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05 maio, 2016

Das colheres de medição ao soro caseiro


Aqui estão as cinco razões pelas quais estas colheres de medição são as melhores que existem:
  • São mais facilmente armazenadas e separadas do que as colheres de medição convencionais.
  • Suas extremidades estreitas cabem nos frascos de especiarias, evitando que os grãnulos sejam derramados. As extremidades redondas são para os líquidos.
  • Você pode colocar uma colher sobre o balcão que o seu conteúdo permanece nivelado.
  • Elas são feitas de plástico ABS - o mesmo material de que é feito o Lego. Em outras palavras, elas são quase indestrutíveis.
  • As diferentes cores em que são apresentadas tornam fáceis de serem lembradas ("A azul claro é uma colher de sopa").
Soro caseiro
O soro caseiro é uma tecnologia social que consiste na preparação e administração de uma solução aquosa de açúcar e sal de cozinha, recomendada para prevenir a desidratação resultante de vômitos e diarreias. Com a diarreia ou vômito ocorre perda de água e sais minerais pelo organismo. A função do soro caseiro, por via oral, é a de reposição das perdas dessas substâncias.
Para evitar erros nas concentrações de açúcar e sal na solução, a UNICEF divulga a utilização de uma colher-padrão que apresenta as medidas exatas para a preparação do soro.
O soro caseiro é preparado dissolvendo-se duas medidas rasas de açúcar (medida maior da colher-padrão) e uma medida rasa de sal (medida menor da colher-padrão) em um copo de água limpa (filtrada ou fervida).


23 julho, 2015

Quanto custa ser mordido de cobra nos EUA?

O americano Todd Fassler foi mordido por uma cascavel em San Diego, Califórnia.
Não seria notícia, porque há entre sete e oito mil ataques de cobras peçonhentas a seres humanos nos Estados Unidos, anualmente.
Mas virou, ao ser divulgada quanto custou a "mordida" do hospital que atendeu Fassler: US$ 153.000 (ou R$ 483 mil, em moeda brasileira).
O repórter Dan Haggerty compartilhou no Twitter uma foto que resume essa conta.
Como diz o título da reportagem do Washington Post sobre o assunto: "Esta mordida de cascavel de $ 153,000 é tudo de errado com os serviços de saúde (norte) americanos".
No Brasil
Aqui, é claro, não custaria nada, porque o Brasil trata o ofidismo como um problema de saúde pública. E construiu, com esforço, uma rede de produção e distribuição de soros – pelos quais cobraram US$ 83 mil ao americano – que, no dizer de Fernando Brito, do site Tijolaço, dão o sentido de heroísmo ao trabalho de gente como Vital Brazil, o grande nome que tivemos nessa luta.
A descoberta do médico sanitarista e pesquisador Vital Brazil sobre a especificidade dos soros antipeçonhentos estabeleceu um novo conceito na imunologia, e seu trabalho sobre a dosagem dos soros antiofídicos gerou tecnologia inédita. A criação dos soros antipeçonhentos específicos e o antiofídico polivalente ofereceu à Medicina, pela primeira vez, um produto realmente eficaz no tratamento do acidente ofídico que, sem substituto, permanece salvando centenas de vidas nos últimos cem anos.