Mostrando postagens com marcador revistas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador revistas. Mostrar todas as postagens

06 fevereiro, 2021

Arquivo Z

Z de Ziraldo, cartunista, desenhista, jornalista, cronista, chargista, pintor e dramaturgo brasileiro.
Ziraldo Alves Pinto nasceu em Caratinga, Minas Gerais, no dia 24 de outubro de 1932. Seu nome de batismo vem da combinação dos nomes de sua mãe, Zizinha, e de seu pai, Geraldo. Desde criança já mostrava talento para o desenho. Com seis anos, ele teve um de seus desenhos publicado no jornal "Folha de Minas".
Criador de A Turma do Pererê, que foi publicada primeiramente em cartuns em 1959, nas páginas da revista "O Cruzeiro". Depois, sob o nome de "Pererê", passou a ser publicada mensalmente a partir de outubro de 1960 até abril de 1964. "Pererê", que foi a primeira revista brasileira de histórias em quadrinhos totalmente colorida, conquistou rápido sucesso no Brasil. O que permitiu que fossem publicadas 43 edições em sua primeira série, com tiragens de 120 mil exemplares em média.
Em 1975, as histórias em quadrinhos com os personagens da Mata do Fundão voltaram a ser publicados, com o título de "A Turma do Pererê", pela Editora Abril. No entanto, esta segunda série foi cancelada em 1976, com apenas 10 edições. Desde então os quadrinhos do Pererê passaram a ser apenas republicados em almanaques nos anos seguintes, com poucas histórias ainda inéditas. Até que, em 1980, Ziraldo passou a dedicar-se às histórias do Menino Maluquinho.
Ziraldo Pinto foi também um dos fundadores do hebdomadário O Pasquim, (1969), um porta-voz da contracultura e da indignação intelectual com o regime militar, e do semanário Bundas (1999), uma sátira ao mundo das celebridades exposto em "Caras" ("Quem mostrou a bunda em Caras, não mostrará a cara em Bundas", segundo ele).


Principais personagens do Pererê
Saci 
Boneca de Piche http://blogdopg.blogspot.com/2009/01/alm-de-coice-queda.html
Tininim (indiozinho)
Tuiuiú (indiazinha) http://blogdopg.blogspot.com/2020/01/a-fama-obriga.html
Moacir (jabuti) http://blogdopg.blogspot.com/2020/07/jabuti-em-foco.html
Galileu (onça)
Geraldinho (coelho)
Alan (macaco)
Pedro Vieira (tatu)

29 maio, 2018

Um capítulo sobre as orelhas

Mais uma curiosidade de Sherlock Holmes: "The Adventure of the Cardboard Box" apareceu em The Strand Magazine em 1893. Nela, Holmes diz a Watson:
"Como médico, você está ciente, Watson, de que não há parte do corpo que varia tanto quanto a orelha humana. Cada orelha é, em geral, bastante distinta e difere de todas as outras. No último Anthropological Journal do ano, você encontrará duas curtas monografias de minha pena sobre o assunto."
Poucos meses depois, em outubro e novembro de 1893, The Strand publicou "A Chapter on Ears", analisando as orelhas de britânicos famosos. Curiosamente, o artigo não é assinado.
Inspirado pela história ou foi trabalho do próprio Sherlock Holmes?

Paperback, por George Cavendish

18 março, 2018

Um mistério nas revistas médicas

Por que há tão poucos artigos em revistas médicas sobre ferimentos causados por cancelas de estacionamento?
Tais ferimentos - que acontecem quando uma cancela de estacionamento encontra um corpo humano - são considerados bastante frequentes. No entanto, o PubMed, um banco de dados preeminente de estudos médicos, quase não inclui trabalhos científicos relacionados com estes acidentes. Por quê? Temos sido negligentes com eles? Ou, então, suas lesões são tão simples de serem tratadas que nenhum profissional médico julga que valha a pena escrever?
Este vídeo mostra um destes (muitos, ao que se presume) acidentes:



O mistério de por que há tão poucos artigos nas revistas médicas se estende, também, à questão das lesões sofridas quando um motorista de automóvel tem uma relação fisicamente infeliz com uma máquina de coleta automática de bilhetes de estacionamento.

http://www.improbable.com/2017/05/03/medical-journals-mystery-what-about-those-parking-gate-injuries/

Ver também: Na batuta

29 abril, 2012

Exercício matemático para prever as revistas do futuro

A onda atual das grandes revistas científicas é exemplificada pela Gigascience .
Atenção:
Seu logotipo, exibido abaixo, pode confundir os curiosos. Parece dar a entender que eles não estão lidando com uma "gigaciência" qualquer, mas com uma "gigaciência" elevada a uma potência, onde "n" não é especificado. Se o valor de "n" é infinito, então assim é a ciência. Se o valor de "n" é zero, então a ciência é desapontadora. E se o valor de "n" for negativo, nós estamos olhando para o outro extremo da escala, descendo em direção ao minúsculo.
A onda anterior foi exemplificada pelos periódicos International Journal of Nanoscience e Jornal of Nanoscience and Nanotechnology.
Os prefixos métricos para um número grande têm nomes que, conforme o tempo passa, tornam-se mais familiares:
yotta-
zetta-
exa-
peta-
tera-
giga-
mega-
Exercício:
Olhe para cima as datas que as revistas existentes foram fundadas. Em seguida, use o seu conhecimento matemático para estimar a data em que podemos ver a publicação de revistas chamadas de Terascience, Exascience, Petascience , Zettascience e Yottascience . (Nota: O jornal Terra Nova e assemelhados não contam para os efeitos aqui discutidos. Terra não é tera, exceto talvez em circunstâncias muito particulares.)

Math exercise: Predict the next big science journal, Improbable Research

12 março, 2011

Antigas mentes

Paulo,
Este é um presente para suas leitoras: para que elas vejam como eram os bons conselhos de antigamente.
Nelson Cunha
“Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas."
(Jornal das Moças, 1957)
"Se desconfiar de infidelidade do marido, a esposa deve redobrar os carinhos e as provas de afeto - sem questioná-lo nunca."
(Revista Claudia, 1962)
“Desordem na casa de banho, desperta no marido vontade de ir tomar banho fora de casa."
(Jornal das Moças, 1965)
"A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas, servindo-lhe uma cerveja bem gelada. Nada de incomodá-lo com serviços ou notícias domésticas."
(Jornal das Moças, 1959)
"Se o seu marido fuma, não discuta pelo simples fato de deixar cair cinza no tapete. Espalhe cinzeiros por toda a casa."
(Jornal das Moças, 1957)
"O noivado longo é um perigo, mas nunca sugira o matrimónio. ELE é quem decide - sempre."
(Revista Querida, 1953)
"Vejam bem a alegria e o brilho nos olhos da esposa obediente. Uma verdadeira rainha do lar." (foto)


"Sempre que o marido sair com os amigos e chegar a altas horas da noite, espere-o linda, perfumada e dócil."
(Jornal das Moças, 1958)
"É fundamental manter sempre uma aparência impecável diante do marido."
(Jornal das Moças, 1957)
"A esposa deve vestir-se depois de casada, com a mesma elegância de solteira, pois é preciso lembrar-se de que a caça já foi feita, mas é preciso mantê-la bem presa."
(Jornal das Moças, 1955)
"O lugar de mulher é no lar. O trabalho fora de casa masculiniza a mulher."
(Revista Querida, 1955)

Também em slides: OS SAUDOSOS ANOS 50 E 60.

Mamma mia! Isso é motivo para se empastelar a redação de uma revista. Será que foi devido a isso que duas delas já saíram de circulação? PG

23 fevereiro, 2009

Revistas digitais

O portal The Read Green Initiative reúne 14 revistas digitais. Subscrevendo a uma delas, o internauta acessará gratuitamente os números dessa revista pelo prazo de 1 ano.

Dica de Nelson José Cunha