Mana (domínio público)
c/ Gilberto Gil, disco "O Sol de Oslo", 3:51 "Teus cabelos" Mana, seus cabelos, mana / São os arvoredos / Toca fogo neles, mana / De manhã bem cedo. http://youtu.be/UzHW8dBsc8Q?si=NZLRbAp1PY-H66pW
Cantiga do Caicó (domínio público)
Inspirou Villa-Lobos para a composição de uma de suas bachianas.
c/ Ricardo Bacelar Ô, mana, deixa eu ir / Ô, mana, eu vou só / Ô, mana, deixa eu ir / Pro sertão do Caicó. http://youtu.be/4VTO9j13brg?si=mWsOabe1UzymIJML
Maninha (Chico Buarque)
c/ Chico Buarque e Maninha
Se lembra quando toda modinha / falava de amor? / Pois nunca mais cantei, oh maninha / depois que ele chegou.
Vídeo
Sobre Villa Borghese Em setembro de 2023, tive a oportunidade de conhecer a Villa Borghese (que Chico relembra em seu depoimento nesse vídeo), onde fica um dos parques mais importantes de Roma. Nos jardins desse parque, os visitantes veem construções, esculturas, monumentos e fontes de famosos artistas de diferentes épocas. Um de seus pontos interessantes é o Relógio de Água de Pincio, um exemplo de engenharia do século XIX e que ainda funciona. Localizado no Norte de Roma, o parque tem entrada gratuita.
Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema. Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado. Mais rápida que a corça selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara.
(ALENCAR, José de. Iracema. São Paulo: Ática, 1994, cap 2)
Iracema
Adoniran Barbosa (no vídeo - c/ Elis)
Iracema, eu nunca mais eu te vi / Iracema, meu grande amor foi embora / Chorei, eu chorei de dor porquê / Iracema, meu grande amor foi você.
Aquarela brasileira
Caminhando ainda um pouco mais / Deparei com lindos coqueirais / Estava no Ceará, terra de Irapuã / De Iracema e Tupã.
Iracema voou
Chico Buarque
Iracema voou / Para a América / Leva roupa de lã / E anda lépida / Vê um filme de quando em vez / Não domina o idioma inglês.
Há nessa canção algo sobre a identidade pois a heroína está construindo uma nova personalidade. Ela deseja se diluir completamente no novo país que escolheu, abandonar sua cultura e adotar a do novo país, esquecer tudo o que foi e começar vida nova. Iracema quer até mesmo se tornar esse próprio país, país altaneiro que para se nomear, tomou posse do nome do continente. E essa relação especular tão alienadora é colocada através dos dois nomes próprios da canção: «Iracema» é o anagrama de «América». Bem, Chico não é chegado apenas a palíndromos.
Iracema, a virgem dos lábios de mel samba-enredo do G.R.E.S. Beija-Flor de Nilópolis (1917)
A jandaia cantou no alto da palmeira / O nome de Iracema / Lábios de mel / Riso mais doce que o jati.
Iraci (bônus) Carlos Gonzaga Ô, Iraci, ai como eu amo a ti / Sem ti não sei viver / Mas que coisa louca é amar alguém.
Marina
Autor: Synval Silva Taí, o samba que você pediu, Marina / Taí, eu fiz tudo e você desistiu, Marina / Taí, meu amor toda minha afeição / E você vai me matando pouco a pouco de paixão. http://youtu.be/2HIw08AxF7I - c/ Noite Ilustrada
Marina :( Marina, Marina, Marina / Ti voglio più presto sposar. (bis) http://youtu.be/3oLT4lK7Cew - c/ Francesco Napoli
Sá Marina
Autores Antonio Adolfo e Tibério Gaspar Descendo a rua da ladeira / Só quem viu que pode contar / Cheirando a flor de laranjeira / Sá Marina vem pra dançar.
Intérpretes: Wilson Simonal, Elis Regina, Ivete Sangalo e outros
Pretty World (versão em inglês de "Sá Marina") Why don't we take a little piece of summer sky / Hang it on a tree / For that's the way to start to make a pretty world / For you and for me.
Intérpretes: Stevie Wonder; Lani Hall and Karen Philipp (vocalistas da banda Sergio Mendes '66)
Iolanda
Valsa de Pixinguinha gravada pelo próprio compositor em solo de flauta em disco Odeon 11.204, de 1935. Foi encontrada apenas uma partitura desta música, feita por Jacob do Bandolim a partir da gravação original do compositor, conforme anotação do próprio bandolinista em seu manuscrito (partitura integrante do Acervo Jacob do Bandolim MIS-RJ). http://pixinguinha.com.br/discografia/iolanda/ (Instituto Moreira Salles)
A letra "I"
Baião da parceria Luiz Gonzaga-Zé Dantas, feito em homenagem à esposa de Zé, que se chamava Iolanda (também inspiradora de outro clássico de ambos, "Cintura fina"). Originalmente gravado por Gonzagão em 1953, mereceu um novo registro dele, seis anos mais tarde, para o LP de selo RCA Victor "Luiz Gonzaga canta seus sucessos com Zé Dantas".
Vai cartinha fechada / Não deixa ninguém te abrir / Naquela casa caiada / Donde mora a letra "I". Vídeo c/ Marina Elali, neta de Zé Dantas e Iolanda:
Yolanda
A canção nasceu em 1970 com filha de Milanés, Lynn. De acordo com o autor, ele precisou de ausentar de Havana, nos dias em que sua primeira filha estava para nascer, e foi composta para demostrar todo amor que sentia pela sua mulher: Yolanda Benet. Em 1984, surgiu uma versão em português para Yolanda. A letra de Chico é bem fiel à proposta original de Pablo Milanés em fazer uma declaração de amor à então esposa. Por aqui, ficou Iolanda, com "I". E a primeira gravação saiu num disco da cantora Simone.
Esta canção / Não é mais que uma canção / Quem dera fosse uma declaração de amor / Romântica / Sem procurar a justa forma.
Nos idos de 2010 escrevi o Irene na Terra. Sem a pretensão de que os pósteros o elegessem como o maior poema da língua portuguesa. Cabia por inteiro numa "tuitada". Além disso, seus três primeiros versos fazem parte de "Irene no céu", de Manoel Bandeira, e o seu quarto (e último) verso conheceu tempos melhores na canção "Irene", de Caetano.
Não era um poema que pudesse fazer frente, por exemplo, ao Maabáratra, de Krishna Dvapayana Vyasa. O poema deste hindu tem 74 mil versos. E se nele formos incluir o "Harivamsa" já sobe para 90 mil versos.
Acontece que, tempos depois, numa das minhas caminhadas crepusculares por Two Thousand City (Cidade 2000), escutei por acaso uma gravação de Agnaldo Timóteo.
Numa Vitrolex (link não patrocinado), o ex-motorista da Ângela Maria estava a cantar "A casa de Irene", versão de um sucesso de Nico Fidenco.
E, nesse instante de grande enlevo, dei-me conta de que "Irena na Terra" ainda estava inacabado. Então, sem delongas, retornei ao poema em construção, que assim ficou: Irene preta Irene boa Irene sempre de bom humor Na casa de Irene a tristeza se vai - Quero ver Irene dar sua risada.
De forma que meu poema prossegue aos poucos: tijolo com tijolo num desenho mágico. E dá para ver que, mesmo sendo comparado aos prolixos poetas indianos, eu continuo competitivo. Reconstruindo Irene, Blog EM
Irene - Caetano
1969, Philips do Brasil Eu quero ir minha gente / Eu não sou daqui / Eu não tenho nada / Quero ver Irene rir Quero ver Irene dar sua risada.
Diz Marcus Martins, em Camarilha dos Quatro: “Irene foi composta enquanto Caetano esteve preso, em homenagem a sua irmã caçula e no mesmo ponto em que revela saudade e o evidente desejo de liberdade, de voar da prisão com a leveza do arranjo, a música esconde seu ideal subversivo e irresignado, uma suposta homenagem à metralhadora de Che Guevara e o ideal de uma revolução socialista, que seria libertária de mesma forma. A leitura nunca parece ter sido reconhecida por Caetano, que mantém apenas a versão de que a canção remete a sua irmã e à sua capacidade de desanuviar seus pensamentos na prisão com a lembrança de sua risada juvenil".
A casa d'Irene - Nico Fidenco A casa d'Irene si canta si ride / C'e gente che viene, c'e gente che va / A casa d'Irene botiglie di vino / A casa d'Irene stasera si va. https://youtu.be/jbfV9ZhC2dg
Irene - Erasmo Silva
De Humberto de Carvalho, Henrique de Almeida, A. Garcez.
Disco Odeon 12.676-A. Fevereiro de 1946. Arquivo Nirez. (página de Luciano Hortencio) https://youtu.be/4BYBqXYB8A8
Ô Irene - Fundo de Quintal Ô Irene, ô Irene (bis) / Vá buscar o querosene / Pra acender o fogareiro. https://youtu.be/d4QJPWJx1-k
Onde está a Margarida?
Cantiga de roda de origem francesa. No original se chama "Sèche tes larmes, Maria", ou seja, "Seque tuas lágrimas, Maria". Onde está a Margarida? / Olê, olê, olá! / Onde está a Margarida? / Olê, seus cavaleiros! / Ela está em seu castelo / Olê, olê, olá! / Ela está em seu castelo / Olê, seus cavaleiros! http://www.vagalume.com.br/carequinha/onde-estara-a-margarida.html
Margarida
De Gutemberg Guarabira (com o grupo Manifesto)
Álbum: II Festival Internacional da Canção Popular - Rio.
Inspirada na cantiga de roda "Onde está a Margarida?", esta música venceu a fase nacional do Segundo Festival Internacional da Canção, FIC, promovido em 1967 pela TV Globo. Eu já fui rei, já fui cantor, já fui guerreiro / E agora enfim sou companheiro / Da mulher que apareceu / E apareceu a Margarida, olê, olê, olá / E apareceu a Margarida, olê, seus cavaleiros. http://www.vagalume.com.br/roupa-nova/margarida.html http://youtu.be/4RHXauIRD30 (em francês, com Hervé Vilard)
[http://www.drzem.com.br/2013/05/a-historia-da-musica-margarida-de.html]
Daisy Bell
Composição de Harry Dacre, 1892 (Daisy é Margarida) Daisy, Daisy, give me your answer do / I'm half crazy all for the love of you / It won't be a stylish marriage / I can't afford a carriage / But you'll look sweet upon the seat / Of a bicycle built for two.
Quando o computador HAL 9000 está sendo desligado em "2001: Uma Odisséia no Espaço", a adaptação para o cinema que Stanley Kubrick fez do romance homônimo de Arthur C. Clarke, a máquina começa a cantar a música "Daisy Bell".
Isso é de certo modo poético. Durante uma visita a Bell Labs em 1961, o escritor Arthur C. Clarke tinha testemunhado o primeiro computador (um IBM 7094, com vocais programados por John Kelly e Carol Lockbaum, e acompanhamento programado por Max Mathews) a cantar, através de um sintetizador de voz, a canção "Daisy Bell". No Brasil, essa canção já teve uma letra menos poética usada como propaganda do Fimatosan (ex Phymatosan), um xarope para "tosse e bronchites", do Laboratório Simões. Era um jingle que terminava assim:
Fimatosan, melhor não tem, é o amigo que lhe convém. Fi-ma-to-san. http://blogdopg.blogspot.com/2011/06/daisy-bell.html
Margarida
De Lupicínio Rodrigues Eu vou explicar pra vocês / Como é a Margarida / Uma espiga de milho / No ponto de ser colhida. http://youtu.be/EkRb2DCwbt4
Margarida
Com Moreira da Silva Eu preciso consertar a minha vida / Que ficou arruinada quando a Margarida me deixou. / Eu, que nunca havia ido ao pesado, / Desta vez fui obrigado a enfrentar o batedor - mas que calor.
http://www.letras.mus.br/moreira-da-silva/842811/
Margarida
Composição de Lauro Maia e Humberto Teixeira, Ai, Margarida / Gosto muito de você / Mas sou pobre, pobre, pobre / E casar não pode ser.
É uma marcha gravada por J. B. de Carvalho, com acompanhamento de Benedito Lacerda e seu Conjunto.
Fonte: O balanceio de Lauro Maia, de Miguel Ângelo de Azevedo (Nirez), Ceará, 1991 (Edição do Autor)
Margarida
Composição de M. Luberti e Riccardo Cocciante (Concerto Per Margareth)
Versão de Mourão Filho Se eu puder, eu subo ao céu / Pra buscar aquela estrela / E depois levar pra ela / Porque Margarida é bela. http://youtu.be/tqOKSju74EQ - com Altemar Dutra
Margarida Perfumada
De Cícero Menezes e Carlinhos Brown Encontrei Margarida perfumada / Como dava risada / Por também me encontrar / Seu olho já me espionava / Indo pra Timbalada... http://youtu.be/1wKk4F_y87Y
Flor de Lis
De Djavan E foi assim que eu vi nosso amor na poeira, poeira / Morto na beleza fria de Maria / E o meu jardim da vida ressecou, morreu / Do pé que brotou Maria / Nem Margarida nasceu.
"... o tema é simples e narra a tristeza do Eu-Lírico pelo fim de um relacionamento que parecia ser perfeito. Ele fica se perguntando o que pode ter acontecido para aquela pessoa perfeita a quem tanto amava, ter mudado tão bruscamente. Fato consumado, ele faz uma auto-crítica e se questiona por haver se entregado tão fortemente a um relacionamento que no final, não passou de decepção. Ela, que parecia ser uma pessoa meiga e única (daí o "flor de Lis", que, além de ser o símbolo da candura, é uma flor muito rara) mostrou-se, no final, ser uma pessoa fria e insensível. Ou pior, uma pessoa comum e banal, uma vez que na temática do "jardim" que ele usou para contar seu drama, longe de Maria ser uma flor de lis, ela não foi sequer uma Margarida, que é uma das flores mais comuns e banais que existem." ~ Sérgio Soeiro http://analisedeletras.com.br/djavan/flor-de-lis-2/
Veja Margarida
De Vital Farias Eu vou partir / Pra cidade garantida, proibida / Arranjar meio de vida, Margarida / Pra você gostar de mim / Essas feridas da vida, Margarida / Essas feridas da vida, amarga vida / Pra você gostar de mim. http://youtu.be/M7WTex9l-f8 - com Elba Ramalho (vídeo)
Teresa da Praia
Uma canção composta em 1954 por Tom Jobim e Billy Blanco. É sobre dois homens que disputam uma mesma garota que conheceram no Leblon. Em certo momento da letra, há este diálogo: - É a minha Tereza da Praia / - Se ela é tua, é minha também / - O verão, passou todo comigo / - Mas o inverno, pergunta com quem. Na época, havia boatos de uma rivalidade entre Dick Farney e Lúcio Alves, e os compositores de "Tereza da Praia" dão ensejo a que os dois cantem juntos para promover uma "pacificação". https://youtu.be/sGonA3WO3d0 Tereza My Love
De Tom Jobim. Música instrumental do álbum "Stone Flower", produzido e gravado nos EUA com arranjos de Eumir Deodato. Ano: 1970. https://youtu.be/WeuS4dZKwOo
Programa do Chacrinha - Tema de Abertura
De Miguel Gustavo Ó Terezinha, ó Terezinha / É um barato o cassino do Chacrinha. O termo "Terezinha" não era homenagem a nenhuma Tereza. O termo surgiu em substituição ao antigo patrocínio de seu programa no rádio, a "Água Sanitária Clarinha". Chacrinha contava que durante seus tempos de rádio, seu programa era patrocinado pela Clarinha, uma marca fabricante de água sanitária. Com a falência da empresa, Chacrinha queria continuar usando o nome, mas não podia. Então na busca por um nome que substituísse a Clarinha, surgiu a Terezinha, que possuía uma sonoridade igual. https://www.cifraclub.com.br/chacrinha/tema-de-abertura-do-programa/
[https://pt.wikipedia.org/wiki/Chacrinha]
Teresa
De Sergio Endrigo Teresa, quando ti ho dato quella rosa / Rosa rossa, mi hai detto / Prima de te io non ho amato mai. A versão em português desta canção foi gravada por Robert Livi em 1967. Sérgio Endrigo também foi o vencedor do Festival de San Remo de 1968, com "Canzone per Te" interpretada por Roberto Carlos. https://youtu.be/3Zr286oLrB4
[https://youtu.be/6n1R8buqbfo]
Tê, Tê (depois Terezinha)
De Jorge Ben (depois Jorge Ben Jor) Eu voltava e dizia / Como vai, o que faz e aonde vai você / Pois o meu coração / Bate perguntando por você, Tê Tê. Lançada em 1968, pela AU (Artistas Unidos), gravadora vinculada à TV Record e distribuída pela recifense Mocambo/Rozenblit, com o número 7035-B. Um ano depois, a AU fechou e Ben voltou à Philips https://youtu.be/sFpj5ey-ZEw
Em 1969, no LP Philips "Jorge Ben", Jorge Ben Jor gravou dois hits: Cadê Tereza?
Refrão: Cadê Tereza? / Onde anda minha Tereza? https://youtu.be/o4FUI_kUZ58 País Tropical Tenho um fusca e um violão / Sou Flamengo e tenho uma "nêga" chamada Tereza. https://youtu.be/xIxaXSoJFHc
Musa de tantas canções de Jorge, a misteriosa Maria Tereza Domingas nunca dá entrevistas. Retratada também como Domênica, Dumingaz ou Maria em várias outras músicas, a paulista Tereza se casou com Jorge no fim dos anos 60.
[https://revistatrip.uol.com.br/tpm/salve-jorge]
[https://www.vagalume.com.br/jorge-ben-jor/maria-domingas.html]
Maria Tereza
De Moacyr Franco Se alguém quer na vida achar a beleza / É só procurar Maria Tereza. Do álbum "Eu te darei bem mais" (1966), pela Copacabana.
Tango pra Teresa
De Evaldo Gouveia e Jair Amorim Garçom, põe a cerveja sobre a mesa / Bandoneon, toque de novo que Teresa / Esta noite vai ser minha e vai dançar / Para eu sonhar. https://youtu.be/7A5xKjDiJrk
Teresa sabe sambar
De Francis Hime e Vinicius de Moraes Salve, salve Dona Teresa / Ela vai pro céu / Ela tem aquela nobreza / Que tinha Isabel. Faixa do álbum "Elis" (1966), pela Philips. https://youtu.be/UoDUM5b4c6o
[letra e partitura no songbook "Vinicius de Moraes - 2", produzido por Almir Chediak]
Vou deitar e rolar
De Baden Powell e Paulo César Pinheiro Todo mundo se admira da mancada que a Terezoca (Terezinha) deu / Que deu no pira / E ficou sem nada ter de seu / Ela não quis levar fé / Na virada da maré. Um dos grandes sucessos de Elis. (Alguém, por favor, ressuscita essa mulher.) https://youtu.be/bGbKHHqtsJE
Teresinha
De Chico Buarque O primeiro me chegou como quem vem do florista... / O segundo me chegou com quem chega do bar... / O terceiro me chegou como quem chega do nada... Valsa cantada por Tesesinha, personagem da "Ópera do Malandro" (1978), e por Maria Bethânia e outros na vida real. Esta canção nos remete a Teresinha de Jesus, uma cantiga de roda de nosso universo infantil. Em ambos os textos, a "Teresinha" está fragilizada ("de uma queda, foi ao chão"), e três homens se oferecem para ampará-la. Na cantiga de roda, "O primeiro foi seu pai / O segundo, seu irmão / E o terceiro foi aquele que Teresa deu a mão". O terceiro, aqui designado apenas como "aquele", na canção de Chico é o homem que se deitou em sua cama e a chama de mulher. E que, chegando impressentido, antes que ela o recusasse, "se instalou feito um posseiro" dentro do seu coração. https://youtu.be/FsG67OOUG8k
[A Teresinha de Chico Buarque: Uma psicologia das relações amorosas, por Igor Buys]
[Uma paródia: V. comentários]
Bônus: vídeo
Chorar como eu chorei / Ninguém deve chorar / Amar como eu amei / Ninguém deve amar / Chorava que dava pena / Por amor a Madalena. (Ary Macedo e Ayrton Amorim)
https://youtu.be/o8V7gSHqjZU - c/ Linda Batista
https://youtu.be/wuRMYPhw9ng - c/ Miltinho
Madalena, Madalena / Você é meu bem querer / Eu vou falar pra todo mundo / Vou falar pra todo mundo / Que eu só quero é você. (adaptação de Martinho)
https://youtu.be/-94RB8byUVc - c/ Martinho da Vila
No outro dia eu fui acordando / Pois foi um sonho a grande jornada / Por isso mesmo eu creio em Madalena / A pecadora foi santificada / E será sempre minha protetora / Porque minh'alma já sente amparada. (Faísca)
https://youtu.be/j2Xpji6wm3M - c/ Criolo e Barrerito
Maria Madalena dos Anzóis Pereira / Teu beijo tem aroma de botões de laranjeira / Mas a pretoria não é brincadeira / Maria Madalena dos Anzóis Pereira. (Pedro Caetano)
https://youtu.be/VQkRYGAoFF8 - c/ Cyro Monteiro e Regional do Benedito Lacerda
Madalena, você foi ao samba sem me avisar / Parece incrível, mulher / Você não tem pensar / Veja se isto é hora / O sol já está de fora / Vou para o trabalho / E você no samba até agora.
https://youtu.be/ARMmjqHPyCo - c/ Mestre Marçal
Eu sei que Madalena chorou / Depois que o nosso amor se acabou / Arrependido, fui pedir-lhe perdão / Madalena me disse que não. (Darci de Oliveira e Valdemar Pereira)
https://youtu.be/iKPG2xbomEk - c/ Trio de Ouro
Ai, Madalena chorou / Ai, Madalena chorou / Chorou porque não viu o Claudionor / Na escola de samba que ele era o diretor. (Osvaldo França e Blecaute)
https://youtu.be/2CirTukYRkA - c/ Hebe Camargo
Madalena foi pro mar / E eu fiquei a ver navios / Quem com ela se encontrar / Diga lá no alto mar / Que é preciso voltar já / Pra cuidar dos nossos filhos. (Chico Buarque)
https://youtu.be/VTvRcb8zYRc - c/ Chico
https://youtu.be/XeARDvy_Ric - c/ Chico (em italiano)
https://youtu.be/4Fkwn3vXxhI - c/ Nara
Pra onde vai, Madalena? / Vou pra festa no arraiá / Volta pra casa, menina / Você não perdeu nada lá. (Zé Araújo e JC Souza)
https://youtu.be/18K5U-DXJIo - c/ Ary Lobo
Ô Madalena / O meu peito percebeu / Que o mar é uma gota / Comparado ao pranto meu. (Ivan Lins e Ronaldo Monteiro)
https://youtu.be/5GzcIK5pNUQ - c/ Elis
https://youtu.be/aGbPsDKqpcg - c/ Diogo Nogueira
https://youtu.be/iCDBpPdE3wE - c/ Ivan Lins
Eu tenho a boca que arde como o sol / O rosto e a cabeça quente / Com Madalena vou-me embora / Agora ninguém vai pegar a gente. (Bob Dylan)
https://youtu.be/Bct31oodjAw - c/ Fagner
Quando ela dança todo mundo se agita / E o povo grita o seu nome sem parar / É a cigana Sandra Rosa Madalena / É a mulher com quem eu vivo a sonhar. (Roberto Liv)
https://youtu.be/SDThFO9hbAk - c/ Sidney Magal
Entra em beco, sai em beco / Há um recurso, Madalena / Entra em beco, sai em beco / Há uma santa com seu nome / Entra em beco, sai em beco / Vai na próxima capela / E acende uma vela / Pra não passar fome. (Isidoro Oliveira)
https://youtu.be/JtuakMJchb8 - c/ Gilberto Gil
Con ese corazón tan cinco estrellas / Que hasta el hijo de un Dios / Una vez que la vio / se fue con ella / Y nunca le cobró la Magdalena. - c/ Joaquin Sabina (vídeo)