É uma organização humanitária internacional independente e comprometida em levar ajuda às pessoas que mais precisam sem discriminação de raça, religião ou convicções políticas.
A organização foi criada em 1971, na França, por jovens médicos e jornalistas, que atuaram como voluntários no fim dos anos 60 em Biafra, na Nigéria. Enquanto a equipe médica socorria vítimas em uma brutal guerra civil, o grupo percebeu as limitações da ajuda humanitária internacional: a dificuldade de acesso ao local e os entraves burocráticos e políticos que faziam com que muitos se calassem frente aos fatos observados.
MSF surge, então, como uma organização humanitária que associa ajuda médica e sensibilização do público sobre o sofrimento de seus pacientes, trazendo à luz realidades que não podem permanecer negligenciadas. Em 1999, a organização MSF recebeu o Prêmio Nobel da Paz.
Hoje, mais de 34 mil profissionais, de diferentes áreas e nacionalidades, compõem a organização. Espalhados por mais de 70 países, eles atuam em contextos que envolvem desastres naturais e humanos, conflitos, epidemias, desnutrição e exclusão do acesso à saúde.
Atualmente, Médicos Sem Fronteiras é a maior organização médico-humanitária não governamental do mundo. Sua atuação é fundamentada nos princípios de independência, imparcialidade e neutralidade.
Médicos sem Fronteiras no Brasil
MSF está presente no Brasil desde 1991. Dedica-se à vigilância epidemiológica e ao diagnóstico da doença de Chagas, assim como ao acesso universal ao tratamento de AIDS e à formação de pessoal nas áreas de especialidades da organização.
No Rio de Janeiro, em 2003, MSF implantou um Centro de Saúde na comunidade de Marcílio Dias, no Complexo da Maré. Em 2007, criou, também no Rio, uma Unidade de Emergência no Complexo de Favelas do Alemão, uma das áreas mais violentas do Brasil, conhecida como a "Faixa de Gaza" do Rio, e habitada por cerca de 150 mil pessoas. E, em 2008, realizou treinamento de profissionais em estados da Amazônia para o diagnóstico da doença de Chagas.
Há uma significativa participação de brasileiros na organização. Somente em 2008, 40 profissionais da saúde juntaram-se às equipes internacionais de MSF.
Exposição
A exposição interativa Campo de Refugiados no Coração da Cidade mostra a realidade de pessoas que fogem da violência extrema. Nela, estão reproduzidas as principais instalações por meio das quais organizações humanitárias, como Médicos Sem Fronteiras, prestam assistência às pessoas refugiadas. Conheça como estão organizadas essas instalações e o que cada espaço oferece aos habitantes desses acampamentos.
Data: 6 a 15 de setembro
Horário de visitação: das 10 às 17 horas
Local: Parque do Ibirapuera (Arena de Eventos, acesso pelos portões 3 ou 10)
Entrada gratuita
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06 setembro, 2013
27 março, 2013
Como atua a escandalização seletiva
Autor: Hugo Carvalho
A escandalização seletiva das viagens de FHC e Lula
Um ex-presidente brasileiro está rodando o mundo, em viagens patrocinadas por empresas e corporações que cresceram e ganharam muito dinheiro em seu período de governo. Nestas viagens, a presença do ex-presidente ajuda as empresas patrocinadoras a captar investimentos e ganhar mercados.
As empresas amigas também patrocinam palestras deste líder político no Brasil e contribuem com fundos milionários para o Instituto que leva seu nome e destina-se a preservar sua memória. 1 - 2 - 3Se este ex-presidente se chamasse Luiz Inácio, suas atividades no exterior seriam manchete da Folha de S. Paulo, colocando-o sob suspeita de atuar como lobista de empresas sujas.
Mas estamos falando de Fernando Henrique Cardoso, que também viaja fazendo palestras, a convite de empresas, ONGs e instituições diversas. A diferença mais notável entre eles (há muitas outras) é que FHC vai lá fora para falar mal do Brasil.
Prossiga lendo em LNOL
► Fernando Henrique ainda era presidente da República, em 2002, quando chamou ao Palácio da Alvorada os donos de meia dúzia de empresas para alavancar o instituto (iFHC) que ia criar: Odebrecht, Camargo Corrêa, Bradesco, Itaú, CSN, Klabin e Suzano. A elas se juntaria a Ambev. Juntas, pingaram 7 milhões no chapéu de FH. Mas foi o Tesouro que pagou o jantar, descrito em detalhes nesta reportagem da revista Época.
O próximo passo da direita hidrófoba será derrubar Lula da ex-Presidência da República
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| Imagem: Blog da Cidadania |
02 novembro, 2012
Consuma...
... sem consumir o mundo em que você vive.
O Instituto Akatu, organização não-governamental com fins ambientais, está em campanha pelo consumo consciente. E para ajudar as pessoas a refletirem sobre seus atos de compras, a ONG lançou uma espécie de guia com o 12 Princípios do Consumidor Consciente.
1. Planeje suas compras: não seja impulsivo nas compras. A impulsividade é inimiga do consumo consciente. Planeje antecipadamente e, com isso, compre menos e melhor.
2. Avalie os impactos de seu consumo: leve em consideração o meio ambiente e a sociedade em suas escolhas de consumo
3. Consuma apenas o necessário: reflita sobre suas reais necessidades e procure viver com menos.
4. Reutilize produtos e embalagens: não compre outra vez o que você pode consertar, transformar e reutilizar.
5. Separe seu lixo: recicle e contribua para a economia de recursos naturais, a redução da degradação ambiental e a geração de empregos.
6. Use crédito conscientemente: pense bem se o que você vai comprar a crédito não pode esperar e esteja certo de que poderá pagar as prestações.
7. Conheça e valorize as práticas de responsabilidade social das empresas: em suas escolhas de consumo, não olhe apenas preço e qualidade. Valorize as empresas em função de sua responsabilidade para com os funcionários, a sociedade e o meio ambiente.
8. Não compre produtos piratas ou contrabandeados: compre sempre do comércio legalizado e, dessa forma, contribua para gerar empregos estáveis e para combater o crime organizado e a violência.
9. Contribua para a melhoria de produtos e serviços: adote uma postura ativa. Envie às empresas sugestões e críticas construtivas sobre seus produtos e serviços.
10. Divulgue o consumo consciente: seja um militante da causa, sensibilize outros consumidores e dissemine informações, valores e práticas do consumo consciente. Monte grupos para mobilizar seus familiares, amigos e pessoas mais próximas.
11. Cobre dos políticos: exija de partidos, candidatos e governantes propostas e ações que viabilizem e aprofundem a prática do consumo consciente.
12. Reflita sobre seus valores: avalie constantemente os princípios que guiam suas escolhas e seus hábitos de consumo.
O Instituto Akatu, organização não-governamental com fins ambientais, está em campanha pelo consumo consciente. E para ajudar as pessoas a refletirem sobre seus atos de compras, a ONG lançou uma espécie de guia com o 12 Princípios do Consumidor Consciente.
1. Planeje suas compras: não seja impulsivo nas compras. A impulsividade é inimiga do consumo consciente. Planeje antecipadamente e, com isso, compre menos e melhor.
2. Avalie os impactos de seu consumo: leve em consideração o meio ambiente e a sociedade em suas escolhas de consumo
3. Consuma apenas o necessário: reflita sobre suas reais necessidades e procure viver com menos.
4. Reutilize produtos e embalagens: não compre outra vez o que você pode consertar, transformar e reutilizar.
5. Separe seu lixo: recicle e contribua para a economia de recursos naturais, a redução da degradação ambiental e a geração de empregos.
6. Use crédito conscientemente: pense bem se o que você vai comprar a crédito não pode esperar e esteja certo de que poderá pagar as prestações.
7. Conheça e valorize as práticas de responsabilidade social das empresas: em suas escolhas de consumo, não olhe apenas preço e qualidade. Valorize as empresas em função de sua responsabilidade para com os funcionários, a sociedade e o meio ambiente.
8. Não compre produtos piratas ou contrabandeados: compre sempre do comércio legalizado e, dessa forma, contribua para gerar empregos estáveis e para combater o crime organizado e a violência.
9. Contribua para a melhoria de produtos e serviços: adote uma postura ativa. Envie às empresas sugestões e críticas construtivas sobre seus produtos e serviços.
10. Divulgue o consumo consciente: seja um militante da causa, sensibilize outros consumidores e dissemine informações, valores e práticas do consumo consciente. Monte grupos para mobilizar seus familiares, amigos e pessoas mais próximas.
11. Cobre dos políticos: exija de partidos, candidatos e governantes propostas e ações que viabilizem e aprofundem a prática do consumo consciente.
12. Reflita sobre seus valores: avalie constantemente os princípios que guiam suas escolhas e seus hábitos de consumo.
07 fevereiro, 2011
Os calotes do iFHC
iFHC dá calote pela 4ª vez no Ministério da Cultura. Valor envolve R$ 5,7 milhões.
O Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC) está inadimplente, ou seja, em situação de calote, junto ao Ministério da Cultura, novamente.
A ONG do ex-presidente tucano tinha as obrigações assumidas de acabar o projeto de digitalização do acervo do ex-presidente, com dinheiro público (PRONAC n. 045808), e de entregar a prestação de contas do projeto até 31/01/2011.
Mas não cumpriu o prazo pela quarta vez, apesar de ter captado a verba necessária, de R$ 5,7 milhões, através do abatimento no imposto de renda das empresas (Lei Rouanet), inclusive da SABESP do governo tucano de São Paulo, e da Cutrale Citrosuco, envolvida com disputa de terras públicas com a União e com o MST.
O primeiro calote foi em 2006, demandando a prorrogação do prazo de 2006 para 2007.
O segundo calote foi em 2007, com a segunda prorrogação para 31/12/2009.
O terceiro calote foi em 2009, com a terceira prorrogação para 31/01/2011.
E nada do serviço ficar pronto, passados 6 anos.
O caso já desperta preocupação com o possível sumiço do dinheiro. A persistir o calote, é imprescindível uma auditoria da Controladoria Geral da União, com o acompanhamento do Ministério Público Federal, afinal são R$ 5,7 milhões subtraídos do Tesouro Nacional.
Vídeos
O "serviço ficar pronto" não significa que o iFHC vá disponibilizar:
1) O vídeo do vexame de FHC em Florença, ao levar um sermão de Bill Clinton, apesar de o vídeo cobrir um evento oficial da Presidência da República, em 1999.
"Que o sistema financeiro brasileiro não era honesto...
Que a desigualdade social era inaceitável...
Que o Brasil não era exemplo para ninguém...
E que se o Brasil quebrava a culpa era do Brasil."
2) O vídeo do vexame de FHC ao ser entrevistado no programa Hard Talk da BBC.
A ONG só se interessa por assuntos que massageiam o ego de seu idealizador.
O Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC) está inadimplente, ou seja, em situação de calote, junto ao Ministério da Cultura, novamente.
A ONG do ex-presidente tucano tinha as obrigações assumidas de acabar o projeto de digitalização do acervo do ex-presidente, com dinheiro público (PRONAC n. 045808), e de entregar a prestação de contas do projeto até 31/01/2011.
Mas não cumpriu o prazo pela quarta vez, apesar de ter captado a verba necessária, de R$ 5,7 milhões, através do abatimento no imposto de renda das empresas (Lei Rouanet), inclusive da SABESP do governo tucano de São Paulo, e da Cutrale Citrosuco, envolvida com disputa de terras públicas com a União e com o MST.
O primeiro calote foi em 2006, demandando a prorrogação do prazo de 2006 para 2007.
O segundo calote foi em 2007, com a segunda prorrogação para 31/12/2009.
O terceiro calote foi em 2009, com a terceira prorrogação para 31/01/2011.
E nada do serviço ficar pronto, passados 6 anos.
O caso já desperta preocupação com o possível sumiço do dinheiro. A persistir o calote, é imprescindível uma auditoria da Controladoria Geral da União, com o acompanhamento do Ministério Público Federal, afinal são R$ 5,7 milhões subtraídos do Tesouro Nacional.
Vídeos
O "serviço ficar pronto" não significa que o iFHC vá disponibilizar:
1) O vídeo do vexame de FHC em Florença, ao levar um sermão de Bill Clinton, apesar de o vídeo cobrir um evento oficial da Presidência da República, em 1999.
"Que o sistema financeiro brasileiro não era honesto...
Que a desigualdade social era inaceitável...
Que o Brasil não era exemplo para ninguém...
E que se o Brasil quebrava a culpa era do Brasil."
2) O vídeo do vexame de FHC ao ser entrevistado no programa Hard Talk da BBC.
A ONG só se interessa por assuntos que massageiam o ego de seu idealizador.
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