Você sabe como os seres humanos tendem a ver os rostos em tudo, mesmo quando não há um?
É porque estamos todos andando por aí, com esses hipersensíveis detectores de rostos em nossas cabeças, que fica muito fácil de nos depararmos com tantos falsos positivos. A detecção de rostos foi e é uma parte fundamental para os seres humanos sobreviverem.
E assim com relação aos inimigos: sabermos que alguém está atrás de nós é uma habilidade extremamente importante para nós. Embora, às vezes, isso nos leve a falsos positivos também. Agora, se tal acontece constantemente, chamamos o fenômeno de "paranoia".
Todo padrão "witch hunt" (caça às bruxas) é basicamente isso - - procurar desesperadamente um inimigo apenas por que você acredita que ele tem de estar lá.
Mas.
Ter em nosso cérebro detectores extremamente sensíveis ao inimigo faz sentido: Os inimigos são motivados a ocultarem-se e, por isso, precisamos de um esforço extra para localizá-los.
Pareidolias
1, 2, 3, 4 e Quem é o próximo?
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14 dezembro, 2016
14 dezembro, 2015
Sorria... mesmo sem saber a quem
A equipe que julgou recentemente um concurso de trabalhos científicos em Londres deu um duro danado. Teve que escolher, dentre 600 trabalhos, apenas dois deles. Sendo um, na categoria cientistas profissionais (pós-graduação e acima), e outro, na categoria não profissionais (incluindo alunos de graduação).
Richard Stephens foi o vencedor da primeira categoria, com o trabalho "Don't say cheese, say cheeks" ("Não diga queijo, diga bochechas") sobre o ato de sorrir. Não li o artigo, mas imagino que traga conclusões aplicáveis em fotografia.
Na segunda categoria, ganhou Kate Szell, com o trabalho intitulado "Prosopagnosia - um problema comum, comumente ignorado". Também conhecida como "cegueira para feições", a prosopagnosia é a incapacidade de reconhecer as pessoas pelo rosto. Neste distúrbio neurológico, a capacidade de reconhecer os rostos das pessoas está afetada, embora a de reconhecer os objetos possa estar relativamente intacta. As pesquisas disponíveis sugerem que 2 por cento da população sofre de algum grau desse distúrbio.
No Preblog: LAPSOS DE MEMÓRIA
Richard Stephens foi o vencedor da primeira categoria, com o trabalho "Don't say cheese, say cheeks" ("Não diga queijo, diga bochechas") sobre o ato de sorrir. Não li o artigo, mas imagino que traga conclusões aplicáveis em fotografia.
Na segunda categoria, ganhou Kate Szell, com o trabalho intitulado "Prosopagnosia - um problema comum, comumente ignorado". Também conhecida como "cegueira para feições", a prosopagnosia é a incapacidade de reconhecer as pessoas pelo rosto. Neste distúrbio neurológico, a capacidade de reconhecer os rostos das pessoas está afetada, embora a de reconhecer os objetos possa estar relativamente intacta. As pesquisas disponíveis sugerem que 2 por cento da população sofre de algum grau desse distúrbio.
No Preblog: LAPSOS DE MEMÓRIA
28 outubro, 2009
Ilusão sexual
¿MOÇA OU RAPAZ?
É o mesmo rosto (de um rapaz) mostrado em duas imagens, nas quais houve alterações nos contrastes. À esquerda, os contrastes do rosto foram acentuados, dando lugar a uma aparência feminina; na imagem da direita, aconteceu justamente o contrário.
De Richard Russel (Harvard University, USA), terceiro prêmio do concurso Melhor Ilusão Óptica de Ano (2009).
De Richard Russel (Harvard University, USA), terceiro prêmio do concurso Melhor Ilusão Óptica de Ano (2009).
14 março, 2009
Expressões faciais
Nestas imagens geradas por computador, a face emocionalmente neutra (no meio da figura) foi modificada para exibir diferentes graus de dominância e de confiabilidade (para mais e para menos).


De acordo com Alexander Todorov, pesquisador da Princeton University, nossos julgamentos instantâneos dos rostos são baseados numa espécie de "supergeneralização", a qual evoluiu da imperiosa necessidade de se "ler" as expressões faciais de outrem para identificar os sinais de perigo.
Para ver o artigo completo publicado na revista New Scientist (em inglês), clique aqui.
30 outubro, 2008
Tal nome, tal rosto
Nonato Albuquerque, depois de ver a dica no Zona Cyber, de Leonardo Fontes, submeteu o nome ao teste do Turn Your Name Into a Face e publicou na Antena Paranóica o resultado.
O site, como o nome (em inglês) sugere, transforma nomes em rostos.
Inserindo o meu primeiro nome no site, fiz também o meu teste. Taí o resultado:

Mas, o que aconteceria se eu, prosseguindo com o teste, agregasse progressivamente os meus sobrenomes? Foi isto:
Bem, eu não devia ter ido tão longe.
O site, como o nome (em inglês) sugere, transforma nomes em rostos.
Inserindo o meu primeiro nome no site, fiz também o meu teste. Taí o resultado:

Mas, o que aconteceria se eu, prosseguindo com o teste, agregasse progressivamente os meus sobrenomes? Foi isto:
Bem, eu não devia ter ido tão longe.
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