Numa turnê em Yackandandah, o australiano Loz, dos "Shonky Brothers", gravou um flato.
Que havia de tão especial nele?
Era um arpejo em si bemol maior com um trinado no final.
O australiano executou as notas do acorde numa flauta. Em seguida, deu a elas um tratamento sinfônico.
Você poderá baixá-lo como um ringtone. Ajude Loz a tonificar seu (dele) esfíncter.
Mr. Methane
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15 janeiro, 2016
15 setembro, 2014
Precisamente, os címbalos
"Se eu tivesse que viver minha vida novamente, eu teria seguido a regra de ler alguma poesia e ouvir um pouco de música, pelo menos uma vez por semana, pois, talvez assim, partes do meu cérebro, agora atrofiadas, pudessem ter continuado ativas pelo uso." – Darwin, em sua autobiografia de 1887
O clímax do segundo movimento da sétima sinfonia de Bruckner é uma nota dos pratos orquestrais. Reza a lenda que Bruckner acrescentou-a ao saber da morte de Wagner.
É a única nota dos címbalos em toda a sinfonia, e o percussionista tem tempo de sobra para se preocupar com isso.
"Esta nota, observou Jens Rossel, da Aarhus Symfoniorkester (Dinamarca), torna-se motivo de uma angústia indescritível para quem a vai tocar. Ela deve vir com toda precisão ou o músico simplesmente estraga tudo. Poucos minutos antes, você já vê o sujeito inquieto na cadeira, a esfregar as mãos, a limpar as mãos em suas calças. Então, ele se levanta, aguarda o instante exato e... percute os pratos. O impacto dos címbalos dura apenas alguns milésimos de segundo, mas o que a nota representa para a sinfonia é uma questão de vida ou morte."
Talvez essa seja a essência do trabalho. "O que você tem que saber para tocar pratos?", alguém perguntou ao maestro britânico Malcolm Sargent. "Nada", respondeu ele, "só quando".
(Frank R. Wilson, "A Música e a Neurologia do Tempo," Music Educators Journal 77:5, Janeiro de 1991.)
O que fazer quando a correia do prato quebra
O garoto do hino
O clímax do segundo movimento da sétima sinfonia de Bruckner é uma nota dos pratos orquestrais. Reza a lenda que Bruckner acrescentou-a ao saber da morte de Wagner.
É a única nota dos címbalos em toda a sinfonia, e o percussionista tem tempo de sobra para se preocupar com isso.
"Esta nota, observou Jens Rossel, da Aarhus Symfoniorkester (Dinamarca), torna-se motivo de uma angústia indescritível para quem a vai tocar. Ela deve vir com toda precisão ou o músico simplesmente estraga tudo. Poucos minutos antes, você já vê o sujeito inquieto na cadeira, a esfregar as mãos, a limpar as mãos em suas calças. Então, ele se levanta, aguarda o instante exato e... percute os pratos. O impacto dos címbalos dura apenas alguns milésimos de segundo, mas o que a nota representa para a sinfonia é uma questão de vida ou morte."
Talvez essa seja a essência do trabalho. "O que você tem que saber para tocar pratos?", alguém perguntou ao maestro britânico Malcolm Sargent. "Nada", respondeu ele, "só quando".
(Frank R. Wilson, "A Música e a Neurologia do Tempo," Music Educators Journal 77:5, Janeiro de 1991.)
O que fazer quando a correia do prato quebra
O garoto do hino
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