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04 novembro, 2023
O profeta de uma sociedade psicocivilizada
José Delgado, O lendário e um pouco assustador pioneiro do controle da mente. Um neurocientista espanhol radicado em Yale que, na década de 1960, controlou touros, macacos e humanos com implantes cerebrais e imaginou uma "sociedade psicocivilizada".
Leitura recomendada:
http://blogs.scientificamerican.com/cross-check/tribute-to-jose-delgado-legendary-and-slightly-scary-pioneer-of-mind-control/
http://twitter.com/ArtifOrgans/status/1579813352213467138
16 junho, 2023
Nerd ao cubo
O malabarismo com 3 bolas é uma forma popular de entretenimento que envolve lançar e pegar três bolas de forma contínua e coordenada. É uma das habilidades básicas no mundo do malabarismo e é frequentemente aprendida antes de encarar desafios mais avançados.
Seu objetivo é manter as três bolas em movimento, lançando-as de uma mão para a outra e desta para o ar, de uma maneira fluida e controlada. De forma que, no momento em que uma bola é lançada, a segunda encontra-se no ar e a terceira está sendo pegada.
O malabarismo com 3 bolas requer prática e coordenação. Inicialmente, pode ser difícil manter as bolas no ar por muito tempo, mas com dedicação e treinamento, é possível desenvolver a habilidade necessária para a execução. Por isso, o malabarismo com 3 bolas é frequentemente usado como base para aprender o malabarismo com mais objetos, como 4, 5 ou mais bolas.
E se substituirmos as 3 bolas por cubos?
Certamente adicionará um grau maior de dificuldade ao malabarismo. Isso ocorre principalmente devido às diferenças de formato entre as bolas e os cubos.
As bolas são objetos esféricos que se encaixam naturalmente nas mãos e permitem um melhor controle durante o lançamento e a pegada. Por outro lado, os cubos têm arestas e ângulos, o que torna mais desafiador segurá-los e lançá-los com precisão. As quinas dos cubos podem dificultar a pegada adequada, exigindo uma adaptação no posicionamento das mãos.
No entanto, vale ressaltar que malabaristas habilidosos praticam o malabarismo com cubos e até mesmo com objetos mais complexos, como garrafas ou objetos irregulares. Com treinamento e prática adequados, é possível superar os desafios adicionais que os cubos apresentam e realizar sequências impressionantes.
No geral, substituir as bolas por cubos no malabarismo acrescentará uma camada de dificuldade, exigindo maior precisão, ajustes na técnica e adaptação às diferenças de formato e peso. A prática regular e a persistência são fundamentais para dominar o malabarismo com cubos ou qualquer outra variação de objetos utilizados.
E se os três cubos forem cubos mágicos?
Ora, resolver 3 cubos de Rubik durante o malabarismo certamente multiplica o nível de dificuldade da prática. Malabarismo com cubos de Rubik é uma forma impressionante de combinar habilidades motoras finas, raciocínio lógico e coordenação.
Visto que requer um alto nível de domínio tanto do malabarismo quanto da resolução do cubo. Os cubos de Rubik são objetos tridimensionais que exigem movimentos precisos e algoritmos específicos para serem resolvidos. Se resolver um só cubo de Rubik já requer tempo, concentração e prática para desenvolver as estratégias e técnicas necessárias, imaginem com três "whilst juggling".
Seu objetivo é manter as três bolas em movimento, lançando-as de uma mão para a outra e desta para o ar, de uma maneira fluida e controlada. De forma que, no momento em que uma bola é lançada, a segunda encontra-se no ar e a terceira está sendo pegada.
O malabarismo com 3 bolas requer prática e coordenação. Inicialmente, pode ser difícil manter as bolas no ar por muito tempo, mas com dedicação e treinamento, é possível desenvolver a habilidade necessária para a execução. Por isso, o malabarismo com 3 bolas é frequentemente usado como base para aprender o malabarismo com mais objetos, como 4, 5 ou mais bolas.
E se substituirmos as 3 bolas por cubos?
Certamente adicionará um grau maior de dificuldade ao malabarismo. Isso ocorre principalmente devido às diferenças de formato entre as bolas e os cubos.
As bolas são objetos esféricos que se encaixam naturalmente nas mãos e permitem um melhor controle durante o lançamento e a pegada. Por outro lado, os cubos têm arestas e ângulos, o que torna mais desafiador segurá-los e lançá-los com precisão. As quinas dos cubos podem dificultar a pegada adequada, exigindo uma adaptação no posicionamento das mãos.
No entanto, vale ressaltar que malabaristas habilidosos praticam o malabarismo com cubos e até mesmo com objetos mais complexos, como garrafas ou objetos irregulares. Com treinamento e prática adequados, é possível superar os desafios adicionais que os cubos apresentam e realizar sequências impressionantes.
No geral, substituir as bolas por cubos no malabarismo acrescentará uma camada de dificuldade, exigindo maior precisão, ajustes na técnica e adaptação às diferenças de formato e peso. A prática regular e a persistência são fundamentais para dominar o malabarismo com cubos ou qualquer outra variação de objetos utilizados.
E se os três cubos forem cubos mágicos?
Ora, resolver 3 cubos de Rubik durante o malabarismo certamente multiplica o nível de dificuldade da prática. Malabarismo com cubos de Rubik é uma forma impressionante de combinar habilidades motoras finas, raciocínio lógico e coordenação.
Visto que requer um alto nível de domínio tanto do malabarismo quanto da resolução do cubo. Os cubos de Rubik são objetos tridimensionais que exigem movimentos precisos e algoritmos específicos para serem resolvidos. Se resolver um só cubo de Rubik já requer tempo, concentração e prática para desenvolver as estratégias e técnicas necessárias, imaginem com três "whilst juggling".
Quando combinado com o malabarismo, a dificuldade aumenta significativamente. Pois, além de lançar e pegar os cubos de forma precisa e coordenada, o malabarista precisa se concentrar simultaneamente na resolução dos cubos. Isso requer uma capacidade cognitiva adicional para acompanhar os passos da resolução enquanto os cubos estão em movimento.
Em resumo, a combinação de malabarismo com cubos de Rubik acrescenta uma camada adicional de dificuldade à prática, pois requer o domínio tanto do malabarismo quanto da resolução dos cubos. No entanto, com dedicação, treinamento e persistência, é possível também aqui alcançar resultados surpreendentes. (PGCS)
Nelson José Cunha:
A mente humana é prodigiosa.Temos 86 bilhões de neurônios e cada um com 1000 conexões. Uma CPU, por sua vez, tem em torno de 14 bilhões de "transistores" que só faz o tal do liga-desliga. Diferentemente de um neurônio que faz muitíssimo mais. Este processa informações analogicamente, ou seja, ele desliga, mas quando liga o faz em gradações infinitas.
A inteligencia artificial ganha de um cérebro em um setor específico, mas não é páreo em versatilidade. O caso deste menino é exemplar. Ele vê, lança, equilibra, calcula, move os cubos, e tudo ao mesmo tempo.
Nelson José Cunha:
A mente humana é prodigiosa.Temos 86 bilhões de neurônios e cada um com 1000 conexões. Uma CPU, por sua vez, tem em torno de 14 bilhões de "transistores" que só faz o tal do liga-desliga. Diferentemente de um neurônio que faz muitíssimo mais. Este processa informações analogicamente, ou seja, ele desliga, mas quando liga o faz em gradações infinitas.
A inteligencia artificial ganha de um cérebro em um setor específico, mas não é páreo em versatilidade. O caso deste menino é exemplar. Ele vê, lança, equilibra, calcula, move os cubos, e tudo ao mesmo tempo.
O cerebro ainda se alimenta, respira, elimina dejetos e se conserta.
A biologia é mesmo fantástica.
A biologia é mesmo fantástica.
04 novembro, 2021
Chapéus e capacetes contra a invasão mental
No início do século vinte, provavelmente mais ou menos quando o conhecimento sobre eletromagnetismo estava começando a chegar aos leigos com maior intensidade, explodiram teorias conspiratórias sobre controle mental. O mundo estava passando pelas turbulências ideológicas que levaram às grandes guerras e que foram por elas causadas, e o medo da figura do governo controlador era uma das palhas mais fáceis de queimar.
Então, os teóricos da conspiração fizeram o que fazem melhor, pegaram um monte de informação solta, amarraram de uma forma conveniente, e criaram o chapéu de papel-alumínio, a proteção n.º 1 contra controle mental governamental.
Investigamos a eficácia de três modelos de capacete de alumínio (O clássico, O Fez e O centurião) em um grupo de amostra de quatro indivíduos.
Bruno Prado Santos, QUORA
Mas a história do chapéu é ainda mais antiga. Há referências ao acessório num conto muito esquisito e presciente, escrito em 1927 por Julian Huxley, irmão do famoso Aldous e meio-irmão de Andrew, laureado do prêmio Nobel.
Além de escrever, Huxley era biólogo evolucionista e, infelizmente, eugenista, e o conto "The Tissue-Culture King" (A Cultura de Tecidos do Rei) explora bastante tal ofício. O enredo trata de um cientista chamado Hascombe, que se perde numa floresta e é capturado por uma tribo. Hascombe ganha a simpatia da tribo com sua capacidade "mágica" de cultivar amostras de carne do rei local, Bugala.
O que sucede é tão distópico e agradavelmente detestável quando os trabalhos mais famosos de Huxley. Mantido em prisão domiciliar, Hascombe se torna uma espécie de Dédalo e é forçado a emprestar seus talentos a um regime corrupto. Mas a proximidade do poder sobe à sua cabeça, e Hascombe transforma suas "ambições intelectuais pervertidas" em controle de mentes em massa.
Por fim, o cientista hipnotiza o rei e escapa vestindo uma "capa de papel-alumínio", que é "relativamente à prova dos efeitos telepáticos". Mas ele é dominado assim que tira a capa. O narrador lamenta:
Em 2005, pesquisadores realizaram no Massachusetts Institute of Technology (MIT) um estudo empírico sobre a eficácia dos capacetes de folha alumínio. Entre uma comunidade periférica de paranóicos, os capacetes de alumínio servem como medida de proteção de escolha contra sinais de rádio invasivos.
Mas a história do chapéu é ainda mais antiga. Há referências ao acessório num conto muito esquisito e presciente, escrito em 1927 por Julian Huxley, irmão do famoso Aldous e meio-irmão de Andrew, laureado do prêmio Nobel.
Além de escrever, Huxley era biólogo evolucionista e, infelizmente, eugenista, e o conto "The Tissue-Culture King" (A Cultura de Tecidos do Rei) explora bastante tal ofício. O enredo trata de um cientista chamado Hascombe, que se perde numa floresta e é capturado por uma tribo. Hascombe ganha a simpatia da tribo com sua capacidade "mágica" de cultivar amostras de carne do rei local, Bugala.
O que sucede é tão distópico e agradavelmente detestável quando os trabalhos mais famosos de Huxley. Mantido em prisão domiciliar, Hascombe se torna uma espécie de Dédalo e é forçado a emprestar seus talentos a um regime corrupto. Mas a proximidade do poder sobe à sua cabeça, e Hascombe transforma suas "ambições intelectuais pervertidas" em controle de mentes em massa.
Por fim, o cientista hipnotiza o rei e escapa vestindo uma "capa de papel-alumínio", que é "relativamente à prova dos efeitos telepáticos". Mas ele é dominado assim que tira a capa. O narrador lamenta:
"Roguei e implorei para que ele pensasse bem e mantivesse a decisão, que seguisse em frente. Nossa, como eu me arrependi! No ímpeto de descartar todo e qualquer peso inútil, deixamos para trás nosso capacete, nossa proteção contra a telepatia."Roisin Kiberd, Uma breve história do chapéu de papel-alumínio, VICE
Em 2005, pesquisadores realizaram no Massachusetts Institute of Technology (MIT) um estudo empírico sobre a eficácia dos capacetes de folha alumínio. Entre uma comunidade periférica de paranóicos, os capacetes de alumínio servem como medida de proteção de escolha contra sinais de rádio invasivos.
Usando um analisador de rede de US $ 250.000, descobrimos que, embora em média todos os capacetes atenuem as frequências de rádio invasivas em ambas as direções (seja proveniente de uma fonte externa ou proveniente do crânio do sujeito), certas frequências são de fato bastante amplificadas.
Essas frequências amplificadas coincidem com as bandas de rádio reservadas para uso governamental de acordo com a Federal Communication Commission (FCC).
A evidência estatística sugere que o uso de capacetes pode de fato aumentar as habilidades invasivas do governo.
Especulamos que o governo pode de fato ter iniciado a mania dos capacetes por esse motivo.
Conclusão
Os capacetes amplificam bandas de frequência que coincidem com as atribuídas ao governo dos Estados Unidos entre 1,2 Ghz e 1,4 Ghz.
De acordo com a FCC, essas bandas são supostamente reservadas para "localização de rádio" (ou seja, GPS) e outras comunicações com satélites.
A banda de 2,6 Ghz coincide com a tecnologia de telefonia móvel. Embora não sejam filiadas ao governo, essas bandas estão nas mãos de empresas multinacionais.
Não é necessário esforço de imaginação para concluir que a atual mania dos capacetes provavelmente foi propagada pelo governo, possivelmente com o envolvimento da FCC.
Esperamos que este relatório incentive a comunidade paranóica a desenvolver designs de capacete aprimorados para evitar ser vítima dessas deficiências. (17/02/2005, MIT)
http://web.archive.org/web/20100708230258
Essas frequências amplificadas coincidem com as bandas de rádio reservadas para uso governamental de acordo com a Federal Communication Commission (FCC).
A evidência estatística sugere que o uso de capacetes pode de fato aumentar as habilidades invasivas do governo.
Especulamos que o governo pode de fato ter iniciado a mania dos capacetes por esse motivo.
Conclusão
Os capacetes amplificam bandas de frequência que coincidem com as atribuídas ao governo dos Estados Unidos entre 1,2 Ghz e 1,4 Ghz.
De acordo com a FCC, essas bandas são supostamente reservadas para "localização de rádio" (ou seja, GPS) e outras comunicações com satélites.
A banda de 2,6 Ghz coincide com a tecnologia de telefonia móvel. Embora não sejam filiadas ao governo, essas bandas estão nas mãos de empresas multinacionais.
Não é necessário esforço de imaginação para concluir que a atual mania dos capacetes provavelmente foi propagada pelo governo, possivelmente com o envolvimento da FCC.
Esperamos que este relatório incentive a comunidade paranóica a desenvolver designs de capacete aprimorados para evitar ser vítima dessas deficiências. (17/02/2005, MIT)
http://web.archive.org/web/20100708230258
01 outubro, 2020
O velho mestre e o rio
Um velho e sábio mestre viajava de uma cidade para outra junto com alguns dos seus alunos. Ao longo do caminho, eles pararam para descansar perto de um rio.
O mestre dirigiu-se a um dos alunos e disse:
"Estou com sede, você poderia me trazer um pouco de água?”
O aluno, obediente, foi até o rio.
Ao chegar, ele notou que havia lá pessoas lavando roupas e uma carroça atravessando o rio, com as patas dos cavalos levantando a lama e sujando a água.
"Como posso permitir que meu mestre beba essa água barrenta?", pensou consigo mesmo.
Ele voltou aonde estava o mestre e lhe disse que a água estava barrenta e que seria melhor não bebê-la. Mais tarde, novamente o professor chamou o aluno e pediu-lhe água.
Obedientemente, o aluno retornou ao rio.
Para sua surpresa, desta vez, ele encontrou a água limpa e clara! A lama havia assentado e a água estava, novamente, boa o suficiente para beber.
Ele encheu uma jarra com a água e levou-a ao mestre.
O mestre olhou a água, olhou de volta para o aluno e disse:
"Veja o que você fez para deixar a água limpa: você a deixou acalmar-se, a lama sedimentou-se por si mesma e a água ficou clara. Assim é com a sua mente. Quando ela está confusa e perturbada, você precisa deixá-la em paz. Dê a si mesmo um tempo para as coisas se acalmarem e assentarem. Acontece naturalmente".
Dia do Idoso
É comemorado no Brasil em 1.º de outubro. Essa data faz referência ao dia da aprovação do Estatuto do Idoso, em 2003. Com a criação deste Estatuto, o Brasil começou a incorporar à sua jurisprudência as resoluções de organizações internacionais, como a Organização das Nações Unidas e a Organização Mundial da Saúde.
O mestre dirigiu-se a um dos alunos e disse:
"Estou com sede, você poderia me trazer um pouco de água?”
O aluno, obediente, foi até o rio.
Ao chegar, ele notou que havia lá pessoas lavando roupas e uma carroça atravessando o rio, com as patas dos cavalos levantando a lama e sujando a água.
"Como posso permitir que meu mestre beba essa água barrenta?", pensou consigo mesmo.
Ele voltou aonde estava o mestre e lhe disse que a água estava barrenta e que seria melhor não bebê-la. Mais tarde, novamente o professor chamou o aluno e pediu-lhe água.
Obedientemente, o aluno retornou ao rio.
Para sua surpresa, desta vez, ele encontrou a água limpa e clara! A lama havia assentado e a água estava, novamente, boa o suficiente para beber.
Ele encheu uma jarra com a água e levou-a ao mestre.
O mestre olhou a água, olhou de volta para o aluno e disse:
"Veja o que você fez para deixar a água limpa: você a deixou acalmar-se, a lama sedimentou-se por si mesma e a água ficou clara. Assim é com a sua mente. Quando ela está confusa e perturbada, você precisa deixá-la em paz. Dê a si mesmo um tempo para as coisas se acalmarem e assentarem. Acontece naturalmente".
(em TudoPorEmail e fazendo a ronda na internet)
Dia do Idoso
É comemorado no Brasil em 1.º de outubro. Essa data faz referência ao dia da aprovação do Estatuto do Idoso, em 2003. Com a criação deste Estatuto, o Brasil começou a incorporar à sua jurisprudência as resoluções de organizações internacionais, como a Organização das Nações Unidas e a Organização Mundial da Saúde.
01 setembro, 2016
Concurso de legendas - 2
20 agosto, 2012
04 agosto, 2012
A prova-relâmpago
Certo dia, um professor chegou à sala de aula e anunciou aos alunos uma prova-relâmpago.
Surpresos, todos ficaram aguardando o teste que viria.
O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.
Depois que todos a haviam recebido, pediu que desvirassem a folha.
Para a perplexidade de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro no meio da folha.
O professor, observando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:
- Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.
Os alunos, confusos, começaram, então, a inexplicável tarefa.
Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Terminada a leitura das redações, a sala em silêncio, o professor então fez este comentário:
"Este teste não será para nota, apenas servirá de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco. Todos centralizaram suas atenções no ponto negro. Assim acontece em nossas vidas. Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado. Temos motivos para comemorar sempre. A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro! O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo. Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente."
Pensem nisso!
Surpresos, todos ficaram aguardando o teste que viria.
O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.
Depois que todos a haviam recebido, pediu que desvirassem a folha.
Para a perplexidade de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro no meio da folha.
O professor, observando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:
- Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.
Os alunos, confusos, começaram, então, a inexplicável tarefa.
Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Terminada a leitura das redações, a sala em silêncio, o professor então fez este comentário:
"Este teste não será para nota, apenas servirá de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco. Todos centralizaram suas atenções no ponto negro. Assim acontece em nossas vidas. Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado. Temos motivos para comemorar sempre. A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro! O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo. Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente."
Pensem nisso!
Fonte: Web, enviada por Germano Gurgel, com o texto aqui submetido a pequenas modificações de estilo
20 fevereiro, 2011
Telecinesia

- Quantas pessoas aqui têm poderes de telecinesia? Levantem minha mão. Emo Philips
É a alegada capacidade de mover fisicamente um objeto com a força psíquica (da mente), fazendo-o levitar, mover-se ou apenas ser abalado pela mente. Tal poder está agrupado na paranormalidade. A telecinesia ou telecinésia é também conhecida como TK.
Não existem evidências científicas de que esta aparente capacidade possa ser controlada conscientemente. Estudos na parapsicologia demonstram que, se a telecinese existir, seria incontrolável, espontânea e inconsciente. Muito diferente do que é visto na ficção ou alegado por paranormais. Wikipédia
29 agosto, 2007
Abrindo a mente
PRINCÍPIO
“A mente que se abre a uma nova idéia jamais volta ao seu tamanho original.”
Albert Einstein, sábiamente.

COROLÁRIO
Nem tudo o que se abre pode depois ser fechado.
BPG, pretensiosamente.
“A mente que se abre a uma nova idéia jamais volta ao seu tamanho original.”
Albert Einstein, sábiamente.

COROLÁRIO
Nem tudo o que se abre pode depois ser fechado.
BPG, pretensiosamente.
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