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18 janeiro, 2024

A toxina do baiacu

Baiacu ou peixe-balão são designações populares para diversos peixes da ordem dos Tetraodontiformes, comuns nas faunas marítima e fluvial da América do Sul e, mais especificamente, do Brasil. O termo é utilizado, na linguagem corrente, para designar, especificamente, as espécies dessa ordem com a propriedade de inchar o corpo quando se sentem ameaçados por um predador ou outro fator.
Como o baiacu contém uma glândula de veneno, o consumo de sua carne exige a retirada prévia da glândula. Uma vez retirada a glândula, a carne do baiacu torna-se um tradicional ingrediente para o sashimi.
O veneno, a tetrodotoxina, é um bloqueador dos canais de sódio, que paralisa o músculos enquanto a vítima permanece totalmente consciente. Sob o efeito dessa neurotoxina, a vítima não consegue respirar, e eventualmente morre por asfixia. O tratamento padrão é o de suporte ao sistemas respiratório e circulatório, administração de carvão ativado e aguardar até que o veneno seja metabolizado e excretado pelo corpo da vítima. Toxicologistas ainda trabalham no desenvolvimento de um antídoto para a tetrodotoxina.

Ver também: Um ninho de amor

07 março, 2023

Dagon



NÃO PAGUE DÍZIMO.

ENSINE DEUS A PESCAR.


Ilustração: 

Uma representação de Dagon, suposta divindade assirio-babilônica. 

(século. 4 a.C.)

07 dezembro, 2021

Mãos de peixe

FishyHands® faz sua captura parecer maior!


(post não patrocinado)

Olhos de peixe

Trimetilaminúria: é uma condição incomum que causa um cheiro desagradável de peixe. É também chamada de "síndrome do odor de peixe". Às vezes, é causado por genes defeituosos que uma pessoa herda de seus pais, mas nem sempre é o caso. Atualmente não há cura, mas existem medidas que podem ajudar.

nhs.uk

21 julho, 2021

Peixões dourados

Uma cidade no Estado de Minnesota, EUA, pediu que os moradores não soltassem mais seus peixes de estimação na natureza.
Para dar ênfase à orientação, autoridades de Burnsville compartilharam imagens mostrando o tamanho de alguns peixes dourados que foram capturados durante uma expedição ao Lago Keller.


Um peixe dourado mantido em um aquário doméstico pode atingir um comprimento de até 5 cm. Mas, uma vez em águas públicas (rios e lagos), esses animais podem crescer muito. Em 2010, um adolescente britânico encontrou um peixe dourado de 2,2 kg num lago em Dorset, no sudoeste da Inglaterra.
Eles crescem e se reproduzem rapidamente, dominando as espécies nativas. Em consequência disso, podem prejudicar os ecossistemas.

06 setembro, 2020

O peixe sarcástico

Este peixe com nome científico Neoclinus blanchardi, ou, em inglês, "sarcastic fringehead" (numa tradução livre seria algo como "sarcástica cabeça com franja"), desperta a curiosidade geral não só pelo apelido.
Pode alcançar até 30 cm de comprimento, tem barbatanas peitorais e vive no Pacífico Norte, na costa do continente americano. Chama a atenção pela boca desproporcional, cheia de dentes afiados.
É mal-humorado, briguento e territorialista. Aquele que se atrever a passar próximo da toca do "sarcástico" será imediatamente atacado por ele, não importa o tamanho que possua.



2:33 - Desavenças entre vizinhos também acontecem. Brigas de boca, felizmente.

06 dezembro, 2018

Valeu o peixe

Cena de um rodeio aquático.



A tartaruga resistiu aos corcoveios do peixe por mais de 8 segundos.

07 setembro, 2018

O brasileiro ainda tem muito a aprender

Não, não estou dando a ideia.
No Kuwait, uma peixaria foi fechada pelas autoridades locais por tentar melhorar o aspecto dos seus produtos.
A peixaria colocava olhos de plástico nos peixes para que parecessem frescos.

"Eu, morta por dentro, mas passando um batonzinho..."

Há um provérbio (modificado) que diz:
"Um olho no peixe e outro no olho do peixe."

Quando for comprar pescado, fique esperto.

09 fevereiro, 2018

Casa da avó

"Come mais um prato, comeu quase nada."
CHEGANDO...                            SAINDO...

20 janeiro, 2018

O buscador inteligente de peixes

Não dê o peixe a um homem, ensine-o a usar o PowerSeeker. (*)

(postagem não patrocinada)

O buscador inteligente de peixes do PowerSeeker não só possui uma poderosa capacidade de detecção de sonar, como também é compatível com o PowerEye, o PowerRay e o PowerDolphin da PowerVision. Ele pode detectar com precisão a distribuição de peixes até 40 metros debaixo d'água, bem como a temperatura e a profundidade da água, a topografia subaquática e outras informações. Ele pode transmitir estas informações em tempo real para o aplicativo Vision +, oferecendo aos entusiastas da pesca uma experiência eficiente e inteligente.

(*) Eu não havia pensado nunca nissoDr. Caco Phato

07 novembro, 2017

10 março, 2017

O roedor gigante que tem gosto de peixe e outras obscuras delícias da Quaresma

por Mary Rezac, da CNA
Quando se trata de jejum, nós, católicos não temos muito a reclamar. Nós jejuamos, mas ainda podendo ter uma refeição maior e duas refeições menores. Nós não podemos comer carne às sextas-feiras, mas podemos comer peixe.
A Igreja, por sua vez, tem sido muito complacente para decidir entre o que é o peixe e o que é não-peixe.
Aqui estão alguns alimentos obscuros que talvez você não saiba que foram autorizados para o seu menu das sextas-feiras da Quaresma:
Capivara
Este roedor gigante sul-americano (o maior roedor do mundo) ainda é considerado um "peixe" para fim de Quaresma. Quando os colonizadores espanhóis começaram a catequizar os sul-americanos, eles não tinham certeza se podiam permitir que comessem este roedor gigante durante a Quaresma. Eles escreveram a Roma (ou, possivelmente, até mesmo enviaram o Padre Sojo, um sacerdote venezuelano famoso), descrevendo o roedor que gastava uma quantidade significativa de tempo na água e ainda tinha um sabor salgado que nem peixe. A bula papal foi emitida, permitindo o consumo da capivara em toda a Quaresma, uma permissão que ainda continua em vigor na Venezuela e em outros países da América do Sul.
"É delicioso", disse um dono de restaurante ao New York Sun, em 2005. "Eu sei que é um rato, mas o gosto é muito bom."
Iguana
Na Nicarágua, a sopa da cauda de iguana é um prato popular na Quaresma.
"É realmente saboroso. É um prato tradicional ", disse Manuel Zamora, ao Huffington Post, em 2013, entrevistado quando comprava duas iguanas em um mercado. A popular sopa de iguana é feita com carne de iguana, ovos, farinha de milho torrada e legumes. Outra sopa chamada Levanta Muerto, que pode ser traduzido como "Levanta-Defunto", consiste de carne da iguana preta espinhosa, cérebro, medula óssea, testículos de touro e, em alguns casos, mariscos.
Embora muitas pessoas não incluam os répteis em suas refeições da Quaresma, elas são permitidas, porque são animais "de sangue frio".
Castor
A América do Norte aparentemente foi o lar dos castores - com os 400 milhões de castores que nadavam em seus córregos e rios. Quando os colonos europeus aqui  chegaram, os cintos e a gordura de castor logo viraram, digamos, uma hot commodity, e a população de castores diminuiu rapidamente. A carne de castor também era especialmente popular entre os nativos norte-americanos. Em um dilema semelhante ao dos seus homólogos da Venezuela, o Bispo de Quebec, no século 17, perguntou a seus superiores se o castor poderia ser considerado um peixe para a Quaresma, uma vez que passava tanto tempo na água. Apesar de não estar claro se essa tolerância vale para hoje, o castor ainda é um prato popular em algumas áreas da América do Norte, mesmo durante a Quaresma.
Rato-almiscarado
Como seu parente roedor semi-aquático, o castor, o rato-almiscarado também tem sido uma carne quaresmal popular em certas partes da América do Norte. Em particular, nas cidades ao sul de Detroit em que é o prato preferido para as sextas-feiras da Quaresma. A origem da dispensação do rato almiscarado é amplamente debatida - alguns dizem que veio do papa durante a guerra de 1812, outros acreditam que um arcebispo a concedeu durante a Grande Depressão, na década de 1930. Seja qual for a história, sua popularidade tem-se mantido forte.
"É uma tradição oral de muitas gerações", diz Yvonne Lockwood, um pesquisador da Universidade de Michigan, ao New York Times. " E mesmo que não haja qualquer documento para provar, as pessoas continuam a acreditar e, por isso, o costume se mantém."
Em 2002, a Arquidiocese de Detroit reiterou oficialmente a dispensa da obrigação, dizendo que "Há uma antiga permissão, que remonta às nossas origens missionárias em 1700, para permitir o consumo de rato almiscarado em dias de abstinência, incluindo as sextas-feiras da Quaresma".
O bispo Kenneth Povish, de Lansing, descreveu a prática como "um costume imemorial", dizendo que "qualquer um que coma o rato almiscarado estaria fazendo uma penitência digna dos maiores santos".
Jacaré
A carne de jacaré é especialmente popular em Nova Orleans, Louisiana. É por isso que Jim Piculas, um criador de jacaré, escreveu ao Arcebispo de Nova Orleans em 2010, para perguntar se era permitido comer jacaré nas sextas-feiras da Quaresma. A resposta (que, no caso, foi afirmativa) se tornou viral em 2013, quando Piculas postou uma foto da carta na internet.
"Em relação à pergunta se seria aceitável comer jacaré  durante o tempo da Quaresma... Sim, o jacaré é considerada da família dos peixes", escreveu na carta o arcebispo Gregory M. Aymond. Aproveitando ainda para concordar com o paroquiano sobre "a importância dessa magnífica criatura para o estado da Louisiana".
Arau
Este adorável pequeno pássaro do mar foi uma vez centro de muito debate no norte da França. De acordo com o livro "Food and Faith in Christian Culture", um padre local informou ao arcebispo de Rouen que os monges de um mosteiro beneditino nas proximidades tinham consumido carne-do-mar durante a Quaresma, em 1698. O arcebispo emitiu uma resposta "rápida e inequívoca", para ser lida em todas as paróquias, enquadrando o papagaio-do-mar como um prato sujeito a jejum. Mas os monges não ficaram satisfeitos e recrutaram médicos de uma faculdade local para ajudá-los a compilar evidências de que o papagaio-do-mar era de fato mais peixe do que ave. As conclusões da investigação, apresentadas ao arcebispo em uma reunião de clérigos, convenceram-no a reverter sua decisão. Não está claro, porém, se esta dispensa de obrigação ainda continua de pé.

The giant Venezuelan rodent that tastes like fish, and other obscure Lenten delicacies, Catholic News Agency. Tradução: PGCS

23 fevereiro, 2017

O mapa da situação

O dr. Sten Grillner é pesquisador do Departamento de Neurociências do Instituto Karolinska, na Suécia. Estudando como o cérebro processa informações e controla os olhos, Grillner e outros pesquisadores confirmaram que uma área chamada quadrigemina corpora, que fica situada no mesencéfalo de todos nós, vertebrados, é a responsável por isso.
O estudo foi realizado em lampreias, um peixe pequeno pouco evoluído e que está próximo da forma dos primeiros vertebrados.


A quadrigemina corpora contém uma rede complexa de neurônios que controlam os movimentos da cabeça e dos olhos. Informações de diferentes partes chegam e são ali organizadas para criar um mapa do que está ocorrendo.
É o mapa da situação.
Fonte
Uråldrigt område i hjärnan styr ögonrörelser (Antiga área do cérebro controla os movimentos dos olhos). Publicado a 16 de setembro de 2016 em eLife online (doi: 10.7554/eLife.16472)

14 novembro, 2016

Respostas preventivas

Em um restaurante do Catete há um aquário com um peixinho vermelho. Os fregueses ociosos deram para se agrupar no local, crivando o proprietário de perguntas.
Cansado de responder a perguntas idiotas, o proprietário tomou um expediente.
No dia seguinte, quando os fregueses chegaram, viram pendente ao lado do aquário um cartaz de papelão, com os seguintes respostas:
Isto é um peixinho vermelho.
Está vivo.
É um só.
Custou dois mil réis.
Comprei-o de um freguês.
Não sei onde o freguês o arranjou.
Ele nunca morreu.
Come o que lhe dou.
O que está dentro é água.
A água é apanhada da torneira.
Não sei que idade ele tem.
Ele está aí desde que o comprei.
Tinha outro que morreu.
O morto foi atirado no lixo.
Não sei se ele dorme.
A água eu mudo quando quero.
Não sei quanto tempo ele viverá.
A água que ele bebe não se perde.
Não sei se ele crescerá.
Posso pegá-lo com a mão, mas não gosto.
Ele não fala.
É tudo que eu sei a respeito dele.
Não é para vender.
Revista Careta, 9 de janeiro de 1909 - edição 32
(transcrito com algumas modificações)
http://memoria.bn.br

27 outubro, 2016

Um peixe preso numa medusa


O fotógrafo Tim Samuel capturou a imagem deste pobre rapaz em Byron Bay, na Austrália.
Olhe para seu rosto.
Você já se sentiu sufocado em um relacionamento do qual você simplesmente não podia sair, mesmo podendo ver a liberdade a poucas polegadas de distância?
Este peixe, sim.

No reddit:
– Está apavorado. Eu nunca vi tal horror na cara de um peixe antes.
– Este peixe praticamente resume a minha vida.
– Querida, fiquei preso numa maldita água-viva.
– Ele não está preso. O peixe está apenas compartilhando um passeio com a medusa. As medusas são o Uber do mar.
– Isto pode ser o começo de uma nova relação simbiótica na natureza.
– Tudo tem um preço. A água-viva, às vezes, usa-o como lanche em troca da proteção que lhe dá.
– E se houver uma medusa dentro do peixe que está na medusa?
– A Disney em breve vai fazer um filme sobre isto.
– O título: Escondendo Nemo.

27 fevereiro, 2016

A competição de arremesso de atum


Na foto acima: Jackie Hockaday, que ganhou o concurso de 2014 arremessando um atum de 9 quilos.
Todos os anos, a cidade costeira de Port Lincoln, na Austrália, realiza uma competição de arremesso de atum como parte de um festival temático. Port Lincoln é um importante centro de pesca do atum. Muitos anos atrás, quando os homens queriam ser transportadores de peixes nas docas, eles tinham que demonstrar sua capacidade para o emprego lançando um peixe a uma grande distância.
Essa façanha prática de força é agora um esporte popular. Fisicamente, assemelha-se ao esporte olímpico do arremesso de martelo.

A competição de arremesso de anão

19 dezembro, 2015

O barco movido a peixe

Earl S. Tupper, o criador da empresa Tupperware, foi um inventor incorrigível. Além dos recipientes plásticos para a conservação de alimentos, ele criou o cone de sorvete com calha para evitar fugas e tinha um monte de ideias a respeito de como deveriam ser os espartilhos.
No entanto, o mais importante de seus projetos trazia uma forma revolucionária de propulsão naval: o barco movido a peixe. Segundo esboços do projeto (V. gravura abaixo), o qual se encontra nos arquivos do Museu Nacional de História Americana, o barco iria ter um par de asas para impedir o peixe de mergulhar.


É certo que o barco ficaria menos hidrodinâmico, mas Tupper sabia mesmo como evitar que o barco fosse ao fundo. [PGCS]

Navegando na canção (Um barquinho, um violão) | O barco-banheira | O barco de Halkett

30 abril, 2014

O desarme de uma lata de arenque fermentado

O arenque fermentado é uma iguaria escandinava. Poderia ser cruelmente descrita como peixe podre, mas você não deveria chamá-lo assim na Suécia, onde é muito valorizada. O surströmming é mantido em latas e servido em festas especialmente organizadas para comê-lo. Tal evento é chamado de surströmmingsskiva.
O arenque fermentado é mais popular na Suécia, mas é comido também, de vez em quando, na Noruega.
Guardadas por um tempo muito longo, essas latas incham com a fermentação do peixe.
Isso causou um problema em uma casa rural, no norte da Noruega, onde uma lata que remontava a 1990, tinha sido deixada nas vigas. A lata inchou tanto que já estava levantando o telhado.
Os proprietários desejavam remover a lata, mas tinham medo de que, em uma manobra intempestiva, a lata viesse a explodir, jogando pedaços do alimento por todos os lugares.
Então, eles chamaram Ruben Madsen, um especialista em desarmamento de surströmming. Madsen assegurou aos proprietários que o perigo era leve.


Leia o seu relatório em Neatorama

O Casu Marzu