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10 setembro, 2026

A história do logotipo da BIC

A Société BIC SA foi fundada na França em 1945. 
É uma empresa que atua no segmento de baixo custo do mercado de produtos descartáveis, desde isqueiros e canetas até lâminas de barbear e lapiseiras. Como a Bic vende principalmente produtos baratos, sua marca é frequentemente ignorada, apesar de desempenhar sua função com bastante perfeição. 


Seu logotipo consiste de um menino com uma bola no lugar da cabeça, representando uma esfera de carboneto de tungstênio (da caneta esferográfica), além de um emblema romboidal com cantos arredondados no qual consta a denominação da marca. Seu esquema de cores inclui o preto e o laranja como cores dominantes, enquanto o branco é uma cor secundária.
Foi criado em 1961 por Raymond Savignac, um designer gráfico francês que queria atrair a atenção das crianças em idade escolar para a nova caneta esferográfica.

21 janeiro, 2026

Lâmpadas que parecem canetas esferográficas

(post não patrocinado)
A empresa e marca francesa Bic é mundialmente famosa por suas icônicas canetas esferográficas, notadamente a Cristal, lançada em 1950. 
Com mais de 120 bilhões de unidades vendidas em todo o mundo, essas canetas continuam sendo um símbolo de acessibilidade, educação e criatividade. 
Comemorando o 75º aniversário deste item tão essencial para escritórios, a divisão sul-africana da Bic organizou uma festa em sua homenagem.
Ao ensejo de sua festa de 75 anos, foram apresentadas luminárias de LED assemelhadas a versões gigantes da caneta Cristal. 
Elas podem ser colocadas no teto de um escritório ou usadas como um detalhe decorativo na parede de um gabinete.

29 março, 2022

Oscar 2022

Na solenidade de premiação, o ator Will Smith usou um velho método para redefinir as configurações de fábrica do cérebro do comediante Chris Rock.
Diga não à violência (verbal, física), diga sim à caneta azul.

30 junho, 2021

A caneta Parker


Professor de uma pequena escola na cidade de Janesville, no Estado de Winconsin, EUA, George Safford Parker complementava sua renda mensal com a venda de canetas-tinteiro a seus alunos. No entanto, essas canetas apresentavam defeitos frequentes e ele sentia-se na obrigação de consertá-las.

Tendo em mente a necessidade de produzir um instrumento de escrita ideal, George Parker criou sua primeira caneta em 1888. No ano seguinte, o projeto foi patenteado e ele se tornou responsável por uma grande revolução na escrita moderna.

A função de toda caneta é escrever, mas algumas fizeram muito mais que isso. Escreveram a história e se transformaram em personagens quase tão célebres quanto às personalidades que as usaram para decretar, com sua assinatura, um fato importante para seu país, e para o mundo.

• Segunda Guerra Mundial. Em 7 de maio de 1945, duas canetas Parker 51 pertencentes ao General Eisenhower foram usadas para assinar o fim da Segunda Guerra Mundial.

• Rendição dos Japoneses. Em 2 de outubro de 1945, o General MacArthur assinou a rendição dos japoneses em Pearl Harbor utilizando sua Parker Duofold vermelha.

• Acordo de Paz com o Vietnã. O secretário do Estado William P. Rogers assinou o Acordo de Paz do Vietnã usando uma Parker 75.

• Acordo de Desarmamento Nuclear. Os presidentes Bush e Gorbatchev trocaram canetas Parker ao assinarem os Acordos de Desarmamento Nuclear de 1990 e 1991. As canetas utilizadas foram uma série limitada que tinha emblemas gravados com o logo em forma de apito, no topo da tampa, um símbolo do Fundo de Assistência às Vítimas de Calamidades Públicas, feito de metal utilizado em mísseis desarmados.

Fonte: A caneta que fez história

Ilustração: Normal Rockwell. Eles deram um ao outro uma Parker 61 (troca justa). Catálogo da Sotheby's

(post não patrocinado)

11 outubro, 2020

Qualidades da caneta


Esta caneta é incrível.

Ela escreve DEBAIXO D'ÁGUA.

E não é só isto.

Ela escreve outras palavras também.

(post não patrocinado)



Importante - Ela não existe na versão azul. Esta confusão foi gerada nas redes sociais por causa da maravilhosa letra de música — até me arrepia só de ler tanta poesia, gente! — do compositor Manoel Gomes: "caneta azul / azul caneta".

10 abril, 2020

lápis x caneta (descartável)

O que é melhor para o ambiente?
O lápis é mais "ecológico", já que usa como matéria-prima principal uma fonte renovável. Mas esta característica não é o bastante. O lápis é melhor, mas desde que seja feito com madeira de origem certificada (que não seja oriunda de floresta nativa).

Durabilidade
Segundo a fábrica de canetas Bic, uma esferográfica pode desenhar uma linha de até três quilômetros. Um lápis, segundo a Faber-Castell, desenha até oito quilômetros, considerando que a grafite esteja inteira.

Apagabilidade
O lápis, claro. Antes do surgimento da borracha (que faz "dobradinha" com o lápis), as pessoas usavam para apagar a escrita, acredite: pedaços de pão velho. Mas há o lápis-borracha para apagar a tinta de caneta.
[http://blogdopg.blogspot.com/2017/04/a-breve-historia-do-lapis.html]

Quando você é autorizado a escrever de caneta na escola
Você deve estar lembrando da sensação de "com grandes poderes vêm grandes responsabilidades" que você teve ao deixar finalmente de escrever com lápis.

Um teste de idade: dez reações entre K-7 e K-neta
[http://blogdopg.blogspot.com/2013/03/um-teste-de-idade.html]

Por que o nome "grafite"?
A palavra grafite é derivada do verbo grego "graphain", que significa escrever. A primeira mina de grafite foi descoberta em Cumberland, na Inglaterra, no século XVI. Acreditava-se que era constituída por chumbo, tamanha a semelhança de cor entre os dois materiais. Somente no século XVIII o químico alemão Carl Wilhelm Scheele provou ser a grafite (graphite) uma forma de carbono e não chumbo (lead).
• Escreve de cabeça para baixo;
• Escreve debaixo d'água;
• Não utiliza materiais sintéticos;
• É reciclável e biodegradável;
• Pode ser facilmente apagado;
• É completamente atóxico;
• Não vaza no bolso.

De acordo com a proporção argila/grafite empregada na composição da massa, o lápis ganha características diferentes. É a partir dessa proporção que se define a graduação (dureza) do lápis. Para diferenciar os tipos de graduações, Lothar Faber criou, no século XVIII, uma escala que se tornou um padrão internacional.

Num vídeo que dura 6 segundos não há tempo para muita besteira:
SOU SEU RAPAZ DO LÁPIS N.º 2

Atenção: a grafite (do lápis) ≠ o grafite (aportuguesamento do italiano graffiti, plural de graffito).

06 dezembro, 2013

Escrever com metal

Grafite é para as pessoas que não confiam no que estão escrevendo e para os contadores. A tinta é para rabiscar em reuniões. Metal é para tudo o resto.
Na caneta de metal (inkless metal pen) não há tinta para secar ou vazar em sua camisa nova.  Ela não mancha.
Princípio
Quando se escreve pequenas quantidades de metal se depositam na página. Essa caneta usa uma substância conhecida como unleadidum, que tem propriedades semelhantes às do chumbo. Com a diferença já lembrada de que Superman pode ver através da substância. O que, dependendo da orientação criminal do usuário, pode ser um fator positivo ou negativo.
Então, por que escrever em azul, preto ou algo apagável quando você pode escrever com metal?

23 março, 2013

Um teste de idade

Que relação existia entre estes dois objetos?



A BASF criou o polímero usado na fabricação dos dois objetos.
Os dois objetos tinham como finalidade registrar.
Com a caneta se escrevia no rótulo da fita os títulos das gravações feitas.
A caneta esferográfica servia para rebobinar a fita cassete.
A caneta servia para quebrar a proteção da fita K7 contra a regravação.

A MELHOR RESPOSTA.

Em 27/03 esta postagem foi republicada no Luis Nassif Online. Dentre os 18 comentários feitos pelos leitores do LNOL, destaco os seguintes:

Havia um mito - nunca saberei se é verdade... - de que a fita cassete TDK cromo era a melhor do mundo, que proporcionava a melhor gravação! A mais estilosa, sem dúvida, era a TEAC, com suas bobinas metálicas aparecendo garbosas no invólucro transparente...
Alan Souza
Tenho um blog que resgata as demo-tapes dos anos 80 e 90. Já fiz mais de 400 conversões de gravações exclusivas em cassete como Planet Hemp, Los Hermanos, Replicantes, Cascavelletes e por aí.
Se quiserem conhecer: demo-tapes-brasil.blogspot.com.br
Edson Luís
Uma das histórias da BASF é a de que a fita cassete foi "descoberta" por acaso.
Um químico da empresa estava fazendo experimentos com pigmentos de ferro. A BASF é originalmente uma fábrica de anilinas e soda da Bavária. Colocava seus experimentos sobre uma película de acetato. Por acaso notou que se formavam ondulações sobre a fina camada de pigmento sobre os acetados.
Usando um pouco de imaginação e ciência concliu que as ondulações eram a impregnação dos sons ambientes do laboratório. Estava inventada a fita cassete.
A BASF foi a inventora e principal produtora da fita até os anos 90 quando ela foi "morta" pelo CD.
A BASF ainda tentou enfrentar o CD com a sua fita de cromo III. O som era tão puro que no Brasil foi feito teste cego com o consumidores para demonstrar que era impossível perceber a diferença. Não deu, as fitas sobreviveram algum tempo graças ao vídeo-cassete e os disquetes para computador, além das pequenas fitas para gravadores e secretárias eletrônicas. Pouco depois, nem isso.
É o curso da história da tecnologia, há tempos o próprio CD é uma mídia morta. O velho livro e a caneta esferográfica sobrevivem muito bem.
Edson Saraiva
Dez relações:
K-7 e K-neta
Os registros feitos a caneta estão aí até hoje; já os das fitas K-7...
Põe no bolso. Se vazar, é caneta; se enferrujar, é cassete.
Se enrolar nos cabeçotes, joga fora; se falhar a tinta... joga fora também.
A fita é de ferro. A esfera é de tungstênio: coisa rara.
Quantas canetas você já perdeu? E quantas fitas cassete? (Guarda-chuva não vale!).
Já namorou ouvindo caneta? Pois é...
Tinteiro, esferográfica, hidrográfica. VHS, Betamax, U-Matic.
Já viu algum padeiro com uma fita cassete atrás da orelha?
Já usou caneta para ejetar cassete engastalhada? Eu já. Várias vezes. Quebraram todas. As canetas.
José Lacerda
A mesma relação da corda com a caçamba. Uma não existe sem a outra, rs.
Nilva de Souza
Mas tinha que ser caneta da BIC, porque o formato facetado do corpo encaixava nas travinhas do orifício da bobina. As canetas da Johann Faber (e as demais de corpo redondo) não funcionavam muito bem.
André Borges