A obra retrata uma mulher da nobreza utilizando um "bourdaloue", um penico portátil feminino oval projetado para ser usado em pé ou agachada sob saias volumosas.
Esse objeto surgiu no século XVIII para atender às necessidades fisiológicas das damas com seus enormes vestidos com várias camadas de tecido. Diferente dos penicos tradicionais, o "bourdaloue" é menor e mais anatômico exigindo pouca abertura das pernas para ser usado.
O nome teria se originado de Louis Bourdaloue (1632-1704), um jesuíta francês cujos sermões na Catedral de Notre-Dame eram tão longos, que levava as suas ouvintes a sofrer horrores para conter a vontade de urinar.
Por sua praticidade e formato anatômico, o “bourdaloue” poderia ser usado pela dama com discrição e sem auxílio de uma criada. Peças como essas eram obrigatórias em viagens, sendo conhecidas na Inglaterra como "penicos de carruagem".
O nome teria se originado de Louis Bourdaloue (1632-1704), um jesuíta francês cujos sermões na Catedral de Notre-Dame eram tão longos, que levava as suas ouvintes a sofrer horrores para conter a vontade de urinar.
Por sua praticidade e formato anatômico, o “bourdaloue” poderia ser usado pela dama com discrição e sem auxílio de uma criada. Peças como essas eram obrigatórias em viagens, sendo conhecidas na Inglaterra como "penicos de carruagem".
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