19 fevereiro, 2026
Cascalho, cascalho, cascalho
O repasse do COB é feito a todos os atletas brasileiros que subirem ao pódio. A premiação é de R$ 310 mil para os medalhistas de ouro, de R$ 210 mil para os de prata e de R$ 140 mil para os de bronze.
Em caso de mais de uma medalha, os atletas recebem por cada prova.
Para as modalidades em grupo (dois a seis atletas) ou coletivas (sete atletas ou mais), os valores são maiores, porém divididos entre todos os atletas do grupo ou equipe.
Grupo: Ouro - R$ 700 mil; Prata - R$ 420 mil; Bronze - R$ 280 mil.
Coletiva: Ouro - R$ 1,05 milhão; Prata - R$ 630 mil; Bronze - R$ 420 mil
Fonte: Notícias ao Minuto
04 abril, 2024
Por que ouro, prata e bronze nas medalhas olímpicas?
Existem várias explicações possíveis para a escolha de ouro, prata e bronze como materiais de medalhas, mas primeiro é importante definir o que são esses elementos. O bronze, para começar, é na verdade o elemento cobre misturado com pequenas quantidades de outros metais, como o estanho. Portanto, quando olhamos para a tabela periódica dos elementos e procuramos os materiais das medalhas (Au, Ag e Cu para o bronze), uma coisa estranha fica clara.
Os três elementos estão na mesma coluna (1B), com números atômicos de 27, 49 e 79. Para quem não sabe, os elementos da mesma coluna da tabela periódica tendem a ter propriedades muito semelhantes. Esta coluna em particular tem uma propriedade muito importante se você quiser fazer algo que não quebrará (por exemplo, um prêmio que você deseja que dure por muito tempo) – eles podem ser encontrados em uma forma pura ou nativa. Isso é diferente de muitos outros metais, que geralmente só são acessíveis em sua forma nativa após passar por várias reações químicas.
Em outras palavras, esses elementos poderiam simplesmente ser extraídos do solo em uma forma pura ou, no caso da prata e do cobre, em uma forma fracamente ligada ao oxigênio ou ao enxofre. Uma vez que os humanos aprenderam a produzir facilmente formas puras desses metais, eles se tornaram amplamente usados para criar ferramentas, moedas, arte e muitas outras coisas. Esses metais também são fáceis de manipular e moldar, com pontos de fusão relativamente baixos, tornando-os candidatos ideais para itens pequenos e cuidadosamente elaborados, como medalhas olímpicas.
Havia também um valor inerente a esses metais devido à sua relativa escassez. A quantidade desses minerais na Terra e no solo foi resultado da deposição mineral durante a criação do nosso sistema solar e do nosso planeta. Elementos de maior densidade são muito mais raros no universo, e o mesmo vale para sua presença na Terra. O cobre (facilmente transformado em bronze) ocupa um nível mais alto na tabela periódica e é encontrado com muito mais frequência no solo. A prata é um pouco menos comum, estando num nível abaixo na tabela periódica, e o ouro é o mais raro, possuindo o maior número atômico e sendo o mais difícil de encontrar desses três metais preciosos.
Portanto, quando você pensa sobre isso, a ordem das medalhas, aumentando em importância de bronze->prata->ouro é baseada na raridade desses elementos, enquanto sua escolha como materiais de medalhas é baseada em sua composição física e atributos orgânicos específicos.
Agora, para todos vocês que estão ansiosos para ganhar uma medalha de ouro, já que essa quantidade de ouro maciço valeria dezenas de milhares de dólares, você deve saber que as medalhas de ouro olímpicas modernas são feitas principalmente de prata. A cor dourada vem dos 6 gramas de ouro puro dourados na parte externa, perfazendo pouco mais de 1% da composição desta medalha.
Where Did The Idea For Gold, Silver And Bronze Medals Come From?, por John Staughton
Tradução: PGCS
21 agosto, 2016
Rio 2016. Medalhas e legado
Medalhas e legado
O Brasil é hoje a segunda potência olímpica das Américas, à frente do Canadá e de Cuba. Organizou uma Olimpíada digna dos maiores elogios, no Rio de Janeiro,em que nossos atletas conquistaram 7 medalhas de ouro, 6 de prata e 6 de bronze, sendo este o melhor desempenho do País em todas as Olimpíadas.
Em 2008, o então presidente Lula (responsável por trazer as Olimpíadas para o Brasil, não esqueçamos disso, nesses momentos de entorpecimento político), criou o Programa Atletas de Alto Rendimento, colocando-o sob a coordenação dos Ministérios da Defesa e do Esporte. Além deste programa, os atletas de ponta passaram a ser beneficiários do Programa Bolsa Atleta Pódio, criado por Dilma em 2011.
Foram também construídas e equipadas, ao longo dos últimos anos, todas as instalações necessárias às competições da Rio 2016, nas regiões da Barra, Deodoro, Copacabana e Maracanã, além do Museu do Amanhã (inaugurado em dezembro de 2015 e um dos símbolos da revitalização da zona portuária da cidade), centros e hotel de mídia e de uma Vila Olímpica para hospedar atletas e delegações de mais de 200 países.
"A cidade vai ter um grande legado. O transporte público, por exemplo, ganhou grande avanço com os Jogos aqui. Antes, 18 por cento da população tinha acesso a transporte público de boa qualidade. Agora, com os Jogos, são 63 por cento. Isso é muita coisa em sete anos para uma metrópole como o Rio." – Thomas Bach, presidente do COI
22/08/2016 - Laerte vê o encerramento dos Jogos
11 junho, 2016
A natação subaquática nas Olimpíadas
A competição contou com 14 nadadores e foi disputada no dia 12 de agosto de 1900.
Cada competidor tinha de nadar 60 metros, somando dois pontos por metro percorrido e um ponto por segundo submerso.
Dois franceses ganharam as medalhas de ouro e prata, e um dinamarquês, a medalha de bronze.
- Charles de Vendeville (Fra): 68,4 segundos, 60 metros = 188,4 pontos
- André Six (Fra): 65,4 segundos, 60 metros = 185,4 pontos
- Peter Lykkerberg (Din): 90 segundos, 28,50 metros = 147,0 pontos
Nas Olimpíadas do Rio não haverá esta modalidade de prova, o que é uma pena.
