiro, 2016

Lá em Labuan...

No Labuan, uma possessão britânica no norte de Bornéu, existem apenas dois funcionários ingleses: o governador Leys e o tenente Hamilton. O último cavalheiro acumula os cargos de secretário colonial, diretor dos correios, tesoureiro, magistrado, inspetor de polícia, inspetor da prisão, comissário-chefe das florestas, engenheiro colonial e ouvidor. Nestas múltiplas atividades, ele providencia a correspondência, de si para si mesmo, em um estilo oficial imponente, e cuidadosamente copia e registra seus inúmeros despachos.
Poverty Bay Herald, 24 de fevereiro, 1888

Labuan é a principal ilha do Território Federal de Labuan, na Malásia. Labuan é mais conhecida como centro financeiro offshore e como destino turístico para o vizinho Brunei e para mergulhadores. O nome Labuan deriva da palavra malaia labuhan que significa "ancoradouro".
Website Oficial (página não disponível; se o tenente Hamilton fosse vivo, isto não estaria acontecendo).

10 junho, 2015

Abalou Kinabalu

Um membro do governo da Malásia afirmou que o terremoto que atingiu o país no dia 5, sexta-feira, deixando 16 mortos, não teve a ver com a atividade sísmica da região. A tragédia teria sido causada por turistas ocidentais que recentemente tiraram fotos nus no Monte Kinabalu (foto), próximo do epicentro do sismo.
Joseph Pairin Kitingan, que ocupa um cargo semelhante ao de vice-governador, disse que a atitude dos turistas irritou os espíritos da montanha: "O terremoto é uma prova das consequências, que já temíamos, das ações dos turistas. Temos que entender essa tragédia como um alerta sobre como as crenças e os costumes locais não podem ser desrespeitados".
As autoridades malaias estão orientadas para não permitir que o grupo de turistas deixe o país, enquanto as investigações estiverem em curso.
O antropólogo Paul Porodong, da Universidade da Malásia em Sabah, disse em entrevista ao jornal Star que tribos locais relacionam acidentes com atos desrespeitosos e que a nudez do grupo se encaixaria nesta situação.
Para os próximos dias, a população local planeja realizar um ritual tradicional no Monte Kinabalu para "acalmar os espíritos"

28 março, 2015

Uma regra de ouro

Ao encomendar produtos on-line, se algo parece com uma farsa é provavelmente uma farsa.
Foi a lição que um homem da Malásia aprendeu ao encomendar um ampliador de pênis e, em vez disto, receber... uma lupa.
O homem, citado apenas pelo nome Ong, numa reportagem do "The Star Online", pagou 450 ringgits malaios (cerca de US $ 140) por um dispositivo de ampliação do pênis. Mas o pacote que ele recebeu continha apenas uma lupa e um pequeno conjunto de instruções. Do tipo: "Não utilizar sob a luz solar."
Quando Ong entrou com uma queixa num bureau de reclamações da Malásia, as autoridades consideraram um caso sem solução. O malaio não possuía provas da compra que fizera, tais como recibos. E seu advogado, Alex Kok, declarou ao jornal: "Nós não sabemos a quem processar, onde e como processar."
O caso dele não foi um exemplo isolado. Milhares de dólares são perdidos a cada ano em transações on-line, como a que aconteceu a Ong.
O chefe do bureau de reclamações, Datuk Seri Michael Chong, disse aos jornalistas:
"Homens e mulheres são igualmente vulneráveis ​​a essas fraudes, Só este ano, três pessoas perderam mais de 80.000 ringgits para esses vigaristas. É preciso muito cuidado ao comprar coisas on-line, especialmente aquelas que reforçam a genitália."
Arquivo
Penis growth

22 novembro, 2014

Uma situação de quase naufrágio

Uma jovem na Malásia consegue evitar que o bote afunde, usando apenas os próprios pés.



O comentário irônico de um internauta:
A canoa encher-se de água foi um ato de Deus. Ele estava muito descontente com a jovem deste vídeo, por não ter sido ainda prometida a um velho barbudo. Deus agora está mais irritado porque a menina contrariou um ato divino. Se ela não for a seguir apedrejada até a morte, Deus envia em breve um furacão.

16 março, 2011

"Salve o Bule"

Glauco, o criador de Salve o Bule, conta como surgiu a ideia de iniciar um blog com esse nome. Foi em 2005 ao ler na internet a manchete de uma notícia.

MALÁSIA PRENDE 58 SEGUIDORES DA SEITA DO BULE GIGANTE

"A partir desse dia", esclarece Glauco, "resolvi adotar este maravilhoso símbolo (NADA MAIS, NADA MENOS, QUE O INCOMPARÁVEL BULE !!!) para a divulgação das notícias de 'fundamental' importância para o futuro da humanidade, sempre acompanhadas por desenhos de bule que na maioria das vezes tinham relação com a notícia divulgada..."

Comentário
Ilustrando suas postagens, nestes últimos cinco anos, o blogueiro já inseriu em seu folhetim eletrônico uma grande quantidade de imagens de bules. Espero um dia selecioná-las para um slideshow.

17 agosto, 2009

O crime do malaio

O malaio Raj, 27, trabalhava como diretor de logística para transporte de produtos com alta demanda e grande margem de lucro. Em outras palavras, era um traficante de drogas.
Em 2003, quando ele foi preso, encontrava-se transportando 166 quilos de maconha e 1,7 quilo de ópio bruto.
Apesar dos esforços que existem em muitas partes do mundo para descriminalizar a maconha, na Malásia a pena para quem a trafica é a morte por enforcamento.
Preso em flagrante, o caso parecia uma moleza para a acusação.
O único problema era que existiam dois Rajs: Sathis Raj e Sabarish Raj, que eram gêmeos idênticos, e eles decidiram complicar a vida dos promotores.
Inquiridos sobre "quem fez?", cada um apontou o dedo para o outro, a fim de borrar a linha de separação entre o Raj do Bem e o Raj do Mal.
(Nenhum dos Rajs usava um cavanhaque, por exemplo, que permitisse fazer a distinção.)
Funcionou?
Aqui está o que só dá certo com gêmeos idênticos. Mesmo que um deles tenha sido detido em flagrante, tudo o que você tem a fazer é deixá-los juntos - e não vigiados - numa sala por rápidos 30 segundos, para você não saber mais quem é quem.
E, por conta disso, foram libertados. Não havia mais como descobrir quem era o culpado.