O yeti é um criptídeo, possivelmente parecido com um macaco, que habita as partes mais altas das montanhas do Himalaia. Por muito tempo, foi uma lenda entre o povo sherpa, que capturou a imaginação do mundo durante a primeira metade do século 20, quando os montanhistas tentavam conquistar o cume do Monte Everest. Alguns alpinistas trouxeram fotos de pegadas misteriosas e figuras sombrias, e até mesmo pedaços de pele e pelo. A corrida do Everest foi vencida quando Edmund Hillary e Tenzing Norgay comandaram a primeira expedição a chegar ao cume e retornar com vida em 1953. Mas a febre yeti persistiu nos anos seguintes.
Então, Hillary partiu para encontrar o yeti. Esse foi um dos objetivos da expedição de nove meses iniciada em 10 de setembro de 1960. O outro objetivo foi estudar os efeitos a longo prazo da exposição a grandes altitudes. A expedição estava repleta de cientistas e especialistas em montanhas. Os estudos de altitude receberam financiamento da World Book Encyclopedia, mas a caça ao yeti atraiu as manchetes e o apoio do público. A expedição estava bem abastecida com rifles tranquilizantes e armas defensivas.
Se Hillary (foto) sempre duvidou da existência do Abominável Homem das Neves, por que sair em sua caçada? Ed Douglas, autor de "Tenzing: Hero of Everest e Himalaya: A Human History", sugere que Hillary usou a caça ao yeti para obter financiamento para a parte científica da expedição. "O yeti foi uma ferramenta de marketing útil", escreve Douglas. "Duvido que Hillary realmente acreditasse nisso, exceto quando estava conversando com pessoas de relações públicas."
Leia sobre a expedição e o que a equipe encontrou em Atlas Obscura.
(https://www.neatorama.com/2022/02/16/Sir-Edmund-Hillary-Hunted-a-Yeti/)
O que é criptídeo
É um termo usado na criptozoologia para se referir a uma criatura cuja existência é sugerida mas para a qual não existem provas científicas para comprovar.
Exemplos:
- Sereias
- Nessie
- Saci-Pererê
- O Monópode
- Rana magnaocularis
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24 outubro, 2022
29 maio, 2019
Centenário do Eclipse de Sobral
"O mundo moderno começou em 29 de maio de 1919, quando fotografias de um eclipse solar, tiradas na Ilha do Príncipe, na África Ocidental, e em Sobral, no Brasil, confirmaram a veracidade da nova teoria do universo." (Paul Johnson, historiador inglês, autor do livro "Modern Times: The World from the Twenties to the Nineties").
A cidade entrou para o cenário mundial como palco da descoberta mais importante da Física: a Teoria da Relatividade. Um marco que se estendeu para todas as áreas do conhecimento. O absolutismo de Newton deu lugar ao relativismo de Einstein.
Anunciada em 1905, a Teoria da Relatividade de Albert Einstein afirmava que a massa dos corpos deforma o espaço próximo a eles, de modo que um raio luminoso é desviado pela deformação. Esta "curvatura da luz" só poderia ser observada através de um eclipse total do Sol, ou seja, quando a lua fica entre o Sol e a Terra, projetando sua sombra em parte da Terra. Com o eclipse, a luz ofuscante do Sol desaparece e se pode ver o brilho das estrelas próximas.
Para confirmar a "curvatura da luz", e consequentemente, comprovar a Teoria da Relatividade, algumas expedições científicas foram organizadas. Seguindo as previsões de eclipses, os cientistas rumaram para locais específicos. Mas suas tentativas foram frustadas. Uma expedição alemã de 1914, por exemplo, foi impedida por questões políticas. O mau tempo atrapalhou outra, de origem argentina, criada em 1916.
Para o dia 29 de maio de 1919, houve a previsão de um novo eclipse. Os estudiosos realizaram uma busca por locais que oferecessem as melhores condições geográficas para se observar o fenômeno. A cidade de Sobral, no Ceará, e a Ilha do Príncipe, na costa ocidental da África, eram os lugares ideais. Duas expedições foram enviadas. Aquela destinada à Sobral era composta por cientistas norte-americanos, brasileiros e ingleses do Observatório de Greenwich.
As experiências na Ilha do Príncipe não foram muito bem sucedidas. Houve uma tempestade. Nuvens ficaram à frente dos astros. As de Sobral, no entanto, puderam ser consideradas um sucesso.
O método de observação era simples. No momento em que a Lua cobriu o Sol, várias chapas fotográficas, de câmeras acopladas a telescópios, foram tiradas em sucessão, para registrar a posição das estrelas que estivessem visualmente próximas da coroa solar. Depois, estas fotos foram comparadas a chapas parecidas, tiradas três meses depois, durante a noite. A conclusão foi a de que Einstein estava certo. A luz faz realmente uma curvatura.
O dia que virou noite
Sobral viveu em 29 de maio de 1919 um de seus mais peculiares dias. No início daquela manhã, a população foi às ruas. Os sobralenses misturaram-se a vizinhos de outras localidades para conferir o anunciado fenômeno que tomaria conta dos céus. Para uns, o "fim do mundo". Para outros, "um milagre". Os mais esclarecidos sabiam que se tratava de um eclipse total do Sol.
Os sobralenses espantaram-se com os visitantes estrangeiros, que utilizavam toda a sua parafernália de equipamentos, instalados em plena praça, na frente da Igreja do Patrocínio. Os cientistas estavam extremamente ansiosos pois o dia amanhecera nublado. Mas as nuvens, que pareciam tentar esconder o eclipse, logo se afastaram.
No ápice do fenômeno, às oito horas e 56 segundos, o dia escureceu. Confusos, os galos cantaram como se fosse noite. Nos rostos da população, a estampa do medo. Ouvia-se a cacofonia de vozes assustadas, murmurando preces tão desesperadas que nem sempre podiam ser compreendidas. As orações misturavam-se ao estalar de pernas na correria em direção à proteção da Igreja.
No entanto, as faces dos cientistas expressavam sorrisos admirados e satisfeitos. A visão da coroa solar, por si só, já os deslumbrava. E as estrelas, sempre ofuscadas pelo Sol, puderam ser vistas e fotografadas. O eclipse durou cinco minutos e 28 segundos. O dia clareou. Os galos se calaram. A Teoria da Relatividade estava comprovada. Existia uma nova teoria do Universo.
Há um século, portanto.
http://www.fisica.net/relatividade/o-eclipse-de-1919.php
http://centenarioeclipse.sobral.ce.gov.br
Em 1999, em comemoração aos 80 anos do fenômeno que ajudou a comprovar a Teoria da Relatividade, a Prefeitura Municipal de Sobral criou o Museu do Eclipse (foto). Situado no local em que a expedição científica realizou suas observações astronômicas, sua arquitetura arrojada, com projeto do sobralense Antenor Coelho, tem a forma de duas meias luas. Elas ficam parcialmente no subsolo, não agredindo o projeto urbanístico da praça. Em sua exposição permanente, o Museu exibe painéis com mapas e fotos de Sobral (na época do eclipse), dos integrantes da expedição e dos instrumentos por eles utilizados. Uma luneta que pertenceu a Henrique Morize, o astrônomo que chefiou a comitiva brasileira de 1919 em Sobral e diretor do Observatório Nacional na época, também está no museu, além de jornais de novembro do mesmo ano, com os resultados das observações do eclipse em que se comprovou a teoria de Einstein.
A cidade entrou para o cenário mundial como palco da descoberta mais importante da Física: a Teoria da Relatividade. Um marco que se estendeu para todas as áreas do conhecimento. O absolutismo de Newton deu lugar ao relativismo de Einstein.
Anunciada em 1905, a Teoria da Relatividade de Albert Einstein afirmava que a massa dos corpos deforma o espaço próximo a eles, de modo que um raio luminoso é desviado pela deformação. Esta "curvatura da luz" só poderia ser observada através de um eclipse total do Sol, ou seja, quando a lua fica entre o Sol e a Terra, projetando sua sombra em parte da Terra. Com o eclipse, a luz ofuscante do Sol desaparece e se pode ver o brilho das estrelas próximas.
Para confirmar a "curvatura da luz", e consequentemente, comprovar a Teoria da Relatividade, algumas expedições científicas foram organizadas. Seguindo as previsões de eclipses, os cientistas rumaram para locais específicos. Mas suas tentativas foram frustadas. Uma expedição alemã de 1914, por exemplo, foi impedida por questões políticas. O mau tempo atrapalhou outra, de origem argentina, criada em 1916.
Para o dia 29 de maio de 1919, houve a previsão de um novo eclipse. Os estudiosos realizaram uma busca por locais que oferecessem as melhores condições geográficas para se observar o fenômeno. A cidade de Sobral, no Ceará, e a Ilha do Príncipe, na costa ocidental da África, eram os lugares ideais. Duas expedições foram enviadas. Aquela destinada à Sobral era composta por cientistas norte-americanos, brasileiros e ingleses do Observatório de Greenwich.
As experiências na Ilha do Príncipe não foram muito bem sucedidas. Houve uma tempestade. Nuvens ficaram à frente dos astros. As de Sobral, no entanto, puderam ser consideradas um sucesso.
O método de observação era simples. No momento em que a Lua cobriu o Sol, várias chapas fotográficas, de câmeras acopladas a telescópios, foram tiradas em sucessão, para registrar a posição das estrelas que estivessem visualmente próximas da coroa solar. Depois, estas fotos foram comparadas a chapas parecidas, tiradas três meses depois, durante a noite. A conclusão foi a de que Einstein estava certo. A luz faz realmente uma curvatura.
O dia que virou noite
Sobral viveu em 29 de maio de 1919 um de seus mais peculiares dias. No início daquela manhã, a população foi às ruas. Os sobralenses misturaram-se a vizinhos de outras localidades para conferir o anunciado fenômeno que tomaria conta dos céus. Para uns, o "fim do mundo". Para outros, "um milagre". Os mais esclarecidos sabiam que se tratava de um eclipse total do Sol.
Os sobralenses espantaram-se com os visitantes estrangeiros, que utilizavam toda a sua parafernália de equipamentos, instalados em plena praça, na frente da Igreja do Patrocínio. Os cientistas estavam extremamente ansiosos pois o dia amanhecera nublado. Mas as nuvens, que pareciam tentar esconder o eclipse, logo se afastaram.
No ápice do fenômeno, às oito horas e 56 segundos, o dia escureceu. Confusos, os galos cantaram como se fosse noite. Nos rostos da população, a estampa do medo. Ouvia-se a cacofonia de vozes assustadas, murmurando preces tão desesperadas que nem sempre podiam ser compreendidas. As orações misturavam-se ao estalar de pernas na correria em direção à proteção da Igreja.
No entanto, as faces dos cientistas expressavam sorrisos admirados e satisfeitos. A visão da coroa solar, por si só, já os deslumbrava. E as estrelas, sempre ofuscadas pelo Sol, puderam ser vistas e fotografadas. O eclipse durou cinco minutos e 28 segundos. O dia clareou. Os galos se calaram. A Teoria da Relatividade estava comprovada. Existia uma nova teoria do Universo.
Há um século, portanto.
http://www.fisica.net/relatividade/o-eclipse-de-1919.php
http://centenarioeclipse.sobral.ce.gov.br
Em 1999, em comemoração aos 80 anos do fenômeno que ajudou a comprovar a Teoria da Relatividade, a Prefeitura Municipal de Sobral criou o Museu do Eclipse (foto). Situado no local em que a expedição científica realizou suas observações astronômicas, sua arquitetura arrojada, com projeto do sobralense Antenor Coelho, tem a forma de duas meias luas. Elas ficam parcialmente no subsolo, não agredindo o projeto urbanístico da praça. Em sua exposição permanente, o Museu exibe painéis com mapas e fotos de Sobral (na época do eclipse), dos integrantes da expedição e dos instrumentos por eles utilizados. Uma luneta que pertenceu a Henrique Morize, o astrônomo que chefiou a comitiva brasileira de 1919 em Sobral e diretor do Observatório Nacional na época, também está no museu, além de jornais de novembro do mesmo ano, com os resultados das observações do eclipse em que se comprovou a teoria de Einstein.
27 dezembro, 2018
A façanha de cruzar a Antártida a pé - e sozinho!
O superatleta e palestrante motivacional Colin O'Brady, de 33 anos, atravessou o continente gelado sem qualquer tipo de assistência, tornando-se o primeiro homem a realizar este tipo de expedição. Ele sobreviveu utilizando-se apenas dos mantimentos que pôde carregar num trenó (puxado por ele mesmo) e que não podia ser reabastecido.
Com a altitude média de 7.500 metros, a Antártida é o continente mais frio, seco e ventoso do planeta.
A posição de Colin, definida pelo GPS, foi diariamente indicada em sua página na Internet, a colinobrady.com.
O americano andou cerca de 1.500 quilômetros em 54 dias, numa disputa com o britânico Louis Rudd, de 49 anos, que segue caminhando para ser o segundo.
Com a altitude média de 7.500 metros, a Antártida é o continente mais frio, seco e ventoso do planeta.
A posição de Colin, definida pelo GPS, foi diariamente indicada em sua página na Internet, a colinobrady.com.
O americano andou cerca de 1.500 quilômetros em 54 dias, numa disputa com o britânico Louis Rudd, de 49 anos, que segue caminhando para ser o segundo.
Colin x Louis
22 agosto, 2018
Uma empresa de laticínios na Antártida
O almirante Richard E. Byrd adorava leite e sentia falta do "precioso líquido branco" durante suas expedições à Antártida. Então, ele inventou um esquema para levar vacas leiteiras para o Polo Sul. O leite, porém, não foi a única razão. Byrd supôs que uma expedição científica comum renderia poucas manchetes, especialmente depois que os postos avançados foram estabelecidos na Antártida. Enviar vacas para lá, sim, é que daria ao resto do mundo o que falar. E ele estava certo.
E assim - por todas essas razões, e talvez mais - no outono de 1933, a equipe da expedição embarcou um trio de vacas no SS Jacob Ruppert. Todas eram da mesma raça (graças a um acordo que Byrd tinha feito com o American Guernsey Cattle Club), e uma delas estava grávida. O carpinteiro da tripulação, Edward Cox, assumiu as responsabilidades de cuidar das vacas. E outros patrocinadores forneceram alguns acessórios necessários: 10 toneladas de alimentos, vários equipamentos agrícolas e uma máquina de ordenha.
As vacas fizeram a viagem de três meses ao lado de seus companheiros humanos. Havia esperança de que a vaca grávida desse à luz dentro do Círculo Antártico, conferindo a seu bezerro "uma reivindicação única de imortalidade", como Byrd colocou em suas memórias da expedição. Em vez disso, o parto aconteceu acerca de 400 quilômetros ao norte. Ainda assim, isso se mostrou mais arrepiante do que o frio congelante: "Quase como se fosse nascer um ser humano, a tripulação esperou com grande expectativa por um evento que era tão comum na natureza desde o início do mundo", lembrou Byrd com ironia. Eles nomearam o filhote de Iceberg - apenas justo, dado que os pequenos icebergs são chamados de calves (plural de calf, bezerro) - e o anúncio do seu nascimento deu no New York Times.
Portanto, foram três vacas e um bezerro que chegaram à Antártida em janeiro de 1934. O ano deles no gelo não lhes mostrou muito da natureza, mas eles foram bastante mimados pelos homens ao redor. E retornaram como heróis, mas esse experimento jamais foi repetido.
Leia mais sobre a empresa de laticínios mais austral do mundo no Atlas Obscura.
E assim - por todas essas razões, e talvez mais - no outono de 1933, a equipe da expedição embarcou um trio de vacas no SS Jacob Ruppert. Todas eram da mesma raça (graças a um acordo que Byrd tinha feito com o American Guernsey Cattle Club), e uma delas estava grávida. O carpinteiro da tripulação, Edward Cox, assumiu as responsabilidades de cuidar das vacas. E outros patrocinadores forneceram alguns acessórios necessários: 10 toneladas de alimentos, vários equipamentos agrícolas e uma máquina de ordenha.
As vacas fizeram a viagem de três meses ao lado de seus companheiros humanos. Havia esperança de que a vaca grávida desse à luz dentro do Círculo Antártico, conferindo a seu bezerro "uma reivindicação única de imortalidade", como Byrd colocou em suas memórias da expedição. Em vez disso, o parto aconteceu acerca de 400 quilômetros ao norte. Ainda assim, isso se mostrou mais arrepiante do que o frio congelante: "Quase como se fosse nascer um ser humano, a tripulação esperou com grande expectativa por um evento que era tão comum na natureza desde o início do mundo", lembrou Byrd com ironia. Eles nomearam o filhote de Iceberg - apenas justo, dado que os pequenos icebergs são chamados de calves (plural de calf, bezerro) - e o anúncio do seu nascimento deu no New York Times.
Portanto, foram três vacas e um bezerro que chegaram à Antártida em janeiro de 1934. O ano deles no gelo não lhes mostrou muito da natureza, mas eles foram bastante mimados pelos homens ao redor. E retornaram como heróis, mas esse experimento jamais foi repetido.
Leia mais sobre a empresa de laticínios mais austral do mundo no Atlas Obscura.
06 janeiro, 2017
Os pinguins quando ouvem músicas
A Expedição Escocesa à Antártica, em sua viagem de 1904, trouxe uma contribuição única para a ciência:
Comentário - O comportamento frio dos pinguins mostrou-se em consonância com o tipo de instrumento tocado.
Ver também: Os pinguins quando morrem.
"Um bom número de pinguins-imperadores tinham sido capturados. Para testar o efeito da música sobre eles, Piper Kerr tocou sua gaita de foles – mas, nem marchas empolgantes, nem lamentos melancólicos tiveram qualquer efeito sobre essas aves fleumáticas e letárgicas; não se percebeu nelas nenhuma emoção, nenhum sinal de apreço ou desaprovação, apenas uma sonolenta indiferença."— Rudmose Brown et al., The Voyage of the "Scotia", 1906
Comentário - O comportamento frio dos pinguins mostrou-se em consonância com o tipo de instrumento tocado.
Ver também: Os pinguins quando morrem.
29 julho, 2014
A rota do gelo
Em 1959, em resposta a um desafio de uma estação de rádio, um fabricante norueguês de material de isolamento transportou um bloco de gelo de três toneladas, do Círculo Ártico até o Equador, sem refrigeração.
O bloco, isolado com madeira e lã de vidro, foi carregado em um caminhão até o sul da Europa, o qual foi levado por um cargueiro de Marselha a Argel e, em seguida, atravessou o Saara, fugindo da guerrilha e enfrentando frequentes atoleiros na areia.
Depois de três semanas, a equipe com o bloco de gelo chegou a Lambaréné, Gabão, onde entregou 300 kg de remédios para o benemérito Dr. Albert Schweitzer (no centro da fotografia). ►
Uma semana depois, a expedição chegou a seu destino, Libreville.
Surpreendentemente, o bloco de gelo havia perdido apenas 11 por cento de seu peso. Eles cortaram-no, dividiram-no entre os cidadãos da cidade equatorial e voltaram para a Noruega.
O bloco, isolado com madeira e lã de vidro, foi carregado em um caminhão até o sul da Europa, o qual foi levado por um cargueiro de Marselha a Argel e, em seguida, atravessou o Saara, fugindo da guerrilha e enfrentando frequentes atoleiros na areia.
Uma semana depois, a expedição chegou a seu destino, Libreville.
Surpreendentemente, o bloco de gelo havia perdido apenas 11 por cento de seu peso. Eles cortaram-no, dividiram-no entre os cidadãos da cidade equatorial e voltaram para a Noruega.
Ice Route, Futility Closet | Ice block expedition of 1959, Wikipedia
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