Em 9 de fevereiro de 1907, o termo “frevo” (adaptação de "ferver") apareceu pela primeira vez na imprensa, citado pelo jornalista Osvaldo Almeida (1882 - 1954) no "Jornal Pequeno", de Recife.
Símbolo do carnaval pernambucano e marcado por sua intensa efervescência, esta música de orquestra e dança rápida, encanta turistas e movimenta a economia criativa com suas sombrinhas coloridas e passos frenéticos.
Em 2012, a UNESCO concedeu ao frevo o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.
Vídeo: "Frevo n.º1", de Antonio Maria
Com Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Elba Ramalho
Data Estadual (9 de fevereiro): celebra a primeira aparição da palavra "frevo" na imprensa.
Data Nacional (14 de setembro): homenageia o aniversário de Oswaldo Almeida.
Mostrando postagens com marcador frevo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador frevo. Mostrar todas as postagens
14 setembro, 2026
22 fevereiro, 2020
Oh! Linda Olinda
"Oh! Linda situação por uma cidadela
Mais um frevo-canção eu vou cantar pra ela.
É linda no verão e no inverno é bela
Em qualquer situação, eu vou cantar pra ela."
É linda no verão e no inverno é bela
Em qualquer situação, eu vou cantar pra ela."
Moraes Moreira - Tapioca de Olinda
A contradição dos detalhes sobre a verdadeira origem do nome já começa daí. Segundo Frei Vicente do Salvador, na obra História do Brasil (1627), a famosa sentença não foi dita pelo donatário, e sim por "um galego criado de Duarte Coelho, porque cuidando com outros por entre o mato buscando o sítio onde se edificasse a vila", achou um monte alto e exclamou de alegria. [...]
O historiador Francisco Adolfo de Varnhagen considerava pífia qualquer versão se não fosse aquela que defende a origem do nome Olinda sendo derivada de alguma localidade de Portugal. Segundo o próprio, Linda-a-Velha e Linda-a-Pastora são dois lugares que possivelmente inspiraram o nome da cidade pernambucana.
Por fim, o mesmo Varnhagem considera a hipótese de que "Olinda era nome de uma das belas damas da novela Amadis de Gaula", romance de cavalaria best-seller na elite europeia do século XVI, apreciado por Duarte Coelho, e escrito em 1508 possivelmente por Vasco de Lobeira.
Extraído de: ‘Oh! Linda’ e outras histórias de como a cidade pernambucana ganhou esse nome, por Rodrigo Édipo
03 março, 2019
Aula-show do Maestro Spok
Com a participação especial do maestro Inaldo "Spok" Cavalcante, do baterista Adelson da Silva e do passista Alisson Lima, a JAZZ SINFÔNICA BRASIL, sob a regência do maestro Fábio Prado, deu este concerto de frevos (vídeo) no Theatro Municipal de São Paulo.
Principalmente em Recife e Olinda, é impossível pensar em Carnaval e não se lembrar do ritmo contagiante do frevo.
"Assim como um texto literário é uma estranheza para um analfabeto, a junção de melodia, harmonia e ritmo (que acontece no frevo) é indecifrável para uma pessoa que não tenha bom gosto musical."
FREVO
A palavra frevo vem de "ferver", por corruptela, "frever", que passou a designar: efervescência, agitação, confusão, rebuliço; apertão nas reuniões de grande massa popular, em seu vai e vem em direções opostas, como o Carnaval (de acordo com o "Vocabulário Pernambucano", de Pereira da Costa).
Divulgando o que a boca anônima do povo já espalhava, o "Jornal Pequeno", vespertino do Recife que mantinha uma detalhada seção carnavalesca da época, assinada pelo jornalista Oswaldo Oliveira, na edição de 9 de fevereiro de 1907, fez a primeira referência ao ritmo, na reportagem sobre o ensaio do clube "Empalhadores do Feitosa", do bairro do Hipódromo, que apresentava, entre outras músicas, uma denominada "O frevo".
O ritmo que tinha em seus primórdios um andamento parecido com o dobrado, ganhou elementos inovadores da polca, do maxixe e da marcha militar e foi, com o passar dos anos, transformando-se no frevo pernambucano, transfigurando as antigas agremiações do século XIX nos clubes carnavalescos dos nossos dias. O clube chamou para si a atenção dos capoeiras, comuns nos desfiles das bandas militares que, fazendo complicados passos, criaram a coreografia do frevo, a qual, o pernambucano denomina de passo.
2008 - Spok Frevo Orquestra
2015 - Frevo "Sete Corações"
Principalmente em Recife e Olinda, é impossível pensar em Carnaval e não se lembrar do ritmo contagiante do frevo.
"Assim como um texto literário é uma estranheza para um analfabeto, a junção de melodia, harmonia e ritmo (que acontece no frevo) é indecifrável para uma pessoa que não tenha bom gosto musical."
FREVO
A palavra frevo vem de "ferver", por corruptela, "frever", que passou a designar: efervescência, agitação, confusão, rebuliço; apertão nas reuniões de grande massa popular, em seu vai e vem em direções opostas, como o Carnaval (de acordo com o "Vocabulário Pernambucano", de Pereira da Costa).
Divulgando o que a boca anônima do povo já espalhava, o "Jornal Pequeno", vespertino do Recife que mantinha uma detalhada seção carnavalesca da época, assinada pelo jornalista Oswaldo Oliveira, na edição de 9 de fevereiro de 1907, fez a primeira referência ao ritmo, na reportagem sobre o ensaio do clube "Empalhadores do Feitosa", do bairro do Hipódromo, que apresentava, entre outras músicas, uma denominada "O frevo".
O ritmo que tinha em seus primórdios um andamento parecido com o dobrado, ganhou elementos inovadores da polca, do maxixe e da marcha militar e foi, com o passar dos anos, transformando-se no frevo pernambucano, transfigurando as antigas agremiações do século XIX nos clubes carnavalescos dos nossos dias. O clube chamou para si a atenção dos capoeiras, comuns nos desfiles das bandas militares que, fazendo complicados passos, criaram a coreografia do frevo, a qual, o pernambucano denomina de passo.
2008 - Spok Frevo Orquestra
2015 - Frevo "Sete Corações"
14 fevereiro, 2015
Frevo "Sete Corações"
Composto em 2014 pelos maestros: Spok, Clóvis Pereira, Duda, Guedes Peixoto, Ademir Araújo, Zé Menezes, Edson Rodrigues e Nunes.
Ao tentar fazer uma pesquisa sobre o frevo, o maestro Spok [1] [2] se deparou com uma grande carência de registros, especialmente audiovisuais. Com diversos prêmios conquistados e em meio a mais uma turnê internacional, o pernambucano Spok é o mais atuante maestro da nova geração. Nasceu daí a ideia de homenagear seus mestres, enquanto ainda estavam vivos. Foi assim que Clóvis Pereira, Duda, Guedes Peixoto, Ademir Araújo, Zé Menezes, Edson Rodrigues e Nunes viraram protagonistas do longa-metragem "Sete Corações". G1
Ao tentar fazer uma pesquisa sobre o frevo, o maestro Spok [1] [2] se deparou com uma grande carência de registros, especialmente audiovisuais. Com diversos prêmios conquistados e em meio a mais uma turnê internacional, o pernambucano Spok é o mais atuante maestro da nova geração. Nasceu daí a ideia de homenagear seus mestres, enquanto ainda estavam vivos. Foi assim que Clóvis Pereira, Duda, Guedes Peixoto, Ademir Araújo, Zé Menezes, Edson Rodrigues e Nunes viraram protagonistas do longa-metragem "Sete Corações". G1
03 fevereiro, 2008
Assinar:
Postagens (Atom)