... até o fim
A seguinte anedota é contada a respeito de William James.
Depois de uma palestra sobre cosmologia e a estrutura do sistema solar, James foi abordado por uma velhinha.
"Sua teoria de que o Sol é o centro do sistema solar, e a Terra é uma bola que gira em torno dele, Sr. James, é interessante, porém está errada. Eu tenho uma teoria melhor", disse a velhinha.
"E qual é, madame?" perguntou James, educadamente.
"Nós vivemos em uma crosta de terra que está nas costas de uma tartaruga gigante."
"Se a sua teoria está correta, madame", retrucou ele, "onde a tal tartaruga está?"
"O senhor é um homem muito inteligente, Sr. James, e essa é uma pergunta muito boa", respondeu a velhinha, "mas eu tenho a resposta: a tartaruga está nas costas de uma segunda tartaruga, muito maior e que está exatamente sob a primeira".
"Mas... onde a segunda tartaruga está?" persistiu James, pacientemente.
A velhinha cantou, triunfante:
"Não adianta, Sr. James, há tartarugas até o fim."
– JR Ross, Constraints on Variables in Syntax, 1967
... em todo o caminho
Stephen Hawking incorporou o ditado "Turtles all the way down" (Tartarugas em todo o caminho)" em seu livro de 1988, "Uma Breve História do Tempo":
Um cientista conhecido (alguns dizem que foi Bertrand Russell ), uma vez deu uma conferência pública sobre astronomia. Ele descreveu como a Terra orbita em torno do Sol e como o Sol, por sua vez, orbita em torno do centro de uma vasta coleção de estrelas que é a nossa Galáxia. No final da palestra, uma velhinha nos fundos da sala levantou-se e disse: "O que você nos disse é lixo. O mundo é realmente uma placa plana apoiada nas costas de uma tartaruga gigante." O cientista deu um sorriso superior antes de responder: "Onde a tartaruga se apoia". "Você é muito inteligente, jovem, muito inteligente", disse a velha senhora. "Mas há tartarugas em todo o caminho!"
– Wikipédia
Quer você a veja como profundamente metafísica, ou apenas zombando da física, você ainda pode sorrir ao ler sobre essa teoria (das tartarugas até o fim / em todo o caminho).
Mostrando postagens com marcador tartarugas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tartarugas. Mostrar todas as postagens
23 março, 2019
28 outubro, 2017
Cavalgando – e também enquadrando
- Avante! A passo de jacaré!
- Mas eu sou um crocodilo.
- Silêncio, cavalo-marinho!
As diferenças entre jacaré e crocodilo
Para começar, eles pertencem a famílias diferentes. Os crocodilos são da família Crocodilidae e os jacarés, da Alligatoridae. Enquanto a primeira possui 14 espécies diferentes, a segunda se divide em oito espécies - entre elas, estão as dos gêneros Caiman e Paleosuchus, aos quais pertencem os jacarés brasileiros (não há crocodilos em nosso país!). Essas classificações, porém, são rótulos científicos que pouco dizem para nós, leigos. Na prática, é mais importante perceber como essas diferenças biológicas se manifestam na anatomia do animal. Os jacarés têm focinho largo e arredondado, enquanto os crocodilos têm a cabeça mais afilada. Além disso, os crocodilos possuem, nas escamas do ventre, os chamados poros glandulares - característica ausente nos primos jacarés. A diferença mais visível, porém, está nos dentes. "Todos os crocodilos apresentam o quarto dente do maxilar inferior hipertrofiado e encaixado numa cavidade lateral na parte externa da boca. Esse dente fica exposto mesmo com a boca fechada, ao passo que, nos jacarés, ele fica escondido dentro da boca", diz o biólogo Hussam Zaher, da USP. Tem mais: os dentes superiores dos crocodilos são alinhados com os inferiores - os dos jacarés, não.
Bônus
Como é um jacaré bonito?
11 julho, 2016
Terminal de Integração de Passageiros
Acabo de ver na internet como funciona um TIPC - Terminal de Integração de Passageiros Caprinos.
Cabras são espertas e têm demonstrado que são também exigentes em se tratando de torres, poleiro e armas de fogo a elas dedicados.
Elas são taylorianas e cultivam muito esse negócio de tempos e movimentos.
http://blogdopg.blogspot.com.br/2009/07/as-torres-de-cabras.html
http://blogdopg.blogspot.com.br/2010/08/um-poleiro-de-cabras.html
http://blogdopg.blogspot.com.br/2012/06/assentamentos.html
21 março, 2015
George, o Solitário
Naquele dia, Lonesome George, o último membro conhecido de sua espécie e agora em exposição no Museu Americano de História Natural, morreu de causas naturais.
Com ela, a sua espécie, Chelonoidis abingdoni, desapareceu.
Uma estratégia para fazer reviver a espécie está em andamento a partir de tartarugas híbridas parcialmente descendentes da tartaruga gigante da ilha de Pinta.
Listas
Bônus
Aqui está (vídeo) uma canção sobre Lonesome George. Parece ser um tributo adequado. Eu adoraria pensar que Lonesome George está agora a brincar com adoráveis tartarugas fêmeas em uma grande ilha no céu.
17 setembro, 2014
O ciclo vicioso das Tartarugas Ninja
AS TARTARUGAS SÃO ABANDONADAS
SOFREM MUTAÇÕES NOS ESGOTOS DE NY
VIRAM AS TARTARUGAS NINJA (TMNT)

GANHAM POPULARIDADE ENTRE AS CRIANÇAS
AS CRIANÇAS ADOTAM NOVAS TARTARUGAS (PETS)
AS TARTARUGAS SÃO ABANDONADAS
SOFREM MUTAÇÕES NOS ESGOTOS DE NY
VIRAM AS TARTARUGAS NINJA (TMNT)

GANHAM POPULARIDADE ENTRE AS CRIANÇAS
AS CRIANÇAS ADOTAM NOVAS TARTARUGAS (PETS)
AS TARTARUGAS SÃO ABANDONADAS
ORA, POMBAS
Tanta evolução para isto!
Tanta evolução para isto!
17 março, 2014
Mordidas
Uma mordida lenta (e uma mastigação, idem) deixa o organismo saciado com uma menor quantidade de alimentos.
Relembrando Kevin.
Como é que funciona o Slow Bite™?
Antes das refeições, o usuário insere o Slow Bite™, o Mordida Lenta, que é descartável, entre as arcadas dentárias superior e inferior com o auxílio de um aplicador. O dispositivo, limitando (moderadamente) a abertura da boca, obriga usuário a dar mordidas menores nos alimentos. É de pequeno tamanho, não estraga o prazer associado ao ato de comer nem causa embaraço para se alimentar em companhia. E pode ser facilmente removido após cada refeição.
Relembrando Kevin.
Como é que funciona o Slow Bite™?
Antes das refeições, o usuário insere o Slow Bite™, o Mordida Lenta, que é descartável, entre as arcadas dentárias superior e inferior com o auxílio de um aplicador. O dispositivo, limitando (moderadamente) a abertura da boca, obriga usuário a dar mordidas menores nos alimentos. É de pequeno tamanho, não estraga o prazer associado ao ato de comer nem causa embaraço para se alimentar em companhia. E pode ser facilmente removido após cada refeição.
09 agosto, 2012
Raciocínio de tartaruga
Tartarugas não se destacam pela velocidade, mas elas são surpreendentemente perspicazes.
Apesar de a literatura científica indicar que os répteis apresentam resultados fracos quando submetidos a testes cognitivos, Anna Wilkinson (foto) resolveu checar essas informações.
Encorajada pelo que ela via Moisés, sua tartaruga de estimação, fazer no dia a dia.
Wilkinson e seu orientador Geoffrey Hall criaram, então, um labirinto radial de testes para a tartaruga, semelhantes aos que são usados para estudos cognitivos em roedores. Colocado no centro do labirinto, Moisés rapidamente aprendeu a percorrê-lo em busca do alimento, de modo a evitar os "braços" já visitados do labirinto. Se novas dificuldades eram acrescentadas aos testes, a tartaruga aperfeiçoava a estratégia de obter resultados favoráveis.
Os pesquisadores ficaram interessados em saber por que os répteis haviam se saído tão mal em estudos cognitivos anteriores. Um olhar mais atento sobre os relatórios, mostrou-lhes o motivo: tinham sido realizados a temperaturas baixas, o que deixava os animais de sangue frio mais lentos. Moisés, por sua vez, foi testado a 29 °C, uma temperatura próxima a de seu habitat na América Central e América do Sul. E a temperatura mais quente, acelerando o seu metabolismo, tornou Moisés mais animado e apto para conquistar um labirinto.
Cold-blooded cognition: Tortoises quick on the uptake, por Jeff Hecht
In: NewScientist
In: NewScientist
09 março, 2009
Tartarugas mordedoras
Assinar:
Postagens (Atom)



