1- a ânsia midiática para derrotar o PT e o Lula e implantar o ultraliberalismo;https://twitter.com/albertocantalic
2- o falso moralismo e o corporativismo no MPF e no Poder Judiciário;
3- o apoio canhestro por parte das corporações do mercado que deram a Moro/Dalangnol e afins a garantia para perpetrar seus crimes e praticamente quebrar a economia nacional;
4- o apoio substancial do Departamento de Justiça dos EUA;
5- proposituras de ações que visavam a quebra das empresas brasileiras de alta engenharia e construção;
6- a perspectiva de independência do país e a busca da expertise no Programa Nuclear e na construção de submarinos;
7- o garrote sobre a Petrobrás e a mudança no sistema de partilha no pré-sal;
8- a demonização da classe política;
9- a estigmatização das forças progressistas
10- e o estímulo às casernas para voltar a interferir na vida política do país.
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27 junho, 2023
Alberto Cantalice, bem didático
A Lava Jato, o maior esquema de captura das instituições para uso de um projeto de poder, só ganhou a relevância que ganhou pelas seguintes causas:
03 agosto, 2019
O direito de moquear os inimigos
1
Cumprir o que está escrito na Constituição Federal é coisa de gente civilizada.
Mas procuradores e juízes da Lava Jato não são civilizados, eles são tupinambás.
Isso explica porque eles não reconhecem a validade e eficácia dos princípios constitucionais do Direito Penal.
A única coisa que os juristas tupinambás respeitam é o direito deles de executar e moquear seus inimigos.
Eles têm Fé e tem Rei (Pelé), mas não tem Lei.
2
Deltan Dallagnol tem de dividir a cela com Walter Delgatti. Ambos são hackers —o segundo, em sentido estrito; o primeiro, em sentido derivado. Um recorre a seus conhecimentos técnicos para roubar dados de celulares; o outro se aproveita de sua condição para cometer abuso de autoridade e roubar institucionalidade.
Sim, há diferenças brutais entre eles, a exemplo daquelas caracterizadas por Padre Vieira em célebre sermão ao distinguir o ladrão grande do pequeno. Um rouba "debaixo de seu risco"; o outro, "sem temor nem perigo"; um, se rouba, é enforcado; outro "rouba e enforca".
Cumprir o que está escrito na Constituição Federal é coisa de gente civilizada.
Mas procuradores e juízes da Lava Jato não são civilizados, eles são tupinambás.
Isso explica porque eles não reconhecem a validade e eficácia dos princípios constitucionais do Direito Penal.
A única coisa que os juristas tupinambás respeitam é o direito deles de executar e moquear seus inimigos.
Eles têm Fé e tem Rei (Pelé), mas não tem Lei.
Fábio de Oliveira Ribeiro, GGN
2
Deltan Dallagnol tem de dividir a cela com Walter Delgatti. Ambos são hackers —o segundo, em sentido estrito; o primeiro, em sentido derivado. Um recorre a seus conhecimentos técnicos para roubar dados de celulares; o outro se aproveita de sua condição para cometer abuso de autoridade e roubar institucionalidade.
Sim, há diferenças brutais entre eles, a exemplo daquelas caracterizadas por Padre Vieira em célebre sermão ao distinguir o ladrão grande do pequeno. Um rouba "debaixo de seu risco"; o outro, "sem temor nem perigo"; um, se rouba, é enforcado; outro "rouba e enforca".
Reinaldo Azevedo, DCN
13 junho, 2019
TELEGRAM para Lava Jato
O antipetismo é uma doença que cega. Durante uma audiência na Comissão de Segurança Pública o coronel Tadeu (do PSL) achou estranho o @TheInterceptBr ter ao final do nome as letras "P" e "T": PT.
— E por que reparas no argueiro que está no olho de teu irmão e não vês a trave que está em teu olho? Estás com PTerígio? [PGCS]
30 agosto, 2018
A versão bêbada da Lei Seca
"A luz do Sol é o melhor detergente..."
Louis Brandeis (1856-1941)
O juiz Louis Brandeis, primeiro judeu americano na Suprema Corte dos EUA e autor de um clássico sobre a violência do Estado, proferiu no julgamento de um vendedor de bebidas grampeado sem autorização judicial durante a Lei Seca, no final dos anos 20:
"Os maiores perigos para a Liberdade escondem-se traiçoeiramente nos ataques feitos por homens zelosos, bem-intencionados, mas sem compreensão. Declarar na administração da lei criminal que os fins justificam os meios, afirmar que o governo pode cometer crimes para garantir a condenação de um determinado criminoso, pode provocar terríveis consequências.""A Lava Jato é a versão bêbada da Lei Seca." ~ Kiko Nogueira, Diário do Centro do Mundo
24 abril, 2018
Epígrafes do "Contra Lava Jato"
O professor e jurista Adel El Tasse, de Curitiba, lançou em abril de 2018 o livro "Contra Lava Jato", no qual denuncia a "Era Sérgio Moro" como devastadora para a democracia, as liberdades individuais e a economia do País.
Para o livro como um todo, Adel El Tasse usou esta epígrafe:
"O único ditador que eu aceito é a voz silenciosa da minha consciência." Mahatma Gandi
Epígrafe, como sabe o leitor, é uma curta citação colocada em uma página no início da obra ou em destaque na abertura de um capítulo. Funciona como um resumo do que se vai ler em seguida.
Para os capítulos do livro, o autor empregou as seguintes citações:
"A mim, a imprensa sempre me tratou bem." Francisco Franco
"A liberdade diminui à medida que o homem evolui e se torna civilizado." Antonio Salazar
"Quem se torna senhor de uma cidade habituada a viver em liberdade e não a destrói, espere para ser destruído por ela." Nicolau Maquiavel
"Nós vamos te quebrar por dentro." Delegado Fleury para Frei Tito
"Demos um modelo para o mundo, com a criação dos Codis, dos DOIs e com alterações na Lei de Segurança Nacional como a incomunicabilidade de 30 dias." General Brilhante Ustra
"Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência." Jarbas Passarinho, então Ministro do Trabalho, na reunião que aprovou o Ato Institucional Nº 5
"Humanitarismo é a expressão da estupidez e da covardia." Adolf Hitler
"A imprensa é a arma mais poderosa do nosso Partido." Joseph Stalin
"Somente um país inferior, ordinário, insignificante pode ser democrático. Um povo forte heroico tende para a aristocracia." Benito Mussolini
Com exceção do pai da moderna teoria política, tutti buona gente, como se vê. Não se pode dizer que ele não preparou o espírito do leitor.
Para ler e baixar: https://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Contra-Lava-Jato.pdf
Para o livro como um todo, Adel El Tasse usou esta epígrafe:
"O único ditador que eu aceito é a voz silenciosa da minha consciência." Mahatma Gandi
Epígrafe, como sabe o leitor, é uma curta citação colocada em uma página no início da obra ou em destaque na abertura de um capítulo. Funciona como um resumo do que se vai ler em seguida.
Para os capítulos do livro, o autor empregou as seguintes citações:
"A mim, a imprensa sempre me tratou bem." Francisco Franco
"A liberdade diminui à medida que o homem evolui e se torna civilizado." Antonio Salazar
"Quem se torna senhor de uma cidade habituada a viver em liberdade e não a destrói, espere para ser destruído por ela." Nicolau Maquiavel
"Nós vamos te quebrar por dentro." Delegado Fleury para Frei Tito
"Demos um modelo para o mundo, com a criação dos Codis, dos DOIs e com alterações na Lei de Segurança Nacional como a incomunicabilidade de 30 dias." General Brilhante Ustra
"Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência." Jarbas Passarinho, então Ministro do Trabalho, na reunião que aprovou o Ato Institucional Nº 5
"Humanitarismo é a expressão da estupidez e da covardia." Adolf Hitler
"A imprensa é a arma mais poderosa do nosso Partido." Joseph Stalin
"Somente um país inferior, ordinário, insignificante pode ser democrático. Um povo forte heroico tende para a aristocracia." Benito Mussolini
Com exceção do pai da moderna teoria política, tutti buona gente, como se vê. Não se pode dizer que ele não preparou o espírito do leitor.
Para ler e baixar: https://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Contra-Lava-Jato.pdf
30 dezembro, 2017
Ataques contra a democracia e a soberania na América Latina
Brian Mier
O Governo dos Estados Unidos é suspeito quando se trata de corrupção, devido aos seus 70 anos de apoio a governos direitistas corruptos na América Latina, incluindo o do General Rafael Trujillo na República Dominicana, o de Papa Doc Duvalier no Haiti, da Ditadura Militar no Brasil (1964-1985), do General Augusto Pinochet no Chile e, mais recentemente, a imediata legitimação e o financiamento ao Golpe em Honduras (2009-até o momento). O fato de os EUA admitirem publicamente essa colaboração com a Operação Lava Jato, que avança contra governos de esquerda e centro-esquerda, mostra que o verdadeiro objetivo não é combater a corrupção, mas abrir mercados e reduzir impostos para empresas dos EUA operarem na região, preparando o terreno para uma nova geração de líderes neoliberais que vão reabrir as negociações para o Acordo de Livre Comércio na América, o que é fortemente rejeitado pela maioria do povo latino-americano. A admissão de culpa de um importante oficial do Departamento de Justiça dos EUA representa mais uma página em uma longa e horrorosa história de ataques criminosos contra a democracia e a soberania na região.Extraído de: US admits role in Operation Lava Jato, brags about Lula conviction, Brasil Wire.
Via
12 agosto, 2017
Tribunal Popular e lançamento de livro
O Tribunal Popular da Lava Jato condenou nesta sexta-feira (11) as irregularidades e violações constitucionais cometidas pela operação desde 2014. A sentença, que tem valor simbólico, foi lida pelo juiz Marcelo Tadeu Lemos, de Alagoas, às nove e meia da noite, após sete horas de debate público.
"Julgo procedente a acusação e condeno a Lava Jato por todas as ilegalidades que praticou ao longo de três anos no Brasil", decretou o magistrado.
A decisão dos jurados foi unânime, e resultou na "condenação popular" das ações do Poder Judiciário, da força-tarefa, da mídia comercial e do Ministério Público no âmbito da operação Lava Jato.
O evento, organizado pelo Coletivo Advogadas e Advogados pela Democracia (CAAD), aconteceu no Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil (Sitracon), em Curitiba. A cidade é a sede da força-tarefa da Lava Jato e tornou-se símbolo das arbitrariedades e violações de direitos por parte do Poder Judiciário no Brasil. A data também é simbólica: 11 de agosto é o Dia do Advogado. (Daniel Giovanaz)
Ler a íntegra em Rede Brasil Atual.
Um exemplo de como a imprensa está desconectada dos setores progressistas da sociedade brasileira foi o lançamento do livro "Comentários a uma sentença anunciada – O Processo Lula".
O evento foi ontem à noite (11), a fila começava no saguão da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro e se estendia pela rua.
O auditório tinha espaço para 400 pessoas, mas, no ato que se seguiu ao lançamento do livro (que tem 123 autores), havia pelo menos duas mil, e tiveram que arrumar um telão para que todos assistissem. No estoque levado para o lançamento no Rio, não sobrou um exemplar para ser vendido.
Mas quem procurar nos jornais não encontrará quase nada sobre o evento nem sobre o livro.
É, de fato, um ato político, mas não um ato de políticos. Pode ser um marco no estudo deste tempo, em que o Judiciário foi instrumentalizado politicamente, numa aliança com a mídia. (Joaquim de Carvalho)
Ler a íntegra em Diário do Centro do Mundo.
"Julgo procedente a acusação e condeno a Lava Jato por todas as ilegalidades que praticou ao longo de três anos no Brasil", decretou o magistrado.
A decisão dos jurados foi unânime, e resultou na "condenação popular" das ações do Poder Judiciário, da força-tarefa, da mídia comercial e do Ministério Público no âmbito da operação Lava Jato.
O evento, organizado pelo Coletivo Advogadas e Advogados pela Democracia (CAAD), aconteceu no Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil (Sitracon), em Curitiba. A cidade é a sede da força-tarefa da Lava Jato e tornou-se símbolo das arbitrariedades e violações de direitos por parte do Poder Judiciário no Brasil. A data também é simbólica: 11 de agosto é o Dia do Advogado. (Daniel Giovanaz)
Ler a íntegra em Rede Brasil Atual.
Um exemplo de como a imprensa está desconectada dos setores progressistas da sociedade brasileira foi o lançamento do livro "Comentários a uma sentença anunciada – O Processo Lula".
O evento foi ontem à noite (11), a fila começava no saguão da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro e se estendia pela rua.
O auditório tinha espaço para 400 pessoas, mas, no ato que se seguiu ao lançamento do livro (que tem 123 autores), havia pelo menos duas mil, e tiveram que arrumar um telão para que todos assistissem. No estoque levado para o lançamento no Rio, não sobrou um exemplar para ser vendido.
Mas quem procurar nos jornais não encontrará quase nada sobre o evento nem sobre o livro.
É, de fato, um ato político, mas não um ato de políticos. Pode ser um marco no estudo deste tempo, em que o Judiciário foi instrumentalizado politicamente, numa aliança com a mídia. (Joaquim de Carvalho)
Ler a íntegra em Diário do Centro do Mundo.
10 maio, 2017
Na hora da dificuldade
Por Fernando Brito · 20/04/2017
http://www.tijolaco.com.br/blog/mesquinhez-de-moro-e-sua-derrota-moral/
Por isso, se me fosse perguntado que conselho modesto eu poderia dar ao ex-presidente, às vésperas de seu depoimento e ante a maratona de audiências a que Moro quer obrigá-lo a presenciar, calado, sem poder se manifestar, diria que eu sigo o conselho que ouvi de Brizola. Na campanha de 1989, numa reunião com intelectuais, promovida por Gilberto Gil na casa do sempre gentil Chico Buarque de Hollanda, ele disse: "na hora da dificuldade, eu vou me aconselhar com os poetas".
Dou então, um conselho de Raul Seixas a Lula, no seu "Gita", que parece ter sido escrito pensando em Moro:
http://www.vermelho.org.br/coluna.php?id_coluna_texto=8390&id_coluna=93
Perguntamos:
1. Querem destruir a candidatura Lula? Ou querem destruir Lula para sempre? Como dizia Groucho Marx, respondam à segunda pergunta primeiro.
Em resumo, querem matar Lula, física e moralmente. Pior: os jornais já anunciam esta sua morte. Para eles, vale ao fim a resposta de Mark Twain aos repórteres especializados em manchetes que confundem o desejo com a realidade. Aos jornalistas, que haviam publicado na primeira página o triste fim de Mark Twain, ele próprio respondeu ao vivo, em uma coletiva de imprensa:
"As suas notícias sobre a minha morte são muito exageradas".
O que vale mais? Os depoimentos de 73 testemunhas que inocentaram Lula ou a acusação sem provas de Léo Pinheiro, preso desde 2014 para essa finalidade?
http://www.tijolaco.com.br/blog/mesquinhez-de-moro-e-sua-derrota-moral/
Por isso, se me fosse perguntado que conselho modesto eu poderia dar ao ex-presidente, às vésperas de seu depoimento e ante a maratona de audiências a que Moro quer obrigá-lo a presenciar, calado, sem poder se manifestar, diria que eu sigo o conselho que ouvi de Brizola. Na campanha de 1989, numa reunião com intelectuais, promovida por Gilberto Gil na casa do sempre gentil Chico Buarque de Hollanda, ele disse: "na hora da dificuldade, eu vou me aconselhar com os poetas".
Dou então, um conselho de Raul Seixas a Lula, no seu "Gita", que parece ter sido escrito pensando em Moro:
Você me tem todo diaPor Uraniano Mota - 21/04/2017
Mas não sabe se é bom ou ruim
Mas saiba que eu estou em você
Mas você não está em mim.
http://www.vermelho.org.br/coluna.php?id_coluna_texto=8390&id_coluna=93
Perguntamos:
1. Querem destruir a candidatura Lula? Ou querem destruir Lula para sempre? Como dizia Groucho Marx, respondam à segunda pergunta primeiro.
Em resumo, querem matar Lula, física e moralmente. Pior: os jornais já anunciam esta sua morte. Para eles, vale ao fim a resposta de Mark Twain aos repórteres especializados em manchetes que confundem o desejo com a realidade. Aos jornalistas, que haviam publicado na primeira página o triste fim de Mark Twain, ele próprio respondeu ao vivo, em uma coletiva de imprensa:
"As suas notícias sobre a minha morte são muito exageradas".
O que vale mais? Os depoimentos de 73 testemunhas que inocentaram Lula ou a acusação sem provas de Léo Pinheiro, preso desde 2014 para essa finalidade?
Cristiano Zanin
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