Detalhes principais
• Data e hora: 17 de setembro de 1908, aproximadamente às 17h14.
• Aeronave: Wright Military Flyer (Wright Tipo A / SC-1)
• Ocupantes:
• Orville Wright (piloto) — sobreviveu com uma fratura na perna, costelas quebradas e lesões no quadril e nas costas.
• Tenente Thomas Etholen Selfridge (passageiro e observador do Exército dos EUA) — morreu devido a uma fratura no crânio, marcando o primeiro acidente fatal com avião motorizado na história.
O que aconteceu
• O voo: Orville Wright e o tenente Thomas Selfridge decolaram diante de uma multidão de quase 2.000 espectadores para demonstrar a capacidade da aeronave de transportar dois passageiros, visando um possível contrato militar.
• Falha mecânica: Após aproximadamente quatro voltas e meia no campo, a uma altitude de cerca de 150 pés, uma seção da pá de madeira da hélice direita se quebrou.
• O acidente: A hélice quebrada atingiu um cabo conectado ao leme traseiro, rompendo o sistema de controle. A aeronave perdeu o equilíbrio, inclinou-se para baixo e caiu de uma altura aproximada de 23 metros no campo.
• Consequências: Os socorristas libertaram os dois homens dos destroços. Selfridge foi levado às pressas para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu algumas horas depois. Apesar da tragédia, o Exército dos EUA prosseguiu com a avaliação e concedeu aos irmãos Wright um contrato no ano seguinte.
N. do E.
Nós, brasileiros, e toda a torcida do Paris Saint-Germain sabemos que o verdadeiro Pai da Aviação é o conterrâneo do médico oftalmologista Nelson Cunha, o brasileiro Alberto Santos Dumont. O homem que primeiro voou em um aparelho mais pesado do que o ar, sem a necessidade de uma rampa especial para o seu lançamento.
Daí não aceitarmos a empulhação de conferir esse título aos irmãos Wright, construtores do Flyer, o qual precisava de uma catapulta e de bons ventos para sair do chão.
Mas sejamos justos. Há um título que Orville Wright, o irmão que pilotava o Flyer na demonstração de 1903, merece de fato e ninguém tasca. Em 1908, ele foi o piloto do primeiro voo da história em que um passageiro morreu.
Isso o habilita para ser considerado o Pai do Acidente da Aviação. O que não é pouco para quem tirou o seu brevê com 12 segundos de voo.
Nós, brasileiros, e toda a torcida do Paris Saint-Germain sabemos que o verdadeiro Pai da Aviação é o conterrâneo do médico oftalmologista Nelson Cunha, o brasileiro Alberto Santos Dumont. O homem que primeiro voou em um aparelho mais pesado do que o ar, sem a necessidade de uma rampa especial para o seu lançamento.
Daí não aceitarmos a empulhação de conferir esse título aos irmãos Wright, construtores do Flyer, o qual precisava de uma catapulta e de bons ventos para sair do chão.
Mas sejamos justos. Há um título que Orville Wright, o irmão que pilotava o Flyer na demonstração de 1903, merece de fato e ninguém tasca. Em 1908, ele foi o piloto do primeiro voo da história em que um passageiro morreu.
Isso o habilita para ser considerado o Pai do Acidente da Aviação. O que não é pouco para quem tirou o seu brevê com 12 segundos de voo.

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