Estas não são rosas artificiais! A Rosa Arco-íris (Rainbow Rose) está agora disponível no Reino Unido e, embora você possa pensar que essas flores estranhas e maravilhosas sejam pintadas ou artificiais, elas são cem por cento naturais. Quase. Bem, noventa e nove por cento. Bem, OK, elas foram alteradas, mas não, como você poderia supor, em um nível genético.
Suas cores do arco-íris surgem depois que extratos são injetados em seu caule. Os extratos viajam através da rosa onde atuam como uma espécie de corante. E pétalas da rosa mudam de sua cor natural para as cores que você vê aqui.
De certa forma, uma espécie de botox para rosas.
http://www.kuriositas.com/2010/05/rainbow-rose-truly-wtf-flower.html
Mostrando postagens com marcador rosa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rosa. Mostrar todas as postagens
20 outubro, 2022
18 agosto, 2019
"Rosa", de Pixinguinha
1
Uma das mais belas canções brasileiras é a valsa "Rosa", do mestre Alfredo da Rocha Viana Filho, o Pixinguinha. Um primor tanto na versão original, sem letra, quanto na versão mais conhecida com letra de Otávio de Souza. Além da beleza ímpar, a canção possui algumas curiosidades.
Segundo o próprio autor, a valsa foi composta em 1917 e o título original era "Evocação". A música foi composta em três partes e, somente mais tarde, recebeu sua letra (apenas para a 1.ª e a 2.ª partes) e foi gravada e regravada muitas vezes dessa forma.
Há alguns anos atrás, a versão original, em três partes e sem letra, foi regravada para o box "Choro Carioca, Música do Brasil", lançado pela gravadora Acari. [http://qualdelas.com.br/rosa/]
Conta a lenda que Otávio de Souza se aproximou de Pixinguinha, enquanto o mestre bebia em um bar do subúrbio carioca, para falar que havia feito uma letra para a valsa. Pixinguinha ouviu-a e ficou maravilhado.
A gravações feitas por Orlando Silva (1937) (1960) foram responsáveis pela popularização de "Rosa". O desafio de regravar "Rosa" foi enfrentado por muitos intérpretes (Caetano Veloso, Luiz Melodia, Roberto Silva, Luss, grupo vocal Ordinarius etc.), sendo talvez o melhor resultado o obtido por Marisa Monte, em 1990, com pequenas alterações melódicas.
Outra curiosidade é que "Rosa" era a canção preferida da mãe de Orlando Silva, Dona Balbina. Após sua morte, em 1968, Orlando Silva jamais voltou a cantar a canção pois sempre chorava.
Fonte: Rosa, blog "Eternas Músicas",
2
Para o jornalista Luís Nassif, em seu artigo O mistério sobre o letrista de Rosa, de Pixinguinha, publicado no GGN, um dos grandes enigmas da música brasileira é sobre o verdadeiro autor da letra de "Rosa", música de Pixinguinha. A música está registrada em nome de Otávio de Souza, ao que consta um mecânico que morreu muito jovem.
Mas, devido ao rebuscamento da letra, uma parte dos historiadores atribui a Cândido das Neves, autor de canções românticas, rococós e inesquecíveis. A prova seria outra música de Cândido das Neves, uma suposta parceria com Pixinguinha, mas registrada apenas em nome de Cândido.
Seria a prova de uma troca que fizeram. No entanto, essa hipótese é profundamente desrespeitosa para com Otávio de Souza, mas, principalmente, para com Cândido das Neves.
Este era rococó, mas suas letras mantinham coerência.
O non sense da letra de "Rosa" lembra mais um poeta menor que se encantou com os volteios de Cândido das Neves, copiou seu estilo, mas sem dispor do talento de Cândido.
O que vocês acham?
A seguir, Nassif relaciona as letras de "Rosa", de Pixinguinha, e de "Cinzas", "Página de dor", "A última estrofe" e "Apoteose do amor", de Cândido das Neves, o Índio, para que o leitor faça seu juizo.
3
Bem esteve o compositor cearense Evaldo Gouveia que, ao compor "O mundo melhor de Pixinguinha", samba-enredo da Portela em 1974, assim cultuou São Pixinguinha: "A roseira dá / Rosa em botão / Pixinguinha dá / Rosa canção / E a canção bonita é como a flor / Que tem perfume e cor. / E ele que era um poema de ternura e paz / Fez um buquê que não se esquece mais / De rosas musicais." PGCS
Uma das mais belas canções brasileiras é a valsa "Rosa", do mestre Alfredo da Rocha Viana Filho, o Pixinguinha. Um primor tanto na versão original, sem letra, quanto na versão mais conhecida com letra de Otávio de Souza. Além da beleza ímpar, a canção possui algumas curiosidades.
Segundo o próprio autor, a valsa foi composta em 1917 e o título original era "Evocação". A música foi composta em três partes e, somente mais tarde, recebeu sua letra (apenas para a 1.ª e a 2.ª partes) e foi gravada e regravada muitas vezes dessa forma.
Há alguns anos atrás, a versão original, em três partes e sem letra, foi regravada para o box "Choro Carioca, Música do Brasil", lançado pela gravadora Acari. [http://qualdelas.com.br/rosa/]
"O autor dessa letra é Otávio de Souza, um mecânico do Engenho de Dentro, bairro carioca, muito inteligente e que morreu novo." (Pixinguinha)A letra de "Rosa" é um capítulo à parte. Rebuscada, parnasiana e lindíssima foi composta pelo improvável Otávio de Souza. Mecânico de profissão, Otávio de Souza, morreu jovem e nunca compôs nada parecido com "Rosa". Um compositor de uma única música, uma obra prima.
Conta a lenda que Otávio de Souza se aproximou de Pixinguinha, enquanto o mestre bebia em um bar do subúrbio carioca, para falar que havia feito uma letra para a valsa. Pixinguinha ouviu-a e ficou maravilhado.
A gravações feitas por Orlando Silva (1937) (1960) foram responsáveis pela popularização de "Rosa". O desafio de regravar "Rosa" foi enfrentado por muitos intérpretes (Caetano Veloso, Luiz Melodia, Roberto Silva, Luss, grupo vocal Ordinarius etc.), sendo talvez o melhor resultado o obtido por Marisa Monte, em 1990, com pequenas alterações melódicas.
Outra curiosidade é que "Rosa" era a canção preferida da mãe de Orlando Silva, Dona Balbina. Após sua morte, em 1968, Orlando Silva jamais voltou a cantar a canção pois sempre chorava.
Fonte: Rosa, blog "Eternas Músicas",
2
Para o jornalista Luís Nassif, em seu artigo O mistério sobre o letrista de Rosa, de Pixinguinha, publicado no GGN, um dos grandes enigmas da música brasileira é sobre o verdadeiro autor da letra de "Rosa", música de Pixinguinha. A música está registrada em nome de Otávio de Souza, ao que consta um mecânico que morreu muito jovem.
Mas, devido ao rebuscamento da letra, uma parte dos historiadores atribui a Cândido das Neves, autor de canções românticas, rococós e inesquecíveis. A prova seria outra música de Cândido das Neves, uma suposta parceria com Pixinguinha, mas registrada apenas em nome de Cândido.
Seria a prova de uma troca que fizeram. No entanto, essa hipótese é profundamente desrespeitosa para com Otávio de Souza, mas, principalmente, para com Cândido das Neves.
Este era rococó, mas suas letras mantinham coerência.
O non sense da letra de "Rosa" lembra mais um poeta menor que se encantou com os volteios de Cândido das Neves, copiou seu estilo, mas sem dispor do talento de Cândido.
O que vocês acham?
A seguir, Nassif relaciona as letras de "Rosa", de Pixinguinha, e de "Cinzas", "Página de dor", "A última estrofe" e "Apoteose do amor", de Cândido das Neves, o Índio, para que o leitor faça seu juizo.
3
Bem esteve o compositor cearense Evaldo Gouveia que, ao compor "O mundo melhor de Pixinguinha", samba-enredo da Portela em 1974, assim cultuou São Pixinguinha: "A roseira dá / Rosa em botão / Pixinguinha dá / Rosa canção / E a canção bonita é como a flor / Que tem perfume e cor. / E ele que era um poema de ternura e paz / Fez um buquê que não se esquece mais / De rosas musicais." PGCS
24 abril, 2009
A rosa de Malherbe
Diz-se que uma coisa teve "a duração da rosa de Malherbe" quando durou muito pouco. A locução tem origem numa poesia de François Malherbe (1555-1628), intitulada "Consolação ao Sr. Du Périer, gentil-homem de Aix-en-Provence, pela morte de sua filha", na qual se lê esta estrofe:

"Mais elle était du monde où les plus belles chosesOnt le pire destin;Et rose elle a vécu ce que vivent les roses,L'espace dun matin."(Mas era ela do mundo onde as mais belas coisasTêm o pior destino;E rosa ela viveu o que vivem as rosas,Uma breve manhã.)
Comentário
Quanto ao erro que um tipógrafo teria cometido, por ocasião da impressão do poema de Malherbe, e disso resultado em algum embelezamento poético, os estudiosos do assunto geralmente consideram uma anedota sem fundamento.
Assinar:
Comentários (Atom)
