Em Anzù, norte da Itália, há uma basílica onde as relíquias de São Victor e Santa Corona são preservadas desde o século IX.
Santa Corona tinha apenas quinze anos quando professou sua fé cristã, por volta de 165, durante a perseguição promovida pelo imperador romano Marco Aurélio.
Corona foi presa e amarrada pelos pés ao topo de duas palmeiras que estavam dobradas até o chão. Quando as palmeiras foram soltas, ela foi despedaçada. Segundo a Martirologia Romana, isso aconteceu na Síria.
Santa Corona é especialmente venerada na Áustria e na Baviera como a padroeira contra pragas e epidemias.
Sua data festiva é 14 de maio.
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20 março, 2020
14 abril, 2017
Essa «gente de bem» de hoje em dia...
Copiei. ~ Fernando Gurgel Filho
"Jesus nasceu numa quebrada. Periferia da periferia mesmo.
Passou a vida arrumando treta por questões sociais. Defendeu assassino, ladrão, puta, pobre e leproso.
Juntou uma galera pra defender a causa. Começou a fazer barulho.
Conquistou o desafeto da classe média e da elite (ponto pro cara).
Considerado subversivo, foi preso pelo Império.
A classe média pedia pena de morte, mas o crime não a justificava. Pôncio Pilatos jogou o b.o. pra Herodes. Herodes se ligou na mesma coisa e devolveu o b.o..
Pilatos deixou pra galera decidir. Bem pensado, porque desde aquele tempo, o povo já tava cheio de «dateninha» linchador.
O cara foi executado ouvindo piadinha de justiceiro.
E não foi morto «entre» bandidos. Foi executado pelo Estado «como» bandido - subversivo, que de fato era.
Enfim, o messias cristão foi um sujeito pobre, nascido na «perifa», engajado em questões sociais, executado como bandido pelo Estado sob os aplausos dos justiceiros.
Então, Jesus, se você estiver lendo isso e pensando em voltar, fica esperto.
Essa «gente de bem» de hoje em dia vai querer matá-lo de novo, enquanto come bacalhau e ovo de Páscoa."
____________________________________
texto de Rauni Fontana - retirado da internet
"Jesus nasceu numa quebrada. Periferia da periferia mesmo.
Passou a vida arrumando treta por questões sociais. Defendeu assassino, ladrão, puta, pobre e leproso.
Juntou uma galera pra defender a causa. Começou a fazer barulho.
Conquistou o desafeto da classe média e da elite (ponto pro cara).
Considerado subversivo, foi preso pelo Império.
A classe média pedia pena de morte, mas o crime não a justificava. Pôncio Pilatos jogou o b.o. pra Herodes. Herodes se ligou na mesma coisa e devolveu o b.o..
Pilatos deixou pra galera decidir. Bem pensado, porque desde aquele tempo, o povo já tava cheio de «dateninha» linchador.
O cara foi executado ouvindo piadinha de justiceiro.
E não foi morto «entre» bandidos. Foi executado pelo Estado «como» bandido - subversivo, que de fato era.
Enfim, o messias cristão foi um sujeito pobre, nascido na «perifa», engajado em questões sociais, executado como bandido pelo Estado sob os aplausos dos justiceiros.
Então, Jesus, se você estiver lendo isso e pensando em voltar, fica esperto.
Essa «gente de bem» de hoje em dia vai querer matá-lo de novo, enquanto come bacalhau e ovo de Páscoa."
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texto de Rauni Fontana - retirado da internet
13 agosto, 2013
O martírio de São Cassiano
Cassius de Ímola foi bispo de Bréscia, no século IV e é considerado santo pelos católicos.
Pouco se sabe da sua vida, ainda que relatos, que fazem parte da tradição cristã, convirjam em alguns detalhes sobre o seu martírio.
Foi mestre-escola em Ímola, onde ensinava taquigrafia como forma de ensinar os preceitos religiosos cristãos sem que os seus perseguidores compreendessem o que estava escrito. Como se recusou a fazer sacrifícios aos deuses romanos, foi condenado à morte pelo imperador Juliano, o Apóstata. E a sorte de São Cassiano foi entregue a seus próprios alunos, que o odiavam pela severidade.
Os alunos vingaram-se, então, torturando-o, preso a uma estaca, e cravando-lhe no corpo os estilos de ferro com que escreviam nas tábuas de cera e madeira.
O seu martírio é lembrado pela Igreja Católica a 13 de agosto e é considerado o patrono dos taquígrafos. WIKIPÉDIA
Hagiologia
São Pixinguinha, Um santeiro cearense e Dez "santos" brasileiros
Pouco se sabe da sua vida, ainda que relatos, que fazem parte da tradição cristã, convirjam em alguns detalhes sobre o seu martírio.
Foi mestre-escola em Ímola, onde ensinava taquigrafia como forma de ensinar os preceitos religiosos cristãos sem que os seus perseguidores compreendessem o que estava escrito. Como se recusou a fazer sacrifícios aos deuses romanos, foi condenado à morte pelo imperador Juliano, o Apóstata. E a sorte de São Cassiano foi entregue a seus próprios alunos, que o odiavam pela severidade.
Os alunos vingaram-se, então, torturando-o, preso a uma estaca, e cravando-lhe no corpo os estilos de ferro com que escreviam nas tábuas de cera e madeira.
O seu martírio é lembrado pela Igreja Católica a 13 de agosto e é considerado o patrono dos taquígrafos. WIKIPÉDIA
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| Martírio de São Cassiano, por Innocenzo Francucci |
São Pixinguinha, Um santeiro cearense e Dez "santos" brasileiros
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