Jami Johnson perdeu sua carteira em 11 de dezembro de 2007, quando a deixou no balcão da loja de conveniência Zip Trip em Clarkston, Washington. Um vídeo de vigilância mostrou um homem pegá-la e sair da loja com ela.
O homem, Michael Millhouse, foi preso dois dias depois e acusado de furto. Como a polícia o pegou tão rápido? O Lewiston Tribune havia publicado um quadro do vídeo de vigilância em sua primeira página, logo abaixo de uma foto de Millhouse decorando uma vitrine local para os feriados. Ele foi identificado pelo nome e até usava a mesma roupa da foto de vigilância.
O chefe de polícia de Clarkston, Joel Hastings, disse: "Inicialmente, Millhouse negou ter pegado a carteira e depois disse que havia pegado a carteira e achava que era a carteira de sua esposa. Mais tarde, ele disse que pretendia entregar a carteira à polícia, mas havia esquecido".
A polícia encontrou a carteira no negócio de Millhouse, Millhouse Signs of Lewiston, e a devolveu a Johnson. "Este é o mais incomum dos casos que eu já resolvi, o suspeito ter as duas fotos na primeira página ao mesmo tempo e no mesmo local", disse Hastings.
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28 dezembro, 2022
04 maio, 2021
O primeiro jornal do mundo
O primeiro protojornal apareceu em torno de 131 a.C. Conhecida como Acta Diurna, mantinha os cidadãos romanos informados sobre os acontecimentos políticos e sociais da Antiga Roma.
Notícias de eventos como vitórias militares, lutas de gladiadores e outros jogos, nascimentos e mortes e alguns outros assuntos constavam da pauta da Acta Diurna. Eram gravadas em metal ou pedra e publicadas em áreas com tráfego intenso de pedestres, como o Fórum Romano, onde cidadãos livres se reuniam para discutir ideias, filosofia e política.
Depois de alguns dias, essas notas eram retiradas, arquivadas e substituídas por outras. Infelizmente, nenhuma cópia intacta da Acta Diurna sobreviveu até os dias atuais.
Notícias de eventos como vitórias militares, lutas de gladiadores e outros jogos, nascimentos e mortes e alguns outros assuntos constavam da pauta da Acta Diurna. Eram gravadas em metal ou pedra e publicadas em áreas com tráfego intenso de pedestres, como o Fórum Romano, onde cidadãos livres se reuniam para discutir ideias, filosofia e política.
Depois de alguns dias, essas notas eram retiradas, arquivadas e substituídas por outras. Infelizmente, nenhuma cópia intacta da Acta Diurna sobreviveu até os dias atuais.
30 agosto, 2020
"rachadinha"
28/08/2020 – Nesta sexta-feira, pela primeira vez na história, o New York Times publicou a palavra "rachadinha" (um crime de peculato com epicentro na ALERJ).
A informação é do robô @NYT_first_said, um projeto no Twitter que lê o jornal e detecta automaticamente a publicação de palavras inéditas.
– O jogo virou. Agora são eles que incorporam as nossas gírias.
Para fazer isso, o robô compara as palavras que saem no NY Times com os arquivos históricos do jornal (13 milhões de artigos desde 1851). E, se um termo nunca foi publicado, é lançado a seguir no Twitter.
Existem certas regras em relação às palavras em questão:
A informação é do robô @NYT_first_said, um projeto no Twitter que lê o jornal e detecta automaticamente a publicação de palavras inéditas.
– O jogo virou. Agora são eles que incorporam as nossas gírias.
Para fazer isso, o robô compara as palavras que saem no NY Times com os arquivos históricos do jornal (13 milhões de artigos desde 1851). E, se um termo nunca foi publicado, é lançado a seguir no Twitter.
Existem certas regras em relação às palavras em questão:
- elas não devem conter números;
- letras maiúsculas não são válidas (para evitar nomes próprios);
- os sinais de pontuação são indiferentes;
- URLs e dispositivos semelhantes são evitados.
19 abril, 2018
Grand Trunk Herald
Em 1862, com quase 15 anos de idade, Thomas Edison (1847-1931), tornou-se o primeiro editor de um jornal produzido e vendido em um trem em movimento.
Ele havia montado uma pequena impressora no vagão de bagagem do Grand Trunk Railroad, um trem de Port Huron para Detroit, Michigan. Já obcecado com a telegrafia, ele elaborou a logística de obter notícias antecipadas. Seu semanário, o Grand Trunk Herald, tinha uma uma única folha de 7 por 8 polegadas em que eram publicadas notícias locais e anúncios da loja de seus pais.
Ele vinha vendendo doces e jornais sob encomenda naquele trem desde os 12 anos. Agora, promovendo seu próprio jornal, ele ganhava mais. Edison tornou-se reconhecido como um jornalista menino pioneiro. No auge, ele chegava a vender cerca de 200 cópias por dia.
http://pballew.blogspot.com.br/2017/02/on-this-day-in-math-february-3.html#links
Imagens: SaltOfAmerica.com
Ele havia montado uma pequena impressora no vagão de bagagem do Grand Trunk Railroad, um trem de Port Huron para Detroit, Michigan. Já obcecado com a telegrafia, ele elaborou a logística de obter notícias antecipadas. Seu semanário, o Grand Trunk Herald, tinha uma uma única folha de 7 por 8 polegadas em que eram publicadas notícias locais e anúncios da loja de seus pais.
Ele vinha vendendo doces e jornais sob encomenda naquele trem desde os 12 anos. Agora, promovendo seu próprio jornal, ele ganhava mais. Edison tornou-se reconhecido como um jornalista menino pioneiro. No auge, ele chegava a vender cerca de 200 cópias por dia.
http://pballew.blogspot.com.br/2017/02/on-this-day-in-math-february-3.html#links
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| O menino Edison na redação de seu Herald em um vagão de bagagem do Grand Trunk Railway, que corria entre Port Huron e Detroit. |
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| O trem em que o jovem "Al" Edison, como era então chamado, vendia seus doces e jornais. |
10 fevereiro, 2018
A Grande Farsa da Lua
"The Great Moon Hoax" refere-se a uma série de seis artigos que foram publicados em The Sun, um jornal de Nova York, a partir de 25 de agosto de 1835, sobre a suposta descoberta de vida e até de civilização na Lua.
As descobertas foram falsamente atribuídas a Sir John Herschel, um dos astrônomos contemporâneos mais conhecidos da época. E o autor da narrativa era ostensivamente Dr. Andrew Grant, um companheiro de viagem do astrônomo, mas Grant era fictício.
Os artigos descreveram animais fantásticos na Lua, incluindo bisontes, cabras, unicórnios, castores sem cauda e humanoides alados que construíram templos. Havia árvores, oceanos e praias. Essas descobertas foram supostamente feitas com "um telescópio imenso de um princípio inteiramente novo".
Ao final, anunciou-se que as observações foram encerradas pela destruição do telescópio, por meio do Sol, fazendo com que a lente concentrasse os raios solares, incendiando o observatório.
As descobertas foram falsamente atribuídas a Sir John Herschel, um dos astrônomos contemporâneos mais conhecidos da época. E o autor da narrativa era ostensivamente Dr. Andrew Grant, um companheiro de viagem do astrônomo, mas Grant era fictício.
Os artigos descreveram animais fantásticos na Lua, incluindo bisontes, cabras, unicórnios, castores sem cauda e humanoides alados que construíram templos. Havia árvores, oceanos e praias. Essas descobertas foram supostamente feitas com "um telescópio imenso de um princípio inteiramente novo".
Ao final, anunciou-se que as observações foram encerradas pela destruição do telescópio, por meio do Sol, fazendo com que a lente concentrasse os raios solares, incendiando o observatório.
12 setembro, 2017
A "morte" do "comerciante da morte"
Em 1888, um jornal francês erroneamente publicou o obituário de Alfred Nobel (1833 - 1896), o inventor de dinamite, chamando-o de "comerciante da morte".
O erro foi que havia sido um irmão de Alfred, Ludwig Nobel, quem realmente tinha morrido (aos 56 anos, devido a uma doença cardíaca) .No entanto, chocado com o relatório do jornal, Nobel começou a procurar uma mudança na opinião pública, o que levou à sua decisão de estabelecer uma fundação que premiasse anualmente as pessoas/entidades que mais tivessem contribuído para o bem-estar e o desenvolvimento da humanidade.
Pensamento do dia
"As notícias sobre minha morte são muito exageradas." ~ Mark Twain ou Edward Snowden
O erro foi que havia sido um irmão de Alfred, Ludwig Nobel, quem realmente tinha morrido (aos 56 anos, devido a uma doença cardíaca) .No entanto, chocado com o relatório do jornal, Nobel começou a procurar uma mudança na opinião pública, o que levou à sua decisão de estabelecer uma fundação que premiasse anualmente as pessoas/entidades que mais tivessem contribuído para o bem-estar e o desenvolvimento da humanidade.
Pensamento do dia
"As notícias sobre minha morte são muito exageradas." ~ Mark Twain ou Edward Snowden
31 maio, 2015
EntreMentes, em Brasília
O Jornal da Casa do Ceará em Brasília prestigiou-nos ao publicar recentemente, em seu número 273 (março), uma coletânea de cinco posts do blog EM.
Este mensário, com sede em Brasília, tem como editores os jornalistas JB Serra e Gurgel e Wilson Ibiapina.
O primeiro é também o autor do "Dicionário de Gíria" (www.dicionariodegiria.com.br), o mais completo glossário do gênero no Brasil.
26 março, 2015
Tabela de obituários
† † †
A Waterford Chronicle comunica às pessoas que anunciam obituários no Jornal que adotará seguinte tabela de preços:Para uma morte simples, dois xelins e seis pences.
Para a morte de uma pessoa lamentada profundamente, cinco xelins.
Para a morte de uma pessoa que viveu um padrão perfeito de todas as virtudes cristãs e cuja morte foi lamentada por todo o país, dez xelins.
Para a morte de uma pessoa que possuía profunda erudição, acrescentada de que toda a sua vida foi marcada pela piedade, humildade, caridade e abnegação, uma libra.
Para a morte de uma senhora que era o deleite do círculo em que ela vivia e cujo marido está inconsolável pela perda, uma libra e dez xelins.
Para a morte de um cavalheiro que, casado há seis meses, era um exemplo de todas as virtudes conjugal e doméstica, e cuja viúva está em um estado de angústia beirando o esquecimento, duas libras.
Para a morte de um aristocrata que era um padrão de mansidão, um modelo de humildade, patrono do gênio angustiado, um verdadeiro filantropo, um cristão exemplar, um generoso doador de esmolas, profundamente erudito, incessante no cumprimento dos deveres de sua posição, amável, hospitaleiro e carinhoso com seu arrendatários, e cuja perda será lembrada e lamentada pela posteridade, cinco libras.
Para cada boa qualidade adicional, seja doméstica, moral ou religiosa, haverá um custo adicional.
Birmingham Journal, 21 de agosto de 1830
15 dezembro, 2013
A máquina da pá[gina] virada
Um invento prático para virar a página do jornal que você lê enquanto toma o café da manhã.
O funcionamento da engenhoca foi documentado em vídeo pelo próprio inventor, com estes dizeres: “Joseph Herscher takes a sip of his coffee, pulling string thereby tipping paintings. Balls roll down paintings, lighting burner to boil water causing books to tip. Vase and computer get knocked off the table, releasing tape to open front page of newspaper".
Uma invenção que começou com Rube Goldberg: 1, 2, 3 e 4.
Bem, para testá-la, você primeiro tem que pegar o jornal lá fora:
Artigos relacionados
O filante de jornal, O entregador de jornal, Santa leitura, O que a múmia lê
O funcionamento da engenhoca foi documentado em vídeo pelo próprio inventor, com estes dizeres: “Joseph Herscher takes a sip of his coffee, pulling string thereby tipping paintings. Balls roll down paintings, lighting burner to boil water causing books to tip. Vase and computer get knocked off the table, releasing tape to open front page of newspaper".
Uma invenção que começou com Rube Goldberg: 1, 2, 3 e 4.
Bem, para testá-la, você primeiro tem que pegar o jornal lá fora:
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O filante de jornal, O entregador de jornal, Santa leitura, O que a múmia lê
10 outubro, 2013
A Morte de férias
A Sra. Wildred West, cujas funções no Alton (Illinois) Evening Telegraph incluem a elaboração dos obituários, tirou uma semana de férias. E, pela primeira vez na memória de seus colegas de trabalho no jornal, uma semana se passou sem mortes nesta cidade de 32 mil habitantes. Normalmente, 10 ocorrem a cada semana.
Death Takes a Holiday, New York Times, 1º. de setembro de 1946
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| by Robert Brandenburg |
Férias anteriores: A Peste em Givry
01 agosto, 2013
Escola Fênix
Alguém fotografou o fim do ano letivo desta escola de culinária:
A turma aprendeu um bocado...
Brincadeira. É apenas uma justaposição (não muito justa) de notícias.
A turma aprendeu um bocado...
Brincadeira. É apenas uma justaposição (não muito justa) de notícias.
09 janeiro, 2013
O que a múmia lê
Jornal
----Anúncios Classificados
------------Utilidades do Lar
----------------------Sarcófagos
Poderá também gostar de ler
Caetano x Cartola
08 novembro, 2012
E o presidente é...
Engenhosa solução! A que o jornal belga La Dernière Heure usou para fazer a capa da edição de ontem.
Como muitos outros jornais europeus, que tiveram de "fechar" a edição impressa quando o resultado da eleição presidencial dos EUA ainda não estava definido, La Dernière Heure apelou para a ambiguidade. Substituindo o rosto da imagem do candidato vitorioso (Mr. Obama, I presume) pelo código QR que redirecionava o leitor para a edição eletrônica do jornal.
Como muitos outros jornais europeus, que tiveram de "fechar" a edição impressa quando o resultado da eleição presidencial dos EUA ainda não estava definido, La Dernière Heure apelou para a ambiguidade. Substituindo o rosto da imagem do candidato vitorioso (Mr. Obama, I presume) pelo código QR que redirecionava o leitor para a edição eletrônica do jornal.
Via Microsiervos
27 julho, 2011
Jornal do PARQUE
Tendo por objetivo ser um veículo de expressão dos moradores e profissionais da região que abrange os bairros do Cocó (onde se situa o Parque Ecológico do Cocó), Papicu, Dunas e Guararapes, (*) acaba de ser lançado o Jornal do PARQUE.
Feito numa linguagem simples e acessível, abordando questões de interesse dos moradores da região, como segurança e trânsito, além de questões relativas à saúde e à qualidade de vida, o Jornal do PARQUE também divulgará atividades artísticas e culturais e estará atento à questão ecológica, incentivando a relação saudável do progresso da região com a defesa do meio ambiente.
A edição impressa do jornal, que nicialmente sai com uma tiragem de cinco mil exemplares, terá periodicidade mensal e o seu conteúdo poderá ser também acessado no site (em construção) do órgão.
(*) O morador da região pode receber gratuitamente o seu exemplar do JP, bastando enviar nome e endereço completo para o e-mail: jp@marciogalvao.com.br
Feito numa linguagem simples e acessível, abordando questões de interesse dos moradores da região, como segurança e trânsito, além de questões relativas à saúde e à qualidade de vida, o Jornal do PARQUE também divulgará atividades artísticas e culturais e estará atento à questão ecológica, incentivando a relação saudável do progresso da região com a defesa do meio ambiente.
A edição impressa do jornal, que nicialmente sai com uma tiragem de cinco mil exemplares, terá periodicidade mensal e o seu conteúdo poderá ser também acessado no site (em construção) do órgão.
(*) O morador da região pode receber gratuitamente o seu exemplar do JP, bastando enviar nome e endereço completo para o e-mail: jp@marciogalvao.com.br
30 agosto, 2010
JB. Cem por cento digital
Em 1995, o Jornal do Brasil tornou-se o primeiro jornal brasileiro na internet. A partir da próxima quarta-feira (01/09/2010), passa a ser o primeiro jornal 100% digital do país. Assim, não terá mais o JB suas edições impressas (como acontece há 119 anos) e, por conseguinte, só poderá ser lido em suas edições eletrônicas.
Aqui, o Jornal do Brasil relaciona as principais razões para a decisão que

tomou. Dentre elas, sobressai uma considerada ecologicamente sustentável:
"Uma única edição de domingo do Jornal do Brasil corresponde a cerca de 200 árvores que levam anos para crescer e ocupam 40 mil m² de florestas. Isto equivale a quatro campos e meio de futebol. Em um ano, com a versão digital, são preservadas áreas florestais correspondentes a mais de 1.200 Maracanãs."
Via Gente de Mídia
27 agosto, 2010
O filante de jornal (2)
Encontra-se substabelecido, desde 2007, que todos os textos produzidos antes da criação de Entrementes devem ser publicados no Preblog. Ainda que tenham sido ultimamente retocados.
É a diretriz de um acordo firmado entre os editores dos dois blogs. Os dois editores, aliás, são uma só pessoa.
Em 11/11/09, aqui publiquei O filante de jornal. Mas já existia uma versão anterior para o assunto, intitulada O FILANTE DE JORNAL, a qual acabo de publicar no Preblog.
O leitor clique nos links aqui oferecidos para acessar as duas versões, mas evite tomar partido na esquizofrênica situação.
11 novembro, 2009
O filante de jornal
Sua evolução natural em 7 etapas:
- Ele lê o jornal através de seu ombro.
- Pede o jornal só para dar uma espiada no horóscopo.
- Ele usa o seu jornal dobrado para matar uma mosca.
- Pede licença para retirar um cupom de sorteio do jornal.
- Ele leva o seu jornal para a casa, mas o devolve no dia seguinte.
- Idem, sem devolver o jornal.
- Ele tenta matar você usando o seu jornal dobrado.
PGCS

28 abril, 2009
Folha de SPam

O jornal Folha de São Paulo foi alvo de uma brincadeira (imagem ao lado) do QuantoTempoDura?, um blog irreverente. Com uma montagem que este fez da capa de uma falsa edição da Folha, na qual as manchetes foram substituídas por conhecidos spams.
Ficou divertido o resultado.
31 dezembro, 2008
Porque é Ano Novo
O POVO dedica a primeira página de sua edição de hoje ao ano de 2009. Com a publicação da letra da canção "Ano Novo", composta por Chico Buarque em 1967.

"O rei chegou
E já mandou tocar os sinos
Na cidade inteira.
É pra cantar os hinos
Hastear bandeiras.
E eu que sou menino
Muito obediente
Estava indiferente
Logo me comovo
Pra ficar contente
Porque é Ano Novo."
(esta e mais três estrofes)
"O rei chegou
E já mandou tocar os sinos
Na cidade inteira.
É pra cantar os hinos
Hastear bandeiras.
E eu que sou menino
Muito obediente
Estava indiferente
Logo me comovo
Pra ficar contente
Porque é Ano Novo."
(esta e mais três estrofes)
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