Mostrando postagens com marcador instituto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador instituto. Mostrar todas as postagens

18 janeiro, 2023

Instituto Antônio Carlos Jobim


Nesta oficina irritada
Tudo veio da floresta
As longas tábuas do assoalho
A madeira do piano
O jacarandá do violão

A lenha da lareira
Este lápis, esta mesa
Esta cadeira, esta porta
Esta janela ...
Tudo é floresta.


Criado em 2001, localiza-se no corredor cultural do Jardim Botânico - Rua Jardim Botânico, 1008, o Instituto Antônio Carlos Jobim. Esta entidade tem como objetivo preservar e disponibilizar para o público, especialmente para estudantes e pesquisadores, a obra musical e poética do Maestro Antônio Carlos Jobim, e, além disto, seu pensamento, admiração e preocupação com a preservação da natureza do Brasil.
O maestro era frequentador assíduo do Jardim Botânico do Rio, onde costumava se inspirar para compor suas músicas e observar os pássaros. E grande parte da obra de Antonio Carlos Jobim (1927-1994) foi inspirada na Mata Atlântica. Tom Jobim acreditava que o brasileiro deveria se orgulhar por ter o único país do mundo com nome de árvore. "Águas de Março", "Água de beber", "Boto", "Chovendo na Roseira", "A Correnteza", "Matita Perê", "Sabiá" foram algumas de suas composições influenciadas pela fauna e flora desse bioma.
O acervo do Instituto inclui objetos pessoais, partituras, letras de músicas, correspondências, fotografias, livros, entre outros. Dentre as preciosidades, estão o manuscrito da letra da música Dindi, o cartão enviado, de Los Angeles, em 1965, para a mãe, um cachimbo, uma caixa com pios de pássaros e um bilhete dirigido a Vinícius de Moraes.
Seu acervo catalogado pode ser acessado via Web no site www.jobim.org que recebe em média 1200 consultas semanais.
A entrada da exposição é gratuita (o que não acontece com a visitação completa ao Jardim Botânico).

30 outubro, 2014

Pela blogosfera - 49

Paulo,
Sou seu leitor, gostaria de sugerir um assunto, talvez já saiba de algo.
Em 94, começou um projeto com a Universidade Washington, denominado Minerva, que forma quadros da esfera pública brasileira, ao custo de 30 mil dólares, por um curso de 4 meses, que ocorre duas vezes ao ano.
Há um instituto no Brasil com o mesmo nome, no Rio, parceiro do programa.
Há muitos conhecidos entre os alunos, dê uma olhada:
http://www.gwu.edu/~ibi/minerva_pics.htm
Parece ser uma escola de formação sobre gestão pública, mas muito ligada às instituições americanas.
Atentamente,
Eusébio
Resposta
Meu caro Eusébio,
Nada sei a respeito desse Institute of  Brazilian Issues. Mas 30 mil bucks não é pouca grana para se pagar por um curso de 4 meses. Além disso, presume-se, há muitas outras despesas a serem desembolsadas pelo participante. A menos que...
Bem, uma hipótese plausível é a de que o curso venha rolando por conta da esfera pública.
Dentre os minervistas (435 brasileiros, de 1994 a 2014), que estão sendo mostrados na página eletrônica do site, não consegui ver algum nome ou rosto conhecido (talvez eu tenha de dar mais atenção a meu networking).
Visitei seu blogue: é muito, muito bom. Adiante, irei recomendá-lo a meu leitorado.